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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Raging War: Banda anuncia guitarrista Rafael Zang (Ex Mastervoid e Juggernaut)


A Urussanga Rock Music começou uma parceria com a VP Produtora. O projeto consiste em divulgar matérias e notícias sobre bandas que compõem o cenário do Metal brasileiro.


E para iniciar as postagens, a banda de Thrash Metal Raging War da cidade de Brusque - SC, anunciou essa semana seu novo guitarrista, confira o post oficial na fanpage da banda:


"Salve thrashers! Esta é a nova formação da Raging War, com Rafael Zang (ex-Juggernaut, ex-Mastervoid) na Guitarra! Sua estréia nos palcos será no próximo Otacílio Rock Fest em 15/02 às 22:30h. Aguardamos vocês lá! Stay Thrash!"

Vale ressaltar que o grupo irá se apresentar em fevereiro no 13° Otacílio Rock Festival, evento tradicional na cidade de Otacílio Costa- SC. 

Instagram: @ragingwarofficial




sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Parceiros do Underground #8: Nathalia Neiva (Coletivo Brasa)

Dessa vez o Parceiros do Underground em sua oitava edição explicita um pouco da trajetória da Nathalia Neiva que é idealizadora do Coletivo Brasa, produtora independente responsável por movimentar o cenário do HC catarinense.

A designer nos contou acerca da sua trajetória no underground e sobre os novos projetos relacionados a música. 



Como foi o seu primeiro contato com o Rock/Metal?

Nathalia: Acho que foi assim como o de muita gente: família.
Lembro que eu tinha uns 7 anos quando comecei a escutar os meus primeiros “rocks”. Conheci bandas como Linkin Park e Cpm 22 (que estavam bem em alta na época) por meio de um primo mais velho. Depois do primeiro contato, nunca mais parei (risos).

Quando surgiu a ideia da criação do Coletivo Brasa?
Nathalia: Surgiu após uma proposta para armar um show do Bullet Bane (SP) há um ano. Três amigos que já haviam tido uma ou duas experiências com produção de shows, mas nunca se comprometido de fato como algo maior. Foi então que eu propus a ideia do Coletivo para meus sócios (na época), ambos toparam e seguimos com o planejamento para aquele show e para os demais que vieram a seguir.



Qual o intuito do surgimento da mídia e o procedimento de designação?
Nathalia: O Coletivo Brasa nunca foi visto como uma produtora de fato, tanto que trabalhamos sem fins lucrativos. O intuito do surgimento e o principal motivo de existência é a possibilidade de nos integrar e nos conectar com a cena independente e autoral brasileira, de maneira que pudessemos formar uma teia de relações com amigos, bandas, estúdios, casas de show e artistas em geral. Como nossa visão sempre foi muito fraternal, tudo foi fluindo de forma natural.

Quais as principais matérias que destacaria como as melhores?
Nathalia: Todas as experiências que eu tive por meio do Coletivo Brasa foram fantásticas, mas é claro que conforme o tempo foi passando as coisas iam melhorando de forma gradual. Acho que o grande marco foi o começo deste ano, onde realizamos, ao lado do amigo Felipe Conrad (Porão do Som), o “Hardcore Is Back 5”. A partir deste evento nossa visibilidade e nossa maneira de pensar/agir foi se tornando cada vez mais profissional. Começamos a acreditar de verdade que o tempo investido em nossos sonhos nos levaria a algum lugar.
Mas acredito que tudo começou a vingar de fato no segundo semestre de 2018, quando fechamos parceria com o O’brien’s Irish Pub de Balneário Camboriú. Lá já realizamos eventos inesquecíveis: Bullet Bane (SP), Menores Atos (RJ), End of Pipe (SC) + Bizibeize (SC) e a incrível 1ª edição do Festival de aniversário do projeto, o “Grrrls To The Front” com a participação do Miami Tiger (SP).

Como se dá o procedimento de elaboração das matérias? Há algum critério utilizado?
Nathalia: Fazemos tudo com muito amor, mas como trabalhamos sem fins lucrativos sempre optamos para eventos que sejam de total interesse nosso, envolvendo nossos gostos pessoais. Mas de qualquer maneira sempre tentamos ajudar quem nos procura. Se não conseguimos encaixar na nossa agenda, estamos sempre prontos para apoiar eventos de bandas amigas de alguma forma. Indicamos casas, realizamos divulgações em nossas mídias digitais e incentivamos a produção artística em nossa região.

O meio Rock/Metal tem certa predominância machista. Você já enfrentou algum preconceito relacionado a isso por ser mulher?
Nathalia: Particularmente não me lembro de ter enfrentado algum tipo de preconceito direto por ser mulher, na verdade comigo sempre teve muito carinho pelos amigos que fiz por meio do Coletivo Brasa. Mas, em contrapartida, sempre há o machismo indireto neste meio. Muita gente considera que se existe membro homem na equipe, supostamente é ele quem toma as frentes do projeto.

Há receptividade das bandas com o seu trabalho? Há alguma experiência negativa?
Nathalia: Desde o começo a receptividade foi enorme. Agradeço de coração por todo apoio e confiança que as bandas depositam no nosso projeto. Zero experiências negativas!

Como você enxerga o papel das mídias no cenário atual independente?
Nathalia: Eu acho de extrema importância! Nós nos criamos por meio de mídias digitais e continuamos vivos por elas. Resistimos juntos justamente pela conexão que mantemos uns com os outros virtualmente, já que não contamos mais com o apoio das grandes mídias de comunicação, como era no começo dos anos 2000. Infelizmente não existem mais espaços para as pessoas conhecerem o cenário independente de forma “mastigada” como acontecia na falecida MTV, por exemplo. Hoje as pessoas tem que procurar por isso.

Quais os novos projetos para o Coletivo Brasa?
Nathalia: Para este ano já temos confirmado:
19/10 - Hardcore Contra O Fascismo - Edição Baln. Camboriú: Bayside Kings (SP) + Fatal Blow (SC) + Ataq Coletivo (SC)

17/11 - Blackjaw (SP) + Wiseman (SP)
23/11 - Bullet Bane (SP) + Manual (SP) + Quazimorto (SC)

O cenário HC catarinense é unido?
Nathalia: Sim! Talvez um pouco espalhado, mas considero unido sim. Ao longo dessa curta jornada já conhecemos amigos que significam muito para a gente e para o projeto. Gente que agrega de uma maneira extraordinária para nossa vida profissional e só conhecemos por causa do meio. Na minha visão, é muito duro batalhar na cena sozinho. Quanto mais amizades e mais pessoas trabalhando nos mesmos ideais, melhor a caminhada. Sejamos cada vez mais Coletivo!

Cinco bandas com integrantes mulheres.
Nathalia: Vai oito!
Naome Rita (PR), Saint Pradier (SC), Ataq Coletivo (SC), Profasia (SC), Menage (SC), Miami Tiger (SP), Far From Alaska (RN), Deb and The Mentals (SP).

Cinco bandas catarinenses.
Nathalia: Bizibeize, End of Pipe, O Mundo Analógico, Quazimorto, Próspera.

Cinco festivais.
Nathalia: Hardcore is Back (SC), Oxigênio Fest (SP), Curitiba HC Fest (PR), SWU – Starts With You (SP), Rock City Festival (SC).

Em nome da Urussanga Rock Music, agradeço a disponibilidade pela entrevista. Se puder, deixe um recado para nossos leitores.
Nathalia: O que há de mais precioso nos dias em que vivemos – e, principalmente na situação política em que nos encontramos – é mostrar e sentir que ainda existem pessoas que pensam diferente. Poder construir laços com pessoas só pelo fato de compartilhar dos mesmos sentimentos é incrível. Melhor ainda é poder confiar e depositar as energias positivas em quem você chama de amigo.
A gente vive em um sistema em que o dinheiro se torna necessário sim, mas jamais podemos deixar que um pedaço de papel controle nossas vidas. A partir deste posicionamento começamos a nos questionar: Será que basta ter dinheiro?
Na minha visão, existem moedas muito mais valiosas que o dinheiro. São moedas abstratas que preenchem espaços que o dinheiro não pode comprar. E posso afirmar: não há dinheiro no mundo que pague o sentimento de fazer a diferença!

Obrigada Urussanga Rock Music pela oportunidade e pela visibilidade.
“Tamo junto!”


sábado, 10 de fevereiro de 2018

Cena Mineira: A Fúria do Underground

Nessa semana concretizamos mais uma parceria, dessa vez com o vocalista e baixista da banda Cracked Skull, Clênio Skull. O músico é colunista da mídia independente cultural Horizonte Paralelo e frequentemente estará divulgando seus textos aqui na Urussanga Rock Music. Confiram abaixo o texto escrito por ele:



Sem serem idealistas, os produtores de eventos e programas de entrevista estão fazendo acontecer. Eles não estão esperando a data ideal, o momento econômico ideal, a aceitação ideal… e estão fazendo acontecer. Sem grandes empresas por trás, sem grande mídia por trás, sem grandes selos por trás.

Nós, da banda Cracked Skull, estivemos no programa Papo Pesado, na cidade de Divinópolis/MG, no dia 20 de Janeiro, para uma entrevista, onde foi falado sobre a musicalidade da banda, sobre as ideias das letras, sobre a crítica ao conservadorismo, sobre a construção do álbum e sobre cervejas artesanal. Matheus Mihavecz e Kenderson Tadeu, fazem uma produção muito profissional e sempre focam as bandas independentes, underground e cervejas de verdade.

No dia 26 de Janeiro, a banda Cracked Skull se deslocou até a capital mineira, pra compor o cast do Circuito Panela Lisérgica, idealizado por Pedro Cataldo, que faz na raça, pouca grana e muita vontade, eventos que reúnem vários estilos de bandas autorais. O evento foi realizado na casa de shows Saramandaia, na avenida do contorno, Sta Efigênia. Local próximo à estação de metrô, de vários pontos de ônibus e muito bem localizada.

O cast contou com as bandas: Volac, Last Conscious, Scalped e Cracked Skull. O evento foi uma mistura de vários estilos do gênero Metal. Volac mandou um Black Metal direto, com timbres de guitarras ligadas no distortion no talo, vocal estilo black metal finlandês e bateria na metranca.

Cracked Skull mandou um Death/Thrash cadenciado, com vários arranjos na guitarra, bateria em contra tempos, hora rápida, hora em levadas compassadas e rica em arranjos nos pratos. O baixo é na palhetada, no ritmo dos quiques dos bumbos. Vocal gutural, com timbre cavernoso e furioso. O público agitava nos compassos cadenciados de forma insana. A banda está na estrada divulgando o disco Social Disruption, disco que clama a ruptura social, que trata do materialismo histórico, da dialética, da tragédia humana resultante entre as relações de força, entre dominados e dominantes.

Scalped, mandou um Death brutal, bateria acelerada, em alto volume, com um timbre de caixa impecável, fez a galera bater cabeça freneticamente. Com uma guitarra falando alto, em rifes matadores, solos bem harmônicos, o ritmo era sempre acelerado. O baixo da banda, desenha escalas agressivas e segura o grave de forma magistral. O vocal é impressionante, muitas variações de gutural, com sons que saem das entranhas e expressa bem a fúria do Scalped. A banda está divulgando o recém lançado Álbum Synchronicity of Autophagic Hedonism. O álbum é a expressão do caos político- social vivido no Brasil, a capa e contra capa expressam muito bem a sonoridade do disco divulgado no Panela Lisérgica.

Last Conscious me fez lembrar as levadas Thrash do antigo Entombed. A banda fechou a noite do Saramandaia e fez a galera já bêbada, cansada, com dores pelo corpo dos Mosh anteriores, agitar ainda mais, pois a levada da bateria é contagiante, incita o bate cabeça e rodas de mosh. O vocal é cavernoso, denso, no velho estilo Death Metal Old School. Guitarras com um timbre muito agressivos, seco e drive no talo, o baixo ainda fez uma boa cobertura com graves por trás dessas duas metralhadoras. A banda está divulgando seu EP Damn thoughts de 2017.

A cena vive, ferve, e a noite está sendo pequena nesses eventos independentes. Muitos amigos se encontram ali nos eventos underground, pra curtir, beber e dar aquela relaxada. É uma luta constante pra resistir a todas as dificuldades que a música independente underground vive. O final de noite é uma mistura de realização, de dever cumprido, com embriaguez, felicidade e longos papos de novas e velhas amizades que se encontram pra fazer ou curtir música sincera.

Clênio Skull- vocalista e baixista da banda Cracked Skull.

Matéria publicada no site independente horizonte paralelo.



quinta-feira, 25 de maio de 2017

13 anos A Hora Hard

13 anos difundindo o underground



Em 25 de maio de 2004 estreava na Radio DCE Unesc, um programa de propagação da música independente regional. Sete anos depois do surgimento, obteve programas gravados em HD e postados no YouTube

Em seus programas eram entrevistados integrantes de bandas, organizadores de eventos, mídias independente e apoiadores da cena. As apresentações sempre em tom humorístico, jornalístico, musical, indagador e de aprendizagem. Sintonizávamos e sempre podíamos obter mais conhecimento, interagir com os entrevistados e depois conferir novamente em uma plataforma virtual. Destaque para o Baú do gato, para as notícias bizarras ao longo do mundo, e pela irreverência, espontaneidade, suporte e dedicação do Daniel Russo Teixeira. Às vezes o Maragato (Mauricio Zanoni) nas câmeras, a Daisa TJ tímida nas mídias digitais e nos comentários dinâmicos de Mariana Matsuoka e Marcelo Rosseto, foi assim que o nome A Hora Hard ficou enraizado.

A Parceria da Urussanga Rock Music com a A Hora Hard é desde 2013, firmamos um elo de divulgações e apoios à nossa música regional, e onde nos encontrávamos fazíamos aquela festa, troca de materiais, de matérias, várias cervejas, muitas conversas e sempre munidos para fazer mais ainda pelo rock sul catarinense. Despedida da Umseteuns no Ventuno, foi uma homenagem mútua entre o Russo e eu, Lê Benincá e companhia, nem esperavam pelas palavras sinceras, honestas e que personificou toda a trajetória do grupo. Outros eventos também ganham destaque como o Leopoldo e Valéria abrindo para o Velhas Virgens, o Grito Rock Criciúma 2014 no Go Park, principalmente o A Hora Hard 10 anos que auxiliamos o Daniel no evento com difusões e na organização. Houveram mais eventos, mas destes eu friso como os mais cruciais da URM com AHH.  

Não vamos destacar uma banda em particular, tanto que não seria justo com as outras. Todavia,foram dezenas de bandas que já passaram pela A Hora Hard, bandas de todo o Brasil, nos mais variados estilos, nunca segregando as vertentes.

O comprometimento, dedicação e humildade são peculiaridades do fundador e idealizador, que sempre possuiu empatia com os grupos autorais iniciantes e respeito com as bandas que já tem seu nome no cenário catarinense.  As três coletâneas lançadas expressam o amor que Russo tem à cultura underground, diversificados grupos onde alguns não tinham plataformas para expor seus trabalhos, isso foi um sustentáculo em relação ao marketing dos materiais das bandas.

O futuro é prospero, e como atualmente, vocês possuem um apreço significativo em todos os cantos do Brasil, em todos os estados do sul, e pelo que vi em todos os festivais catarinenses, do HC ao Black Metal, todos tem um imenso carinho e admiração pela garra, coragem e determinação. Que voltem os programas de rádio para encher-nos de conhecimento e sabedoria em relação ao cenário.


Para a Hora Hard, a equipe Urussanga Rock Music deseja um feliz aniversário, com muitas cervejas, matérias e publicações, todo o sucesso do mundo para vocês que são a maior inspiração para o desenvolvimento do nosso projeto. Hoje estamos em Lages, e aqui carece de mídias, então desse jeito fazendo referência a vocês, vamos tentar construir esse elo de união entre os grupos e revolucionar o cenário lageano e, claro, de todo o Brasil. Por isso, ficamos a disposição para quaisquer inovações e suporte. Como vocês sempre expuseram em seu slogan, “Atitude para viver! Viver e morrer para o cenário underground, entrevistando e valorizando o que é daqui”. 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Nova Parceria- Rock N' Show Station


Além da parceria com A Hora Hard e da Roadie Metal, firmamos mais um apoio para o Underground Catarinense, uma vez que o Programa Rock N' Show apresentado pelo André Cardozo que vai ao ar  pelo Canal 19 ganhará mais uma plataforma de comunicação que será a rádio online.

E  nós da Urussanga Rock Music auxiliaremos o André em seu trabalho contribuindo com matérias e novidades do rock/metal catarinense autoral. Ele irá expor em uma aba no site e poderá ser acessado pelos amantes da música de nosso estado. 


Com certeza será uma grande parceria, dividiremos conhecimento, os atualizaremos em relação à Cena e manteremos viva a chama do Rock N’ Roll. 

Abaixo está o link da Rock n' Show Station:

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Programa Rock Na Cabeça

Hoje postaremos sobre um dos apoiadores da Cena e do Rock Autoral!



O Programa Rock Na Cabeça surgiu no ano de 2005 a partir de uma ideia de Deivid Mariano ao realizar um tributo ao Queen em uma rádio do bairro Michel em Criciúma. Devido à enorme quantidade de pedidos fora convidado a participar de um programa de rádio.

Gradativamente o programa foi crescendo e devido a divulgação em redes sociais e informalmente conseguiu se instabilizar como uma das maiores plataformas do rock no sul catarinense.

Atualmente o Programa Rock Na Cabeça está com uma rádio na Web, onde se tornou mais fácil a difusão do trabalho e atender os pedidos dos ouvintes. Salienta-se ainda os novos projetos, que são auxiliar à promoção de eventos, acompanhar os mesmos e fazer sorteios como ocorreu no Commando Metal Fest onde sortearam alguns ingressos. Futuramente pretendem lançar camisetas do programa.

As influências musicais do locutor Deivid Mariano são Rush, The Smiths, The Beatles, Nightwish, Engenheiros Do Hawaii, Rolling Stones, Franz Ferdinand, New Order e o Rock Oitentista.

Mas claro existem mídias apoiadoras do programa, como A Hora Hard, Vinyl Rock Club Urussanga, O Subsolo e Mattei Comunicação Visual.

Você pode sintonizar o programa e pedir seu som, todas as quintas das 22:30 às 01:00, sendo que cada programa conta com a participação de Daniel Teixeira(Russo), onde divulga sobre a Cena Criciúmense. E ainda vale destacar que a cada início de mês, nós da Urussanga Rock Music expomos sobre nossas matérias e eventos.

O Programa Rock Na Cabeça deixa a seguinte mensagem:
“Quero agradecer a galera que sempre nos apoia, galera que sempre posta foto com nossa marca bebendo uma cerveja, é sinal que estão curtindo muito. A Todos os apoiadores e principalmente aos ouvintes e às bandas independentes juntamente com A Hora Hard, vamos fazer com que as pessoas gostem ainda mais de Rock, e possam ouvir músicas com qualidade sem medo. ”


Abaixo estão as mídias sociais:




terça-feira, 24 de maio de 2016

25/05/2016: A Hora Hard 12 Anos

O programa iniciou seus trabalhos na rádio Dce-Unesc 95.5 Fm em 25/05/2004. Dentro da UNESC no espaço do DCE o programa por muitos anos permaneceu no anonimato. Em 2011 teve seus programas semanais gravados em hd e postado no www.youtube.com/ahorahard e assim ampliando ainda mais sua rede de ouvintes, estes muitos já amigos mais que desconheciam por falta de propaganda. Ganhou esta nomenclatura, pois o gênero musical escolhido como cerne seria o Hardcorepunk/hardrock.

Com programas semanais com uma hora de duração o programa ganhou ouvintes (estes assíduos amigos) rapidamente, que sentiam carência de ouvir determinadas bandas no rádio. Com o auxilio de dois ajudantes, um tocador de cd, três microfones, um computador com internet e um espaço muito reduzido o programa terminou o ano de 2004.
De 2005 a 2006 várias tentativas de inserção de quadros, vinhetas, participações de bandas e aumento de ouvintes não resultaram em muita diferença.
A partir de 2007, um pouco mais maduro e com integrantes de bandas conhecidos nos shows undergrounds de Criciúma e região nasceu a ideologia do programa: “Atitude para viver! Viver e morrer para o cenário underground, entrevistando e valorizando o que é daqui”. Ainda em 2007 as primeiras entrevistas ao vivo foram realizadas, já no novo e atual espaço do Dce-Unesc, o locutor ancora do programa e coordenador de comunicação do Dce-Unesc revitalizou as aparelhagens dentro e fora da rádio, com o conserto da antena de transmissão, a renovação de computador, microfones, pedestais, afiação, caixas de som da rádio-corredor e inicio de transmissão on-line partida da central Dce.
Em 2008/2009 o programa teve uma linha mais direta com seu público alvo, com entrevistas, vinhetas, quadros e temas semanais, ouve uma grande evolução sonora, algumas lojas comerciais já comentavam, participavam e apoiavam semanalmente com brindes, em 2010 A Hora Hard mesmo contando com a mesma estrutura básica do Dce teve mais uma inovação, os primeiros convites para cobrir eventos de rock em Criciúma, já que o locutor ancora fundou o M.P.P.Hc (Movimento Pro Punk Hardcore) em uma rede social onde divulgava datas, locais e idéias dessa tribo urbana. No fim de 2010 uma última entrevista com uma banda teve de ser remarcada para o ano seguinte, com a pretensão de pagar a dívida e encerrar assim a trajetória de muita música, entrevista e amizades, porém um dos integrantes desta banda gravou todo programa com uma câmera de alta definição para postar no site de vídeos www.youtube.com/ahorahard, logo após o encerramento os contatos via rede social na internet pediam para que o programa continuasse. Conversando com o autor da gravação foi criado um planejamento de entrevistar bandas para todo ano de 2011, incluindo: Aumento de profissionais com divisão de trabalho, todos os programas gravados, editados e postados para visualização pública.

A Hora Hard chegou a um patamar nunca imaginado, chegando ao limite máximo que a rádio Dce-Unesc 95.5 fm poderia oferecer, os comentários durante a cada semana após as entrevistas (na rádio como também nos eventos) de alguns integrantes e ouvintes eram de que A Hora Hard estava pronta para trilhar novos ares, e voltou ao vivo todos domingos das 19-21h com PROGRAMA ROCK N SHOW na Rádio Cidadania 104.9 fm de Içara por 5 meses. Hoje temos números expressivos (para uma mídia independente) como:                                                                                                                53.500 visualizações no www.youtube.com/ahorahard                                                                             Mais de 500 amigos no  www.facebook.com/ahhsc                                                                                  Mais de 750 seguidores no www.twitter.com/ahorahard                                                                            Mais de 1.350 seguidores no www.instagram.com/ahora.hard
Organizador de muitos eventos a fim de manter o seu lema “♪ A Hora Hard: Valorizando e entrevistando o que é daqui  ♫”, além de ser co-organizador em muitos eventos e convites para cobrir e participar de eventos.
Texto por: Daniel ‘Russo’ Teixeira Jerônimo (Fundador, locutor ancora, entrevistador, editor e redator).

Matéria em site especializado: www.osubsolo.com/2015/10/parceiro-hora-hard.html                                                                     



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