Mostrando postagens com marcador Pressure Gain. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pressure Gain. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de março de 2023

Otacílio Rock Festival: 15ª edição reúne mais de mil pessoas na Fazenda Cambará

Otacílio Costa é uma cidade com aproximadamente 20 mil habitantes, economicamente estável, principalmente com a madeira sendo uma das principais fontes de renda do município. No entanto, há aproximadamente 15 edições, três amigos, Denilson Luis Padilha, Elienai Souza e Nani Poluceno desenvolveram a ideia de unir seus gostos mútuos pelo Rock/Metal e montar um evento em que pudessem, além de ouvir os respectivos estilos, dar vazão às bandas da Serra Catarinense. Assim se passaram 15 longínquas edições, trazendo bandas como Master (EUA), Whiplash (EUA), Ratos de Porão, Korzus, Violator, Attomica, Dr. Sin e fizeram a “Twin Peaks Catarinense” ser a capital do Metal no estado. Para esta edição, pensando no bem-estar de cada pessoa presente no OTA, trouxeram 19 bandas, muitas delas inéditas no estado, outras com um grande tempo de estrada e algumas que estão a todo o vapor movimentando o cenário underground catarinense. 

Saímos cedo de Tubarão em direção à BR 101. Juntamente com a excursão idealizada por Danniel Bala (Agosto Negro e Laguna Metal Fest), fomos juntamente com outras 25 pessoas ao som de músicas da bandas presentes no evento e de clássicos farofas - bem farofas mesmo - na minha playlist. Um sol para cada um, adentramos na belíssima Fazenda Cambará por volta das 15h30. 


Tuatha de Danann no OTA 2023

Estima-se que mais de mil pessoas passaram pelo fest. E o público renovado foi uma das primeiras características que presenciei nesta volta do OTA depois de 3 anos sem edições - tudo devido ao período de pandemia -, no entanto outro fato me surpreendeu, a quantidade de novos fotógrafos e imprensa no evento, que foram tratados com muito respeito e suporte - como de praxe - pelos organizadores, bandas, seguranças e públicos em geral. Lá era possível ver Sidney Oss Emer, Thiago Habeck e Aline Silva (O Subsolo), Carina Langa e Luiz Harley Caires (Underground Extremo), Heidi Luiza (Cultura em Peso), Priscila Ramos e Junior Dellabeneta (Agenda Metal), ao meu amigo fotógrafo Robson Siqueira e a nós, Guigo e Leandra da Urussanga Rock Music. 


Além da imprensa, organizadores de festivais e bandas que não tocaram nesta edição se faziam presentes no Fest. Além do Bala representando os festivais do Sul de SC, Laura Castegnaro e Liziane Castegnaro (Maniacs Metal Meeting), Marcos Valério e Lu Oliveira (Iceberg Rock Festival), Thomas Antunes e Cyro Wolff (Santana’s Sunday), Thiago Correa (Winter Knights), Leandro Brugnago (Deathkult Warfest) e Sandoval Batista (Maquinaria Rock Fest) estavam nesta edição. Integrantes de bandas como: Alocer, Agony Voices, Atlantis, Balboa’s Punch, Barba Rala, Captain Cornelius, Imago Mortis, Overblack, Posthumous, Rhestus, Saturno Alice, Spiritus Diaboli, Tandra, The Torment e muitas outras, também prestigiaram o OTA como público. 


Chegamos a Otacílio Costa com uns paranaenses fazendo o terror no palco do OTA. A banda Royal Rage de Curitiba exibiu um som rápido, com a ferocidade dos riffs, mas também evidenciou uma pluralidade de ritmos ao remeter ao Baião Nordestino na canção “Lampião”. Além disso, os músicos bradaram em seus discursos contra qualquer tipo de conspiracionismo e acerca do terraplanismo. 


Banda que tradicionalmente é figura carimbada nos festivais de Santa Catarina, a Goaten mostrou solidez, com um show sensacional e que me impressionou do início ao fim. Inclusive com “Bells”, a qual levou headbangers (eu me incluo nisso) a cantarem juntos e realizarem moshes. Em poucas palavras, um power trio violento que tem como autenticidade sua estética e as suas composições. 


O Orquídea Negra foi simplesmente avassalador, fizeram os metalheads se emocionarem com as clássicas baladinhas, “Surrender”, “Christmass Night” e “Miss You”, além de relembrar canções como “Touch Your Dreams”, “Rainbow in The Dark” e mostrar que santo da casa faz milagre sim. E mais uma grande performance do Boca, o qual tem uma das melhores presenças de palco do Metal Catarinense. 


O Icon Of Sin despertou curiosidade em muitas pessoas, primeiramente por ser o primeiro show do grupo que foi fundado em 2020, início da pandemia, porém também pelo fato de ter Raphael Mendes nos vocais, músico conhecido por fazer releituras de músicas do Iron Maiden. No setlist, seu novo disco, o homônimo lançado em 2021, full length este que traz resquícios de um Heavy Metal oitentista, mas com a identidade e versatilidade de Mendes. 


Um dos mais esperados da noite, o The Mist subiu ao palco com uma certeza, de que os presentes no OTA iriam cantar a plenos pulmões, “God Of Black and White Images”, “Flying Saucers In The Sky” e “Scarecrow”. E realmente foi isso que aconteceu, mas evidenciou ainda mais que Vladimir Korg é uma lenda nos vocais do Metal Nacional. 


The Mist

A Mawashi Geri de Passo Fundo trouxe consigo uma proposta totalmente diferente, inspirada naqueles filmes orientais e esboçadas através de canções em japonês que denotam sobre o folclore do país. Além disso, o grupo mostrou ser uma mescla do Metal Moderno, com o Death Metal. 


Após o show dos gaúchos, o ar sombrio e de carnificina se convergiram em um só, e a Ossos de Caxias do Sul literalmente fez um massacre nos palcos do Otacílio, uma vez que, trouxeram uma infinidade de riffs agressivos e céleres, letras que permeiam a maldade e podridão humana e uma estética sanguinária. Como destaque, friso as canções “Igor”, que transpassa a história de um serial killer macabro que ficava insistentemente assobiando, enquanto suas vítimas entravam em estado de desespero, as mensagens para as “tias da igreja” e a baladinha “Imagens do Horror”, que eu mesmo rouco e com tosse, cantava juntamente com Pezzi, porém do outro lado da grade. 


Mas esse seria só o começo da blasfêmia deste sábado/madrugada de domingo. A Malice Garden oriunda da terrinha, aqui de Criciúma fez um show surreal, isso através dos solos de bateria descomunais de João Victor Accordi ou pelos riffs pesados e densos de Spok. Cada canção trazia o clima soturno aos palcos do OTA, que finalizou de maneira única por meio da participação de Otávio Schonhofen nos vocais de "Revenge Against Jesus Christ” ao lado de Orland. 


E uma palavra define a apresentação da Profane Souls de Curitiba - PR, heresia. Profanação esta que mostrou que uma banda de 27 anos ainda permanece com o instinto primitivo e voraz dos primórdios do Black Metal no Paraná. O excelente disco “Ritual de Blasfêmia” foi apresentado aos presentes, principalmente por canções como, “Almas Profanas” e “Na Terra de Satã”. 


A Pressure Gain de Blumenau - SC, executou alguns covers e também apresentou sua nova música autoral, “Woman”, uma canção que fala sobre o empoderamento feminino e acerca da força da mulher na sociedade. Outro ponto a se destacar é pelo grupo ter duas frontwoman, fortalecendo ainda mais o discurso apresentado na composição. A faixa estará incluída no novo álbum, que está sendo produzido por Tiago Della Vega, o guitarrista mais rápido do mundo, que esteve no festival e inclusive tocou guitarra na referida música. 


A Finita apresentou uma mescla de reações e sentimentos, tudo aquilo que era evidenciado no palco era transpassado para o público. Cada performance, dança, gutural, lamúria ou grito se convergia em curiosidade dos headbangers ao olhar uma banda técnica, coesa e que aposta esteticamente em uma imagem, ora sombria, ora inesperada. Um dos principais momentos da apresentação foi na inserção da canção “Valsa dos Exumados”, a qual difundiram um lyric vídeo há seis dias. 


Original, autêntica e de uma celeridade sem tamanhos. Essas são as principais características da banda paulistana, The Damnation. O Power Trio feminino de Thrash Metal fez com que o palco do Otacílio Rock Festival virasse uma catástrofe de riffs e berros, peculiaridade marcante em cada composição. 


Cülpadö de Curitiba é mais um projeto do talentosíssimo e experiente multi instrumentista, Jeff Verdani (Jailor, Axecuter, Murdeath, Sad Theory) que teve uma ideia sensacional de fazer uma banda que contasse histórias sangrentas e macabras que ocorreram no país e ainda estão vívidas no imaginário coletivo. Além disso, o peso descomunal e a sincronia do fundador com os integrantes, Kevin (Guitarra) e Alan (Bateria) trouxeram uma atmosfera ainda mais densa à sonoridade. 


A Selvageria fez um dos melhores shows possíveis de uma banda de Speed Metal. Com a reformulação na formação, diferente daquela que se já havia se apresentado no OTA em 2018, os paulistas elevaram o instrumental a algo ainda mais cru e ao mesmo tempo brutal, não dando espaço para firulas e incluindo a potencialidade de cada arranjo como diferencial. As suas canções mais notáveis, “Hino do Mal” e “Trovão de Aço” renderam inúmeros moshes e fizeram o público cantar cada verso. 


Selvageria
“Believe, It’s True” logo de cara foi a primeira canção apresentada pelo Tuatha de Danann que realizou um dos maiores shows que eu já pude presenciar, seja pela questão sonora, na inclusão de flautas, mandolin e pela sincronia única de cada integrante, principalmente pela inserção dos vocais do baixista Giovani aos do vocalista Bruno Maia. Pela primeira vez na Serra Catarinense, o ambiente foi propício para os músicos ingressarem suas mitologias próprias, o folclore celta e a fantasia de cada show do grupo. Há quem diga, por aquelas searas, que viu no público a figura de Leprechaun ou de algum troll inebriado pela atmosfera mística que os mineiros nos proporcionaram. Entre as clássicas tocadas pelo Tuatha, estavam “Tan Pinga Ra Tan”, “We’re Back”, “Turn”, “Land Of Youth” e  “The Last Words” que se encerrou de uma maneira mágica o evento. 


Tuatha de Danann

Como o foco do nosso portal são músicas autorais, priorizamos aqueles que possuem músicas próprias. No entanto, o fest ainda contou com Vintage Valda Vinil, Diabolus Intervention (Cover de Slayer), Filhas do Velho e banda Os Kuatro. 


As fotos do restante das bandas e dos festivais serão postadas aos poucos, assim como os vídeos e o audiovisual sobre a décima quinta edição do evento.


*Não poderíamos deixar de citar um fato ocorrido na noite de sábado, primeiro dia do evento. Pois, uma moça que estava presente no público, Hagata Christie, foi vítima de falas racistas proferidas por um homem que também tentou atacar com um canivete um amigo da vítima. Como ele estava visivelmente transtornado, os seguranças do OTA foram rápidos para tirá-lo do evento e evitar que algo mais grave pudesse acontecer. A Urussanga Rock Music se compadece com a Hagata e se opõe a toda e qualquer manifestação racista, intolerante ou preconceituosa.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Pressure Gain: Metal Progressivo Japonês está inserido em novo disco do grupo

A banda blumenauense Pressure Gain está no desenvolvimento de seu novo material. Ainda sem nome, porém com o esqueleto de 10 músicas inéditas e uma faixa bônus, os músicos terminaram recentemente as gravações. O disco tem a assinatura de Tiago Della Vega e foi gravado de forma completa na cidade de Caxias do Sul. Tiago é conhecido por ser o guitarrista mais rápido do mundo, inclusive com reconhecimento do Guinness Book. O produtor dará mais corpo e coesão para a banda, que vive um processo de inserções sonoras, uma vez que além do típico Hard Rock, elementos do Metal Progressivo e do Metal Alternativo foram incorporados aos arranjos. 

Foto: @luizcz

Os músicos passaram pelo processo de gravação de baixo, guitarra e bateria. Há uma semana, foi a vez das vocalistas Moni Assmann e Gi Assmann que já estiveram no Shokran Estúdio para as devidas finalizações. Uma das peculiaridades e novidades do próximo disco, se refere a faixa bônus, que será cantada em japonês com a participação de um artista nipônico. No Instagram, o grupo gradativamente vai divulgando as informações de cada detalhe do disco, ainda sem previsão de lançamento. A banda Pressure Gain se apresenta no Otacílio Rock Festival, no dia 12 de março. 


Plataformas Virtuais:

Facebook

Instagram

Spotify

YouTube


segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

De duendes a folclore japonês: Otacílio Rock Festival retorna com edição insana em comemoração aos 15 anos

Após o período sabático da pandemia, um dos maiores festivais do Brasil, o Otacílio Rock Festival, retornará. O evento que reúne milhares de headbangers e metalheads na Fazenda Cambará em Otacílio Costa – SC, tem data e line-up definidos. Dias 11 e 12 de março, a belíssima Serra Catarinense é caminho dos grandes.

O ano de 2020 ficou marcado principalmente pela disseminação em massa da pandemia do Covid-19, mas no início daquele fatídico ano, o OTA (carinhosamente denominado pelos fãs) recebia roqueiros de várias regiões do país para assistir Armored Dawn, Korzus e os paraguaios do Suburban Bastards. Porém, os organizadores Denilson Luiz Padilha, Nani Poluceno e Elienai de Souza mal sabiam que outra edição demoraria três anos. No entanto, a sede pelo bom e velho metal, a saudade do camping e a nostalgia dos amigos falaram mais alto e hoje o Otacílio ressurge em grande estilo.

Foto/Divulgação

Para firmar essa parceria, a icônica banda de Folk Metal de Varginha - MG, Tuatha de Danann retornará a Santa Catarina. Com letras inspiradas em histórias da mitologia celta, o grupo fará espetáculo recheado de fantasias, espíritos ancestrais, misticismo e danças folclóricas. A banda carrega em sua discografia, cinco discos de estúdio, “Tingaralatingadun”, “The Delirium Has Just Began...”, o precioso “Trova di Danú”, “Dawn of a New Sun” e o mais recente “In Nomine Éireann”.

Representando o Thrash Metal, o The Mist, é considerado por muitos, uma das maiores bandas nacionais. São 34 anos de trajetória e uma história recheada de riffs sólidos e céleres que nos renderam as obras-primas: “Phantasmagoria” e “The Hangman Tree”. Com a reformulação do grupo, os mineiros estão ávidos ao divulgar seu mais novo EP, “The Circle of the Crow”.

Se o assunto é agressividade, nada melhor que uma banda de Speed Metal. Com o espírito inescrupuloso do Metal e vestimentas que remetem ao Glam Metal, a Selvageria retorna a Otacílio Costa, lugar onde instauraram o caos em 2018. Os paulistanos possuem dois discos de estúdio, o homônimo lançado em 2009 e o “Ataque Selvagem”, sua última produção.

Lembrado pelos vídeos de imitações de Bruce Dickinson, Raphael Mendes, traz um novo projeto à tona. Intitulado “Icon Of Sin”, o grupo possui como referência o Heavy Metal. Em 2021, o quinteto curitibano lançou o disco “Icon of Sin”, no qual evidenciou inspirações distintas, de Accept a Helloween em versos que trazem o saudosismo dos anos 80.

Formada apenas por mulheres, a The Damnation aposta no Thrash/Death Metal em seu primeiro disco, “Way Of Perdition”. Com dez canções, o full length foi considerado um dos melhores lançamentos nacionais de 2022.

Originária de Santa Maria – RS, a Finita possui resquícios do carregado e grave, Gothic Metal. Com letras inspiradas na misantropia em detrimento ao existencialismo, o grupo que já possui treze anos de estrada, traz o novo disco “Above Chaos”. 

Provenientes também do estado vizinho, a banda Mawashi Geri traz uma nova proposta, inserir o folclore japonês nos meandros do Progressive Death Metal e fazem isso com maestria, podendo ser evidenciado pelo disco “Yomi Yokai” de 2018.

Os amantes do Black Metal também não ficarão órfãos nessa edição, uma vez que, diretamente de Curitiba, a Profane Souls traz o que de mais herege e blasfemo contém no estilo. A chama corrosiva se faz presente no disco “Ritual de Blasfêmia”, difundido em 2021.

Já a Cülpado é um projeto recente do multi-instrumentista, Jeff Verdani. Ele juntou todas as referências e criou uma maneira ímpar de criar suas músicas, sendo em português e contendo histórias de seriais killers.

Formada em 2018, a Goaten do Vale dos Sinos – RS, já possui diversos trabalhos em sua discografia, seja pelos singles “Soul Decay”, “Mistress Of Illusion”, “Bells”, “Sacrifice” ou através dos EPS, “The Following” e “Crimsom Moonlight”. Peso, coesão e arranjos técnicos são presentes em ambos materiais, o que proporciona aos músicos, a solidificação no cenário do Metal Gaúcho.

Com trinta e cinco anos de atividade, o Orquídea Negra é considerado uma das maiores bandas do Heavy Metal brasileiro. “Who’s Dead”, “Orquídea Negra” e “Blood Of Gods” são três obras-primas do estilo e seus clássicos, como “Surrender”, “True Soldier”, “Miss You” e “The Darkness” não podem faltar nas playlists dos que comparecerão ao OTA 2023.

Aquele Black Metal mais primitivo, sujo, também dá espaço ao experimental, novos solos, novas linhas de baixo e principalmente um som mais arrastado e técnico. Essas são características da nova roupagem da banda criciumense Malice Garden. Os músicos mostram que a atual formação e as novas referências contribuíram e muito para seu recente material, “Denying Creation”.

Quando o Thrash Metal e o Crossover se fundem, rola aquela catástrofe. E disso a Ossos de Caxias do Sul – RS entende. Em seu vigésimo quarto ano em atividade, os músicos exibem a pura celeridade por meio dos discos, “O Caos em Mim” e “Contos do Necrotério”.

Frequentemente nos eventos e fests catarinenses, a Pressure Gain de Blumenau -SC se destaca pelo Rock n Roll, por meio do enérgico Hard Rock e também apostando em pinceladas do Heavy Metal. O grupo conta com a singularidade de ter duas vocalistas como frontwoman e de possuir três videoclipes disponíveis através da plataforma do YouTube, “Crazy Night”, “Lonely Soul” e “There Is No End”. Recentemente os blumenauenses estão no desenvolvimento de um novo material.

A Royal Rage mostra que o Thrash Metal está mais vivo do que nunca. O grupo paranaense possui o disco “Conquer”, no qual contém 10 faixas. 

De volta aos palcos, a banda lageana Filhas do Velho retorna ao OTA. Com uma nova formação contando com Jay no vocal, Mayte no baixo, Dhenifer na bateria, Vivi e Ana Flávia nas guitarras, as meninas pretendem trazer clássicos do Rock n Roll e Heavy Metal. O evento ainda contará com a Diabolous Intervention trará um tributo ao Slayer, com a Os Kuatro e também com a participação do Valda Vintage Culture na discotecagem tocando hits do Rock.

Excursões estão sendo feitas de várias regiões, tais como Caçador, Criciúma, Curitiba, Laguna, Passo Fundo, entre outras cidades. Sabendo que os valores do ingresso para as excursões são do primeiro lote, R$ 120,00 + 1kg de alimento não perecível. O underground precisa cada vez mais de força e o OTA resiste ao tempo e as adversidades, por isso, arrume a barraca, o colchão, a lona, a churrasqueira e se prepare para mais uma edição.


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Blumenau: 10 videoclipes que marcaram a cena (Parte II)

Devido a demanda de muitos clipes desenvolvido na cidade, resolvemos fazer a segunda parte, trazendo clipes de Pop, Reggae, Shoegaze, New Metal, Hardcore, entre ouros estilos. Cada banda ou projeto, trazendo sua peculiaridade, seja pela criatividade do audiovisual ou pela qualidade das composições.

 


100 Dogmas – Corpo Fechado

A banda de Groove Metal formada em 2012, ganhou destaque pelo clipe lançado em março do ano passado.  O trabalho audiovisual ganha destaque, pois emerge em uma atmosfera mística, no que tange aos seus simbolismos, com takes que fazem uma alusão ao vodu e aos elementos de água e fogo.



Pressure Gain – There’s No End

A banda blumenauense ganha cada vez mais destaque no underground catarinense, com destaque para suas faixas autorais. O clipe de “There’s No End” é o terceiro trabalho do grupo, e exibe o cotidiano de várias pessoas que fogem de seus devidos traumas.


Madeixas – The Spring Dream (MTV)

 Se você acompanhou a MTV do final dos anos 90 e início dos anos 2000, já pode ter se deparado com o clipe de “The Spring Dream” na sua tela. A banda blumenauense de Rock Alternativo foi formada em 1996, tendo lançado o clipe dois anos após sua criação.


Feed The Freak – Fanatic

Como o nome já explicita, a banda Feed the Freak aposta no Freak Rock e se caracteriza por um visual marcante, e um ritmo peculiar carregado de obscuridade. Isso também se reflete no vídeo de “Fanatic”, lançado em 2019, que cria uma atmosfera sombria através das imagens em preto e branco e a teatralidade do grupo.


 

Carcanhá – É de Maracujá

A Carcanhá foi formada em 2015, e mantém a chama e o ideal do Punk Rock totalmente ativo através de suas letras bem-humoradas, de crítica social e revolta. O vídeo de “É de Maracujá” foi lançado em 2018, e mostra de forma divertida, a história de alguém que adquiriu o tão temido “calcanhar de maracujá”.


Malungo – Latino Americano

Em 2013, a banda Malungo mesclou seu Groove com o Soul e difundia o videoclipe “Latino Americano”. A canção exibe cenas cotidianas de “um rapaz comum”, ao passo de exibir danças, batuques e takes dos músicos. Com quase oito mil visualizações, a canção é uma das mais pedidas no show do grupo, que completa 14 anos de estrada em 2022.

 


John Muller – Nostalgias

Um exímio compositor e um versátil instrumentista, o blumenauense John Muller dispensa comentários. No auge de sua carreira, o músico possui três discos, “Por Um Fio”, “Na Linha Torta” e “Sintonia”, trabalhos estes que carregam o intimismo em cada canção. O audiovisual “Nostalgias” carrega uma sensibilidade ímpar e exibe os devaneios e nuances dos amores passados.



Acidental – E Agora Eu Preciso

Diferentemente do Ska/Pop do Parachamas, Alexandre Machado aposta no Shoegaze com pinceladas de Indie Rock. A banda Acidental foi formada em 2014 e carrega em seu âmago, músicas introspectivas por meio do Post Rock, o que caracteriza o disco “Objetos Arremessados pela Janela”. Há um ano, o grupo difundiu o clipe “E agora Eu Preciso”, que traz takes dos músicos através de versos reflexivos.



Ahab Sealife Conservation Inc. - December Will Be Magic Again (Kate Bush)

Movidos por uma referência nada peculiar, da icônica cantora inglesa Kate Bush, responsável por mesclar o Art Rock e Art Pop com influências progressivas, a banda Ahab Sealife Conservation Inc. há um ano, resolveu homenageá-la com a releitura da preciosa canção “December Will Be Magic Again”.



Oh Jah Jah - Amanheceu

Com 56 mil visualizações e tornando-se hit nos verões de Santa Catarina, “Amanheceu” não faltaria na lista, pois a composição cativante, emana sentimentos positivos e a plena calma, através de imagens do litoral. Detentora do audiovisual, a banda Oh Jah Jah se consolida cada vez mais no cenário do Reggae Brasileiro.





quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Iceberg Rock Festival: edição de 2022 será a mais grandiosa do evento

Comemorando o seu décimo ano de atividades, o Iceberg Rock Festival, tradicional evento que ocorre anualmente na cidade de Lontras, localizada no Alto Vale do Itajaí, ressurge os fests catarinenses depois de um momento marcado pela pandemia da Covid-19, no qual restringiu a possibilidade de realização dos mesmos.

Foto/Divulgação

Obviamente, ainda em um período de pandemia, com medidas cautelares e sanitárias vigentes, o festival gradativamente retorna, nos dias 14, 15 e 16 de janeiro com todos os protocolos cumpridos. Inclusive no que tange a um amplo espaço, pois o Camping Paraíso, lugar que recebe o evento, tem uma enorme estrutura e o Iceberg será realizado de forma Open Air.

E falando no lugar que será idealizado o fest, o camping é simplesmente deslumbrante, pois possui várias trilhas, piscinas, fica localizado próximo às margens do Rio Itajaí-Açu e é caracterizado por ser detentor de uma estrutura ímpar, com um palco peculiar em cima de um morro, que proporciona moshes, rodas e diversões que engrandecem cada vez mais o evento. Seus organizadores já possuem um nome consolidado no cenário musical catarinense, Marcos Valério e Lu Oliveira sabem como ninguém, desenvolver shows e festivais. Desde as primeiras edições, promovidas através de um porão, em Rio do Sul, o Iceberg carrega em sua essência, o espirito Woodstock, seja pelo Paraíso, por sempre expor uma miscelânea de estilos e por receber pessoas de todas as raças, credos, orientações sexuais ou ideologias.

A Urussanga Rock Music está voltando à ativa ao cobrir novamente os festivais e deixar sempre o seu legado, de valorizar as iniciativas, contribuir com as bandas e ser um espaço necessário para a difusão da música autoral.

A headliner do fest é a Hillbilly Rawhide, tradicional banda curitibana que flerta com o Country Rock, o Bluegrass e com a música caipira. Junção de estilos que proporcionou ao grupo diversos álbuns, como os clássicos, “Ramblin' Primitive and Outlaw”, “Lost and Found” e “FNM”. Outro destaque da Hillbilly são seus videoclipes cinematográficos, como seu hit, “O Enxofre e a Cachaça”.

Lembrada por ser um cover da banda britânica Motorhead, a Motorbastards de Curitiba mudou sua denominação e passa a se chamar “Carttada” e com isso, estão apostando no autoral. Inclusive, relançaram recentemente os dois discos de canções próprias, “We Are Bastards” e “Divisão Rock n Roll”.

Com trinta e cinco anos de atividades, o Orquídea Negra é considerado uma das maiores bandas do Heavy Metal brasileiro. “Who’s Dead”, “Orquídea Negra” e “Blood Of Gods” são três obras-primas do estilo e seus clássicos, como “Surrender”, “True Soldier”, “Miss You” e “The Darkness” não podem faltar nas playlists dos que comparecerão ao Iceberg Rock 2022.

A Battalion, Heavy Metal de Itajaí também possui uma bela trajetória, pois o grupo está desde 2005 na ativa e seus dois discos, “Empire Of Dead” e “Bleeding Till Death” mostram porque é considerada uma das bandas mais respeitadas de SC.

Os amantes do Hard Rock também estão representados, uma vez que, os porto-alegrenses da Gueppardo estarão em terras catarinenses mais uma vez difundindo seus trabalhos, com destaque para o baita disco, o recente “I Am The Law” lançado esse ano.

A Raging War vem gradativamente ganhando espaço no underground de SC. Depois de divulgar o primeiro álbum, o homônimo “Raging War” bem aceito pela crítica, os músicos difundiram seu novo trabalho, o Ep “The Last Tree” divulgado em junho desse ano.

Desde 2014 na ativa, a Captain Cornelius de Rio do Sul – SC, diverte e encanta o público em cada show que se apresentam, seja através do visual irlandês, das músicas dançantes ou da versatilidade dos integrantes. Com uma sonoridade que remete ao Irish Punk, os músicos trazem como referências, The Dreadnoughts, Flogging Molly, Dropkick Murphys, Wolfe Tones, Korpiklaani, Alestorm, além das suas canções autorais lançadas recentemente.

Criada em 2009, em Blumenau - SC, a Pressure Gain mescla entre o saudosíssimo Rock n Roll e o enérgico Hard Rock. Inspirada por Queen, Deep Purple, Van Halen, Kiss, Led Zeppelin, entre outros grupos, a banda insere sua identidade e conta com a singularidade de ter duas vocalistas como frontwoman.  O grupo possui três videoclipes disponíveis através da plataforma do YouTube, “Crazy Night”, “Lonely Soul” e o mais recente “There Is No End”.

A Saturno Alice é uma das duas representantes da cidade de Lages- SC. Com um viés totalmente psicodélico e experimental, os músicos apostam na versatilidade de suas performances, além do hermetismo das composições. O grupo lançou em 2019 o disco “Auro”, composto por sete canções.

Os riosulenses da Balboa’s Punch mesclarão o intenso Heavy Metal com pegadas alternativas de Thrash Metal. O grupo está trabalhando no desenvolvimento de canções autorais e conta com um videoclipe da canção “Paying With The Life” da banda catarinense Rhesthus.

Imagine uma banda que mescle Groove e Thrash Metal. Isso só pode resultar em peso e celeridade, e é que promete os joaçabenses do Pedrada. Atualmente, os músicos estão trabalhando no desenvolvimento de canções autorais, como a faixa “Torture Engineering”.

Uma das bandas mais tradicionais do estado, a riosulense Rhasalon volta ao Iceberg e também irá expor um Heavy Metal tradicional, para headbanger algum colocar defeito. Em 2016, os músicos lançaram o seu segundo disco, denominado “Doctor Death”.

O líder, guitarrista e vocalista Jean Carlo,  da banda clássica Vlad V irá executar seu projeto solo acústico, com novas canções e hits que marcaram a vida do cantor blumenauense.

Jimi Jamieson é um cantor escocês que está morando em Blumenau e através do seu trabalho, Jimi Jamieson Band pretende tocar clássicos do Rock n Roll. A banda Jordan de Taió fará a conexão entre o Folk e o Stoner, enquanto Woesley Johann tocará o precioso Rock dos anos 80. 

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Pressure Gain: A reclusão é personificada em novo videoclipe “There Is No End”

Os blumenauenses da Pressure Gain, difundiram nesta sexta-feira (24), o videoclipe “There Is No End”. A música lançada carrega uma sonoridade de riffs síncronos complementados com alternâncias no que tange ao instrumental. 

O vídeo produzido por Gabriel Sterz (Pixsterz Filmes), é o terceiro trabalho do grupo. O audiovisual expõe takes do cotidiano de várias pessoas que fogem de seus devidos traumas. Isso conecta diretamente com a composição, uma vez que a mesma é marcada por traços característicos da reclusão, tais como, a solidão e o aprisionamento.

Foto/Divulgação

Sobre a banda

Criada em 2009, em Blumenau - SC, a Pressure Gain mescla entre o saudosíssimo Rock n Roll e o enérgico Hard Rock. Inspirada por Queen, Deep Purple, Van Halen, Kiss, Led Zeppelin, entre outros grupos, a banda insere sua identidade e conta com a singularidade de ter duas vocalistas como frontwoman.  O grupo possui três videoclipes disponiveis através da plataforma do YouTube, “Crazy Night”, “Lonely Soul” e o mais recente “There Is No End”.


Formação Atual:

Gi Assmann (Vocal)

Moni Assmann (Vocal)

Daniel Russo (Guitarra)

Kistt (Baixo)

Roni Silva (Bateria)

 

Plataformas Virtuais:

Facebook

Instagram

Spotify

YouTube


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Pressure Gain: Banda blumenauense é uma aposta para os amantes do Hard Rock

Criada em 2009, em Blumenau - SC, a Pressure Gain mescla entre o saudosíssimo Rock n Roll e o enérgico Hard Rock. Inspirada por Queen, Deep Purple, Van Halen, Kiss, Led Zeppelin, entre outros grupos, a banda insere sua identidade e conta com a singularidade de ter duas vocalistas como frontwoman.

Foto/Divulgação

Em março do ano passado, os músicos divulgaram seu primeiro videoclipe, intitulado “Crazy Night”. Com a realização da Pixsterz Filmes, o clipe foi gravado em um local abandonado e já alcançou a marca de 40 mil visualizações. A letra exibe uma noite insana, recheada de loucuras, enquanto seu instrumental explicita riffs cadenciados e um refrão pegajoso, que fica na cabeça.

Depois de uma ótima aceitação, perante o audiovisual de seu single, a Pressure Gain decidiu gravar e lançar seu segundo clipe, denominado “Lonely Soul”. Com a mesma equipe de produção, a banda resolveu inovar, gravando vários takes entre a apresentação e momentos reflexivos das vocalistas. O local dessa vez foi em uma paisagem recheada de rochas. A música é uma espécie de continuidade do primeiro trabalho, só que dessa vez com questões existenciais na composição e vocais mais ásperos.

Foto/Divulgação do Clipe

O trabalho e a qualidade dos músicos, a colocam como um dos principais grupos de Hard Rock do estado. E emergindo de uma cidade com grandes bandas, como Before Eden, Perpetual Dreams, Rocket Engine, Pré-Histórica e muitos outros importantes nomes, no cenário do Rock/Metal.

Formação Atual

Gi Assmann (Vocal)

Moni Assmann (Vocal)

Daniel Russo (Guitarra)

Kistt (Baixo)

Roni Silva (Bateria)

 

Plataformas Virtuais:

Facebook

Instagram

Site

Spotify

Twitter

YouTube


DEIXE SEU LIKE

ESTATÍSTICAS