Recentemente, a banda joinvilense de Rock n Roll, Somaa difundiu seu novo videoclipe “Discos de Heavy Metal”. A faixa estará presente no álbum “Antena”.
Foto/Divulgação
O clipe teve a direção de Gabriel Bazt e traz um cenário conhecido dos fãs do do grupo, uma vez que é o mesmo em que foi gravado “Marionetes”, um dos maiores clássicos da banda. O vídeo foi gravado em um único plano e traz um Rock n Roll, com riffs rápidos, mas ao mesmo tempo cadenciados e coesos.
A essência da composição transpassa uma ambientação nostálgica que é evidenciada em versos que remetem ora à juventude, ora a aos tempos atuais. É aquela velha máxima do jovem que deseja se tornar um rockstar, mas que com a medida do tempo, passa por um processo de adaptação. Todos os traços de memória afetiva se convergem ao “mesmo brilho no olhar do garoto que não cresceu”.
Sobre a banda:
Formada em 2012, a banda Somaa já tem um nome sólido no cenário da música catarinense. Logo no primeiro ano de fundação, lançaram dois EPs, um virtual e outro “Colisão & Outras Histórias Extraordinárias”, que foi recebido muito bem pela crítica local. Dois anos depois, participaram do disco “Clube da Distorção e Quebradeira, Vol.2” juntamente com o grupo Sylverdale.
Após esse material, o Somaa - designação extraída da droga “perfeita” que está presente na distopia “Admirável Mundo Novo”, do Aldous Huxley como um psicotrópico - divulgou outros singles e o primeiro disco, “O Mundo Quer Te Enganar”, possuindo 11 faixas. No ano de 2023, o Power Trio joinvilense já difundiu três canções que estarão em seu novo disco “Antena”, as faixas “O Buraco Mais Bonito da Cidade”, “Alívio” e a mais recente “Discos de Heavy Metal”.
Uma das artistas mais promissoras de Santa Catarina, Fê Smania vem despontando no cenário musical criciumense. Quem imagina a doçura à lá Taylor Swift, se impressiona pelo Pop Punk e Rock n Roll de suas novas canções, as quais estão inclusas no seu mais recente EP “Unilateral”. Essa mescla, ora das músicas mais românticas, ora das canções mais céleres, mostra que a artista inova ao trazer em seu portfólio sonoro, a miscelânea de estilos e uma construção musical arraigada há anos.
Foto/Divulgação
O EP começou a ser produzido em junho do ano passado, mas foi lançado no dia 27 de fevereiro nas plataformas virtuais, no entanto, foi difundido dois dias antes em uma pré-estreia no Criciúma Shopping. O material conta com seis músicas autorais e é gravado em formato de doc session, com relatos sobre o processo de composição e produção das músicas. A produção ficou a cargo de Bruno Xico e Raquel Xavier, ambos do Casulo Estúdio, enquanto Asaph Melo foi o responsável pela direção audiovisual.
A temática do trabalho traz experiências amorosas vividas intensamente dentro da imaginação de Fê. “A minha verdade é a minha mensagem e ela não é bonita”, define a cantora no audiovisual. A primeira música é “Consequências”, que segue por “Inevitável”, “Corro Pros Mesmos Erros”, “Chuva”, “Memórias No Meu Sorriso” e a homônima “Unilateral”. Fê colocou influências diversas nas composições, desde Esteban Tavares, Fresno, Paramore ou Pitty.
“A música não me escolheu, na verdade ela me salvou”, enfatizou a cantora ao comentar sobre sua carreira. A criciumense começou a se interessar por música aos 7 anos, mas aprendeu a tocar violão aos 12. Em 2019, Fê lançou seu primeiro EP, “I Wrote Songs For You”, que contém seis músicas autorais, todas em inglês e que trazem relatos pessoais. Além disso, difundiu outros dois singles, “Para Pra Pensar” (2020) e “Libriana” (2022). Ao todo, a musicista possui mais de 100 canções próprias.
Na próxima sexta-feira (24), ocorre no Garden GastroPub, em Içara, o Hard Bloco Festival, evento que juntará bandas autorais e covers em uma noite especial aos “farofeiros” do Rock e amantes do Metal. O festival que aconteceria na última segunda-feira (20) foi adiado devido às fortes chuvas e diversas áreas alagadas na região de Criciúma.
Foto/Divulgação
Para relembrar clássicos da icônica banda canadense Rush, o projeto Karol & The Snow Dogs montou um repertório especial e que irá rememorar hits do Rock Progressivo. O Grunge também se mostrou representado por meio da Black Stone Grinder, que trará o melhor do Pearl Jam. Conhecida por executar canções consagradas do Rock n Roll, a Lady Die irá trazer consigo a energia única e plural, que transcende a cada evento tocado.
Diretamente de Florianópolis, a Starshok se apresenta pela primeira vez na região. A banda aposta nos melhores clássicos do Hard Rock dos anos 80 e 90. Desde Skid Row, Bon Jovi, Guns N' Roses, Whitesnake, Def Leppard, Billy Idol, Scorpions, Kiss, entre outros. Oriunda da cidade de Urussanga, a Redneck traz um combo perfeito para a sintonia do evento, o Country Rock e o preciosíssimo Southern Rock, com canções animadas e embaladas por danças típicas.
Proveniente do “Sertão dos Bugres Brabos” ou mais conhecida como Orleans, a banda Don Capone está na ativa desde 2004 mesclando em suas composições Rock and Roll Clássico com Blues. Os músicos que lançaram em 2008 o seu primeiro trabalho, o EP "Oficina do Diabo" (2008), obtêm outros dois materiais, “Locomotiva” (2012) e “Corpo Fechado” (2017). O grupo atualmente é um dos mais consolidados do cenário musical regional.
A icônica banda blumenauense de Rock Setentista, Vlad V,
retornou aos palcos no ano de 2022. Com uma história linda e uma bagagem extraordinária, o grupo comemora seus 36 anos de história, de Blues, Psicodelia
e Rock n Roll. E esses são ingredientes de sobra do Iceberg Rock Festival,
evento que os músicos estarão se apresentando no início de janeiro, na cidade
de Lontras – SC.
Foto/Divulgação
Conhecido como “Rush Catarinense”, a Vlad V coleciona
clássicos, shows, aparições e videoclipes, além de manter acesa a chama do Rock
Progressivo. Desde o disco homônimo de 93, aquele que despertou a efervescência
blumenauense nos palcos estado afora ou por meio do belo material “A Espada e o
Dragão”, no qual consolida os músicos como grandes expoentes do Rock
Brasileiro. Em 1999, no álbum “O Quinto Sol”, o grupo incorpora à sonoridade,
resquícios do Folk, da MPB e com a presença de instrumentos como a flauta e o
bandolim.
No novo século, em “Vol. IV”,os blumenauenses optam por
trazer hits de seus outros materiais, tais como, “Doce Lar dos Malucos”, “Cavaleiros
na Paisagem”, “Plantar Colher”, “Vento Sul”, também por contar com a
participação de Celso Blues Boy e trazer versões das canções "Thick as a
Brick”, “My God”, “Heavy Horses” do Jehtro Tull, além de Move Over da
estadunidense Janis Joplin. No ano de 2005, por meio do disco “Viagens
Acústicas”, os músicos difundem novas faixas e versões acústicas de seus hits,
como é o caso de “Entre as Nuvens”.
Um pouco mais pesado, “Sigo o Som” busca extrair mais as
guitarras e com isso o material se torna mais denso. Logo de cara, a canção
tema do disco é uma consequência disso, assim como “Borboletas da Noite” e a
preciosa “Vinte e Poucos Anos”. Dois anos depois, o Rush Catarinense novamente
nos surpreende, dessa vez com um álbum mais conciso, cru e com mais peso ainda,
pois somos apresentados ao “Na Casa do Rock”.
Após um período de seis anos sem lançamentos, a Vlad V em
2017 difunde o conceitual “Stratovladis”. Com dez canções, o mesmo traz canções
autorais, clássicos e uma releitura de “House Of The Rising Sun” da banda The
Animals. Dois anos depois do full length o guitarrista e vocalista Jean Carlo
decide focar na sua carreira solo e a banda entra em hiato. No entanto,
recentemente, junto com Ralf Machado no Baixo, Irineu Lenzi nos teclados e Lucas Scoz na bateria, Jean –
que continua com sua carreira acústica – trouxe a Vlad V de volta aos palcos.
O grupo além dos discos, mantém duas coletâneas, a
primeira gravada em 2008 com a denominação “Coletânea Longe do Fim I” e a
segunda intitulada “Longe do Fim II”, lançada em 2011.
No último sábado, a cidade de Criciúma recebeu mais um tradicional
evento, que não ocorria há oito anos e que trouxe mais de duas mil pessoas ao
Majestoso. A Espetigre, festa que une torcedores aficionados pelo Criciúma
Esporte Clube, artistas locais e uma gastronomia ímpar, com variados tipos de
espetinhos, sorvetes e tapiocas mostrou que a cidade compra a ideia e tem
orgulho da equipe carvoeira.
A maior barra do estado – a única – esteve presente
juntamente com seus simpatizantes e integrantes. A Os Tigres comemorou seus 16
anos com muita festa, fumaça, cantorias e cantos enlouquecidos que são a verdadeira
engrenagem dos jogos do Criciúma. Punição ou instituição nenhuma irá diminuir o
tamanho e a importância da barra para o clube, uma vez que sem a presença dos
mesmos, a equipe estaria fadada ao declínio. É extremamente gratificante, olhar
para a estrutura da OT e perceber a renovação da torcida, a equidade de
mulheres e homens e uma representatividade que transcende o futebol. E foi
lindo no sábado, ao presenciá-los tornar a festa um verdadeiro caldeirão preto,
branco e amarelo.
A Republic Surf Music rememorou os anos 90 e 2000, com
clássicos do Rock Nacional e exalou o sentimento de nostalgia presente no HH.
Logo depois, a Os Tigres Rock, fez com que os cantos entoados no estádio
estivessem em seu repertório, através do Rock n Roll com pinceladas de
Hardcore. O setlist contou com várias canções do disco “A Banda Carvoeira”
lançado em 2014, o single “Outra Vez na Primeira”, o qual recebeu recentemente
um videoclipe, medley da “Hoje Tens Que Ganhar” e uma nova canção de trabalho,
a enérgica “Sou Criciúma Senhor”. Durante a apresentação, os músicos mostraram
uma ávida sincronia e deixaram ainda mais especial a edição da Espetigre.
Fotos: Leandra Sartor
Além destas apresentações, DJS, o cantor Neguinho e o
Bloco do Fiuí se destacaram em suas respectivas exibições e apenas
personificaram da equipe carvoeira, não só para o futebol, como para a economia,
cultura, história e identidade do município.
No dia 08 de julho, a banda Os Tigres Rock difundiu seu
novo trabalho, trata-se do videoclipe “Outra Vez na Primeira”.
Foto/Reprodução
Os criciumenses trouxeram toda a atmosfera do Heriberto Hülse
ao Meteoro Estúdio e protagonizaram uma grande festa. O clube que se encontra
disputando dois campeonatos simultâneos, o Brasileiro da Série B e a Segundona
do Catarinense, carrega como seu pilar, a torcida e principalmente a única
barra do estado.
O canto celebra as conquistas tricolores, homenageia Jairo
e Grizzo, evidencia a importância da barra e solidifica em alguns versos, a
vontade novamente de disputar a primeira divisão. Além disso, é uma celebração
da aproximação do clube com a torcida, algo que não se via há anos.
Sobre a banda:
A banda Os Tigres Rock foi formada no ano de 2012, surgida
através da barra homônima do clube. Com distorções e pegada rock n' roll, o
grupo alia a ideia de poder difundir as canções proferidas no estádio e trazer
ainda mais pessoas para conhecer o Criciúma Esporte Clube.
Diante disso, dois anos após a reunião, os músicos
divulgaram o álbum “A Banda Carvoeira”, que possui nove faixas e até então,
havia sido lançado apenas através do Soundcloud e em algumas cópias físicas, já
esgotadas. Devido a isso, sete anos após a difusão do material, os criciumenses
enfim, disponibilizaram para mais plataformas.
No dia 24 de junho, a Black Sheep Band trouxe um pouco do
sul dos Estados Unidos para capital catarinense, através do single “The Girl”.
A música será uma das faixas do novo álbum da banda, previsto para o final
desse ano.
Foto/Divulgação
O lançamento da canção foi em grande estilo, sendo realizado
no “Arraiá Black Sheep and Friends”, no bar Beer and Pork.
“The Girl” é uma balada country, composta por Hudson Cabala
(guitarra), que narra uma história de amor, mas sem deixar de lado as
influências do Southern Rock. A letra retrata a conquista e o sentimento de
encontrar “a garota” que mudará sua vida.
A faixa conta com a participação de dois grandes nomes do
country, Leandro Rodarte (fiddle) e Alexandre Luis de Paula (steel pedal). Já a
capa do single ficou por conta Rafael Lange.
Sobre a banda:
O grupo é conhecido por interpretar clássicos de grandes
nomes do Country mundial, mantendo influências de bandas como Blackberry Smoke,
The Band, Alan Jackson e Tom Petty. Recentemente, os músicos difundiram “Ouro
do Poço”, “Oh, Darling”, “Get Up!”, “The Road To Success” e “The Girl”.
Na última quarta-feira (09), o cantor, guitarrista e
compositor florianopolitano de Pop Rock, Leandro Leera, difundiu seu novo
trabalho, trata-se do videoclipe “Preço Marcado”.
O audiovisual expôs em planos diferentes, ora o artista
tocando, ora Leandro atuando ao lado da fotógrafa Tóia Oliveira. Lançada em
2017, a música foi composta há dez anos e traz em sua essência, uma mulher que
vive como prostituta para poder cuidar de sua respectiva filha. Com versos
marcantes, tais como, “Quanto Vale um Sentimento Para Você?”, o músico convida
ao ouvinte que ingresse na narrativa do enredo, ao construir um cenário, em que
a garota de programa devaneia sobre a transição da infância a sua vida adulta.
Foto: Divulgação
“Na Semana Internacional da Mulher nada melhor do que
exaltar a força e coragem delas diante de tanto desequilíbrio na sociedade,
temos que ter em mente que elas são metade do mundo e a outra metade são seus
filhos”, reforçou Leandro.
A banda florianopolitana de Country Rock, Black Sheep Band,
lançou no dia 04 de fevereiro seu primeiro trabalho, o single “Ouro do Poço”.
Foto/Divulgação
A canção possui quatro minutos e carrega uma sonoridade
contendo riffs bem trabalhados e mantendo uma sincronia do Country com
elementos do Rock n Roll setentista. A composição traz uma narrativa associada
a uma epopeia com a presença de misticismo e elementos interligado a metáforas.
O grupo é conhecido por interpretar clássicos de grandes
nomes do Country mundial, mantendo influências de bandas como Blackberry Smoke,
The Band, Alan Jackson e Tom Petty. Recentemente, os músicos difundiram “Ouro
do Poço”, seu primeiro single lançado.
Os blumenauenses da Pressure Gain, difundiram nesta sexta-feira
(24), o videoclipe “There Is No End”. A música lançada carrega uma sonoridade
de riffs síncronos complementados com alternâncias no que tange ao instrumental.
O vídeo produzido por Gabriel Sterz (Pixsterz Filmes), é o
terceiro trabalho do grupo. O audiovisual expõe takes do cotidiano de várias
pessoas que fogem de seus devidos traumas. Isso conecta diretamente com a
composição, uma vez que a mesma é marcada por traços característicos da
reclusão, tais como, a solidão e o aprisionamento.
Foto/Divulgação
Sobre a banda
Criada em 2009, em Blumenau - SC, a Pressure Gain mescla
entre o saudosíssimo Rock n Roll e o enérgico Hard Rock. Inspirada por Queen,
Deep Purple, Van Halen, Kiss, Led Zeppelin, entre outros grupos, a banda insere
sua identidade e conta com a singularidade de ter duas vocalistas como
frontwoman.O grupo possui três
videoclipes disponiveis através da plataforma do YouTube, “Crazy Night”, “Lonely
Soul” e o mais recente “There Is No End”.
O mês de abril está recheado de ótimos lançamentos. E os
tijuquenses da Murdock fazem parte dessa lista, ao divulgar seu novo single “Irônico
Maldito”, em suas plataformas digitais e de streaming.
Com 05:09 min, a faixa foi produzida pelo guitarrista Rafael
Rau no Estúdio Sound Beat, em Itapema – SC. Com a sonoridade carregada, característica
típica nas bandas de Stoner, a canção flerta também com o Rock n Roll, ao
enfatizar riffs enérgicos e potenciais.
A composição é pesada e casa totalmente com o momento de
instabilidade causado pela pandemia do Covid – 19, pois os danos causados pela
doença na parte psicológica são, decerta forma, em alguns casos, irreversíveis.
A letra da canção esboça as batalhas mentais de um indivíduo com dupla
personalidade, que devido a ansiedade pelo momento caótico, se prende a um
mundo de incertezas e totalmente sinuoso.
Sobre a banda
O quarteto de Tijucas – SC experimenta a miscelânea sonora,
ou seja, desde Rock Setentista, Hard Rock, Doom e Stoner passam no crivo
instrumental e lírico do grupo. A banda catarinense vive a expectativa de divulgar
seu novo Ep (da qual o single difundido estará incluso) que estará sendo
lançado no mês de julho.
No último dia 15 de abril, a banda criciumense Padresitos, difundiu seu novo trabalho “Redes”. O lyric video foi feito por Rafael Bonfante
e gravado no Estúdio OpenMix. A canção contou com as participações especiais do
rapper VNegão e de Dj Mannis.
Com uma proposta diferente, a Padresitos inovou ao trazer o
Rap a sua faixa, já tradicionalmente exibe o Rock n Roll com pitadas de Pop.
Porém, o resultado foi além do esperado, as rimas trouxeram mais enfoque ao
assunto proposto e o instrumental bem cadenciado e harmônico, casou
perfeitamente com os versos do Rapper.
Foto/Divulgação
A letra traz uma crítica violenta ao avanço desenfreado da
internet, a superficialidade de uma vida monótona que faz o status ser mais
importante do que o caráter. O encarceramento virtual é evidenciado no refrão,
e nas rimas o saudosismo de 30 anos atrás é personificado através de uma
comparação com os tempos atuais.
Sobre a banda:
A Padresitos foi fundada em 2003, na cidade de Criciúma, com o
propósito de fazer um Rock n Roll com pinceladas de Blues e Pop. Dois anos
depois do surgimento, o grupo divulgou o Ep homônimo contendo quatro faixas.
Em 2012, a banda difundiu o videoclipe “Sacroroque”, que se
tornou seu hit, sendo reproduzido nas rádios locais e fazendo os músicos se
apresentarem nos bares do Sul Catarinense. A música conta a história do grupo,
de forma bem humorada, já que fugiram do seminário para se refugiar no Rock n
Roll, ou melhor, como os músicos definiram, o “Sacro Rock”.
Foto/Divulgação
Depois de criar o projeto “Padresitos em Qualquer Lugar”,
ideia esta que surgiu a partir do intuito de levar a banda para lugares que
nunca haviam tocado, mostrando as músicas e se apresentando de forma gratuita.
Isso, ajudou no reconhecimento do grupo, frente ao público roqueiro catarinense
e possibilitou a criação do segundo disco.
No ano de 2018, os içarenses difundiram “Gesto Sincero”,
álbum contendo 11 músicos, que conta com participações especiais de Gera Fornasa
e Landau. Além dos materiais físicos, a Padresitos conta com alguns videoclipes
divulgados em seu canal do YouTube.
No dia 28 de março, a banda brusquense Etílicos e Sedentos,
lançou o videoclipe de “Finge que Namora”. O audiovisual partiu de um projeto
viabilizado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.
O clipe foi gravado em um único plano e exibe um casal
discutindo todos os problemas conjugais, comportamentais e existenciais através
de um diálogo que ao término da canção, se transforma em monólogo de fim de
relacionamento. A música traz um instrumental simples, cadenciado e remetendo
ao Rock n Roll.
Sobre a banda
A Etílicos e Sedentos é um dos principais nomes do Rock n
Roll brusquense. Em sua discorafia, o grupo possui oito materiais, divididos
entre singles, coletâneas, compilações, acusticos e full length. A banda também
investe no audiovisual, já que carrega vários videoclipes, como “Bem Que Minha Mãe Me Disse”, “Eles Vêm”, “Elevada Visão (Cabeça de Mente)” e o mais recente, “Finge Que Namora”.
Criada em 2009, em Blumenau - SC, a Pressure Gain mescla entre o saudosíssimo
Rock n Roll e o enérgico Hard Rock. Inspirada por Queen, Deep Purple, Van
Halen, Kiss, Led Zeppelin, entre outros grupos, a banda insere sua identidade e
conta com a singularidade de ter duas vocalistas como frontwoman.
Foto/Divulgação
Em março do ano passado, os músicos divulgaram seu primeiro
videoclipe, intitulado “Crazy Night”. Com a realização da Pixsterz Filmes, o
clipe foi gravado em um local abandonado e já alcançou a marca de 40 mil
visualizações. A letra exibe uma noite insana, recheada de loucuras, enquanto
seu instrumental explicita riffs cadenciados e um refrão pegajoso, que fica na
cabeça.
Depois de uma ótima aceitação, perante o audiovisual de seu
single, a Pressure Gain decidiu gravar e lançar seu segundo clipe, denominado “Lonely Soul”. Com a mesma equipe de produção, a banda resolveu inovar, gravando vários
takes entre a apresentação e momentos reflexivos das vocalistas. O local dessa
vez foi em uma paisagem recheada de rochas. A música é uma espécie de
continuidade do primeiro trabalho, só que dessa vez com questões existenciais
na composição e vocais mais ásperos.
Foto/Divulgação do Clipe
O trabalho e a qualidade dos músicos, a colocam como um dos
principais grupos de Hard Rock do estado. E emergindo de uma cidade com grandes
bandas, como Before Eden, Perpetual Dreams, Rocket Engine, Pré-Histórica e
muitos outros importantes nomes, no cenário do Rock/Metal.
A banda mineira de Rock n Roll, Carcadia, divulgou seu novo
trabalho, trata-se do videoclipe “Burning Eyes”. A faixa lançada há uma semana,
estará inclusa no segundo disco do grupo, “Age Of Reason” que estará disponível
nas plataformas virtuais, no dia 01 de maio.
O clipe traz o verdadeiro espírito da banda, as viagens
pelo interior em paisagens deslumbrantes, trechos e bastidores dos shows e toda
a sinergia das apresentações dos músicos.
A canção “Burning Eyes” é conceitual e traz em sua
essência, a efemeridade do tempo. Ou seja, a vida é curta demais, para deixar
se levar por preocupações desnecessárias. Diante disso, a composição explicita
a liberdade e a forma de viver intensamente. O instrumental psicodélico, remete
a clássicos setentistas com riffs cadenciados, solos bem trabalhados e uma
atmosfera bem progressiva.
Facebook da banda
Sobre a banda
A Carcadia é originária de Santa Rita do Sapucaí- MG e bebe
de influências de clássicos dos anos 60 e 70, nomes como Hendrix, Purple e Zeppelin
e bandas como Cream e Yes, rotineiramente costumam estar em suas respectivas
vitrolas.
Em 2017, o grupo divulgou seu primeiro trabalho, “First
Album” que contém nove canções autorais. O experimentalismo e a conexão com a
natureza, são fatores que deixam a sonoridade do grupo ainda mais rica.
No dia 08/02, a banda Maquinarios fará sua primeira
apresentação na cidade de Lages- SC. O grupo que recentemente divulgou o
retorno a sua clássica formação de Power Trio, está no desenvolvimento da Tour Renascer
2020.
Cartaz
O grupo aos poucos se consolida no cenário underground, ainda
mais com a ingressão do Stoner ao seu instrumental que solidifica um som ainda
mais coeso e técnico. Um dos pilares para esse acontecimento foi a passagem do
guitarrista Rubens Silva (Acidemia) que bebe influências de vários nomes do
estilo.
E depois de um ano muito proveitoso para os músicos, tal
como a ingressão no Rio 2C (um dos maiores eventos de música nacional) e
divulgação do seu novo videoclipe “Renascer”, o grupo começou seu ano da melhor
forma possível, com uma lista extensa de shows, além de uma apresentação no
Radar TVE em Porto Alegre- RS.
O evento do final de semana será no tradicional Fatboo
Studios, casa que acolhe a música independente na Serra Catarinense. Na noite,
ainda irá ocorrer o show da banda convidado Inside Side.
Na última sexta-feira (05), a banda Maquinarios divulgou
seu novo trabalho, o videoclipe de “Renascer”. O clipe gravado em Frederico
Westphalen- RS foi roteirizado e dirigido por Watson Silva e Gabriel Coelho que
também cuidou das imagens e edições. A parte do figurino e fotografia se deu
por Isadora Coelho que ao lado de Paola Bueno foram as atrizes do audiovisual.
A música exibe uma nova fase da banda, uma sonoridade mais
técnica com a ingressão do Stoner, sincronia ímpar do instrumental e os vocais
rasgados característicos de Watson Silva. A masterização e mixagem ficaram a
cargo de Fernando Manzon Reis e Marcos Rodrigo Klein que juntamente com
Fernando M. Reis e Sandro Vieira cuidaram da captação de voz.
O videoclipe mescla imagens da exibição da banda com takes
de uma ficção, o qual é personificada através do contexto essencial da letra, o
renascimento. A figura central interpretada por Isadora Cordeiro se vê num loop
de depressão artística, assim entra numa espécie de realidade dúbia. Esse mundo
paralelo só é possível com a ingressão do seu “eu artístico” evidenciado
através de Paola Bueno, que auxilia a protagonista a encontrar a solução para a
dor e para o karma existencial.
A composição foi elaborada por todos os membros do grupo. E
nela, os mesmos exibem uma atmosfera inconstante simbolizada pela dor e por
pensamentos destrutivos, de alguém que perdeu seu âmago e que no final renasce
com sua arte, como explicita no videoclipe.
O trabalho antecede um mini-doc dividido em três partes,
que explica passo a passo a difusão material. “Construção” tem Watson Silva
(Vocal e Guitarra) explicando sobre as ideias, da semelhança com “Um Grito Na
Noite”, do fato da banda ser interestadual e também sobre o significado da
letra.
Já o segundo, “Energias Renovadas” coloca Henrique Pereira
Soares (Baixo), Rubens Silva (Guitarra) e William Moretti (Bateria) enfatizando
sobre a criação e a sensação de fazer um clipe.
O encerramento “Um Novo Nascer” conta com depoimentos de
Gabriel Coelho sobre o desenvolvimento do vídeo, da sua conexão com a banda e
sobre a opinião do trabalho final e também comentários de Paola Bueno e Isadora
Cordeiro que expõem suas performances no enredo e a similaridade do audiovisual
com a composição.
A banda
Desde 2009 na estrada, a Maquinarios carrega consigo
experiência, conhecimento musical e um nome consolidado no cenário catarinense.
Os músicos lançaram "Intacto" em 2015, o seu primeiro disco, o qual
obteve muita receptividade pela crítica, os colocando assim em vários festivas
e eventos pelo estado.
A
banda Hillbilly Rawhide foi criada em 2003 na cidade de Curitiba- PR e carrega
em sua bagagem diversos álbuns, videoclipes e histórias para contar. Recentemente, os músicos se apresentaram no 13° Otacílio
Rock Festival.
O
vocalista e guitarrista Mutant Cox nos concedeu uma entrevista sobre a
trajetória, experiência, cenário e novos projetos.
Foto 1: Facebook da Banda
Primeiramente, agradeço pela
disponibilidade pela entrevista. Vocês estão na estrada há 16 anos e carregam
consigo a posição de banda precursora do Country Rock no Brasil. Como vocês
avaliam o crescimento durante esse período? Mutant
Cox:
Nós é que agradecemos pelo espaço! Sim, acho que pode se dizer que fomos os
primeiros a fazer essa mistura do Country com Rock n Roll no Brasil, dessa
forma como fazemos.
Começamos
de uma maneira bem crua, na raça, tocando basicamente versões de Country Music,
Psychobilly, Rock n Roll e fomos desenvolvendo aos poucos o estilo da banda e
cada um no seu instrumento. E o que mais ajudou realmente foi a estrada, a
constância de shows que sempre fizemos muito desde o começo da banda, sempre
viajamos muito e tocamos fixo toda semana por uns 15 anos em Curitiba. Então,
isso acho que é a melhor forma de firmar uma banda, entrosamento e tudo mais!
Sobre
o estilo em questão, quais foram as principais dificuldades que vocês tiveram
para expandir o Country Rock no país?
Mutant
Cox:
Dificuldade maior para nós, talvez seja um pouco de preconceito que algumas
pessoas tenham pelo fato de tocarmos de chapéu, ou de sermos muito pesados...
aquela história, muito Country para ser Rock, ou muito Rock pra ser Country! (risos)
Mas no
fundo mesmo para mim, acho que isso não importa. Geralmente, as pessoas gostam
da gente por se sentirem bem com nossa música ou se identificarem, independente
de estilo, ou não, no caso tem várias pessoas que apreciam e vivem
especialmente o nosso estilo de vida ou algo parecido. E isso também é muito
legal! Mas respeitamos a todos, e sempre tivemos em vários tipos de ambientes,
cena, etc.
Isso
sempre fez parte de nossa história, a diversidade. E quanto ao estilo acho até
que conseguimos expandir bastante. Criamos uma certa leva de pessoas, de várias
tribos e estilos, que segue a gente sempre que podem, e várias bandas também
que começaram a tocar algo próximo ao nosso estilo pelo país todo. E isso é
muito bacana. Ainda vamos tocar muito por esse país também!
No
Paraná, há uma espécie de Nashville brasileira. Bandas como vocês, Old Them
Crap, Fabulous Bandits e Tiregrito são alguns nomes que surgiram com o estilo
em comum. Há algum contato entre vocês e parceria?
Mutant
Cox:
Há sim, claro! Conhecemos todos eles. E tocamos junto várias das vezes que
vamos tocar pela região deles e vice-versa. Sempre nos encontramos por essas
estradas da vida! O Eduardo Ribeiro inclusive, que é do Them Old Crap, está
tocando banjo e violão com a gente há mais de um ano. E já recrutou nosso
baixista Osmar Cavera para tocar com eles também!
O
primeiro material “High On The Road” divulgado em 2005 marcou o início do grupo
com composições autorais difundidas. O que esse trabalho trouxe para a continuidade
do projeto?
Mutant
Cox:
Esse é nosso primeiro lançamento, o famoso EP da latinha. Pois fazíamos as
cópias numa forma bem caseira e cada um vinha numa latinha de ferro verde, com
alguns brindes dentro dela, além do CD é claro, que sempre vinha adesivado como
se fosse um vinil.
E
contém nele, a faixa título "High on the Road", nossa primeira música
autoral com letra (pois a instrumental "Fugindo com a Pacoteira" foi
nossa primeira música própria), uma versão para o clássico de George Jones
"White Lightning".
Essa canção
foi a nossa primeira gravação, que entrou na época também num tributo que saiu
na Alemanha ao Frantic Flintstones, banda inglesa de Psychobilly dos anos 80. Inclusive
poucos anos depois, toquei baixo acústico com eles por alguns anos e o último
com parte do Hillbilly Rawhide na formação, chegamos até a gravar um álbum com
essa formação aqui em Curitiba e lançar em uma turnê na Europa.
E esse
primeiro lançamento foi o impulso e também início de trabalhos de gravação e
mixagem do nosso primeiro full album!
Em
2007, fora lançado o álbum “Ramblin' Primitive Outlaws”, o qual misturavam
canções em português e inglês com tons humorísticos do cotidiano. Qual a
experiência de ter em seu primeiro registro a difusão de um selo alemão?
Mutant
Cox:
Esse disco foi fundamental na nossa história! Pois estávamos já tocando com a
banda a uns 3 anos e ainda não tínhamos um álbum. Também não tínhamos tantas
músicas próprias, por isso até que ele além de misturar português com inglês,
também mistura próprias e versões, como Johnny Cash, George Jones, Tall Boys,
ou a clássica Rawhide! E foi lançado antes na Alemanha pelo selo de Psychobilly
e Rockabilly: Crazy Love Records.
E
pouco tempo depois no Brasil pela Funeral Music, que era na época o selo do
Vladimir Urban, meu parceiraço de mais de 20 anos em outras duas bandas minhas,
Os Catalépticos e Sick Sick Sinners! Lançamos em um show histórico no Psycho
Carnival na época. Festival que acabamos de completar 20 anos todo carnaval em
Curitiba! Ele também é organizado pelo Vladimir junto com o batera do Sick Sick
Sinners, o Neri (Orleone Recz). Que também lançou nosso segundo lançamento, o
EP "F.N.M.", o famoso "fenemê", que contém talvez nosso
maior clássico, "O Enxofre e a Cachaça"!
Um
dos maiores sucessos do grupo, “O Enxofre e a Cachaça” foi lançado em 2008 no
Ep “FNM”. A música rapidamente ganhou notoriedade e levou grupo a ser
reconhecido em todo o país. Como foi o procedimento de criação da mesma?
Mutant
Cox:
Essa música foi composta na verdade por outro parceiraço meu e da banda por
toda nossa história também, o Ademir Tortato, vocalista e compositor do grande
Ovos Presley, banda lendária do Psychobilly curitibano.
E eu
na verdade ajudei ele com uma coisa ou outra só para finalizar a música. E
assim que tocamos no primeiro ensaio dela, já saiu do jeito que ela é! E desde
então sempre foi uma das músicas mais fortes e mais pedidas nos nossos shows,
já era um 'clássico' desde o começo!
Depois
disso, fora divulgado o álbum “Lost And Found” que trouxe à tona outro hit dos
paranaenses, “Cavaleiros da Morte”, música que enfatiza histórias do estado do
Paraná e sua cultura em geral. A inspiração para elaboração dela e de outras
canções com a mesma temática partem de qual pressuposto?
Mutant
Cox:
O "Lost and Found" foi lançado numa época em que estávamos a algum
tempo sem lançar algo novo, mas tínhamos algumas músicas e repertório novo para
gravar, então fizemos uma gravação ao vivo em parceria com o estúdio Audio
Ataque em Curitiba.
E
contém também a primeira gravação de outro 'clássico' nosso, "Cavaleiros
da Morte". Que é inspirada na história do Cerco da Lapa, uma guerra que
aconteceu por aqui na região dos Campos Gerais no final dos anos de 1.800. E
foi uma guerra muito sangrenta, que poucos sabem da história no resto do país.
Achamos um tema muito forte também e importante de relembrar. Então nosso
violinista Mark Cleverson veio com a ideia e a composição dessa música.
De
2012 para cá, três novos discos e algumas músicas inéditas, além da menção
honrosa para o videoclipe de “O Enxofre e a Cachaça”. Isso proporcionou uma
rápida ascensão ao patamar de ser um dos grupos mais respeitados do PR. Como
foi a sensação de tocar pela primeira vez no Otacílio Rock Festival?
Mutant
Cox:
Exatamente, depois de tudo que lançamos, lugares que tocamos depois disso, a
banda só ganhou mais respeito, e acho que merecido, pois a gente batalha
demais! Estamos sempre tocando, viajando e lançando nosso material aonde
podemos! Acho muito importante o reconhecimento e respeito que estamos tendo!
Só nos dá mais força e inspiração pra seguir em frente e fazer muito mais!
E
tocar no Otacílio Rock Festival foi como mais uma dessas etapas, desses passos
que damos, pois era um festival que já conhecíamos pelo nome, primeiro porque
sei que algumas outras bandas de Curitiba já tocaram antes e porque também
somos fãs do bom e velho Metal! Então para nós foi além de um prazer, uma
grande honra fazer parte de um festival basicamente de Metal! Nos sentimos em
casa também!
Quais
os novos projetos da banda.
Mutant
Cox:
A meta no momento é continuar divulgando nosso sétimo álbum "My name is
Rattlesnake" por onde pudermos! E temos tocado bastante, muitos lugares
pelo país afora, e agora em julho e agosto desse ano estaremos lançando ele
numa turnê na Europa, passando por quase 10 países, começando no festival
Psychobilly Meeting.
Foto 2: Facebook da banda
Um dos
maiores festivais de Psychobilly que acontece todo ano no litoral espanhol,
próximo à Barcelona. E nessa edição tocaremos numa noite especial 'brasileira'
em homenagem aos 20 anos do Psycho Carnival! Inclusive eu também estarei
tocando na mesma noite com minhas outras duas bandas, Sick Sick Sinners e Os
Catalépticos, junto também com nossos comparsas do Mullet Monster Mafia, de
Piracicaba/SP, que também estarão em turnê pela Europa na mesma época! Também
pretendemos expandir mais as turnês!
Formação
Atual.
Mutant
Cox:
Hoje contamos com Juliano Cocktail na bateria, Eduardo Ribeiro no banjo, violão
e voz, e o mesmo trio base que originou o Hillbilly Rawhide final de 2002,
Osmar Cavera no baixo acústico, Mark Cleverson no violino, e eu Ricardo
"Mutant Cox" Huczok na voz, guitarra e violão.
Contato
para shows pode ser com Orleone Recz no Facebook ou pelo email:
sentaaporva@gmail.com. Ou com nossos contatos mesmo.
Um
recado para quem nos acompanha.
Mutant
Cox:
Muito obrigado a todos da Urussanga Rock Music e do Otacílio Rock Festival!
Principalmente por manter a cena viva! Longa vida e espero poder voltar tanto
com o Hillbilly Rawhide como também com minhas outras bandas! Será sempre uma
honra!