Mostrando postagens com marcador Carcanhá. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carcanhá. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Blumenau: 10 videoclipes que marcaram a cena (Parte II)

Devido a demanda de muitos clipes desenvolvido na cidade, resolvemos fazer a segunda parte, trazendo clipes de Pop, Reggae, Shoegaze, New Metal, Hardcore, entre ouros estilos. Cada banda ou projeto, trazendo sua peculiaridade, seja pela criatividade do audiovisual ou pela qualidade das composições.

 


100 Dogmas – Corpo Fechado

A banda de Groove Metal formada em 2012, ganhou destaque pelo clipe lançado em março do ano passado.  O trabalho audiovisual ganha destaque, pois emerge em uma atmosfera mística, no que tange aos seus simbolismos, com takes que fazem uma alusão ao vodu e aos elementos de água e fogo.



Pressure Gain – There’s No End

A banda blumenauense ganha cada vez mais destaque no underground catarinense, com destaque para suas faixas autorais. O clipe de “There’s No End” é o terceiro trabalho do grupo, e exibe o cotidiano de várias pessoas que fogem de seus devidos traumas.


Madeixas – The Spring Dream (MTV)

 Se você acompanhou a MTV do final dos anos 90 e início dos anos 2000, já pode ter se deparado com o clipe de “The Spring Dream” na sua tela. A banda blumenauense de Rock Alternativo foi formada em 1996, tendo lançado o clipe dois anos após sua criação.


Feed The Freak – Fanatic

Como o nome já explicita, a banda Feed the Freak aposta no Freak Rock e se caracteriza por um visual marcante, e um ritmo peculiar carregado de obscuridade. Isso também se reflete no vídeo de “Fanatic”, lançado em 2019, que cria uma atmosfera sombria através das imagens em preto e branco e a teatralidade do grupo.


 

Carcanhá – É de Maracujá

A Carcanhá foi formada em 2015, e mantém a chama e o ideal do Punk Rock totalmente ativo através de suas letras bem-humoradas, de crítica social e revolta. O vídeo de “É de Maracujá” foi lançado em 2018, e mostra de forma divertida, a história de alguém que adquiriu o tão temido “calcanhar de maracujá”.


Malungo – Latino Americano

Em 2013, a banda Malungo mesclou seu Groove com o Soul e difundia o videoclipe “Latino Americano”. A canção exibe cenas cotidianas de “um rapaz comum”, ao passo de exibir danças, batuques e takes dos músicos. Com quase oito mil visualizações, a canção é uma das mais pedidas no show do grupo, que completa 14 anos de estrada em 2022.

 


John Muller – Nostalgias

Um exímio compositor e um versátil instrumentista, o blumenauense John Muller dispensa comentários. No auge de sua carreira, o músico possui três discos, “Por Um Fio”, “Na Linha Torta” e “Sintonia”, trabalhos estes que carregam o intimismo em cada canção. O audiovisual “Nostalgias” carrega uma sensibilidade ímpar e exibe os devaneios e nuances dos amores passados.



Acidental – E Agora Eu Preciso

Diferentemente do Ska/Pop do Parachamas, Alexandre Machado aposta no Shoegaze com pinceladas de Indie Rock. A banda Acidental foi formada em 2014 e carrega em seu âmago, músicas introspectivas por meio do Post Rock, o que caracteriza o disco “Objetos Arremessados pela Janela”. Há um ano, o grupo difundiu o clipe “E agora Eu Preciso”, que traz takes dos músicos através de versos reflexivos.



Ahab Sealife Conservation Inc. - December Will Be Magic Again (Kate Bush)

Movidos por uma referência nada peculiar, da icônica cantora inglesa Kate Bush, responsável por mesclar o Art Rock e Art Pop com influências progressivas, a banda Ahab Sealife Conservation Inc. há um ano, resolveu homenageá-la com a releitura da preciosa canção “December Will Be Magic Again”.



Oh Jah Jah - Amanheceu

Com 56 mil visualizações e tornando-se hit nos verões de Santa Catarina, “Amanheceu” não faltaria na lista, pois a composição cativante, emana sentimentos positivos e a plena calma, através de imagens do litoral. Detentora do audiovisual, a banda Oh Jah Jah se consolida cada vez mais no cenário do Reggae Brasileiro.





terça-feira, 19 de outubro de 2021

Carcanhá: Banda blumenauense de hardcore lança EP “Dois Mil e Vinte e Um”

Na última sexta-feira (15), a banda blumenauense de hardcore, Carcanhá divulgou o EP, denominado “Dois Mil e Vinte Um”, lançado de forma digital.

Foto/Divulgação

A pandemia do Covid-19, que resultou no cancelamento de eventos, assolou todos que já eram acostumados a estar nos palcos. Essa situação fez com que muitas bandas colocassem um ponto final na sua história, mas o caminho foi totalmente inverso com a Carcanhá.

Após um breve hiato, os músicos resolveram voltar às atividades em 2020, e foram pegos de surpresa pela pandemia. Porém, esse motivo não foi suficiente para interrompê-los.

A banda contou com a ingressão de Nano Henning na guitarra, que concretizou a nova formação do grupo. Ainda no mesmo ano, ocorreu o lançamento do single “Fúria!”, trabalho que precedeu o EP “Dois Mil e Vinte e Um”.

A inspiração dos músicos foi um reflexo da angústia enfrentada por quem estava isolado em casa. As cinco faixas inéditas, demonstram a revolta com o cenário sócio-político, e o peso do cotidiano. O EP foi produzido por Nano Henning, e a capa foi assinada pela artista Camila Firmo.


Sobre a Banda:

A Carcanhá é uma banda de Blumenau – SC, formada em 2015, que mantém a chama e o ideal do Punk Rock totalmente ativo através de suas letras bem-humoradas, de crítica social e revolta. Em 2018 lançaram o EP “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, seguido pelo EP ao vivo deste mesmo trabalho.

 

Formação Atual:

Edenilson (Vocal)

Nano Henning (Guitarra)

William (Baixo e Vocal)

Guilherme (Bateria).

 

Plataformas Virtuais:

Facebook

Instagram

Spotify

YouTube


domingo, 17 de junho de 2018

Rock In Hell Do Campo IV: A Chama do Metal Cada Vez Mais Acesa

A quarta edição do Rock In Hell Do Campo já trazia em seu o lema, o bordão “Eu Vou Descongelar” e foi o que aconteceu com as centenas de pessoas que puderam presenciar um dos maiores festivais de Santa Catarina. O estado tem diversos festivais e eventos que possuem em sua essência o velho espírito do underground e do Rock/Metal, e assim foi o RHC.



Com uma ampla estrutura e áreas destinadas para o camping, espaço kids, gastronomia diversificada, exposição de vinis, vestuário, materiais e utensílios antigos, o evento consolidou-se como um dos mais artísticos. Além desse quesito, vale ressaltar o FutChop (torneio de headbangers bebuns afim do profissionalismo choppeano), às excursões de cidades como Arroio Trinta, Lages e Curitiba e a presença de novas pessoas.

Ah, e falando na excursão de Lages, se realmente existe parceria, ela está no Planalto Serrano. Quase trinta pessoas que novamente lotaram um micro-ônibus e foram apoiar o underground catarinense. Nós estivemos juntos registrando, curtindo e pegando a estrada com os “faca na bota” e sábado à tarde estacionamos na cidade do Alto Vale do Itajaí.

Em virtude de não coincidir os horários de chegada com o das apresentações da sexta-feira à noite, ficamos impossibilitados de registrar as bandas Pragas do Paiol de Dona Emma - SC e Overblack de Blumenau - SC que deram o pontapé inicial ao evento.

Outro ponto a ser devidamente lembrado e exposto são bandas que não estavam no cast e presenciaram o Rock In Hell. Grupos como Acidemia, Juggernaut, Plunder, Blood Eyes, Balboa’s Punch e Extrusora mostraram a união e coletividade, fatores que deveriam estar presentes em todas as bandas.

As mídias se encontraram e mutuamente registraram todos os momentos, ocasiões, apresentações e manifestações artísticas contidas nessa edição. O Cultura em Peso com Vanessa Boettcher, O Subsolo com Maykon Kjellin e nós da Urussanga Rock Music fomos congratulados com a acessibilidade habitual dos organizadores Tailana Furni Torres e Cleiton Falcãozinho que nos disponibilizaram grandes condições para a realização do trabalho.

Enfim, a destruição começou pontualmente com o Punk Rock da blumenauense Carcanhá que relembrou clássicos do Replicantes, Gritando HC e Garotos Podres, todavia reproduziram todas as músicas contidas no EP “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, o qual vale destacar a música “É de Maracujá” muito bem aceita e cantada pelo público presente.

Com um repertório apenas de músicas cover, a Walkmen veio de Curitibanos – SC para fazer releituras de grandes nomes do Rock noventista e oitentista.

A Jhonny Bus de Lages incendiou o evento com Motorhëad, Iron Maiden e outros grupos, porém a canção “Shadow Walker” foi uma das mais contagiantes, marcante na exibição dos músicos que contou com grandes moshes e rodas a cada riff.

Antes do próximo grupo subir aos palcos, os organizadores de festivais que compõe o UP Rock se reuniram para prestigiar o evento e divulgar os seus respectivos projetos. Lá estavam Denilson Luis Padilha e Nani Poluceno(Otacílio Rock Festival), Dorneles Pereira (Um Dia Livre Rock Festival), Larissa Giovanella (River Rock Festival), Marcos Valério (Iceberg Rock Festival) e Falcaozinho (Rock In Hell Do Campo)

Uma das mais esperadas para essa edição foi a feed THE FREAK de Blumenau – SC, um Metal apenas FREAK carregado de um visual sombrio e obscuro característico de vilões anos 50 e 60. O repertório dos blumenauenses continha canções arrastadas, mas ao mesmo tempo agressivas e uma performance sensacional. Mesmo diante de alguns problemas relacionados com o técnico de som, puderam exprimir toda a crueza e potencialidade através de suas canções autorais.

A Tandra de Curitiba – PR recheou o evento de musicalidade nórdica, músicas comuns entre os bebuns da Europa foram executadas, além do cover da canção “Vodka” com participação de Douglas Sieves da Captain Cornelius. Os músicos expuseram “Open The Bar”, canção própria que foi a abertura do Maniacs Metal Meeting e que rendeu moshes e danças típicas.

O grupo The Undead Manz investiu na estética e no visual, o que rendeu um figurino gore e um som autoral singular recheado de Metal Industrial e Horror Metal, a fusão dos dois estilos impressionou os headbangers e metalheads presentes. Os criciumenses fizeram um repertório autoral notável, com destaque para “Fearless”.

No horário da 00:00, todos estavam presentes na Super Fogueira e lá viram uma apresentação surreal de Tailana com pirofagias e danças à narração da história aterrorizante de Dance Of Death do Iron Maiden. Aos poucos com o decorrer da peça, Cleiton Falcãozinho ingressou e também movido pelo fogo deu início à queima da grande cabeça de gado feita por madeiras e galhos que logo se inflamaram e personificaram toda a magia por trás da melhor edição do festival.

Porém o caos continuou no palco, a headliner Carniça com mais de 27 anos se apresentava pela primeira vez no estado. O show foi destruidor do início ao fim, a cada canção um riff com mais intensidade, solidez e celeridade. Os músicos reproduziram músicas de todos os full lengths, porém focaram no último lançado, o homônimo “Carniça” que expuseram seis canções e nelas puderam exibir toda a evolução do grupo.

A Hon-Ra de Caxias do Sul – RS seria a próxima a entrar em cena, todavia houve um imprevisto com o baterista Rodrigo Zanella e isso impossibilitou o mesmo de estar em Rio do Campo. Entretanto, é notável o profissionalismo dos músicos que mesmo com as dificuldades de contato perante às linhas telefônicas, estiveram presentes e divulgaram seus materiais e singles numa banca de merchs, além de mostrarem todo o aparato e suporte para os organizadores.

A Spiritual Devastion foi a segunda de Lages – SC a desgraçar o RHC, o power trio divulgou diversas canções autorais e nelas facilmente deu para identificar o Thrash e Speed Metal dos anos 80 e como consequência disso, as rodas e moshes monstruosos eram de descongelar qualquer pessoa no evento, principalmente quando executaram “Welcome To The War”.

O encerramento da noite ficou por conta da Lacrimae Tenebris, assim como na última edição, os curitibanos ficaram encarregados de extasiar os presentes na madrugada com um Doom arrastado e técnico mesclando lirismo em suas canções autorais, como “Casa dos Espelhos” em que recentemente foi divulgado um videoclipe.  

O domingo começou cedo com um grande café da manhã, e o melhor, tudo de forma gratuita. A Captain Cornelius que depois de uma refeição reforçada subiu ao palco e apresentou novas releituras de canções clássicas irlandesas e celtas, além de retribuir o favor e convidar para uma participação especial de uma música do Alestorm, o vocalista da banda Tandra, Christopher Knop.

A Dark New Farm veio de longe, lá do litoral sul para expor seu New Metal. O quinteto reproduziu alguns covers, porém executaram as canções autorais “La Patria, La Fabula” e “Madre” música esta que o baterista Maykon Kjellin fez um discurso sobre a composição da letra que traz resquícios de uma agressão grave a mulher. A apresentação dos músicos foi marcada pela evolução sonora, vocais mais ásperos de Harley e por um backing vocal mais clean de Sol Portella.  

De Lages – SC, a AbomiNação colocou tudo o que tinha e fez com que cada música executada fosse uma catástrofe de empurrões, rodas e muvucas por parte dos metalheads. As músicas já são conhecidas, destaque para “Tradicional Família Brasileira”, “Cavalo de Troia” e “Deus Deligit Hominem” que trazem um Crossover descomunal e para uma nova música que contém alguns beats de Rap.

A Norium fechou o evento e os criciumenses tocaram clássicos do Power Metal, além de apresentar sua música autoral “Sign Of The Times” lançada recentemente que conta com a participação de Z (The Undead Manz).


terça-feira, 5 de junho de 2018

Rock In Hell Do Campo Festival IV: Evento Promete Incendiar o Alto Vale

Nesse final de semana, a pequena cidade de Rio do Campo – SC de apenas 7 mil habitantes promete acolher e recepcionar os headbangers e metalheads advindos de várias regiões do Brasil. O festival que já é tradicional no Sul-Brasileiro dá as caras novamente com sua forte característica de juntar bandas, apresentações artísticas, encontro de carros antigos e muitas surpresas.


Com uma divulgação ampla, organizada e sistematizada, Cleiton Falcãozinho e Tailana Furni Torres realmente uniram esforços para que essa edição ficasse marcada de forma histórica, foi mais de um ano de difusão e lançamentos de atrações, contando com o apoio de parceiros, mídias e amigos relacionados com o fest. A partir disso instituíram-se treze excursões de diversas cidades e estados, como Goiânia e São Paulo, Novo Hamburgo – RS, Caxias do Sul – RS, Curitiba – PR e municípios catarinenses como Blumenau, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Lages, Rio do Sul, Salto Veloso e Timbó.

Essa edição do evento trará atrativos, como presença dos maiores motoclubes da região, panificadora ao entorno do evento, Super Fogueira, Buffet (Gastronomia da Cidade), Serviço de Bar 24 horas, Espaço Kids, Camping, Expositores e Food Truck. Outro adicional que cabe destacar é o fato de acontecer o 1° Torneio de FutChop, onde as pessoas poderão se inscrever para juntar as paixões de beber e jogar futebol, além de consequentemente gerar várias risadas para o público presente.

As mídias que farão as coberturas, entrevistas e vídeos serão o Cultura em Peso, O SubSolo e nós da Urussanga Rock Music.

O Rock In Hell Do Campo nesse ano vai abrir novamente suas portas na sexta-feira e contará com 15 bandas:

Diretamente do singelo município de Dona Emma vem os músicos da banda Pragas do Paiol, que ficarão responsáveis por iniciar o festival. Formada por Valdemiro Fritz Batista (Bateria), Wilian Schurt e Edigar Debatin (Guitarra), “Binho” (Baixo) e Luiz Fernando Chiodini (Vocal), o grupo é influenciado pela música nacional, trazendo em seu setlist tributos de bandas de Punk Rock ao Heavy Metal.

O segundo grupo é originário de Blumenau – SC, a Overblack irá expor o Heavy/Thrash Metal através de riffs rápidos e de influências como Motörhead, Sepultura e Metallica. Os músicos já lançaram um Ep intitulado “Dying To Fight” que contém três canções, “Spitfire”, a homônima “Dying To Fight” e “Fear In Your Face”. A banda é composta por Paulo Henrique (Vocal e Guitarra), Gabriel Roberto (Guitarra Solo), Charles Dondoni (Baixo) e Jonathan Muniz (Bateria).

No sábado depois das apresentações e atividades culturais, a partir das 18 horas a Carcanhá também de Blumenau – SC sobe aos palcos. O grupo formado em 2015 mantém a chama e o ideal do Punk Rock totalmente ativo através de suas letras bem-humoradas, de crítica social e de revolta. Recentemente difundiram o EP “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, trabalho este que abrange quatro faixas, “Discurso Abafado”, “Passa a Grana”, “É de Maracujá” e a homônima “(Não Tenha) Políticos de Estimação”. A formação atual é Edenilson (Vocal), William (Guitarra e Voz), Fabio (Baixo e Vocal) e Guilherme (Bateria).

Os músicos da Walkmen são originários de Curitibanos e estão na atividade desde 2014. Os músicos apresentarão clássicos do Rock dos anos 80 e 90, priorizando as músicas nacionais. A formação atual conta com Luciano Magagnin (Vocal e Guitarra), Ricardo Rodrigues (Baixo) e Rafael Rodrigues (Bateria).

A primeira banda lageana a se exibir será a Jhonny Bus. Os lageanos trazem a tona o Rock N Roll, Heavy Metal e Hard Rock com referências a AC/DC, Whitesnake, Guns ‘n Roses e outros nomes do estilo. Obviamente os músicos também apostam no autoral, em virtude disso recentemente divulgaram o álbum “Empowered Darkness”. O grupo é composto por Gabriel "Stay Puft" Giotti (Vocal), Antonio "Maria Bethânia" Pereira (Bateria), Fernando "Bigorna" de Liz (Guitarra), Eclair "Mun-Rá" Lins (Guitarra) e Eduardo "Sucrilhos" Tripoli (Baixo).

Mais uma representante de Blumenau, a feed the FREAK aposta no Freak Rock, um ritmo peculiar carregado de obscuridade, nostalgia e um visual diferente. Os músicos apostam na versatilidade e no rock alternativo carregado. A banda que se formou em 2007 tem como trabalho o disco homônimo “Feed The Freak” contendo oito faixas, sendo elas “B.U.T.C.H.E.R”, “Libertine”, “Mentorship”, “Articulating The Vice”, “No Sin, No Pleasure”, “Euthanasia” e “Honey & Milk”. Os integrantes são Haunting Joey (Guitarra e Vocal), Skul Smuggler (Baixo e Backing Vocal) e John Ripper (Bateria).

Advinda de Curitiba, a banda paranaense Tandra será responsável por trazer o Folk Metal aos palcos do Rock In Hell do Campo. Formada em 2012, o grupo possui como referências musicais, nomes como Korpiklaani, Tuatha de Danann e Equilibrium. Trazendo um repertório recheado de covers, os músicos estão focando na composição de músicas autorais, sendo que lançaram no final de 2017 a faixa “Open The Bar”.  A Tandra é formada por: Carlos Henrique Linzmeyer (Acordeão), Christopher Schmitt Knop (Guitarra e Vocal), Felipe Ribeiro (Flauta e Vocal), Felipe Franco (Baixo e Vocal), Gefferson Franco (Guitarra e Vocal) e Max Waltrick (Bateria).

A The Undead Manz de Criciúma- SC mistura arte, visual sombrio e Modern Metal através de suas canções autorais que mesclam com influências de Rob Zombie e The 69 Eyes. O grupo divulgou em 2017 o primeiro material intitulado “The Rise Of The Undead” que contém oito faixas, “Deum Tempus”, “Seeds Of...”, “... Evil”, “OBM”, “Ad Clamor Clavium”, “Fearless”, “The Death” e “Destiny Out”. A banda é composta por Z (Vocal e Guitarra), Jericrow (Guitarra), Plague (Baixo) e Jaws (Bateria).

A Super Fogueira inicia na meia noite e é seguida pela entrega do troféu “Banda Destaque”. Após essas atividades, a lendária Carniça vai mostrar o porquê é considerada um dos maiores grupos do Sul. Os músicos são originários de Novo Hamburgo e fundaram a banda no ano de 1991, de lá pra cá foram 27 anos e 10 materiais divulgados, sendo cinco demos, uma Split e quatro full length, “Rotten Flesh”, “Temple’s Fall... Time To Reborn”, “Nations Of Few” e o recente “Carniça”. Eles misturam em suas composições temas sociopolíticos e obscuros mantendo em sua formação Mauriano Lustosa (Vocal), Parahim Neto (Guitarra e Backing Vocal), Marlo Lustosa (Bateria) e Vinicius Durli (Baixo).

Há seis anos nas estradas, a banda caxiense Hon-Ra trará aos palcos um Death Metal influenciado por nomes como Behemoth, Death e Slayer. O grupo possui seis singles colecionáveis lançados, além dos clipes “From The Shadows Of The Depths”, “Ronin” e “Evil Shadows”. Além de marcar presença em diversos festivais, os músicos realizaram recentemente uma série de apresentações na Argentina. A banda conta com Jener Milani (Guitarra e Vocal), Wagner De Moraes (Guitarra) e Rodrigo Zanella (Bateria).

Proveniente de Lages, a Spiritual Devastation banda de Heavy/Thrash Metal formada em 2016, se apresentará na madrugada de domingo. Os músicos realizaram recentemente o pré-lançamento do primeiro trabalho do grupo, o álbum, intitulado War and Peace. Entre as faixas já divulgadas pela banda estão “This Is Our World”, “Age Of Terror” e Welcome To The War”. A formação conta com Guilherme Alberge (Vocal e Guitarra), Marco Antônio (Bateria) e Henrique Pereira Soares (Baixo e Backing Vocal).

Inspirados por Katatonia, Samael, Paradise Lost, Swallow The Sun entre outros grupos, os paranaenses da Lacrimae Tenebris exibirão o seu respectivo Doom no sábado/domingo. Com um som arrastado e carregado lembrando um Djent, o grupo traz letras personificadas por depressão, conflito com o ser humano e ódio. Os músicos tocarão pela segunda vez no evento. A banda é formada por Timóteo (Baixo e Vocal), Max (Bateria) e Felipe Franco (Baixo).

A primeira banda confirmada no domingo já é conhecida na região por sua sonoridade peculiar e letras características remetendo a cultura irlandesa e suas tradições alcoólicas. Se você pensou, a Captain Cornelius (os marujos e piratas bebuns riosulenses com histórias do alto mar e conselhos sobre a vida), a sua resposta foi correta. Então se apronte, traga seu chifre (opa, sua bebida), suas danças típicas e simbólicas e encontrem os bêbados de todo o estado lá em Rio do Campo - SC. O grupo é formado por Douglas (Vocal, Banjo e Bandolim), Tamiris (Violino), Julio (Baixo) Anotny (Guitarra), Thomas (Bateria e Churrasqueira) e Camila (Teclado).

A banda originária do litoral do estado, Dark New Farm estará no cast de mais um festival. Com pouco mais de um ano, os músicos já estabelecem seu nome no cenário musical. O grupo possui vasta influência e conta com um repertório composto de covers de bandas como Drowning Pool, Korn e Sepultura. Porém, destacam-se pelos singles “La Patria! La Fábula!” e mais recente “Madre”, faixas já admiradas pelo público. Dark New Farm é: Luiz Harley (Vocal), Sol Portella (Guitarra e Vocais), Vinicius Saints (Guitarra), Fabiano Hamed (Baixo) e Maykon Kjellin (Bateria).

Lages está em peso no festival e a banda de Crossover, AbomiNação se apresentará pela primeira vez em Rio do Campo - SC. Formada em 2014 pelos músicos Mateus Biazoto (Vocal e Baixo), Miro Wagner (Guitarra) e Ruan Rudieri (Bateria), a banda traz influências vastas, tais como Krisiun, Nevermore, Parkway e Hatebreed. O grupo lançou seu primeiro trabalho em 2015, o EP “Ódio” contendo oito faixas, seguido da Demo “País de Tolos” com cinco músicas.  Como fruto desse último trabalho, foi produzido em 2016 o clipe da faixa que dá nome a Demo, além do lyric video de “Homem Animal Irracional”, lançado no início 2017.

Para o encerramento do festival, mais um grupo originário de Criciúma. A banda de Prog Power Metal, Norium foi formada em 2017 e desde então trabalha na composição de seu primeiro trabalho. O primeiro álbum dos músicos, ainda sem título, será disponibilizado pela MS Metal Records, com distribuição da Voice Music. Os músicos lançaram recentemente o web clipe da música “Sign Of The Times”, que conta com a participação de Z (The Undead Manz). A formação é: Davi Martins (Vocal), Lucas Souza na (Guitarra), Diego Francisco (Baixo) e Saimon Domingos (Bateria).


quarta-feira, 30 de maio de 2018

Carcanhá: Prodígio do Punk Rock Blumenauense

Originário de Blumenau, o grupo surgiu em 2015 a partir de conversas entre amigos e de gostos em comum. O projeto de Punk Rock que em sua essência traz a chama setentista e oitentista foi criado por Edenilson (hoje vocalista atual) que reuniu colegas para firmar uma formação.



Gradativamente como em qualquer outra banda, aos poucos os músicos foram tocando covers, mesclando às próprias e por fim chegando na parte autoral e assim solidificando-se. Durante sua trajetória, houveram algumas modificações entre seus integrantes até estabilizar a configuração atual.

No ano de 2017, a banda gravou seu primeiro Ep intitulado “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, trabalho este contendo quatro canções, sendo elas “Discurso Abafado”, “Passa a Grana”, “É de Maracujá” e a homônima “(Não Tenha) Políticos de Estimação”. O material foi lançado nas plataformas virtuais esse ano e contou com a difusão do videoclipe “É de Maracujá”.



O grupo tem influências musicais vastas como Punk Rock, Hardcore, Crossover, Thrash Metal, Rock n Roll entre outras ramificações. E as bandas que são referências para os músicos são Replicantes, Plebe Rude, Garotos Podres, Inocentes, Olho Seco, Cólera e Gritando HC.

A designação “Carcanhá” se deu baseada em nome de bandas Punks, frequentemente associada com nomes de doença. E então com a junção da doença “Calcanhar de Maracujá” se deu a atual cognominação da banda. “Calcanhar” seria o nome ideal senão fosse pelo fato de um amigo do vocalista Edenilson não conseguir pronunciar a palavra. O que fez com que os músicos adotassem a escrita diferenciada “Carcanhá”.

As composições do grupo são frequentemente de desigualdade social, problemas climáticos e letras que abordam de forma imparcial a situação atual do país.

Os músicos marcaram presença em diversos eventos do estado. Em 2017 participaram do Porcalhada e Encontro de motos Urupema. Já esse ano, se apresentaram no Paredão Festival, Quero Uma Festa Punk, e no Green Place com o lançamento do EP (Não Tenha!) Político de Estimação.

A banda tem um recado:
“Não deixem o punk rock e a música autoral da sua região morrer! Vá a eventos prestigiar e dar força ao movimento”.

Agenda:
09/06 - Rock in Hell do Campo
14/08 - Porcalhada
10/11 - Um Dia Livre Rock Festival


Formação Atual:
Edenilson (Vocal)
William (Guitarra e vocal)
Fábio (Baixo e vocal)
Guilherme (Bateria)

Plataformas Virtuais:


DEIXE SEU LIKE

ESTATÍSTICAS