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quarta-feira, 3 de maio de 2023

Isis Blue: cantora brusquense aposta no contraste em videoclipe “Tímida Demais”

No último sábado (27), a cantora brusquense, Isis Blue difundiu seu novo videoclipe, trata-se da canção “Tímida Demais”. Este é o segundo audiovisual da musicista, uma vez que há seis meses, ela divulgou uma releitura do clássico, “Nada Por Mim”, da banda Kid Abelha. 

Créditos: @zecaday

O projeto do novo clipe recebeu o patrocínio da Prefeitura Municipal de Brusque por meio da Fundação Cultural do município com recursos do Fundo Municipal de Apoio à Cultura. A temática central do vídeo traz o contraste da menina tímida com uma personagem que personifica a autoconfiança através de sua performance em um ensaio por meio de um plano único. 


A canção é cadenciada, lenta e exibe uma miscelânea de estilos, desde o Rock, o Blues, R&B, Jazz, MPB e Shoegaze. A cantora de 22 anos ainda se inspirou no retrô, na ambientação vintage e nos takes das imagens que remetem ao fim dos anos 90, início dos anos 2000. A letra esboça desilusões amorosas, sensações confusas que são complementadas por meio da timidez. 


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quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Lost Pines: banda estreia seu trabalho com videoclipe de “The Rope”

Os músicos brusquenses da banda de Rock Progressivo, Lost Pines, divulgaram na última sexta-feira (15) o videoclipe da música “The Rope”, que foi lançado juntamente com o single.

O vídeo possui uma imagem retrô que contrasta com a sua temática atual, o trabalho estressante, o cotidiano entediante e a pressa do dia a dia. O vídeo é seguido pelo rompimento dessa realidade por parte do protagonista e as consequências dela.

A letra também reflete essa temática, narrando sentimentos de solidão através da sonoridade, que lembra o Rock Alternativo do início dos anos 2000, combinado com riffs que nos remetem a música Progressiva.

O single é parte do primeiro álbum de estúdio da banda, “Apotheosis”, que ainda não tem data de lançamento. A gravação e produção de áudio foi feita no Tobias Blues Studios, enquanto a direção do vídeo ficou por conta de Victor Bigliardi.

Foto/Divulgação

Formação atual:

Alexsander (Bateria)

Ruan Pedrini (Guitarra e Vocal)

Welingtton Conte (Baixo e Vocal)

 

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terça-feira, 20 de abril de 2021

Etílicos e Sedentos: “Finge Que Namora” é o mais novo videoclipe dos brusquenses

No dia 28 de março, a banda brusquense Etílicos e Sedentos, lançou o videoclipe de “Finge que Namora”. O audiovisual partiu de um projeto viabilizado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.

O clipe foi gravado em um único plano e exibe um casal discutindo todos os problemas conjugais, comportamentais e existenciais através de um diálogo que ao término da canção, se transforma em monólogo de fim de relacionamento. A música traz um instrumental simples, cadenciado e remetendo ao Rock n Roll.

 

Sobre a banda

A Etílicos e Sedentos é um dos principais nomes do Rock n Roll brusquense. Em sua discorafia, o grupo possui oito materiais, divididos entre singles, coletâneas, compilações, acusticos e full length. A banda também investe no audiovisual, já que carrega vários videoclipes, como “Bem Que Minha Mãe Me Disse”, “Eles Vêm”, “Elevada Visão (Cabeça de Mente)” e o mais recente, “Finge Que Namora”.

Foto/Divulgação

Formação Atual

Cleber de Limas (Vocal e Sopro)

Juninho Tavares (Bateria)

Lucas Rhuan Fischer (Guitarra)

André Gomes (Baixo)

 

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quarta-feira, 14 de abril de 2021

Buzzard: A reclusão e a melancolia são evidenciadas em “Mantis”, seu novo videoclipe

O duo brusquense de Stoner/Doom,  Buzzard divulgou no dia 02 de abril, seu primeiro trabalho, o videoclipe da canção “Mantis”. O mesmo foi desenvolvido pela produtora audiovisual, PULSO, de Florianópolis.

Intensa, carregada e sinestésica, a música é recheada de momentos de tensão, com alternâncias entre sua sonoridade, atingindo assim, o clímax, em takes do instrumental, do qual complementa junto à composição ao ingressar em uma psicodelia, num mundo místico, cheio de incertezas.

O vídeo nos prende, exercita nosso poder de interpretação e emerge em uma atmosfera, instigante, incômoda, nova, sugestiva e totalmente influenciada pelo significado da denominação “Mantis” (alusão ao louva-deus, praying mantis). Ao passo de cada riff, seja dos mais rápidos ou lentos, a justaposição das imagens e dos cortes se destaca, pois, os elementos evidenciados no clipe, submergem à pura melancolia e em partes, pela reclusão.

Foto/Divulgação

Recentemente, o duo composto por Suyanne Gonçalves (Bateria e Voz) e André Leoni (Baixo e Voz) difundiu o seu primeiro Ep, trata-se de “Eye Of The Sun”, que possui quatro faixas e foi congratulado por ser um dos escolhidos, para o recurso de apoio cultural Aldir Blanc.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Raging War: Banda anuncia guitarrista Rafael Zang (Ex Mastervoid e Juggernaut)


A Urussanga Rock Music começou uma parceria com a VP Produtora. O projeto consiste em divulgar matérias e notícias sobre bandas que compõem o cenário do Metal brasileiro.


E para iniciar as postagens, a banda de Thrash Metal Raging War da cidade de Brusque - SC, anunciou essa semana seu novo guitarrista, confira o post oficial na fanpage da banda:


"Salve thrashers! Esta é a nova formação da Raging War, com Rafael Zang (ex-Juggernaut, ex-Mastervoid) na Guitarra! Sua estréia nos palcos será no próximo Otacílio Rock Fest em 15/02 às 22:30h. Aguardamos vocês lá! Stay Thrash!"

Vale ressaltar que o grupo irá se apresentar em fevereiro no 13° Otacílio Rock Festival, evento tradicional na cidade de Otacílio Costa- SC. 

Instagram: @ragingwarofficial




domingo, 16 de dezembro de 2018

Raging War: A Coesão e Técnica do Thrash Metal Catarinense

Há um ano, alguns amigos se reuniram para firmar uma parceria e criar uma nova banda. E das cinzas da renomada Monster Of Truck surgiu a Raging War, um grupo com metade dos integrantes da capital catarinense e outros dois da cidade de Brusque- SC.

Os músicos através de seus conhecimentos acerca sobre Thrash Metal mesclaram influências às suas canções, referências consagradas como Slayer, Destruction, Dark Angel, The Mist, Testament, Anthrax, Death Angel e Forbidden são algumas responsáveis pelo som característico dos mesmos.

No mesmo ano de surgimento divulgaram o Live Ep contendo quatro músicas, sendo estas “Enforced System”, “Third World”, “Corroding Chemistry” e “Black Forest”. O material foi produzido de maneira independente e trouxe consigo o âmago peculiar até então conhecido pelo público, a celeridade.

No entanto, em junho de 2018 movidos pela vontade de difundir um trabalho mais conciso e completo, fora anunciada a divulgação do disco homônimo “Raging War” contendo dez faixas, com versão limitada, produzido e mixado de maneira independente e tendo arte feita por Márcio Aranha e fotos por Vanessa Boettcher.



Logo na primeira faixa, a introdutória “Prelude To War” já mesclou o estrondo e uma sinfonia ao término da mesma fazendo a conexão com “Strength For Better Days”. Essa, por conseguinte traz um instrumental mais cadenciado personificado através da sincronia entre guitarra e bateria em grande parte da música, além do solo descomunal no final. A composição ressalta traços da urbanização desenfreada como consequência da violência, pobreza, individualismo e pressa.

A terceira canção “Third World” é o reflexo do subdesenvolvimento. Um país emergente que não respeita a liberdade, não preserva a fauna e flora e vive a dependência dos exploradores mundiais. A sonoridade caminha por riffs agressivos e rápidos.

“Enforced System” ingressa de forma mais harmônica e depois de um gutural grave alterna a um instrumental encorpado e cru com vocais explícitos rasgados nos refrães. A música fala sobre a ganância e ambição pelo dinheiro, o resultado dessas escolhas.

A quinta canção gradativamente se torna o carro-chefe dos músicos. “The Meaning” possui um videoclipe com quase 3.000 visualizações no YouTube. É a mais técnica do material, possui sonoridade ímpar e sólida com um solo ágil e pela intensidade do refrão faz com que quem a ouça, acabe por cantar os trechos “What’s The Meaning of Real Love?, What’s The Meaning Of Real Hate...”. A letra ressalta a forma como as pessoas propagam o ódio às outras e qual o real significado disso. Será que uma escultura de barro é mais importante que a vida humana?



A potencialidade e brutalidade de riffs são facilmente encontradas na faixa “Hell On Earth”. A mesma é uma metáfora aos dias atuais e retrata toda a intolerância, intransigência e opressão gerenciadas por uma geração massiva que não consegue ter o viés crítico e indagativo.

Com um solo desolador e um instrumental célere, “Black Forest” é uma das mais preciosas do full length. A faixa expõe traços da floresta negras que carrega consigo animais que vivem à beira dos seus nevoeiros e que se moldam as leis e formas da natureza.

Quando um petardo sonoro toma conta dos seus ouvidos, você não consegue negar ou deixar de ouvir. “Corroding Chemistry” tem esse poder, pois a cada baquetada de Roberto Barth e solos de Wellington Oliveira faz com que o caos tome conta do instrumental. Já a composição, exibe perspectivas e pré-julgamentos através de uma vida de sorrisos falsos. Ou seja, ela mostra as atitudes de algumas pessoas tóxicas com que temos que conviver rotineiramente.

“Entrails Of A Corrupted Mind” é mais um destaque no disco, ela é marcada pelos backing vocals de Ricardo Lima e pelos vocais firmes e sólidos de Rudi Vetter. Ela entra num solo longo e totalmente agressivos e perambula por riffs rápidos e intensos. A letra cria uma conexão entre o capitalismo e suas mazelas com o egoísmo e com a concupiscência do ser humano.

Encerrando o álbum, “Bastard Dogs” finaliza-o de maneira com que fica o “gostinho de quero-mais”. A técnica e a sincronia são vívidas na canção, o refrão é forte e expressivo e a sonoridade busca o resultado final que seria, peso somado a melodia potencial. Ela diretamente retrata sobre religião e poder, e o efeito que os mesmos produzem. O terror, a insanidade e o desespero causado pela dogmática religiosa.

Formação Atual:
Rudi Vetter (Vocal)
Ricardo Lima (Baixo e Backing Vocal)
Roberto Barth (Bateria)
Wellington Oliveira (Guitarra)

Plataformas Virtuais:
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCz0LnWkQ7MXp33c3y0YIg0A/featured

domingo, 10 de setembro de 2017

Morenas Azuis: Power Trio relembra as raízes do Rock n Roll

De Brusque, capital catarinense das malhas surgiu em 2013 um grupo formado por três amigos, Lucas Rhuan (Guitarra e Voz), Pio (Baixo e Voz) e Renan (Bateria e Voz) onde mutuamente tinham um gosto em comum, o amor pela música.



Para a criação do projeto, as principais influências  musicais foram Nirvana, Bad Religion, Los Hermanos, Green Day, Ramones entre outras.

A designação Morenas Azuis se deu através da referência Ramones, o que pode ser considerado um anagrama complementado à capa dos discos do grupo. 



Um ano depois do surgimento, munidos para divulgar seus respectivos sons autorais, os brusquenses divulgaram o primeiro material, o álbum homônimo “Morenas Azuis” que conta com oito faixas, sendo elas, “Toda Noite”, “Nada a Perder”, “Sala de Estar”, “Óbvio”, “É o Que Eu Digo”, “Disfarce”, “Sortudo” e “O Preço”. O trabalho foi gravado por Davi Pacote no Hill Valley Studio em Porto Alegre – RS e angariou muitas críticas positivas em relação ao novo nome no rock catarinense autoral.



Entre 2014 e 2015 os músicos divulgaram dois videoclipes. A primeira da música “Sortudo” que traz um instrumental cadenciado e riffs bem trabalhados. A letra possui resquícios de coragem, intrepidez ao buscar o objetivo principal. Ela já obtém 3700 exibições no YouTube.



A segunda canção “Óbvio” também é inclusa no primeiro full length. A sonoridade mescla o rock n roll, partes blueseiras e rockabilly personificados em riffs rápidos e elétricos. O clipe expõe uma situação cotidiana o qual o personagem principal se encontra em momentos desventurados que chegam a ser cômicos. O vídeo possui 1800 visualizações no YouTube.



Em 2016 a banda difundiu mais um videoclipe, trata-se da música “Gente” que estabiliza um ritmo diferente com referências de Ska e Indie, nela participaram os músicos Alex Sandro Cezar (Trompete) e Paulo Jeske Junior (Trombone). A sonoridade dançante complementa a composição que mostra tipos diversificados de pessoas e seus hábitos.



No mesmo ano, o segundo álbum do grupo “Tudo Pela Social” fora lançado. O disco conta com nove faixas, “Quem Sou?”, “Gente”, “Círculos”, “Medo de Mim”, “O que?”, “Vai a Vida”, “Pátria Armada”, “Anseios” e “Cuidado”. O mesmo teve a produção de Davi Pacote e foi novamente gravado no Hill Valley Studio e também Music Box Studio, ambos na cidade de Porto Alegre – RS.



Recentemente, o grupo caiu na estrada pela terceira vez em sua turnê “Pampa Rock Tour”, o qual passou por diversas cidades do Sul do estado e na Grande Porto Alegre. Todavia, para a divulgação, a Morenas Azuis aproveitou para gravar um EP, previsto para ser lançado ainda nesse ano juntamente com o quarto videoclipe.

Formação:
Lucas Rhuan (Voz e Guitarra)
Pio (Baixo e Voz)
Renan (Bateria e Voz)

Plataformas Virtuais:
Spotify: https://open.spotify.com/artist/5TF1AB1O9JKtx9ErilXb8u

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Ruínas de Sade

Da capital nacional têxtil surge a Ruínas de Sade!



O grupo fora formado no município de Brusque no ano de 2013 com o propósito de fazer um rock progressivo. Aos poucos o ideal da banda foi mudando e com isso em 2015 resolveram modificar a designação até então intitulada Epitáfio da Lua para o nome atual, Ruínas De Sade. O estilo do grupo foi transferido para o Stoner Doom, donde é melhor caracterizado pela personalidade dos  integrantes.

O nome um tanto incomum deu-se através da criatividade dos membros da banda. Pois a palavra “Sade” remete a  Marquês de Sade, um escritor e aristocrata francês lembrado por suas ideologias fortes e libertinas que perante a época do forte conservadorismo, se destacaram pela audácia no pensamentos. Exatamente devido a isto, os músicos acharam interessante retratar, porém o “Ruínas” seria a melhor definição em português para a palavra “Doom”.

As influências dos músicos são Stoned Jesus, King Crimson, Camel, Pink Floyd, Jimi Hendrix, Black Sabbath, Sleep, Electric Wizard, Belzebong, Weedruid, Bongripper, Saint Vitus, Windhand e Monolord.

Em março de 2016 o grupo divulgou seu primeiro Ep, o homônimo “Ruínas De Sade”. A demo conta com três músicas, “Funeral Do Sol”, “Divindade Abissal” e “Cadáver da Terra”. A primeira faixa, “Funeral do Sol” trata sobre zumbis. “Divindade Abissal”, retrata os sentimentos dos navegadores ao adentrar no mar no séc XV e XVI complementado ao livro Cthulhu de Lovecraft. A última canção “Cadáver da Terra” é intimamente ligada a questões existenciais de maneira filosófica. O disco inteiro traz uma harmônica sinestesia em torno de seus 30 minutos de duração. Instrumentais bem definidos, com uma grande técnica e um entrosamento atípico.  O Álbum fora produzido de maneira independente e obteve uma grande visibilidade pelos críticos e apreciadores do estilo.



Posteriormente ao primeiro trabalho lançado, a Ruínas de Sade assinou com dois grandes selos, sendo Swamp Metal Records da Geórgia permitindo a difusão do álbum em CD e K7, e o South American Sludge da Argentina.

O grupo possui um videoclipe da música “Funeral do Sol”, onde traz cenas do filme épico "Night of the Living Dead" (1968) casando muito bem com a abordagem da canção. O vídeo possui 900 visualizações no YouTube.



Atualmente a banda está em desenvolvimento do primeiro full length, que será denominado “Herbonauts Of Southern Pacific”, que será completamente em inglês e aproximadamente poderá possuir ao entorno de 50 min. Aos poucos o esqueleto das canções está sendo criado e o álbum não tem prazo para o lançamento.

A formação atual do grupo é Hugo Grubert (Vocal), Vitor “Bob” Zen (Guitarra), Paulo Machado (Baixo) e Carlos “Molly” Civinski (Bateria).



A agenda da banda:
Dia 11/10 no Abraxas Fest em Florianópolis-SC.
Dia 11 a 14/11 no Festival Não Vai Ter Coca em Brusque-SC.

Os músicos têm um recado:
“Acompanhem aí o blog que os bichos fazem, pois, o trampo está foda e ajuda muito no under catarinense! Acompanhem a banda no Facebook para irem aos shows, ouvirem os álbuns, comprarem o álbum, baixarem, piratearem, tudo kkkk E esperem mais novidades do Ruínas para ano que vem e mais umas datas até final do ano hehehe”.

As plataformas virtuais estão abaixo:






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