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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Criciúma: 20 Videoclipes que marcaram a cena (Edição Especial)

Devido ao sucesso das duas postagens anteriores, resolvemos trazer à tona mais 11 bandas com clipes distintos para fechar a nostálgica cena criciumense. A Urussanga Rock Music fica lisonjeada por contribuir com grande parte desses videoclipes. Confira abaixo a nova lista:




Começando aqui com o Punk Rock da Ch4rriot, a banda formada em 2015 por quatro amigas divulgou em 2016 o videoclipe da canção “Natasha” que traz menções a um dos aguardentes mais conhecidos do Brasil.  Ela foi gravada no Estúdio Gazola em Criciúma e angaria mais de 3 mil visualizações.



Expostos como um dos maiores nomes do Rap no estado, a Família ZL surge mais uma vez em nossa lista, mas dessa vez com sua canção “Caos” part Fraternidade Rap. A música é uma verdadeira aula de sociologia uma vez que a mesma traz questionamentos relacionados a inclusão social e às barreiras enfrentadas pela população da periferia no cotidiano.



Antigamente como Losna e atualmente como Guella Seca, os malditos do Metropol sempre movimentaram o cenário punk sul catarinense. A banda que surgiu de conversas de bar, aos poucos tomou corpo e em 2014 lançou o álbum “Seu Mal é Sede? Beba!”, porém anteriormente à difusão do material, os riomainenses exibiram o videoclipe da música “5.000 reais” que tem em sua característica estereotipar algumas pessoas com suas respectivas atitudes e caráter configurando-os um valor para tal ato.



Surf Music? Rap? Reggae? HC? Rock? Você que defina o estilo da Somdstock Band que sempre trouxe em suas composições positividades, motivações e histórias diárias. Com o Web-Clipe de “Efeito do Tempo”, os criciumenses mantiveram a canção personificada em uma história romântica mesclada com estímulos para os comportamentos perante os obstáculos.  A baladinha do grupo já obtém quase 2.700 visualizações.



Com direção e edição de Rafael Toldo, uma das bandas mais nostálgicas da cidade, a Annalee deixa saudades nos eventos e festivais de HC pela região. A música do videoclipe trata-se de um clássico do grupo, “O Fervor” escrita por Igor Cargnin que casa muito com o clima caseiro e de descontração que exibe momentos felizes vividos pelos integrantes em suas respectivas trajetórias com a banda. E lá se vão quase oito anos do vídeo!!!



Uma promessa do HC, a Allejo é um projeto de quatro músicos criciumenses que uniram a paixão pelo estilo e fizeram um videoclipe da música autoral “Velha Batalha”. A mesma consiste em expor as barreiras diárias enfrentadas por cada pessoa buscando métodos motivacionais para o enfrentamento dos empecilhos cotidianos.



A Geração Sensimilla é um grupo de Rap de Criciúma que enfatiza os problemas inclusos em nossa sociedade. A música que fez a banda obter uma grande visibilidade no estado foi a “La Marca das Palavras”, canção esta que retrata toda a hipócrita política brasileira que retrocede cada vez mais através do fascismo e do conservadorismo. Em sua estética, a composição ainda cita Carlos Marighella (escritor brasileiro, considerado o inimigo número um da ditadura).



Uma das bandas mais antigas de Criciúma, a Xeque Matte infelizmente já encerrou suas atividades, porém o seu legado e mensagen ainda fortalecem a cena. Em 2014 foi um ano ímpar para os músicos, uma vez que os mesmos divulgaram o seu primeiro videoclipe, da canção Meu Sol. Ela tem uma sonoridade que remete ao Reggae e ao Rock n Roll e exibe em sua letra desilusões amorosas e questões comportamentais.



É claro que o cantor e multi-instrumentista André Monges não poderia faltar nessa lista. O artista surpreende a cada material lançado e não foi diferente com o videoclipe da música “Viajar no Tempo”. O clipe obteve a produção do Cultura Contada e nele exibe vários takes e traços de André com seu violão em um parque. Já em relação à composição, ela traz na letra questionamentos sobre o mundo moderno e as mudanças que ocorrem rápida e diariamente em nossas vidas.



Com resquícios de MPB, a Carcamano configura-se como um dos clássicos criciumenses da música. A música “Só” escrita por Bira Martins angariou um videoclipe no final de 2014, o qual obteve a edição e direção de Marcelo Rossetto. A letra da canção é uma pura sinestesia que personifica através de devaneios indecisos e de autorreflexões existenciais.



A cantora Kia Sajo traz em sua essência musical, a MPB experimental, traços de Trip Hop Tropical e eletrônica, assim se caracterizou também seu primeiro trabalho, o clipe “Presa no Ar”. A música foi lançada em novembro do ano passado em forma de vídeo e já alcançou mais de 25.000 visualizações no YouTube. A bela voz e a performance da artista mesclaram de forma natural com a composição da canção que enfatiza uma sensação cinésica de liberdade e emponderamento através dos versos consistentes e marcantes. 



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

André Monges & Os Caçadores de Buda - Onde foi parar o meu rock 'n Roll (Single)

Na última semana, André Monges iniciou as divulgações do seu novo trabalho, o EP “André Monges & os Caçadores de Buda”, que será lançado dia 10/03, na Casa de Shows Colher de Chá juntamente com a banda Baby Budas, originária de Porto Alegre. O trabalho contará com 6 músicas autorais, dentre estas está o single lançado no YouTube dia 23/02, denominado “Onde Foi Parar o Meu Rock'n roll”.



A música traz em tom de balada, uma atmosfera saudosista presente desde a capa do single, que conta com imagens de vinis em preto e branco, até a letra que traz uma reflexão sobre a potência do tempo. Como forma de reafirmar o anacronismo da canção surge o refrão com o questionamento “Onde Foi Parar o Meu Rock'n roll?”, o verso traz uma crítica à carência da essência na música atual. Ou seja, os traços tradicionais do estilo foram suavemente substituídos e ocultados perante a nova tecnologia.

O instrumental é caracterizado por linhas leves de guitarra na introdução e por uma intensificação dos riffs no refrão. Ao desenrolar da canção, é notável influências de rock n roll e a sonoridade dos instrumentos é bem definida favorecendo a percepção pura do ouvinte.

As plataformas virtuais estão abaixo:




terça-feira, 7 de junho de 2016

André Monges

Aqui, destacaremos um ótimo projeto solo. 


André Monges é um compositor e músico de Criciúma. Ele toca desde seus oito anos, e é conhecido por seus trabalhos de qualidade em várias bandas, destacando-se em 3 de Paus e Sinnerator.

Em 2014 lançou o álbum “Bebop Ou City Blue na Ralé”, possuindo oito faixas, e mesclando Rock, Blues, Folk, Jazz e Samba.

A primeira faixa denomina-se “Uma Banda De Jazz”, e conta com a participação de Keila Maria. A música retrata a vida de uma cantora em busca um grupo musical que encaixe em seus padrões musicais.

A segunda fica por conta de “Prostituta Apaixonada”.  Realmente aborda a história de uma prostituta que depois de uma noite, se apaixonou enlouquecidamente, como mostra nos versos, “Ainda era noite, quase quatro horas, chovia forte, ele havia ido embora, ela ficou chorando, cheirando, e se sentindo morta...”.

A terceira faixa é intitulada de “Macroeconomia Teórica”. Ressalta e ironiza o fato da teoria. “Chega de conceitos, funções normativas, a moda agora é fugir de toda a teoria. ”

A quarta canção  denomina-se “Procure Outro Banco”, é uma metáfora.  Decepção amorosa baseando-se em contexto econômico. “Diga-me o que tu queres, só preciso me concentrar agora, o quinhão do que tu referes, é passível de se comprar outra hora, eu não posso com a inflação de agora, se quiser me deixar, procure outro banco”.

A quinta faixa do álbum é intitulada “Berlim Caiu”, traz um instrumental rápido que dá ao som um ritmo contagiante. Como fica claro no título, o tema da música faz menção a queda do muro de Berlim e a despreocupação com que a vida é levada.

“Zumbi” é a sexta faixa do álbum e também uma das que mais se destaca. Esta traz como tema, as mudanças do cantor e a oportunidade de se libertar através da música, de ser apenas um “zumbi”.

A sétima faixa do álbum é “Viajar no Tempo”, o instrumental dessa música é mais simples, composto apenas de voz e violão. Esta traz na letra questionamento sobre o mundo moderno e as mudanças que ocorrem rápida e diariamente em nossas vidas.

“Tonante Velho”, é a oitava faixa e também a que encerra o álbum. A música tem um clima nostálgico causado pelo instrumental, voltado para o Rock n’ Roll Clássico e o tema que gira em torno do antigo modelo de guitarra, Tonante.


No Início de 2016 o músico divulgou seu novo trabalho “Life Is A Unsolved Blues”, em seu refrão marcante, mostra que a vida é um Blues(ou uma tristeza) sem solução. 


Suas plataformas virtuais são as seguintes:

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