terça-feira, 20 de novembro de 2018

The Mönic: O Prodígio do Cenário Independente Nacional


Rock n Roll, Hard Rock, Grunge ou Alternativo? A decisão é sua para tentar encaixar as pluralidades musicais existentes na sonoridade da banda paulistana The Mönic. Obviamente que essas referências são explícitas através das suas canções, que compreende a complexidade dos vocais sólidos e rasgados, da presença de palco e da coesão musical.


O grupo iniciou suas atividades em março desse ano. No entanto, o projeto se deu após o término da banda BBGG que continha em sua formação, Ale Labelle, Dani Buarque e Joan Bedin, consequentemente já sincronizadas procuraram alguém para assumir as baquetas depois da saída do baterista. Enfim, foi feito uma audição e Daniely Simões foi a congratulada a ingressar nas bateras da banda.

Evidentemente que aos poucos a ideia foi tomando corpo sendo que o intuito inicial era apenas reunir algumas amigas, mesclar gostos mútuos e aplica-los através de riffs céleres e rápidos. Porém, se viu a necessidade da criação de composições e rapidamente o entrosamento foi se destacando até que com o lançamento do primeiro show foi difundido a canção “High”. O videoclipe obteve a direção de Mariana Pugliesi e Carol Eugênio e fora gravado no Estúdio Aurora.



A designação do grupo se deu a um grande e criativo brainstorm. O nome “The Monias” surgia e ganhava o gosto das integrantes, no entanto o namorado de Dani Buarque sugeriu The Mönic que soava melhor e logo todos caíram no gosto.

As influências musicais existentes vão desde Hole, The Distillers, L7, Queens Of The Stone Age, entre muitos outros artistas.

Em julho, a The Mönic divulgou seu segundo trabalho, o clipe de “Buda”. O vídeo foi desenvolvido de maneira independente e em seu enredo mostra um sonho que as músicas acordam crianças e tem dificuldades para chegar ao local do evento. A canção ainda ressalta em sua letra o egocentrismo e o narcisismo, como em alguns casos de “budistas” que não dão oi nem para o porteiro.



As temáticas das composições são vastas, o grupo trata de assuntos românticos, músicas para crushes, namoradas e maridos. Todavia, na faixa “Just Mad” explicita o cotidiano das mulheres na sociedade machista vigente, em Reckless a depressão é esboçada, e contém outros sons que remetem ao fim do mundo, julgamentos precipitados e temas variados.

Atualmente a banda está no processo de criação de um disco, pois já possuem 15 músicas em uma demo prontas para a difusão.

Os locais e festivais que o grupo já se apresentou foram muitos, Virada Cultural, Festival Imáginário em Nova Friburgo – RJ, no Jokers em Curitiba- PR, no Escritório no Rio de Janiero – RJ, no Dia da Música, no Estúdio Costella, entre outros lugares.

Formação Atual:
Ale Labelle (Guitarrista e Vocalista)
Dani Buarque (Guitarrista e Vocalista)
Joan Bedin (Baixista e Vocalista)
Daniely Simões (Baterista e Backing Vocal)

A banda tem um recado:
#ELENAO

Plataformas Virtuais:


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