No último sábado (27), a cantora brusquense, Isis Blue difundiu seu novo videoclipe, trata-se da canção “Tímida Demais”. Este é o segundo audiovisual da musicista, uma vez que há seis meses, ela divulgou uma releitura do clássico, “Nada Por Mim”, da banda Kid Abelha.
O projeto do novo clipe recebeu o patrocínio da Prefeitura Municipal de Brusque por meio da Fundação Cultural do município com recursos do Fundo Municipal de Apoio à Cultura. A temática central do vídeo traz o contraste da menina tímida com uma personagem que personifica a autoconfiança através de sua performance em um ensaio por meio de um plano único.
A canção é cadenciada, lenta e exibe uma miscelânea de estilos, desde o Rock, o Blues, R&B, Jazz, MPB e Shoegaze. A cantora de 22 anos ainda se inspirou no retrô, na ambientação vintage e nos takes das imagens que remetem ao fim dos anos 90, início dos anos 2000. A letra esboça desilusões amorosas, sensações confusas que são complementadas por meio da timidez.
Os músicos brusquenses da banda de Rock Progressivo, Lost
Pines, divulgaram na última sexta-feira (15) o videoclipe da música “The Rope”,
que foi lançado juntamente com o single.
O vídeo possui uma imagem retrô que contrasta com a sua
temática atual, o trabalho estressante, o cotidiano entediante e a pressa do
dia a dia. O vídeo é seguido pelo rompimento dessa realidade por parte do
protagonista e as consequências dela.
A letra também reflete essa temática, narrando sentimentos
de solidão através da sonoridade, que lembra o Rock Alternativo do início dos
anos 2000, combinado com riffs que nos remetem a música Progressiva.
O single é parte do primeiro álbum de estúdio da banda,
“Apotheosis”, que ainda não tem data de lançamento. A gravação e produção de
áudio foi feita no Tobias Blues Studios, enquanto a direção do vídeo ficou por
conta de Victor Bigliardi.
No dia 28 de março, a banda brusquense Etílicos e Sedentos,
lançou o videoclipe de “Finge que Namora”. O audiovisual partiu de um projeto
viabilizado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.
O clipe foi gravado em um único plano e exibe um casal
discutindo todos os problemas conjugais, comportamentais e existenciais através
de um diálogo que ao término da canção, se transforma em monólogo de fim de
relacionamento. A música traz um instrumental simples, cadenciado e remetendo
ao Rock n Roll.
Sobre a banda
A Etílicos e Sedentos é um dos principais nomes do Rock n
Roll brusquense. Em sua discorafia, o grupo possui oito materiais, divididos
entre singles, coletâneas, compilações, acusticos e full length. A banda também
investe no audiovisual, já que carrega vários videoclipes, como “Bem Que Minha Mãe Me Disse”, “Eles Vêm”, “Elevada Visão (Cabeça de Mente)” e o mais recente, “Finge Que Namora”.
O duo brusquense de Stoner/Doom, Buzzard divulgou no dia 02 de abril, seu
primeiro trabalho, o videoclipe da canção “Mantis”. O mesmo foi desenvolvido
pela produtora audiovisual, PULSO, de Florianópolis.
Intensa, carregada e sinestésica, a música é recheada de
momentos de tensão, com alternâncias entre sua sonoridade, atingindo assim, o clímax,
em takes do instrumental, do qual complementa junto à composição ao ingressar
em uma psicodelia, num mundo místico, cheio de incertezas.
O vídeo nos prende, exercita nosso poder de interpretação e
emerge em uma atmosfera, instigante, incômoda, nova, sugestiva e totalmente
influenciada pelo significado da denominação “Mantis” (alusão ao louva-deus,
praying mantis). Ao passo de cada riff, seja dos mais rápidos ou lentos, a
justaposição das imagens e dos cortes se destaca, pois, os elementos evidenciados
no clipe, submergem à pura melancolia e em partes, pela reclusão.
Foto/Divulgação
Recentemente, o duo composto por Suyanne Gonçalves (Bateria
e Voz) e André Leoni (Baixo e Voz) difundiu o seu primeiro Ep, trata-se de “Eye
Of The Sun”, que possui quatro faixas e foi congratulado por ser um dos
escolhidos, para o recurso de apoio cultural Aldir Blanc.
A Urussanga Rock Music começou
uma parceria com a VP Produtora. O projeto consiste em divulgar matérias e
notícias sobre bandas que compõem o cenário do Metal brasileiro.
E para iniciar as postagens, a banda de Thrash Metal Raging
War da cidade de Brusque - SC, anunciou essa semana seu novo guitarrista,
confira o post oficial na fanpage da banda:
"Salve thrashers! Esta é
a nova formação da Raging War, com Rafael Zang (ex-Juggernaut, ex-Mastervoid)
na Guitarra! Sua estréia nos palcos será no próximo Otacílio Rock Fest em 15/02
às 22:30h. Aguardamos vocês lá! Stay Thrash!"
Vale ressaltar que o grupo irá se apresentar em fevereiro no 13° Otacílio Rock Festival, evento tradicional na cidade de Otacílio Costa- SC.
Há um ano, alguns amigos se
reuniram para firmar uma parceria e criar uma nova banda. E das cinzas da
renomada Monster Of Truck surgiu a Raging War, um grupo com metade dos
integrantes da capital catarinense e outros dois da cidade de Brusque- SC.
Os músicos através de seus
conhecimentos acerca sobre Thrash Metal mesclaram influências às suas canções,
referências consagradas como Slayer, Destruction, Dark Angel, The Mist, Testament,
Anthrax, Death Angel e Forbidden são algumas responsáveis pelo som
característico dos mesmos.
No mesmo ano de surgimento
divulgaram o Live Ep contendo quatro músicas, sendo estas “Enforced System”, “Third
World”, “Corroding Chemistry” e “Black Forest”. O material foi produzido de
maneira independente e trouxe consigo o âmago peculiar até então conhecido pelo
público, a celeridade.
No entanto, em junho de 2018
movidos pela vontade de difundir um trabalho mais conciso e completo, fora
anunciada a divulgação do disco homônimo “Raging War” contendo dez faixas, com
versão limitada, produzido e mixado de maneira independente e tendo arte feita
por Márcio Aranha e fotos por Vanessa Boettcher.
Logo na primeira faixa, a
introdutória “Prelude To War” já mesclou o estrondo e uma sinfonia ao término
da mesma fazendo a conexão com “Strength For Better Days”. Essa, por
conseguinte traz um instrumental mais cadenciado personificado através da
sincronia entre guitarra e bateria em grande parte da música, além do solo
descomunal no final. A composição ressalta traços da urbanização desenfreada
como consequência da violência, pobreza, individualismo e pressa.
A terceira canção “Third World”
é o reflexo do subdesenvolvimento. Um país emergente que não respeita a
liberdade, não preserva a fauna e flora e vive a dependência dos exploradores
mundiais. A sonoridade caminha por riffs agressivos e rápidos.
“Enforced System” ingressa de
forma mais harmônica e depois de um gutural grave alterna a um instrumental
encorpado e cru com vocais explícitos rasgados nos refrães. A música fala sobre
a ganância e ambição pelo dinheiro, o resultado dessas escolhas.
A quinta canção gradativamente
se torna o carro-chefe dos músicos. “The Meaning” possui um videoclipe com quase
3.000 visualizações no YouTube. É a mais técnica do material, possui sonoridade
ímpar e sólida com um solo ágil e pela intensidade do refrão faz com que quem a
ouça, acabe por cantar os trechos “What’s The Meaning of Real Love?, What’s The
Meaning Of Real Hate...”. A letra ressalta a forma como as pessoas propagam o
ódio às outras e qual o real significado disso. Será que uma escultura de barro
é mais importante que a vida humana?
A potencialidade e brutalidade
de riffs são facilmente encontradas na faixa “Hell On Earth”. A mesma é uma
metáfora aos dias atuais e retrata toda a intolerância, intransigência e
opressão gerenciadas por uma geração massiva que não consegue ter o viés
crítico e indagativo.
Com um solo desolador e um
instrumental célere, “Black Forest” é uma das mais preciosas do full length. A
faixa expõe traços da floresta negras que carrega consigo animais que vivem à
beira dos seus nevoeiros e que se moldam as leis e formas da natureza.
Quando um petardo sonoro toma
conta dos seus ouvidos, você não consegue negar ou deixar de ouvir. “Corroding
Chemistry” tem esse poder, pois a cada baquetada de Roberto Barth e solos de
Wellington Oliveira faz com que o caos tome conta do instrumental. Já a
composição, exibe perspectivas e pré-julgamentos através de uma vida de
sorrisos falsos. Ou seja, ela mostra as atitudes de algumas pessoas tóxicas com
que temos que conviver rotineiramente.
“Entrails Of A Corrupted Mind”
é mais um destaque no disco, ela é marcada pelos backing vocals de Ricardo Lima
e pelos vocais firmes e sólidos de Rudi Vetter. Ela entra num solo longo e
totalmente agressivos e perambula por riffs rápidos e intensos. A letra cria
uma conexão entre o capitalismo e suas mazelas com o egoísmo e com a concupiscência
do ser humano.
Encerrando o álbum, “Bastard
Dogs” finaliza-o de maneira com que fica o “gostinho de quero-mais”. A técnica
e a sincronia são vívidas na canção, o refrão é forte e expressivo e a
sonoridade busca o resultado final que seria, peso somado a melodia potencial.
Ela diretamente retrata sobre religião e poder, e o efeito que os mesmos
produzem. O terror, a insanidade e o desespero causado pela dogmática
religiosa.
De Brusque,
capital catarinense das malhas surgiu em 2013 um grupo formado por três amigos,
Lucas Rhuan (Guitarra e Voz), Pio (Baixo e Voz) e Renan (Bateria e Voz) onde
mutuamente tinham um gosto em comum, o amor pela música.
Para a criação
do projeto, as principais influências musicais foram Nirvana, Bad
Religion, Los Hermanos, Green Day, Ramones entre outras.
A designação Morenas Azuis se deu através da referência Ramones, o que pode ser considerado um anagrama complementado à capa dos discos do grupo.
Um ano depois do surgimento, munidos para divulgar seus respectivos sons autorais, os brusquenses divulgaram
o primeiro material, o álbum homônimo “Morenas Azuis” que conta com oito
faixas, sendo elas, “Toda Noite”, “Nada a Perder”, “Sala de Estar”, “Óbvio”, “É
o Que Eu Digo”, “Disfarce”, “Sortudo” e “O Preço”. O trabalho foi gravado por
Davi Pacote no Hill Valley Studio em Porto Alegre – RS e angariou muitas
críticas positivas em relação ao novo nome no rock catarinense autoral.
Entre 2014 e
2015 os músicos divulgaram dois videoclipes. A primeira da música “Sortudo” que
traz um instrumental cadenciado e riffs bem trabalhados. A letra possui resquícios
de coragem, intrepidez ao buscar o objetivo principal. Ela já obtém 3700
exibições no YouTube.
A segunda
canção “Óbvio” também é inclusa no primeiro full length. A sonoridade mescla o
rock n roll, partes blueseiras e rockabilly personificados em riffs rápidos e
elétricos. O clipe expõe uma situação cotidiana o qual o personagem principal
se encontra em momentos desventurados que chegam a ser cômicos. O vídeo possui
1800 visualizações no YouTube.
Em 2016 a banda
difundiu mais um videoclipe, trata-se da música “Gente” que estabiliza um ritmo
diferente com referências de Ska e Indie, nela participaram os músicos Alex
Sandro Cezar (Trompete) e Paulo Jeske Junior (Trombone). A sonoridade dançante
complementa a composição que mostra tipos diversificados de pessoas e seus
hábitos.
No mesmo ano, o
segundo álbum do grupo “Tudo Pela Social” fora lançado. O disco conta com nove faixas, “Quem Sou?”, “Gente”,
“Círculos”, “Medo de Mim”, “O que?”, “Vai a Vida”, “Pátria Armada”, “Anseios” e
“Cuidado”. O mesmo teve a produção de Davi Pacote e foi novamente gravado no
Hill Valley Studio e também Music Box Studio, ambos na cidade de Porto Alegre –
RS.
Recentemente, o
grupo caiu na estrada pela terceira vez em sua turnê “Pampa Rock Tour”, o qual
passou por diversas cidades do Sul do estado e na Grande Porto Alegre. Todavia,
para a divulgação, a Morenas Azuis aproveitou para gravar um EP, previsto para
ser lançado ainda nesse ano juntamente com o quarto videoclipe.
Da capital
nacional têxtil surge a Ruínas de Sade!
O grupo fora
formado no município de Brusque no ano de 2013 com o propósito de fazer um rock
progressivo. Aos poucos o ideal da banda foi mudando e com isso em 2015 resolveram
modificar a designação até então intitulada Epitáfio da Lua para o nome atual,
Ruínas De Sade. O estilo do grupo foi transferido para o Stoner Doom, donde é melhor caracterizado pela personalidade dos integrantes.
O nome um tanto
incomum deu-se através da criatividade dos membros da banda. Pois a palavra “Sade”
remete a Marquês de Sade, um escritor e aristocrata francês lembrado por suas
ideologias fortes e libertinas que perante a época do forte conservadorismo, se
destacaram pela audácia no pensamentos. Exatamente devido a isto, os músicos acharam interessante
retratar, porém o “Ruínas” seria a melhor definição em português para a palavra
“Doom”.
As influências
dos músicos são Stoned Jesus, King Crimson, Camel, Pink Floyd, Jimi Hendrix,
Black Sabbath, Sleep, Electric Wizard, Belzebong, Weedruid, Bongripper, Saint
Vitus, Windhand e Monolord.
Em março de
2016 o grupo divulgou seu primeiro Ep, o homônimo “Ruínas De Sade”. A demo
conta com três músicas, “Funeral Do Sol”, “Divindade Abissal” e “Cadáver da
Terra”. A primeira faixa, “Funeral do Sol” trata sobre zumbis. “Divindade
Abissal”, retrata os sentimentos dos navegadores ao adentrar no mar no séc XV e
XVI complementado ao livro Cthulhu de Lovecraft. A última canção “Cadáver da
Terra” é intimamente ligada a questões existenciais de maneira filosófica. O disco
inteiro traz uma harmônica sinestesia em torno de seus 30 minutos de duração.
Instrumentais bem definidos, com uma grande técnica e um entrosamento atípico. O Álbum fora produzido de maneira independente
e obteve uma grande visibilidade pelos críticos e apreciadores do estilo.
Posteriormente
ao primeiro trabalho lançado, a Ruínas de Sade assinou com dois grandes selos,
sendo Swamp Metal Records da Geórgia permitindo a difusão do álbum em CD e K7,
e o South American Sludge da Argentina.
O grupo possui um
videoclipe da música “Funeral do Sol”, onde traz cenas do filme épico "Night
of the Living Dead" (1968) casando muito bem com a abordagem da canção. O
vídeo possui 900 visualizações no YouTube.
Atualmente a
banda está em desenvolvimento do primeiro full length, que será denominado “Herbonauts
Of Southern Pacific”, que será completamente em inglês e aproximadamente poderá possuir ao entorno de 50 min. Aos
poucos o esqueleto das canções está sendo criado e o álbum não tem prazo para o
lançamento.
A formação
atual do grupo é Hugo Grubert (Vocal), Vitor “Bob” Zen (Guitarra), Paulo
Machado (Baixo) e Carlos “Molly” Civinski (Bateria).
A agenda da
banda:
Dia 11/10 no
Abraxas Fest em Florianópolis-SC.
Dia 11 a 14/11
no Festival Não Vai Ter Coca em Brusque-SC.
Os músicos têm
um recado:
“Acompanhem aí
o blog que os bichos fazem, pois, o trampo está foda e ajuda muito no under
catarinense! Acompanhem a banda no Facebook para irem aos shows, ouvirem os
álbuns, comprarem o álbum, baixarem, piratearem, tudo kkkk E esperem mais
novidades do Ruínas para ano que vem e mais umas datas até final do ano hehehe”.