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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Manger Cadavre?: HC/Crust originário do Vale do Paraíba/SP

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0       01- Histórico da banda. (ano de surgimento, intuito, cidade e primeira formação)
Nós começamos a banda no final de 2011 com a formação composta por integrantes de diferentes cidades do Vale do Paraíba. A banda foi fundada pelo Marcelo Kruszynski (baterista) e o Jux (antigo vocalista) que tinham gostos parecidos no hardcore e metal. A princípio a banda possuía seis integrantes (2 vocais - Nata e Jux, 2 guitarras - Rogério e Patrick, baixo - Jonas e batera - Marcelo K.) com os quais gravamos o single "Existimos!". Após um ano, dois integrantes deixaram a banda e nos firmamos como quarteto, ainda com o Rogério na guitarra, com quem gravamos nosso segundo single, a "Sua Justiça". Após, ele deixa a banda, e o Jonas passa a ser guitarrista e convidados o Marcelo Augusto para o baixo. Nesse meio tempo, mudamos muito do que havíamos composto, e passamos a construir a identidade do que hoje é o Manger Cadavre?, com o lançamento do nosso primeiro EP, o "Origem da queda". Como o Jonas vem da escola do punk e o Marcelo A., do thrash, sugerimos que eles trocassem os intrumentos, e assim, fechamos a formação que permanece até hoje: Marcelo Kruszynski, na bateria, Jonas, no baixo, Marcelo Augusto, guitarra e Nata, vocal.

0      02- O porquê do nome Manger Cadavre?.
A princípio, a proposta da banda era falar sobre exploração animal e vegetarianismo, no entanto, essas pautas foram deixadas de lado, mas o nome já havia sido anunciado. Resolvemos manter, pois como é uma pergunta, ela acaba subjetiva, passível de qualquer interpretação sobre seu significado. Dos quatro, apenas um não é vegetariano, o Marcelo Augusto, mas mesmo antes de sua entrada, logo no início da banda, definimos a temática abordada, tratando de questões sociais progressistas e a luta de classes focada em nossa realidade.

0      03- Quais são as influências musicais?
Temos influências diversas que vão do punk ao black metal, mas nossa base é o hardcore, com influências de crust. Algumas bandas que gostamos muito são o Disrupt, Discharge, Catharsis, Fall of Efrafa, Napalm Death, Detestation, Oathbreaker, dentre outras.

0      04- Em relação a temática das letras.
Nossas letras tratam de questões sociais e política, que consideramos temáticas essenciais para a incitação ao questionamento e, após aprofundamento, base para o revide ao conservadorismo e luta anti-imperialista e anticapitalista.

0      05- Materiais lançados (número de faixas, nome das mesmas, gravação e intitulação dos álbuns)
"Existimos!" - Single 2012

"Sua Justiça" - Single 2012

"Origem da queda" - EP 2013 - 5 faixas

"Limbo" - Split com Disforme 2015 - 4 faixas de cada banda

"Senhores da moral" - EP 2016 - 2 faixas

"Revide" - EP 2017 - 6 faixas

0      06- Videoclipes.
Nós temos lançados 2 clipes oficialmente. "O homem de bem", que foi feito por Caio Augusttus e Pedro Gomide e "Bruxas da noite", feito pelo Walter da Head Label. Há, ainda, um fã clipe (que ficou muito bacana), do som Totalitarismo Social.

0      07- Novos Projetos.
No momento estamos realizando shows para o lançamento do EP Revide. No entanto, pretendemos compor nosso primeiro álbum no próximo semestre e, tudo correndo bem, gravá-lo no segundo.

0      08- Agenda:
21/10 - Coruja Estúdio - Jacareí/SP

01/11 - Clash Club - São Paulo/SP

02/11 - Rio de Janeiro/RJ

03/11 - Belo Horizonte/MG

04/11 - à confirmar
Quem quiser chamar a gente para tocar na sua cidade, é só enviar mensagem privada, ou email para: mangercadavre@gmail.com. Propague o barulho pelo mundo! ;)

0      09- Principais festivais e eventos que tocaram.
Já participamos do Palco Test na Virada Cultural, dividimos palco com bandas como Ratos de Porão, acompanhamos a banda Stoma da Holanda em 3 shows, tocamos em muitos fests de coletivos como Verdurada x ABC, No Gods No Masters, Levante das Minas… E acompanharemos a Extreme Noise Terror em 3 datas no Brasil.

1     10- Formação atual
        Marcelo Kruszynski (Bateria)
        Jonas (Baixo)
        Marcelo Augusto (Guitarra)
        Nata (Vocal)

1     11- Um recado para a galera.
Faça o que puder, mas faça. Não seja refém das circunstâncias sem revidar.

  
  12. Plataformas virtuais.
https://www.facebook.com/mangercadavre/

https://www.twitter.com/mangercadavre/

https://www.instagram.com/mangercadavre/


https://mangercadavre.bandcamp.com

domingo, 1 de outubro de 2017

Desalento: Consternação adquirida através da brutalidade

Em 2016 na capital do Planalto Serrano surgiu a Desalento donde cinco jovens, Leandro Flores no vocal (Flores Do Holocausto), Celito na guitarra (Crise Geral), Edgar Luciano no baixo (Septikós), Rafael Tizatto na guitarra (Septikós/Neófito) e Felipe Córdova na bateria (Nosegrind/70’30) se reuniram com o objetivo mútuo de criar um projeto que impulsionasse reflexões acerca da ascensão do conservadorismo e da repugnância dos músicos com o respectivo assunto, além da repulsão aos senhores da guerra.



As influências musicais do grupo são vastas uma vez que o instrumental traz à tona um Crust Melancólico carregado por riffs rápidos. Partindo desse pressuposto, as maiores referências são Fall Of Efrafa, Tragedy, Ekkaia, Desaster entre outros nomes.

A designação condiz com as análises referente a alienações do cotidiano. Devido a isso a Desalento torna uma forma de lirismo que fomenta assuntos sociais ao exibir em suas composições o descontentamento com a justiça e com a sociedade em geral. A luta em defesa das minorias é outro fator importante para o desenvolvimento das letras dos lageanos que estão na produção do primeiro material autoral.

Em pouco tempo de trajetória o grupo já conseguiu realizar apresentações em grandes locais do underground serrano como o Macaco Astronauta Pub, o Fatboo Studios e no evento Santana’s Sunday, além de tocar no SomaFest em Porto Belo – SC.

Agenda:
21/10/ Misanthropic Fest
?     ?    Florianópolis - SC
?      ?   Rio do Sul – SC

Formação Atual:
Leandro Flores (Vocal)
Edgar Luciano (Baixo)
Celito (Guitarra)
Rafael Tizatto (Guitarra)
Felipe Córdova (Bateria)


Plataformas Virtuais:

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Nefärioüs Disaster

Heresia misantrópica carioca



No ano de 2016, Gütsfücker (Vocal e Baixo) e D-Lüpüs (Bateria e Guitarra) se uniram munidos pelo ideal de montar um projeto de Crüst criaram a Nefärioüs D-Saster. O duo aos poucos fora elaborando músicas autorais e ideologias blasfemas. Todavia D-Lüpüs regressou-se do grupo para aperfeiçoar seus ensinos musicais, no entanto Rodrigo Campbell ingressara no seu lugar.

As influências do duo são vastas e oscilam entre o Crust Punk e o Death Metal Oldschool, nomes como Nuclear Frost, Doom, Anti Cimex, Total Silence, Dishammer, Disclose, Disrupt, Entombed, Cruz, Mutilated Veterans e Bastard Priests são comuns nas referências sonoras dos cariocas.

A designação do nome Nefärioüs D-Saster se deu de modo natural, já que a cognominação explicita o som proposto pela banda. É uma junção ímpia de todas atrocidades feitas pelo homem no mundo, personificada de maneira nua e crua.

A temática das composições é expressa através de abordagens de guerras e ganância humana, desespero, dor e misantropia são outras peculiaridades expostas nas letras da banda.

O EP “Worship Disater” foi lançado pelo grupo em 2017. A demo obtém seis faixas, “After The Bombs”, “Sarcofago Nuclear”, “Hypocrisy Games”, “Câncer”, a homônima “Worship Disaster” e um cover, “When The Innocent Die (Anti Cimex)”. A mesma foi produzida pela Sanguinary Records. Todavia o EP já foi planejado em versão física e será divulgado pelos selos Resistencia Undeground Distro e Prod, UBD, Weedgoat Records e Vomito de Gato Distro.



Vale ressaltar que recentemente o grupo difundiu uma pré-Split, denominada “Total Disaster”. O projeto conta ainda com a banda de Raw Punk, Total Silence.



Há menos de um mês foi lançado o primeiro videoclipe da Nefärioüs, a canção “Worship Disaster” acabou sendo escolhida para a gravação. São 03:50min de agressividade de riffs, e vocais crus.



A banda está aos poucos firmando seus passos na cena Underground. Gradativamente irão desenvolver materiais, full length e Split, sempre com o poderoso intuito antirreligioso e obscuro perpassando todo o mal que há no universo.

O duo é composto por Gütsfücker (Baixo e Vocal) e Campbell (Guitarra) e estão na procura de um baterista para fazer lives.

Os músicos têm um recado:
“Muito obrigado por essa oportunidade, e um grande abraço a todos que ainda curtem o som real. É por vocês que as bandas seguem de pé diante de todas as dificuldades! NEVER LEAVE DIS WAR! TOTAL WORSHIP DISASTER! ”

Plataformas Virtuais:


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