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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Hard Bloco Festival: evento mostra que roqueiros também pulam carnaval

Na próxima sexta-feira (24), ocorre no Garden GastroPub, em Içara, o Hard Bloco Festival, evento que juntará bandas autorais e covers em uma noite especial aos “farofeiros” do Rock e amantes do Metal. O festival que aconteceria na última segunda-feira (20) foi adiado devido às fortes chuvas e diversas áreas alagadas na região de Criciúma.

Foto/Divulgação

Para relembrar clássicos da icônica banda canadense Rush, o projeto Karol & The Snow Dogs montou um repertório especial e que irá rememorar hits do Rock Progressivo. O Grunge também se mostrou representado por meio da Black Stone Grinder, que trará o melhor do Pearl Jam. Conhecida por executar canções consagradas do Rock n Roll, a Lady Die irá trazer consigo a energia única e plural, que transcende a cada evento tocado. 


Diretamente de Florianópolis, a Starshok se apresenta pela primeira vez na região. A banda aposta nos melhores clássicos do Hard Rock dos anos 80 e 90. Desde Skid Row, Bon Jovi, Guns N' Roses, Whitesnake, Def Leppard, Billy Idol, Scorpions, Kiss, entre outros. Oriunda da cidade de Urussanga, a Redneck traz um combo perfeito para a sintonia do evento, o Country Rock e o preciosíssimo Southern Rock, com canções animadas e embaladas por danças típicas. 


Proveniente do “Sertão dos Bugres Brabos” ou mais conhecida como Orleans, a banda Don Capone está na ativa desde 2004 mesclando em suas composições Rock and Roll Clássico com Blues. Os músicos que lançaram em 2008 o seu primeiro trabalho, o EP "Oficina do Diabo" (2008), obtêm outros dois materiais, “Locomotiva” (2012) e “Corpo Fechado” (2017). O grupo atualmente é um dos mais consolidados do cenário musical regional.


quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Donna Dog: Melancolia é enfatizada em novo single “I’m Blue”

O cenário musical da região serrana está a todo vapor, com muitas bandas produzindo discos, videoclipes e novos projetos surgindo. A Donna Dog é um dos exemplos, no que tange a lançamentos.

O duo lageano formado por Jessie Lourenço e pelo guitarrista José Cardoso, divulgou seu segundo single, “I’m Blue”. Mixada por Dante Finardi, a canção flerta com o Slow Blues, a lá anos 60 e traz um coral que remete à música americana negra.

A essência da composição enfatiza toda a melancolia clássica do estilo e ressalta de forma simbólica, como é viver em um mundo ausente de cores. Na contramão da letra, a capa do single expõe a cor pastel dos anos 70 ilustrado através de um ponto turístico da cidade de Lages. 

Formação atual:

José Cardoso (Guitarrista e Vocal)

Jessie Lourenço (Guitarrista e Vocal)


Foto/Divulgação

Plataformas Virtuais:

Instagram

YouTube


segunda-feira, 10 de maio de 2021

Donna Dog: Duo lageano aposta no Blues Rock ao divulgar “I Have To Tell Something”, seu primeiro single

Há duas semanas, o duo lageano Donna Dog, lançou seu primeiro trabalho audiovisual, trata-se do videoclipe “I Have To Tell Something”. O projeto se inspira no Blues Rock e é composto pelo músico José Cardoso (Manual da Música e Nova DC) e pela guitarrista Jessie Lourenço.

Foto/Divulgação

Com a direção de Matheus Colossi, o vídeo exibe a banda se apresentando, ao lado dos músicos convidados Leo Telles (Baixo) e Antonio Machado (Bateria). Com um instrumental técnico e cadenciado, a canção personifica o entrosamento do duo, além de expor os solos reproduzidos por José. A letra como uma bela história de amor, é um diálogo sobre um singelo romance.


Formação atual:

José Cardoso (Guitarrista e Vocal)

Jessie Lourenço (Guitarrista e Vocal)

 

Plataformas Virtuais:

Instagram

YouTube


terça-feira, 20 de abril de 2021

Etílicos e Sedentos: “Finge Que Namora” é o mais novo videoclipe dos brusquenses

No dia 28 de março, a banda brusquense Etílicos e Sedentos, lançou o videoclipe de “Finge que Namora”. O audiovisual partiu de um projeto viabilizado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.

O clipe foi gravado em um único plano e exibe um casal discutindo todos os problemas conjugais, comportamentais e existenciais através de um diálogo que ao término da canção, se transforma em monólogo de fim de relacionamento. A música traz um instrumental simples, cadenciado e remetendo ao Rock n Roll.

 

Sobre a banda

A Etílicos e Sedentos é um dos principais nomes do Rock n Roll brusquense. Em sua discorafia, o grupo possui oito materiais, divididos entre singles, coletâneas, compilações, acusticos e full length. A banda também investe no audiovisual, já que carrega vários videoclipes, como “Bem Que Minha Mãe Me Disse”, “Eles Vêm”, “Elevada Visão (Cabeça de Mente)” e o mais recente, “Finge Que Namora”.

Foto/Divulgação

Formação Atual

Cleber de Limas (Vocal e Sopro)

Juninho Tavares (Bateria)

Lucas Rhuan Fischer (Guitarra)

André Gomes (Baixo)

 

Plataformas Virtuais

Facebook

Instagram

Spotify

YouTube


domingo, 10 de setembro de 2017

Morenas Azuis: Power Trio relembra as raízes do Rock n Roll

De Brusque, capital catarinense das malhas surgiu em 2013 um grupo formado por três amigos, Lucas Rhuan (Guitarra e Voz), Pio (Baixo e Voz) e Renan (Bateria e Voz) onde mutuamente tinham um gosto em comum, o amor pela música.



Para a criação do projeto, as principais influências  musicais foram Nirvana, Bad Religion, Los Hermanos, Green Day, Ramones entre outras.

A designação Morenas Azuis se deu através da referência Ramones, o que pode ser considerado um anagrama complementado à capa dos discos do grupo. 



Um ano depois do surgimento, munidos para divulgar seus respectivos sons autorais, os brusquenses divulgaram o primeiro material, o álbum homônimo “Morenas Azuis” que conta com oito faixas, sendo elas, “Toda Noite”, “Nada a Perder”, “Sala de Estar”, “Óbvio”, “É o Que Eu Digo”, “Disfarce”, “Sortudo” e “O Preço”. O trabalho foi gravado por Davi Pacote no Hill Valley Studio em Porto Alegre – RS e angariou muitas críticas positivas em relação ao novo nome no rock catarinense autoral.



Entre 2014 e 2015 os músicos divulgaram dois videoclipes. A primeira da música “Sortudo” que traz um instrumental cadenciado e riffs bem trabalhados. A letra possui resquícios de coragem, intrepidez ao buscar o objetivo principal. Ela já obtém 3700 exibições no YouTube.



A segunda canção “Óbvio” também é inclusa no primeiro full length. A sonoridade mescla o rock n roll, partes blueseiras e rockabilly personificados em riffs rápidos e elétricos. O clipe expõe uma situação cotidiana o qual o personagem principal se encontra em momentos desventurados que chegam a ser cômicos. O vídeo possui 1800 visualizações no YouTube.



Em 2016 a banda difundiu mais um videoclipe, trata-se da música “Gente” que estabiliza um ritmo diferente com referências de Ska e Indie, nela participaram os músicos Alex Sandro Cezar (Trompete) e Paulo Jeske Junior (Trombone). A sonoridade dançante complementa a composição que mostra tipos diversificados de pessoas e seus hábitos.



No mesmo ano, o segundo álbum do grupo “Tudo Pela Social” fora lançado. O disco conta com nove faixas, “Quem Sou?”, “Gente”, “Círculos”, “Medo de Mim”, “O que?”, “Vai a Vida”, “Pátria Armada”, “Anseios” e “Cuidado”. O mesmo teve a produção de Davi Pacote e foi novamente gravado no Hill Valley Studio e também Music Box Studio, ambos na cidade de Porto Alegre – RS.



Recentemente, o grupo caiu na estrada pela terceira vez em sua turnê “Pampa Rock Tour”, o qual passou por diversas cidades do Sul do estado e na Grande Porto Alegre. Todavia, para a divulgação, a Morenas Azuis aproveitou para gravar um EP, previsto para ser lançado ainda nesse ano juntamente com o quarto videoclipe.

Formação:
Lucas Rhuan (Voz e Guitarra)
Pio (Baixo e Voz)
Renan (Bateria e Voz)

Plataformas Virtuais:
Spotify: https://open.spotify.com/artist/5TF1AB1O9JKtx9ErilXb8u

domingo, 23 de julho de 2017

Poeira Do Espaço - "Poeira Do Espaço" (2017)

O projeto Poeira do Espaço de Orleans lançou o Ep homônimo em fevereiro desse ano, contendo quatro faixas, “Nuvem Densa”, “Sorrateiro”, “Obrigado Meu Camarada” e “Chacais”, todas disponibilizadas no YouTube.



O trabalho possui referências de uma pluralidade de estilos, desde Blues, Rock N Roll e Garage Rock. O mesmo foi gravado no Estúdio Metralha em Orleans – SC de forma independente pelo guitarrista e vocal Fernando Mazon e o baterista Leandro Silveira.

A arte da capa ficou por conta de Andres Anderson e é possível interpretá-la com elementos cósmicos e a figura humana (Terra) que traz junto a si armas, elaborando essa poeira do espaço.

A psicodelia inicia já na primeira faixa “Nuvem Densa”, riffs arrastados marcados por Blues Rock e Experimental. A composição expõe o esoterismo por trás dessa “nuvem” que atravanca a compreensão do desfecho da história, em outras palavras é uma metáfora fazendo alusão aos problemas cotidianos.

Em seguida vem a mais curta, “Sorrateiro”. É notável o instrumental bem trabalhado, cadenciado e por uma letra que aborda uma invasão um tanto inusitada de uma casa, contando a história do desenrolar dessa situação.

“Obrigado Meu Camarada” é uma canção com sonoridade ímpar, com solos arrastados e lineares. Ela aborda a fuga de um lugar donde as pessoas que estão presentes vivem uma monotonia. E nos versos “Eu tô Saindo sem ter que me despedir, sem dizer nem Obrigado Meu Camarada, E eu tô partindo sem ter que me redimir, sem dever nenhum favor, sem dever nada” é uma alusão a consciência livre de culpas e de encarar os “lobos” lá fora (mundo).

A mais pesada do EP é a “Chacais”, a mesma possui um instrumental sólido, lembrando muito o Rock n Roll. Em sua composição, exibe resquícios de alguém que perdeu o trem e está em um lugar desértico com medo de chacais e da alta temperatura predominante no clima.

A banda é:
Fernando Mazom (Guitarra e Vocal)
Leandro Silveira (Baterista)

Plataformas Virtuais:
Facebook: https://www.facebook.com/poeiradoespaco/

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Don Capone: "Corpo Fechado" é o novo disco dos catarinenses

Matéria cedida por Maykon Kjellin do O Subsolo



 Após conquistarem o Sul do país com os discos "Oficina do Diabo" lançado em 2008 e o "Locomotiva" lançado em 2012, a Don Capone tinha anunciado que um novo trabalho chegaria em 2017 e foi nessa segunda-feira (17) que então o tão esperado "Corpo Fechado" tomou forma e foi divulgado em todas as redes sociais, sendo disponibilizado em Spotify, Youtube e Facebook.

O novo disco marca uma nova era que se inicia, com a nova formação, a Don Capone anunciava que "Corpo Fechado" seria talvez o disco mais pesado do grupo, com pitadas de outras vertentes do Rock e que mesmo sem desconfigurar a característica principal da banda, viria a ser algo mais moderno, ágil e com mais ferocidade.

Para a comemoração do lançamento, foi divulgado também o lançamento ao vivo do mesmo, no próximo sábado (22) a banda tocará junto das bandas Elton Jones e Balthazar em um das mais tradicionais casas catarinenses de Rock, no Ventuno Pub em Urussanga/SC, cidade que fica a poucos quilômetros da terra natal da Don Capone (Orleans/SC).




Link do evento para maiores informações;


Sobre a Don Capone
"O caldeirão é mesmo quente, mas o tinhoso não mora aqui. Infernais são as guitarras em carne viva, o vocal potente e o ritmo acelerado das canções, ganchudas e ardidas como um bom bourbon."

Foi assim que o jornalista catarinense Rubens Herbst definiu a sonoridade da Don Capone, o quinteto de Orleans, pequena cidade situada ao sul de Santa Catarina, encantou a imprensa especializada em Rock/Metal com o lançamento dos seus primeiros discos. A batalha não é de hoje, vem desde 2004 com a própria banda autogerindo a carreira, carregando dentro do seu isopor canções de flerte com o Rock, mesclando com o Blues e junto dessa mescla, mistura histórias que só uma madrugada ébria habitual nos trás.

Links Relacionados;


Fonte: O Subsolo

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Don Capone - Não Vou Me Entregar (Videoclipe)

No último domingo, os orleanenses da Don Capone divulgaram seu novo videoclipe, trata-se da canção “Não Vou Me Entregar” que estará presente no novo álbum do grupo onde será lançado dia 17/04/17 nas plataformas virtuais da banda.



A música é bem diferente dos trabalhos habituais dos músicos, a nova formação estabilizou um novo estilo, mais cru e pesado, agregando riffs potenciais. A letra expõe questões comportamentais mescladas com a rispidez nos tons da composição.

A produção do clipe ficou por conta da Sette Filmes com a direção de Henrique Cardoso Corrêa

No ano passado, a Don Capone lançou “Corpo Fechado” que agrega uma pegada mais encorpada, caracterizando um Stoner/Alternativo e já possui mais de 5500 acessos no YouTube. 




Plataformas Virtuais:

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Lu Blue - Honky Tonky Baby (Resenha)

A cantora Lu Blue começou o projeto solo em 2014 em Imbituba, com o intuito de fazer músicas em português influenciadas por Blues, Rock n Roll, Pop e Soul.  No ano de 2016 divulgou seu primeiro trabalho físico, o disco “Honky Tonk Baby”, material este que foi lançado devido a um projeto de incentivo à cultura da cidade. Ao decorrer do CD, há oito faixas alternadas entre as referências musicais acima.



O álbum começa com a homônima “Honky Tonk Baby”, a canção traz a sensação de aventura e uma forte pegada das temáticas blues de Tennessee. A sonoridade é carregada de harmonia, riffs lentos alternados à rapidez e muito blues.

A segunda faixa “Voltar” personifica numa musicalidade mais lenta. Ouvi-la e não remete-la a 500 km de distância, é impossível. A canção traz uma sensibilidade incomum mesclado a intensa vontade de “voltar”, voltar a viver a própria vida.

“Baby Eu vou Te Esquecer” chega com muita sincronia. Pegadas Folk e Country a tornam ainda mais peculiar. A faixa ressalta o descontentamento de uma pessoa ao término de um relacionamento, frisa o quanto a mesma sofre e a solução que ela dá para o problema.

A quarta faixa é “De Volta Para O Lar”, a canção mescla nostalgia com o sentimento de decepção. Ou seja, pode-se concluir o descaso da vida em uma típica cidade grande que ao deslocamento para a cidade natal, muda veemente e ascende um desejo de viver.

“Eu fiz Um Blues” traz um instrumental todo carregado, com riffs prolongados. Ela é expressão emocional no qual antepara e agrega ao mesmo tempo, o envolvimento pessoal e o fato de compor o blues para tentar sanar a tristeza enraizada.

A sexta faixa “Johnny O Imortal”, é mais consonante acerca das outras compostas no disco. É uma típica história de amor em uma cidade pequena, onde “Johnny O Imortal” era o protagonista e havia se apaixonado por uma garota blasé chamada Betty Lee.

“Dançar até O Sol Raiar” traz uma letra recheada de atitude, entusiasmo e comprazimento, ressaltando o ensejo de se divertir até o sol raiar independente das circunstâncias. A sonoridade acompanha ao ritmo da música e ingressa com mais soul, blues e mpb.

O álbum fecha com “A Culpa É De Quem”, e em contrapartida de muitas bandas, o segredo aqui está na última canção. A faixa ressalta os problemas enfrentados pelos brasileiros e de forma indagadora, pergunta de quem verdadeiramente é a culpa por o sistema estar tão defasado, burguês e a favor dos ricos. Também é clara, a evidência com a atual ascensão da opressão sobre o oprimido. O instrumental se mostra mais rápido e com muita harmonia.

As plataformas virtuais da cantora estão abaixo:




sábado, 15 de abril de 2017

Redneck e Don Capone no Stone Pub

Sábado de bobeira pós feriadão?



Nada disso, o preciosíssimo Stone Pub de Urussanga te convida para acompanhar o melhor do Rock n Roll com Don Capone e com os caipiras do sul do mundo, da Redneck.

A Don Capone vem trazendo suas músicas novas complementada aos clássicos do ep “Oficina Do Diabo” e do álbum “ Locomotiva”. Os músicos em 2016 lançaram o videoclipe do novo single “Corpo Fechado”, que remete a pegada mais stoner. A canção já está na boca da galera, que a cada show da banda fica enfurecida quando toca a mesma.



De Urussanga, vem a banda “Redneck” trazendo seus clássicos de Country e Southern Rock. A banda fora formada em 2013 por Henrique Chá (Guitarra e Vocal), Ricardo Spilere (Baixo e Vocal) e Fernando Jesus (Bateria). O grupo é considerado um dos precursores do estilo no sul catarinense e se denominaram pelo pseudônimo Redneck – A Pior Banda Do Sul Do Mundo. Vale ressaltar que os músicos possuem algumas músicas autorais como “Bad Day” e a homônima “Redneck”.


Então venha e compareça, você só vai pagar o preço de 5 pila para o couvert artístico. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

André Monges & Os Caçadores de Buda - Onde foi parar o meu rock 'n Roll (Single)

Na última semana, André Monges iniciou as divulgações do seu novo trabalho, o EP “André Monges & os Caçadores de Buda”, que será lançado dia 10/03, na Casa de Shows Colher de Chá juntamente com a banda Baby Budas, originária de Porto Alegre. O trabalho contará com 6 músicas autorais, dentre estas está o single lançado no YouTube dia 23/02, denominado “Onde Foi Parar o Meu Rock'n roll”.



A música traz em tom de balada, uma atmosfera saudosista presente desde a capa do single, que conta com imagens de vinis em preto e branco, até a letra que traz uma reflexão sobre a potência do tempo. Como forma de reafirmar o anacronismo da canção surge o refrão com o questionamento “Onde Foi Parar o Meu Rock'n roll?”, o verso traz uma crítica à carência da essência na música atual. Ou seja, os traços tradicionais do estilo foram suavemente substituídos e ocultados perante a nova tecnologia.

O instrumental é caracterizado por linhas leves de guitarra na introdução e por uma intensificação dos riffs no refrão. Ao desenrolar da canção, é notável influências de rock n roll e a sonoridade dos instrumentos é bem definida favorecendo a percepção pura do ouvinte.

As plataformas virtuais estão abaixo:




segunda-feira, 28 de novembro de 2016

3 de Paus

Rock n Roll da cidade carvoeira.



O grupo 3 de Paus surgiu em meados de 2012 no município de Criciúma com o intuito de tocar cover consagrados do tradicional rock n roll mesclando às músicas autorais. A banda sempre foi um Power Trio, todavia a formação partiu por três guitarristas, com isso dois deles, André Monges (Bateria) e Mateus Di Palma Back (Vocal e Baixo) migraram para outros instrumentos, deixando apenas Tarek Jamal na guitarra.

A designação do nome da banda se deu de maneira simples devido ao fato dos três membros gostarem de jogar pôker, a sugestão caiu bem e os músicos a aderiram. Vale ressaltar que o grupo fez seu primeiro show sem ter uma denominação, ganhando apenas no segundo evento no preciosíssimo Rock n Show Pub.

Em relação às influências musicais, o Power Trio traz desde Grand Funk Railroad, Cream até Deep Purple. Porém tendo eles como referência, os músicos apostam num improviso dentro do palco mostrando toda a sua particularidade sonora.

O grupo possui várias músicas autorais, destacando-se “Alcatraz” e “Monalize” além das duas que já tornaram figurinhas carimbadas no setlist de suas apresentações, “Montanha de Pedra” e “escrúpulos do Rock n Roll”. A primeira tendo sua temática baseada em uma situação cômica envolvendo o baterista do The Who, Keith Moon e o líder dos Stones, Mick Jagger conta com a participação de Gu (Na Veia da Velha) e Gui (Don Capone), que também ajudaram a participar da história da mesma na mesa de um bar. Já a clássica “Escrúpulos do Rock n Roll” traz a raiz do rock n roll com uma história inusitada regada a The Who e The Guess Who”.



A banda já tocou várias vezes em Urussanga, mesclando entre Bar de Pedra e Ventuno Pub. E o público da Benedetta toda vez que tem oportunidade de ver a exibição da banda comparece em peso.


Depois de um recesso perante a falta de tempo dos membros, o grupo voltou para acender a chama do bom e velho rock n roll.

Os integrantes são Mateus Di Palma Back (Vocal e Baixista), Tarek Jamal (Guitarra) e André Monges (Bateria).




As plataformas virtuais estão abaixo:


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

The Outlaw Singers

O som que hoje será apresentado, remete às raízes, raiz do country, raiz do rock, raiz do blues, raiz do folk e raiz do bluegrass. Essa compilação de estilos, complementada com a singularidade do jeito de cada integrante tocar, leva-nos a conhecer a The Outlaw Singers.



O significado do nome em si, seria “Os Músicos Fora Da Lei”. Tal denominação cairia muito bem para a personalidade do grupo. Mas a designação inicial do nome do grupo seria “The Brewmaster”, porém nenhum membro da banda entendia muito sobre cerveja, devido a isso concluíram em forma de um brainstorming e chegaram a definição atual, “The Outlaw Singers”.

O projeto fora desenvolvido em 2014 por músicos conhecidos na cidade de Jaraguá Do Sul, local onde tudo se originou.  A ideia em si partiu de João Augusto (Violão e Voz) que se juntou a seus companheiros de banda, Ismael Niels e Gustavo Peitruka na Estado Deplorável, e James Dinho da Os Fritz Da Puta. Como cita Gustavo (Voz e Banjo), “A gente criou a banda com o intuito de se divertir e fazer um som totalmente diferente do que se tem na região, que preza muito mais pela cena do metal, punk, enfim, estilos com distorção...”

As influências da banda são amplas, desde Johnny Cash, Hank Williams, Hear Scrugs, Bob Wayne, Leandro e Leonardo e Zezé di Camargo e Luciano. Consequentemente, ouvem e tocam juntos com grandes bandas de bluegrass como Hillbilly Rawhide, Fabulous Bandits, Tiro Williams & The Wild Cowboys, Street Bluegrass, Them Old Crap entre outras.

O grupo possui muitas músicas autorais, dentre elas se destacam “Family Heirloom”, “Cheiro de Polvóra” e “The Chairs Will Fly”.

Em fevereiro deste ano, a The Outlaw Singers divulgou seu videoclipe “Um Vestido”. O clipe foi uma parceria da banda com a estilista Diana Demarchi. A letra fora composta pelos músicos, a edição e a imagem foram produzidos pela própria Diana. Hoje o vídeo já conta com 15.000 visualizações.



Atualmente os músicos estão gravando algumas canções que estarão em seu primeiro álbum, que será lançado em 2017.

A banda é composta por Gustavo Peitruka (Voz e Banjo de 5 cordas), Ismael Niels (Baixo), James Dinho (Bateria) e João Furlani (Voz e Violão).

O grupo tem um recado:
“O que a gente sempre fala sobre a música autoral, é nunca desistir do próprio trabalho. Por mais que a maioria ainda prefira pagar 20 reais para ver uma banda cover, sendo que eles podem ouvir em casa... e as bandas autorais fiquem tocando para o dono do bar ou para a tia da limpeza, não dá para desistir. É correria, é suado, é pouco apoiado, mas de ver a galera cantando as suas músicas nos shows, ter a possibilidade de gravar um cd ou um clipe, isso compensa todo o esforço... Agradeço muito Guigo, pela entrevista e já admiro pra caramba seu trabalho”.

As plataformas virtuais dos músicos estão abaixo:





quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Esporão de Bagre

Na Ilha mais bela do Brasil, não se destaca apenas o reggae praieiro, há também blues e rock ‘n roll, que é a essência da banda que divulgaremos.


Com um nome um tanto incomum a Esporão de Bagre fora formada em 2015 na cidade de Florianópolis por três amigos com o intuito de expor a boa música da Ilha através de suas composições autorais. A banda enaltece a cultura ilhoa, valorizando a simplicidade do modo de vida pescador.

As influências dos músicos são MC5, Celso Blues Boy, Rory Gallagher, Roy Buchanan, Robert Johnson, Made In Brazil, Deep Purple, The Doors, Creedence, Free e Cream. Inspirados nesses artistas, a banda passou a produzir um som autêntico que se destacou no meio musical florianopolitano.

Após um ano da formação da banda, o Power Trio lançou seu primeiro trabalho, o álbum intitulado “Quando Entra é Melhor Não Resistir”. O disco conta com 10 músicas autorais. Donde cada canção traz uma peculiaridade própria e autêntica com temáticas do cotidiano e também de linguagem pescadora.


O logo da banda foi produzido por Luiz Mendes, o mesmo criador da mascote “Curisco”, um bagre.


Atualmente a banda possui dois projetos, sendo um elétrico e um acústico.

Além de shows em pubs a banda realiza apresentações nas ruas de Florianópolis, tal estilo singular atrai cada vez mais adeptos à música com qualidade.

Os integrantes são Helinho Calandrini (Guitarra e Voz), Matheus Passos (Bateria) e Tiago Alves (Baixo)

As plataformas virtuais estão abaixo: 

terça-feira, 12 de julho de 2016

Nova música da Don Capone

Os orleanenses da Don Capone acabaram de divulgar um videoclipe da sua nova música “Corpo Fechado”. A canção estará em seu próximo álbum que será lançado em outubro e contará com 14 músicas.

O clipe foi gravado por NK Estúdio e Estúdio Metralha e conta com direção, imagens e edição de Henrique C. Correa. O cenário é composto por um visual minimalista enfatizando a performance do grupo.  A banda aparece em primeiro plano durante o vídeo, intercalando com ‘takes’ dos próprios integrantes tocando seus respectivos instrumentos. Os quadros são feitos apenas dentro do cenário de gravação, que foi montado em uma empresa na localidade de Criciúma, que atualmente se encontra abandonada.

O novo som seguiu uma pegada um pouco diferente, mais pesado e alternativo, mas claro ainda mantendo algumas características antigas.

Você pode conferir o videoclipe abaixo: 



terça-feira, 21 de junho de 2016

Marcelo Gomes Band


Marcelo Gomes Band é um projeto formado no ano de 2013, que traz em suas harmonias sonoras elementos referentes ao Samba e Rock, dando as composições um ar anacrônico. As suas influências são compostas por grandes nomes da música, sendo estes: John Lennon, Paul Mcartney, George Harrison, Joe Jackson, Jackson do Pandeiro, Candeia, Cartola e Noel Rosa.

O selo independente de gravação faz com que a liberdade criativa de composição fique clara nas canções autorais da banda. Uma das músicas que mais ganhou reconhecimento foi “Pequena Amostra do Infinito”, com o clipe lançado no dia 17 de novembro de 2014, conta com quase cinco mil visualizações no Youtube. Fora gravado em Urussanga, diante dos enormes casarões renascentistas e na antiga ferroviária do município.  Este rendeu uma indicação como melhor videoclipe no Prêmio da Música Catarinense.




Em 22 de Outubro de 2015, foi publicado no Youtube o clipe da música “Saia”, que conta com quase 1500 visualizações. A composição é marcada por um jogo de letras que caracteriza a canção.


Entre suas composições, destaca-se também “Macunaíma”, canção que valoriza a singularidade do cinema nacional. Com destaque para os versos que marcam a vernaculidade do personagem brasileiro “O Herói Macunaíma Vira James Dean”.



Recentemente lançaram a o single “Quando à Noite”, canção sinestésica e simples que nos possibilita criar nossa própria percepção acerca da música.




Atualmente estão no processo de desenvolvimento do primeiro Ep, que será denominado “Rock, Samba, Esquema Renovado”, contará com 7 músicas. Destacando-se para “Dia Claro” que conta com a participação de Luiz Lopes(antigo Filhos Da Judith e Guitarrista do Erasmo Carlos) e a clássica “Pequena Amostra Do Infinito” onde será uma faixa bônus, sendo tocada por alguns integrantes do Dazaranha.

O grupo se apresentará dia 08 de Julho no Alecrim Pub em Criciúma e dia 30 do mesmo mês na Casa de Cultura E Arte Colher De Chá.

Participaram do Grito Rock no ano de 2015, e no mesmo ano abriram o show para A Banda Mais Bonita da Cidade e recentemente tocaram ao lado de Far From Alaska na Casa de Cultura e Arte Colher de Chá.

A formação atual da banda é Marcelo Gomes(Voz e Guitarra), Maurício(Baixo), Junis Laureano(Guitarra) e Felipe Vz(Bateria e Voz).

As plataformas virtuais estão abaixo:

terça-feira, 7 de junho de 2016

André Monges

Aqui, destacaremos um ótimo projeto solo. 


André Monges é um compositor e músico de Criciúma. Ele toca desde seus oito anos, e é conhecido por seus trabalhos de qualidade em várias bandas, destacando-se em 3 de Paus e Sinnerator.

Em 2014 lançou o álbum “Bebop Ou City Blue na Ralé”, possuindo oito faixas, e mesclando Rock, Blues, Folk, Jazz e Samba.

A primeira faixa denomina-se “Uma Banda De Jazz”, e conta com a participação de Keila Maria. A música retrata a vida de uma cantora em busca um grupo musical que encaixe em seus padrões musicais.

A segunda fica por conta de “Prostituta Apaixonada”.  Realmente aborda a história de uma prostituta que depois de uma noite, se apaixonou enlouquecidamente, como mostra nos versos, “Ainda era noite, quase quatro horas, chovia forte, ele havia ido embora, ela ficou chorando, cheirando, e se sentindo morta...”.

A terceira faixa é intitulada de “Macroeconomia Teórica”. Ressalta e ironiza o fato da teoria. “Chega de conceitos, funções normativas, a moda agora é fugir de toda a teoria. ”

A quarta canção  denomina-se “Procure Outro Banco”, é uma metáfora.  Decepção amorosa baseando-se em contexto econômico. “Diga-me o que tu queres, só preciso me concentrar agora, o quinhão do que tu referes, é passível de se comprar outra hora, eu não posso com a inflação de agora, se quiser me deixar, procure outro banco”.

A quinta faixa do álbum é intitulada “Berlim Caiu”, traz um instrumental rápido que dá ao som um ritmo contagiante. Como fica claro no título, o tema da música faz menção a queda do muro de Berlim e a despreocupação com que a vida é levada.

“Zumbi” é a sexta faixa do álbum e também uma das que mais se destaca. Esta traz como tema, as mudanças do cantor e a oportunidade de se libertar através da música, de ser apenas um “zumbi”.

A sétima faixa do álbum é “Viajar no Tempo”, o instrumental dessa música é mais simples, composto apenas de voz e violão. Esta traz na letra questionamento sobre o mundo moderno e as mudanças que ocorrem rápida e diariamente em nossas vidas.

“Tonante Velho”, é a oitava faixa e também a que encerra o álbum. A música tem um clima nostálgico causado pelo instrumental, voltado para o Rock n’ Roll Clássico e o tema que gira em torno do antigo modelo de guitarra, Tonante.


No Início de 2016 o músico divulgou seu novo trabalho “Life Is A Unsolved Blues”, em seu refrão marcante, mostra que a vida é um Blues(ou uma tristeza) sem solução. 


Suas plataformas virtuais são as seguintes:

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Sexta.SIM>>Blame + Don Capone


Dia 14/02, em uma linda sexta-feira em Florianópolis no Célula Showcase, duas grandes bandas do cenário catarinense reunirão-se a tocar muito blues e rock.

De Santo Amaro da Imperatriz, 30km da ilha,  vem a Blame, que está ativa desde 2002 tocando os clássicos do grunge, e que em 2011, lançaram seu Ep "Não repare a bagunça", que foi muito elogiado pela imprensa local. Vale ressaltar que a banda já fez um Especial Pearl Jam no Ventuno.

Representando o Sul de Santa Catarina, estão o pessoal da Don Capone, que está a todo vapor, com dois discos lançados, 4 clipes lançados e um DVD gravado em 2013 que será lançado em 2014. Desde 2006 arranhando as guitarras, (abrindo para grandes bandas,como Marcelo Nova e Casa das Máquinas), e hoje é justamente reconhecida como uma das maiores bandas catarinenses. Sendo convidadas a tocarem em grandes eventos no estado inteiro e alguns fora. Guilherme e Cia pretendem não deixar ninguém parado.

Essa noite será ainda mais especial, porque a entrada é FREE, e qualquer pessoa pode ir curtir a noite. Uma oportunidade dessas, é poucas vezes que se tem. Então Grande Florianópolis, aproveitem e muito essa sexta.

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