Mostrando postagens com marcador Release. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Release. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de março de 2020

Violent Crisis: Novo projeto aposta na experiência dos músicos e no caótico Thrash Metal

A Violent Crisis foi formada em 2019, na cidade de Criciúma- SC. O projeto foi idealizado por músicos de bandas como Alcoholic Trendkill, V8 Corporation, Scarolas, Encourage e muitos outros que já deixaram seu nome marcado no cenário sul catarinense.

Violent Crisis
As referências musicais são vastas, desde Groove Metal, Thrash Metal até o Death Metal. Dentre esses estilos, destacam-se as referências para Pantera, Lamb of God, Mastodon, Testament, Sepultura, Obituary, Six Feet Under, entre outras.

O nome “Violent Crisis” foi escolhido com o intuito de expor a sociedade e seus problemas mentais criados, como a depressão. A designação surge para encorajar as pessoas a enfrentar esses problemas e se “revoltar contra isso, contra a fábrica de fazer loucos”, como cita o vocalista Frank Rodriguez.

Os músicos estão no desenvolvimento da última música, para ser incluída no seu Ep. Ainda em 2020, os criciumenses divulgarão seu primeiro trabalho, que será denominado “Rise Of Leviaethan”, o qual se tratará do levante interno, do monstro que sai de dentro do humano em momentos de crises violentas.

As temáticas das composições perambulam o viés social como um protesto contra a sociedade adoecida. Outro ponto a destacar, é a luta contra a opressão mental, a qual os músicos em suas apresentações reproduzem “Helter Skelter” do The Beatles que trata justamente disso, do cansaço dessas tais imposições.

Formação Atual:
Frank Rodriguez (Vocal)
 Felipe Olivo (Guitarra)
Angelo Silvestre (Guitarra)
Gustavo Pires (Baixo e Vocal)
Jediel Carminatti (Bateria)

Plataformas Virtuais

sábado, 22 de setembro de 2018

Fish Ventura: A transição do cover para o autoral

Em 2014 no interior gaúcho, mais precisamente na cidade de Erechim, alguns amigos juntaram a ideia de esboçar algo com que tivessem afinidade em comum, em questão o Reggae e decidiram criar o projeto Fish Ventura. Até então, o grupo seria apenas para a divulgação de cover de bandas que eram referências para os músicos, dentre elas destacam-se Sublime, The Expandatles, Stick Figure, Pepper, Rebelution, O Mundo Analógico, entre outros artistas.



Quase três anos depois, os músicos decidiram reformular a banda e com isso enfatizou-se a ideia do desenvolvimento de canções autorais que em seu âmago pudesse trazer a positividade, o questionamento e a dúvida frequente no momento caótico explícito no país.

O grupo em sua trajetória possui quatro músicas autorais que serão difundidas abaixo:

A primeira a ser o carro chefe dos gaúchos foi o clipe “Chapéu Descolado” que possui forte presença de metais com um instrumental coeso e denso personificados até o término da mesma. Em sua letra, ressalta-se o espírito da selva e suas respectivas peculiaridades.



“Lancheira (O Importante é Caminhar) ” ingressa-se num clima animado que tem como figura principal em sua essência, o cão, o melhor amigo do homem. Essa temática mostra a simplicidade de um ato comum, a sutileza de um gesto e o carinho do afeto com seu respectivo bichinho.



A miscelânea dos estilos da banda é nítida em “Momentum Groove”, porque vai desde o Groove, Soul, Funk e Reggae. A canção se estabelece em meio aos moldes do sistema atual como uma afronta. Há uma quebra de estereótipos com uma nova visão de mundo livre de opressão e padrões.  



Recentemente fora difundido o quarto single da Fish Ventura. O mesmo denominado “Milonga” em sua chama busca a coletividade e a união, além de trazer a luta pela liberdade de pensamento, a suscetibilidade a novos tipos de ideias e uma conexão metafórica da milonga com o litoral.



As músicas foram gravadas no estúdio JBS em Getúlio Vargas e contou com a produção artística de Lucas Turski, Robson Black e a parte fonográfica por Jessé Prado. São mais de 12.000 mil visualizações, diversos acessos e centenas de inscritos no canal.

Atualmente, os músicos estão no processo de difusão do novo single “Sebastião” que com as demais formarão o Ep “Pilotem Suas Próprias Cabeças”.

Formação Atual:
Lucas Turski (Cordas)
Robson Black (Cordas e Vocal)
Maikel Simon(Trombone)
Geison Dartora(Sax)
Jessé Prado(Teclas e Guitarra)
Cezão Ferreiras(Baixo)
Cristiano Reis(Bateria)

A banda tem um recado:
“Ajudem a divulgar nosso som, a banda é totalmente independente e depende disso. PILOTEM SUAS PRÓPRIAS CABEÇAS...”

Plataformas Virtuais:
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/56503232

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Alucinia: Metal Identitário Com Novas Formas

Em 2017, no sul do estado de SC alguns amigos se reuniram para juntar os gostos em comuns pelo Metal e seus derivados. A partir disso visto a ascensão do cenário da região de Tubarão, resolveram colocar em prática o projeto.




O grupo juntou a experiência de músicos conhecidos na região como Lenita Cardoso e Erik Quinsler que ao lado de Thallys Machado, Marcio Caemerer, Vinicius Saints e Rafael Araújo fixaram a ideia e iniciaram o desenvolvimento de músicas autorais, objetivo este primordial para os lagunenses.

A sonoridade da banda caminha por várias vertentes, com a divisão de referências musicais dos membros é notável e evidente traços de Killswitch Engage, A Day To Remember e Bury Tomorrow. Todavia o Groove aparece, o Metalcore intensifica, O New Metal dá as caras e o Metal Alternativo personifica a conclusão do trabalho.

Para a difusão dos materiais, os músicos apostaram em uma ideia ímpar, que seria de lançar demos (precisamente três) e interliga-las de uma forma, criar um tipo de elo ou história. Por isso há 10 meses atrás fora publicado, a primeira intitulada “Sobre Viver”. Depois da boa visibilidade dela, a Alucinia divulgou “Sete Palmos” e recentemente fechou o ciclo com “Sombras”. Todas as canções estão disponibilizadas no YouTube.

Atualmente o grupo está focado no processo de criação de uma nova canção que será a primeira em estúdio.

Formação Atual:
Erik Quinsler (Vocal)
Lenita Cardozo (Vocal)
Márcio Caemerer (Guitarra
Thallys Machado (Guitarra)
Vinicius Saints (Baixo)
Rafael Araújo (Bateria)

Plataformas Virtuais:


domingo, 22 de julho de 2018

Aster HC: Hardcore Melódico Com Viés Filosófico

O que esperar de uma banda de HC? Riffs rápidos, crus e músicas de protesto? Isso também é válido, no entanto uma banda canoense faz isso com uma essência muito didática e autoexplicativa.



A Aster HC surgiu em 2007 na cidade de Canoas- RS com a ideia de alguns amigos em se reunir e mutuamente fazer composições. O projeto foi ganhando forma e rapidamente os músicos passaram a fazer sons autorais com letras que remetem ao questionamento pessoal e existencial.

Para isso se tornar concreto, é claro que houveram muitas inspirações e referências musicais adentro do respectivo estilo. Bandas como Garage Fuzz, Alexis On Fire, Eu Serei a Hiena, Bad Religion, Dead Fish, Hot Water Music e Satanic Surfers foram algumas marcantes para os membros.

O crescimento da Aster era gradativo e facilmente ingressou como uma das mais influentes bandas de HC no estado, com isso vieram a personificação do profissionalismo que estavam mantendo. No ano de 2009 o grupo foi congratulado ao receber o prêmio de melhor videoclipe independente pelo BIL (Bandas Independentes Locais).

Em janeiro de 2016 divulgaram o EP “Luto” de forma independente contendo cinco canções, sendo elas “Terra de Ninguém”, “Tinittus”, “Á Espreita”, “`Promessas” e “A carta (àquela que é de Júlio).



Com repentinas críticas positivas acerca do último material lançado, no ano de 2017 muniu a ideia de desenvolver um novo material e aí nasceu o “Longe do Mar”. O Ep conta com cinco faixas “Krisis”, “América Latina”, “Longe do Mar”, “Rogai” e “Vítima do Caos”. O trabalho exibiu a evolução dos músicos que no mesmo expuseram a revolta em relação ao sistema atual movido pela demonstração de letras de cunho explicativo-intangível.



Formação Atual:
Breno Nunes (Bateria)
Douglas Flores (Baixo)
Magaiver Oliveira (Guitarra e Voz)
Sergio Azeredo (Guitarra e Voz)
Felipe Arnt (Voz)

“Imaginar uma sociedade mais justa apontando o erro alheio parece fácil, quando não paramos para refletir sobre nossas próprias atitudes e pelas escolhas que nos fizeram chegar onde estamos. ” (Aster HC)

Plataformas Virtuais:
Instagram: @asterhc


sábado, 24 de março de 2018

Jhonny Bus: Prodígio do Hard Rock Lageano

No ano de 2016 no planalto serrano catarinense, os cinco amigos Antonio Pereira, Eclair Lins, Eduardo Tripoli, Gabriel Giotti e Fernando de Liz decidiram unir os gostos mútuos e desenvolver um projeto com as raízes do Heavy Metal e Hard Rock, assim foi fundada a Jhonny Bus.



O grupo possui influências musicais vastas mantendo os gostos individuais de cada integrante e a partir disso com referências similares transpassam para o instrumental. Todavia nomes tradicionais como Iron Maiden, Black Sabbath, Metallica, Judas Priest, Guns N' Roses, Whitesnake e AC/DC são lembrados pela banda.

Atualmente os músicos estão focando na produção de seu primeiro trabalho. O álbum intitulado "Empowered Darkness", o qual contará com 10 faixas autorais. No dia 16 de janeiro a banda lançou no YouTube o single "Shadow Walker", primeiro fruto do álbum.



Vale ressaltar que o grupo está presente na quarta edição do Rock in Hell do Campo Festival, que ocorrerá nos dias 09 e 10 de junho de 2018.

A banda tem o recado para os leitores: “Jhonny Bus espera vocês para um show eletrizante no Rock in Hell, no sábado as 20Hs, fiquem preparados para reviver os clássicos do Metal e do Hard conosco! Vai ser um show com músicas especialmente selecionadas para tocar o coração de vocês! Embarque nesse ônibus com destino à escuridão!


Formação Atual:
Gabriel "Stay Puft" Giotti- (Vocal)
Antonio "Maria Bethânia" Pereira- (Bateria)
Fernando "Bigorna" de Liz- (Guitarra)
Eclair "Mun-Rá" Lins- (Guitarra)
Eduardo "Sucrilhos" Tripoli- (Baixo)



Plataformas Virtuais:

quinta-feira, 1 de março de 2018

Tigersharks: Os Predadores do Skate Punk

A banda porto-alegrenses Tigersharks teve início em 2016, porém desde 2014 os músicos se reuniam no antigo estúdio Gorila para jams e alguns ensaios sem compromisso. Inicialmente uniram-se com a formação de Rodrigo Neves (vocal), Leonardo (Bateria), Francisco Kiko (Guitarra) e Filipi (Baixo), o que logo se alterou para um power trio. Logo na estreia, o grupo dividiu o palco com bandas expoentes do underground como Corona Kings (SP) e Motor City Madness (RS).



A cognominação Tigersharks possui referência cinematográfica, sendo baseado em uma cena do clássico filme de Spielberg “Tubarão”, na qual o animal é capturado e o oceanógrafo o denomina como “tigershark” (ou tubarão-tigre). O nome que une esses grandes predadores acabou sendo adotado pelo grupo, que utiliza as cores preto, branco e laranja como alusão ao tigre.

A banda, que define seu som como Stoner Skate Punk, possui como principais influências grandes nomes como: Trash Talk, Black Flag, Bad Brains, OFF! Fu Manchu, Sleep, Black Sabbath. Em relação às composições, o grupo gaúcho traz consigo skate e experiências, todos os problemas, empecilhos e perrengues que acontece no cotidiano. Ou seja, por serem motivados a escrever sobre o dia-a-dia, os músicos expõem os incidentes ocorridos com pessoas próximas e seus respectivos acontecimentos sendo representados através de situações incomuns. Entretanto, também há questões históricas e sociais.

Em 2017 a Tigersharks divulgou seu primeiro material, o Ep “Swim Fast, Die Slow” (uma referência aos predadores marítimos) que foi gravado no Music Box Studios, masterizado e mixado por Alexandre Birck. O material conta com cinco canções, sendo elas, “Menace To Society”, “Budd Dwyer Tribute Song”, “Warthog Attack”, “Wrath of The Khan” e “Wasted Days”.


Para os novos projetos e trabalhos, os músicos pretendem disponibilizar as músicas para plataformas de streaming e ramificações, além de registrar a gravação e difusão do Ep “Red Garage Studios” que será produzido por Andrez Machado e irá obter as faixas, “Linger”, “Fuck Life”, “Shortboard Or Die”, entre outras. O grupo visa o lançamento de um vídeo e um single para a segunda demo, além de uma compilação com algumas músicas ao vivo de 2017.

Referente ao videoclipe, os gaúchos ainda não divulgaram. Porém, nesse ano sairá o primeiro vídeo, da música “Budd Dwyer Tribute Song”. Ele será difundido com um caráter mais político no momento das eleições presidenciais.

A banda tem um recado:
“O nosso muito, muito obrigado para quem sempre está apoiando os sons e essa movimentação! É muito importante e gratificante ver o pessoal compartilhando e curtindo os sons. Tivemos uma repercussão bem legal com elogios e mensagens de lugares bem distantes. Tudo isso impulsionou a gente e esse ano vai ser bem corrido com o novo disco e lançamentos. Queremos tocar ao máximo em todos os locais que chamarem e atender aos convites! ”

Formação Atual:
Rodrigo Neves- (Vocais/Guitarra)
Filipi Barbosa- (Baixo/Vocais)
Leonardo Schmitt- (Bateria/Vocais)

Agenda:
O grupo está aberto para shows e estão em contato com algumas casas do RS e de SC, além de estar programando uma turnê com duas bandas de Florianópolis – SC. O vocalista da banda recentemente esteve em São Paulo e estão negociando lugares para se apresentar na capital paulista.

Plataformas Virtuais:
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCtdbvsBB5ZqT5kI6NbMIOzA

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Ódio Mensal: Punk Rock Originário de Rio Negrinho – SC

A cena Punk/HC brasileira emerge cada vez mais nomes, bandas como Manger Cadavre?, Charlotte Matou Um Cara, Ratas Rabiosas e Mau Sangue são exemplos de grupos que estão desenvolvendo um grande trabalho no cenário underground.



A catarinense Ódio Mensal surgiu em meados de 2012 e 2013 por três amigas, Aline (Baixo), Haney (Guitarra/Vocal) e Kioma (Bateria) que mantinham o intuito de reunir-se, juntar os gostos mútuos e desenvolver um projeto autoral.

As músicas possuem referências musicais dentro do próprio cenário, nomes como L7, Bulimia, Replicantes, Cólera, entre outros grupos.

A designação “Ódio Mensal” inicialmente se deu pelo motivo do grupo ter só mulheres na formação e remeter a TPM. Entretanto toda a ideia por trás da cognominação personifica, o cotidiano do trabalhador que frequentemente é explorado e tratado como escravo por suas atividades laborais excessivas, extremas e desigual.

No início de 2017 a banda lançou seu primeiro trabalho, denominado “Contra o Sistema”. O material foi produzido pela Marmota Records (Rio Negrinho) e conta com três canções, sendo elas, a homônima “Contra o Sistema”, “Leis Sujas” e “Prisioneiros da Fé”.



Em junho do mesmo ano, as músicas divulgaram o videoclipe da música “Prisioneiros da Fé” (3° faixa do disco). O clipe foi produzido por Rodrigo Scholze e traz em sua essência, a hipocrisia religiosa na sociedade. O mesmo angaria 2.600 visualizações no YouTube.



Em sua trajetória, a Ódio Mensal já passou por diversas cidades como Joinvile- SC, São Bento do Sul- SC, Blumenau- SC, Otacílio Costa- SC, São Paulo, na última onde tocaram no “A Beira do Caos” produzido pelo coletivo Maria Bonita, o qual consistia em benefício da coletânea em tributo ao Bulimia onde será lançado em 2018. Lá puderam dividir o palco com grandes nomes como Charlotte Matou Um Cara, Obstinée, MOITA e Naomi Rita. Além desse respectivo evento, o grupo perambulou outros grandes fests, com destaque pata o show juntamente com a Periferia S/A em Blumenau – SC.

Em relação à temática das composições, a banda enfatiza os problemas rotineiros que assola a camada mais pobre da sociedade, o preconceito estrutural, toda a cegueira, decadência política e hipocrisia que caminham e atravancam o desenvolvimento social.

Formação Atual:
Aline Pereira (Baixo e Vocal)
Kamilla Lin (Guitarra e Vocal)
Kioma Martins (Bateria e Vocal)

O grupo tem um recado:
“Agradecemos a todas as pessoas que nos apoiam e tiram um tempinho para a Ódio Mensal, quem nos acompanha sabe que nosso corre é verdadeiro em prol de estar passando nossa mensagem e mostrar que o faça você mesmo ainda existe, todos podemos nos expressar, seja na música, teatro, palestra, o que for, o importante é dar sua contribuição para a cena ter cada vez mais cultura, informação e interação social. Obrigada a todos os amigos que nos chamam para tocar em seus eventos, nos dão um espaço para estar mandando nosso som, estamos de pé pelos verdadeiros que caminham lado a lado com a gente, só temos a agradecer! ”

Plataformas Virtuais:
Instagram: @odiomensalband


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Manger Cadavre?: HC/Crust originário do Vale do Paraíba/SP

0      



0       01- Histórico da banda. (ano de surgimento, intuito, cidade e primeira formação)
Nós começamos a banda no final de 2011 com a formação composta por integrantes de diferentes cidades do Vale do Paraíba. A banda foi fundada pelo Marcelo Kruszynski (baterista) e o Jux (antigo vocalista) que tinham gostos parecidos no hardcore e metal. A princípio a banda possuía seis integrantes (2 vocais - Nata e Jux, 2 guitarras - Rogério e Patrick, baixo - Jonas e batera - Marcelo K.) com os quais gravamos o single "Existimos!". Após um ano, dois integrantes deixaram a banda e nos firmamos como quarteto, ainda com o Rogério na guitarra, com quem gravamos nosso segundo single, a "Sua Justiça". Após, ele deixa a banda, e o Jonas passa a ser guitarrista e convidados o Marcelo Augusto para o baixo. Nesse meio tempo, mudamos muito do que havíamos composto, e passamos a construir a identidade do que hoje é o Manger Cadavre?, com o lançamento do nosso primeiro EP, o "Origem da queda". Como o Jonas vem da escola do punk e o Marcelo A., do thrash, sugerimos que eles trocassem os intrumentos, e assim, fechamos a formação que permanece até hoje: Marcelo Kruszynski, na bateria, Jonas, no baixo, Marcelo Augusto, guitarra e Nata, vocal.

0      02- O porquê do nome Manger Cadavre?.
A princípio, a proposta da banda era falar sobre exploração animal e vegetarianismo, no entanto, essas pautas foram deixadas de lado, mas o nome já havia sido anunciado. Resolvemos manter, pois como é uma pergunta, ela acaba subjetiva, passível de qualquer interpretação sobre seu significado. Dos quatro, apenas um não é vegetariano, o Marcelo Augusto, mas mesmo antes de sua entrada, logo no início da banda, definimos a temática abordada, tratando de questões sociais progressistas e a luta de classes focada em nossa realidade.

0      03- Quais são as influências musicais?
Temos influências diversas que vão do punk ao black metal, mas nossa base é o hardcore, com influências de crust. Algumas bandas que gostamos muito são o Disrupt, Discharge, Catharsis, Fall of Efrafa, Napalm Death, Detestation, Oathbreaker, dentre outras.

0      04- Em relação a temática das letras.
Nossas letras tratam de questões sociais e política, que consideramos temáticas essenciais para a incitação ao questionamento e, após aprofundamento, base para o revide ao conservadorismo e luta anti-imperialista e anticapitalista.

0      05- Materiais lançados (número de faixas, nome das mesmas, gravação e intitulação dos álbuns)
"Existimos!" - Single 2012

"Sua Justiça" - Single 2012

"Origem da queda" - EP 2013 - 5 faixas

"Limbo" - Split com Disforme 2015 - 4 faixas de cada banda

"Senhores da moral" - EP 2016 - 2 faixas

"Revide" - EP 2017 - 6 faixas

0      06- Videoclipes.
Nós temos lançados 2 clipes oficialmente. "O homem de bem", que foi feito por Caio Augusttus e Pedro Gomide e "Bruxas da noite", feito pelo Walter da Head Label. Há, ainda, um fã clipe (que ficou muito bacana), do som Totalitarismo Social.

0      07- Novos Projetos.
No momento estamos realizando shows para o lançamento do EP Revide. No entanto, pretendemos compor nosso primeiro álbum no próximo semestre e, tudo correndo bem, gravá-lo no segundo.

0      08- Agenda:
21/10 - Coruja Estúdio - Jacareí/SP

01/11 - Clash Club - São Paulo/SP

02/11 - Rio de Janeiro/RJ

03/11 - Belo Horizonte/MG

04/11 - à confirmar
Quem quiser chamar a gente para tocar na sua cidade, é só enviar mensagem privada, ou email para: mangercadavre@gmail.com. Propague o barulho pelo mundo! ;)

0      09- Principais festivais e eventos que tocaram.
Já participamos do Palco Test na Virada Cultural, dividimos palco com bandas como Ratos de Porão, acompanhamos a banda Stoma da Holanda em 3 shows, tocamos em muitos fests de coletivos como Verdurada x ABC, No Gods No Masters, Levante das Minas… E acompanharemos a Extreme Noise Terror em 3 datas no Brasil.

1     10- Formação atual
        Marcelo Kruszynski (Bateria)
        Jonas (Baixo)
        Marcelo Augusto (Guitarra)
        Nata (Vocal)

1     11- Um recado para a galera.
Faça o que puder, mas faça. Não seja refém das circunstâncias sem revidar.

  
  12. Plataformas virtuais.
https://www.facebook.com/mangercadavre/

https://www.twitter.com/mangercadavre/

https://www.instagram.com/mangercadavre/


https://mangercadavre.bandcamp.com

domingo, 1 de outubro de 2017

Desalento: Consternação adquirida através da brutalidade

Em 2016 na capital do Planalto Serrano surgiu a Desalento donde cinco jovens, Leandro Flores no vocal (Flores Do Holocausto), Celito na guitarra (Crise Geral), Edgar Luciano no baixo (Septikós), Rafael Tizatto na guitarra (Septikós/Neófito) e Felipe Córdova na bateria (Nosegrind/70’30) se reuniram com o objetivo mútuo de criar um projeto que impulsionasse reflexões acerca da ascensão do conservadorismo e da repugnância dos músicos com o respectivo assunto, além da repulsão aos senhores da guerra.



As influências musicais do grupo são vastas uma vez que o instrumental traz à tona um Crust Melancólico carregado por riffs rápidos. Partindo desse pressuposto, as maiores referências são Fall Of Efrafa, Tragedy, Ekkaia, Desaster entre outros nomes.

A designação condiz com as análises referente a alienações do cotidiano. Devido a isso a Desalento torna uma forma de lirismo que fomenta assuntos sociais ao exibir em suas composições o descontentamento com a justiça e com a sociedade em geral. A luta em defesa das minorias é outro fator importante para o desenvolvimento das letras dos lageanos que estão na produção do primeiro material autoral.

Em pouco tempo de trajetória o grupo já conseguiu realizar apresentações em grandes locais do underground serrano como o Macaco Astronauta Pub, o Fatboo Studios e no evento Santana’s Sunday, além de tocar no SomaFest em Porto Belo – SC.

Agenda:
21/10/ Misanthropic Fest
?     ?    Florianópolis - SC
?      ?   Rio do Sul – SC

Formação Atual:
Leandro Flores (Vocal)
Edgar Luciano (Baixo)
Celito (Guitarra)
Rafael Tizatto (Guitarra)
Felipe Córdova (Bateria)


Plataformas Virtuais:

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Angela Beatriz: Positividade através do Reggae

Direto da capital catarinense, em 2012 a cantora Angela Beatriz juntou-se com antigos músicos de banda que já havia participado, grupo denominado Banda Cultivo. O âmago do trabalho da cantora é trazer aos palcos positividade, respeito à natureza e claro, bons sentimentos difundidos em forma de música. Justamente por isso a cantora decidiu utilizar esse projeto para expor mais de seu trabalho atual. Atualmente os músicos que a acompanham são: seu marido, Danilo Beccaccia (guitarrista, baixista e compositor), seu irmão Cristian Jonatan (baterista), e seus amigos Thiago Beck (teclado) e Nicolas Belmar (guitarrista).



As principais influências da cantora vão da MPB, Blues, Soul e R&B até as raízes do Reggae.

Angela já dividiu palco com renomados nomes da música, tanto nacional quanto internacional. Entre eles estão Ziggy Marley, Julian Marley, The Wailers, SOJA. Black Uhuru, Groundation, Abyssinians, Ponto de Equilíbrio, Tribo de Jah, Planta & Raíz, Maskavo e Dazaranha. A cantora já marcou presença dentro e fora do estado, se apresentando em cidades da Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso e também em diversas cidades de Santa Catarina.

A musicista traz em seu repertório composições antigas, como é o exemplo da música “Fios de Cristais”, “Leve” e “Aqui Estou Eu”. A primeira fala sobre o cotidiano em São Paulo e a dificuldade de se conectar com a natureza quando se encontra em uma metrópole. Já a segunda, composta em 2005, é uma referência a Florianópolis e suas belezas naturais que proporcionam uma melhor qualidade de vida. Já a canção “Aqui Estou Eu”, composta por Danilo Beccaccia e interpretada na voz de Angela, foi premiada no Festival de Música da UFSC.

Em 2012 compuseram “Sonhos” que fora trilha sonora de “Meu Olhar Diferente Sobre As Coisas” da ONG “Me Ensina”, o qual foi estrelado, gravado e editado por portadores de Síndrome de Down ao abordarem situações do cotidiano sobre felicidade, trabalho e amor.

O ano de 2013 foi muito produtivo para os músicos uma vez que os mesmos divulgaram um videoclipe denominado “Amanheceu” (que possui 7.000 visualizações)




Uma das melhores congratulações foi a pré-seleção a uma das cinco melhores cantoras da música catarinense através do clipe “Gente do Bem”.




O álbum “Deixar Vibrar Positivo” foi lançado em 2014 carregado de mensagens otimistas, altruístas, de simplicidade e de consciência e compromisso social. Esse possui 10 faixas: “Ilumina”, ”Primavera”, ”Aqui Estou Eu”, ”Chão Verde”, ”Gente do Bem”, ”Amanheceu”, ”Felicidade”, Um Pouco de Cada”, ”Fios Cristais” e ”Sonhos”.

Em 2016 foi lançado o clipe da música “Felicidade”, o qual possui um estilo leve, romântico e nostálgico. O vídeo já possui mais de mil acessos no YouTube.




Atualmente a cantora está focada na produção de seu segundo álbum, produzido de forma independente, denominado “Gê-Stação”.

Plataformas virtuais:



domingo, 10 de setembro de 2017

Morenas Azuis: Power Trio relembra as raízes do Rock n Roll

De Brusque, capital catarinense das malhas surgiu em 2013 um grupo formado por três amigos, Lucas Rhuan (Guitarra e Voz), Pio (Baixo e Voz) e Renan (Bateria e Voz) onde mutuamente tinham um gosto em comum, o amor pela música.



Para a criação do projeto, as principais influências  musicais foram Nirvana, Bad Religion, Los Hermanos, Green Day, Ramones entre outras.

A designação Morenas Azuis se deu através da referência Ramones, o que pode ser considerado um anagrama complementado à capa dos discos do grupo. 



Um ano depois do surgimento, munidos para divulgar seus respectivos sons autorais, os brusquenses divulgaram o primeiro material, o álbum homônimo “Morenas Azuis” que conta com oito faixas, sendo elas, “Toda Noite”, “Nada a Perder”, “Sala de Estar”, “Óbvio”, “É o Que Eu Digo”, “Disfarce”, “Sortudo” e “O Preço”. O trabalho foi gravado por Davi Pacote no Hill Valley Studio em Porto Alegre – RS e angariou muitas críticas positivas em relação ao novo nome no rock catarinense autoral.



Entre 2014 e 2015 os músicos divulgaram dois videoclipes. A primeira da música “Sortudo” que traz um instrumental cadenciado e riffs bem trabalhados. A letra possui resquícios de coragem, intrepidez ao buscar o objetivo principal. Ela já obtém 3700 exibições no YouTube.



A segunda canção “Óbvio” também é inclusa no primeiro full length. A sonoridade mescla o rock n roll, partes blueseiras e rockabilly personificados em riffs rápidos e elétricos. O clipe expõe uma situação cotidiana o qual o personagem principal se encontra em momentos desventurados que chegam a ser cômicos. O vídeo possui 1800 visualizações no YouTube.



Em 2016 a banda difundiu mais um videoclipe, trata-se da música “Gente” que estabiliza um ritmo diferente com referências de Ska e Indie, nela participaram os músicos Alex Sandro Cezar (Trompete) e Paulo Jeske Junior (Trombone). A sonoridade dançante complementa a composição que mostra tipos diversificados de pessoas e seus hábitos.



No mesmo ano, o segundo álbum do grupo “Tudo Pela Social” fora lançado. O disco conta com nove faixas, “Quem Sou?”, “Gente”, “Círculos”, “Medo de Mim”, “O que?”, “Vai a Vida”, “Pátria Armada”, “Anseios” e “Cuidado”. O mesmo teve a produção de Davi Pacote e foi novamente gravado no Hill Valley Studio e também Music Box Studio, ambos na cidade de Porto Alegre – RS.



Recentemente, o grupo caiu na estrada pela terceira vez em sua turnê “Pampa Rock Tour”, o qual passou por diversas cidades do Sul do estado e na Grande Porto Alegre. Todavia, para a divulgação, a Morenas Azuis aproveitou para gravar um EP, previsto para ser lançado ainda nesse ano juntamente com o quarto videoclipe.

Formação:
Lucas Rhuan (Voz e Guitarra)
Pio (Baixo e Voz)
Renan (Bateria e Voz)

Plataformas Virtuais:
Spotify: https://open.spotify.com/artist/5TF1AB1O9JKtx9ErilXb8u

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Dannah De Kayla: A magia celta personificada em música

A Dannah De Kayla surgiu em 2011 na cidade de Curitibanos, inicialmente formada por quatro mulheres com intuitos similares de propagar e expressar as características célticas através de canções autorais. Aos poucos, a banda fora passando por reformulações e reajustes, e chegou a ter 9 integrantes. No entanto, com o tempo estabilizou-se uma nova formação que traz uma proposta diferente na sua configuração uma vez que se divide em pequenos grupos: um relacionado a música celta para eventos, outros relacionado a música viking, árabe, cigana, folk metal, calíope que é um grupo vocal composto por dez mulheres e canções ancestrais remetendo a Itália.  




Cada vertente conta com seus próprios integrantes, na parte Folk Metal: Ingridh (Voz, Flauta Doce e Transversal, Teclado, Escaleta e Violoncelo), Milena (Voz, Guitarra e Violão), Eduarda (Voz, Harmônica e Percussão), Vinnie Partika (Bateria) e Leo Anderson Laurett (Baixo Elétrico e Vertical).




 Nas outras ramificações, os integrantes são Elaine Cabral (Voz, Flauta Doce e Transversal, Escaleta e Teclado), Amanda Rafaela (Voz e Percussão), Isis Souza (Voz e Violão), Jessica Casali (Voz, Violão e Percussão) e Fernanda Rodrigues Maciel (Derbak, Snuj e Dança). 

As influências musicais do grupo são amplas e totalmente pluralizadas, portanto, nomes como Luar na Lubre, Blackmore Nights, Loreena Mckennitt, Enia, Cruachan, Korpiklaani, Eluveitie, Alestorm, Arkona, Heidevolk, Turisas e Týr são algumas referências sonoras para a banda.

O encantamento do significado Dannah de Kayla segue uma forte temática histórica, uma vez que Dana é uma deusa celta e Kaila é avó da mesma. Entretanto, as músicas resolveram modificar a numerologia e agregar novas letras, tornando assim a designação atual.

Todavia, as abordagens das composições autorais caminham trechos de sabedoria em relação à natureza e à terra, remetendo o intuito principal de contemplar a magia feminina, fazendo algo ancestral e erudita expondo as peculiaridades da cultura celta. Não obstante, as letras possuem um desmembramento do material e uma valorização da essência e dos povos donde viemos.

A sonoridade sempre obteve uma linha acústica, contudo migrara para uma predominância de Folk Metal, agregando assim a interação da terra com nosso meio interior através do instrumental.

Atualmente o grupo está no desenvolvimento de gravações de canções e se preparando para o show no Festival Medieval em Florianópolis dia 30 desse mês. 

Antes de tocar, o grupo faz uma prece ora em português, ás vezes em irlandês:
“Da luz refletindo nas águas
Me permita caminhar
Pelos vãos sagrados do ar
Me abençoe com sua sabedoria
Me permita sonhar com o futuro
Me permita enxergar os lugares obscuros
Onde apenas tua luz consegue alcançar.

Senhora Mãe dos Deuses

Esteja comigo desde o meu despertar
Me ajude a caminhar
Pelos caminhos que os Deuses tecem
Me ajude a ser calma diante das indignações
Me ajude a ser fiel à sequência natural da vida
Me ajude a ser sábia nas dificuldades
Traga a alegria da vida
Para todas as coisas vivas
Traga a beleza aos filhos de teu abençoado ventre.

Receba meu agradecimento
A cada pôr do sol
Onde a escuridão
Se curva diante de tua infinita luz
Eu danço em teu nome
Para celebrar o teu reino
Eu festejo a luz
Que me orienta e guia
Eu celebro o teu nome Dannah. ”
      
Plataformas virtuais:


O grupo tem um recado:

 “A banda Dannah de Kayla agradece a todos aqueles que nos apoiam, nos transmitem seu carinho e respeito. Que possamos sempre estar em conecção com nossos antepassados que nos ensinaram a magia da terra através da música! E que a Deusa os abençoe. “         

DEIXE SEU LIKE

ESTATÍSTICAS