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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Araucária Metal Fest: A catástrofe se incendeia em terras paranaenses

Nos dias 08 e 09 de fevereiro de 2020, a cidade paranaense de Araucaria vai ser a capital do Metal nacional. Com a realização de Marcos Schneider, o evento que acontece no Clube de Campo reunirá headbangers e metalheads de todo o sul-brasileiro.

Cartaz
Com uma atmosfera regada aos festivais antigos, disponibilizando uma ampla estrutura, espaço para camping e piscina, o Araucaria Metal Fest vem para se fixar e deixar seu nome no tradicional circuito dos festivais brasileiros.


Ordem das bandas
Com uma mistura peculiar do Crust ao Folk, a Decadência abrirá os portões do fest com sua performance única e totalmente díspar, que faz um duo se utilizar de elementos experimentais para expor os podres do homem e da sociedade hipócrita.

Logo em seguida, a Chubasa também personifica seu diferencial, o fato de não haver guitarra no instrumental e apenas baixo. O primeiro disco “Obscenário Necrológico” está no processo de desenvolvimento e em breve será lançado pelos curitibanos.

De Campina Grande do Sul- PR, a Atrocitus mescla entre o DeathCore e o Thrash. Em 2018, a banda divulgou seu primeiro single “Epitaph” e mostra um pouco do peso de suas canções.

Com 20 anos de estrada, a Unholy Outlaw de Mogi das Cruzes- SP será a quarta banda a se apresentar. Os músicos têm em sua discografia dois materiais divulgados, “Dark Wings” de 2016 e o recente “Kingdom Of Lost Souls”, considerado um dos maiores discos de 2019.


A Lacrimae Tenebris se caracteriza por incluir uma pluralidade de elementos distintos na linguagem sonora, além de utilizarem um visual ímpar e artístico. O Doom Metal é explícito na canção, “Casa de Espelhos”, já que traz uma atmosfera totalmente arrastada e sombria.

Proveniente de Lages- SC, a The Torment Horde volta com dois de seus integrantes antigos, Diabolous Insanous e Lord Mayhem e mais ávidos do que nunca expondo aquele Black Metal Cru recheado de blasfêmia e heresia.

Uma lenda do Doom Metal brasileiro de 24 anos, a HellLight retorna ao Sul do país trazendo toda a melancolia e o ocultismo habitual. Detentor de seis discos, tais como os clássicos “In Memory Of Old Spirits” e “Funeral Doom”, o trio paulistano está cada vez mais sombrio e técnico, provado isso também no último álbum “As We Slowly Fade”.


Continuando a catástrofe e ingressando riffs crus, rapidez e vocais sólidos, a Great Vast Forest exibirá suas batalhas ancestrais e o paganismo através do seu habitual Black Metal. O último trabalho do grupo foi “From The Dark Times To The Black Metal Legions”, divulgado em 2017.



De Timbó- SC, a Volkmort é um dos ícones do Metal Catarinense. Com 16 anos de trajetória, o grupo se faz presente em casts nos grandes festivais do Sul, isso se dá pela solidez e coesão de riffs totalmente crus. A banda é caracterizada por um Death/Doom Metal e tem em sua discografia, dois eps, o “Supreme Evolution Of Fear”, e o “The Beginning Of Fear”, além de “Batlle Desolation”, disco lançado no ano passado.

Com um nome destacado no Black Metal paranaense, a Profane Souls vai encerrar as atividades da noite de sábado. A sua demo “Na Terra de Satã” é um dos carros chefes da horda, que preconiza suas canções em português, difundindo assim ainda mais sua misantropia.



No domingo, a prata da casa Damn Lies subirá aos palcos às 14:00h. O grupo de New Metal é recente, se formou em meados de 2019 mas pretende surpreender no evento.

O Heavy Metal ganhará corpo através da Hell Gun. O grupo de São José dos Pinhais- PR, explicita riffs céleres e solos rápidos, evidente na canção “Pride To The Nations”, presente no primeiro Ep “Southern Hell”.

Terceira a se exibir, a Tandra aposta no Folk Metal com presença de acordeom, flauta e guitarra de sete cordas. Essa peculiaridade se caracteriza nos seus singles já divulgados, “Open The Bar”, “Time to Eternity” e “Winter Days”. Todas as faixas estarão inclusas em seu primeiro full length “Time to Eternity”.

A banda caxiense de Infected Sphere explicita um caótico Death Metal. Os músicos em seu âmago, caminham entre as vertentes de Krisiun, Cannibal Corpse, Deicide, Dying Fetus, Disgorge, Carcass e outros sons na mesma linha. Em 2018, o grupo divulgou seu primeiro material, o álbum “Abbys Ov Flesh”.

Com quinze de estrada levando o Heavy Metal para os palcos, a Battalion será mais uma banda catarinense marcando presença no cast. Os itajaienses somam em sua discografia, o Ep “Empire of Dead” seguido pelo álbum de mesmo nome lançado um ano depois. O trabalho mais recente do grupo é o Ep “Tyrants of Evil”, divulgado em 2015.



A Axecuter possui uma trajetória extensa no underground. Os músicos montaram o projeto em 2010 e possuem oito trabalhos, divididos entre demos, eps, splits e discos. O precioso full length “Metal Is Invincible” é um clássico e o novo álbum “Surrounded By Decay” expõe a evolução musical dos curitibanos.  Então levantem seus machados e compareçam ao inferno qeu será feito por Daniel Danmented (Vocal), Victor Rascal (Baixo) e Jeff Verdani (Bateria).

Encerrando o Araucária Metal Fest e carregando uma bagagem de 35 anos, a Anthares é uma das pioneiras no estilo Thrash/Speed Metal, sua sonoridade agressiva e riffs céleres a colocaram como em um patamar de destaque. A obra-prima “No Limite da Força” mostrou o potencial dos paulistas e dali surgiram clássicos como a faixa homônima do disco, “Vingança” e “Batalhas Ocultas. Depois de um hiato, o grupo regressou e está na ativa há quase quinze anos.



Dia: 08 e 09 de fevereiro de 2020
Ingressos: 3°Lote (70 reais)
Local: Clube de Campo, Araucária- PR

domingo, 17 de junho de 2018

Rock In Hell Do Campo IV: A Chama do Metal Cada Vez Mais Acesa

A quarta edição do Rock In Hell Do Campo já trazia em seu o lema, o bordão “Eu Vou Descongelar” e foi o que aconteceu com as centenas de pessoas que puderam presenciar um dos maiores festivais de Santa Catarina. O estado tem diversos festivais e eventos que possuem em sua essência o velho espírito do underground e do Rock/Metal, e assim foi o RHC.



Com uma ampla estrutura e áreas destinadas para o camping, espaço kids, gastronomia diversificada, exposição de vinis, vestuário, materiais e utensílios antigos, o evento consolidou-se como um dos mais artísticos. Além desse quesito, vale ressaltar o FutChop (torneio de headbangers bebuns afim do profissionalismo choppeano), às excursões de cidades como Arroio Trinta, Lages e Curitiba e a presença de novas pessoas.

Ah, e falando na excursão de Lages, se realmente existe parceria, ela está no Planalto Serrano. Quase trinta pessoas que novamente lotaram um micro-ônibus e foram apoiar o underground catarinense. Nós estivemos juntos registrando, curtindo e pegando a estrada com os “faca na bota” e sábado à tarde estacionamos na cidade do Alto Vale do Itajaí.

Em virtude de não coincidir os horários de chegada com o das apresentações da sexta-feira à noite, ficamos impossibilitados de registrar as bandas Pragas do Paiol de Dona Emma - SC e Overblack de Blumenau - SC que deram o pontapé inicial ao evento.

Outro ponto a ser devidamente lembrado e exposto são bandas que não estavam no cast e presenciaram o Rock In Hell. Grupos como Acidemia, Juggernaut, Plunder, Blood Eyes, Balboa’s Punch e Extrusora mostraram a união e coletividade, fatores que deveriam estar presentes em todas as bandas.

As mídias se encontraram e mutuamente registraram todos os momentos, ocasiões, apresentações e manifestações artísticas contidas nessa edição. O Cultura em Peso com Vanessa Boettcher, O Subsolo com Maykon Kjellin e nós da Urussanga Rock Music fomos congratulados com a acessibilidade habitual dos organizadores Tailana Furni Torres e Cleiton Falcãozinho que nos disponibilizaram grandes condições para a realização do trabalho.

Enfim, a destruição começou pontualmente com o Punk Rock da blumenauense Carcanhá que relembrou clássicos do Replicantes, Gritando HC e Garotos Podres, todavia reproduziram todas as músicas contidas no EP “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, o qual vale destacar a música “É de Maracujá” muito bem aceita e cantada pelo público presente.

Com um repertório apenas de músicas cover, a Walkmen veio de Curitibanos – SC para fazer releituras de grandes nomes do Rock noventista e oitentista.

A Jhonny Bus de Lages incendiou o evento com Motorhëad, Iron Maiden e outros grupos, porém a canção “Shadow Walker” foi uma das mais contagiantes, marcante na exibição dos músicos que contou com grandes moshes e rodas a cada riff.

Antes do próximo grupo subir aos palcos, os organizadores de festivais que compõe o UP Rock se reuniram para prestigiar o evento e divulgar os seus respectivos projetos. Lá estavam Denilson Luis Padilha e Nani Poluceno(Otacílio Rock Festival), Dorneles Pereira (Um Dia Livre Rock Festival), Larissa Giovanella (River Rock Festival), Marcos Valério (Iceberg Rock Festival) e Falcaozinho (Rock In Hell Do Campo)

Uma das mais esperadas para essa edição foi a feed THE FREAK de Blumenau – SC, um Metal apenas FREAK carregado de um visual sombrio e obscuro característico de vilões anos 50 e 60. O repertório dos blumenauenses continha canções arrastadas, mas ao mesmo tempo agressivas e uma performance sensacional. Mesmo diante de alguns problemas relacionados com o técnico de som, puderam exprimir toda a crueza e potencialidade através de suas canções autorais.

A Tandra de Curitiba – PR recheou o evento de musicalidade nórdica, músicas comuns entre os bebuns da Europa foram executadas, além do cover da canção “Vodka” com participação de Douglas Sieves da Captain Cornelius. Os músicos expuseram “Open The Bar”, canção própria que foi a abertura do Maniacs Metal Meeting e que rendeu moshes e danças típicas.

O grupo The Undead Manz investiu na estética e no visual, o que rendeu um figurino gore e um som autoral singular recheado de Metal Industrial e Horror Metal, a fusão dos dois estilos impressionou os headbangers e metalheads presentes. Os criciumenses fizeram um repertório autoral notável, com destaque para “Fearless”.

No horário da 00:00, todos estavam presentes na Super Fogueira e lá viram uma apresentação surreal de Tailana com pirofagias e danças à narração da história aterrorizante de Dance Of Death do Iron Maiden. Aos poucos com o decorrer da peça, Cleiton Falcãozinho ingressou e também movido pelo fogo deu início à queima da grande cabeça de gado feita por madeiras e galhos que logo se inflamaram e personificaram toda a magia por trás da melhor edição do festival.

Porém o caos continuou no palco, a headliner Carniça com mais de 27 anos se apresentava pela primeira vez no estado. O show foi destruidor do início ao fim, a cada canção um riff com mais intensidade, solidez e celeridade. Os músicos reproduziram músicas de todos os full lengths, porém focaram no último lançado, o homônimo “Carniça” que expuseram seis canções e nelas puderam exibir toda a evolução do grupo.

A Hon-Ra de Caxias do Sul – RS seria a próxima a entrar em cena, todavia houve um imprevisto com o baterista Rodrigo Zanella e isso impossibilitou o mesmo de estar em Rio do Campo. Entretanto, é notável o profissionalismo dos músicos que mesmo com as dificuldades de contato perante às linhas telefônicas, estiveram presentes e divulgaram seus materiais e singles numa banca de merchs, além de mostrarem todo o aparato e suporte para os organizadores.

A Spiritual Devastion foi a segunda de Lages – SC a desgraçar o RHC, o power trio divulgou diversas canções autorais e nelas facilmente deu para identificar o Thrash e Speed Metal dos anos 80 e como consequência disso, as rodas e moshes monstruosos eram de descongelar qualquer pessoa no evento, principalmente quando executaram “Welcome To The War”.

O encerramento da noite ficou por conta da Lacrimae Tenebris, assim como na última edição, os curitibanos ficaram encarregados de extasiar os presentes na madrugada com um Doom arrastado e técnico mesclando lirismo em suas canções autorais, como “Casa dos Espelhos” em que recentemente foi divulgado um videoclipe.  

O domingo começou cedo com um grande café da manhã, e o melhor, tudo de forma gratuita. A Captain Cornelius que depois de uma refeição reforçada subiu ao palco e apresentou novas releituras de canções clássicas irlandesas e celtas, além de retribuir o favor e convidar para uma participação especial de uma música do Alestorm, o vocalista da banda Tandra, Christopher Knop.

A Dark New Farm veio de longe, lá do litoral sul para expor seu New Metal. O quinteto reproduziu alguns covers, porém executaram as canções autorais “La Patria, La Fabula” e “Madre” música esta que o baterista Maykon Kjellin fez um discurso sobre a composição da letra que traz resquícios de uma agressão grave a mulher. A apresentação dos músicos foi marcada pela evolução sonora, vocais mais ásperos de Harley e por um backing vocal mais clean de Sol Portella.  

De Lages – SC, a AbomiNação colocou tudo o que tinha e fez com que cada música executada fosse uma catástrofe de empurrões, rodas e muvucas por parte dos metalheads. As músicas já são conhecidas, destaque para “Tradicional Família Brasileira”, “Cavalo de Troia” e “Deus Deligit Hominem” que trazem um Crossover descomunal e para uma nova música que contém alguns beats de Rap.

A Norium fechou o evento e os criciumenses tocaram clássicos do Power Metal, além de apresentar sua música autoral “Sign Of The Times” lançada recentemente que conta com a participação de Z (The Undead Manz).


terça-feira, 5 de junho de 2018

Rock In Hell Do Campo Festival IV: Evento Promete Incendiar o Alto Vale

Nesse final de semana, a pequena cidade de Rio do Campo – SC de apenas 7 mil habitantes promete acolher e recepcionar os headbangers e metalheads advindos de várias regiões do Brasil. O festival que já é tradicional no Sul-Brasileiro dá as caras novamente com sua forte característica de juntar bandas, apresentações artísticas, encontro de carros antigos e muitas surpresas.


Com uma divulgação ampla, organizada e sistematizada, Cleiton Falcãozinho e Tailana Furni Torres realmente uniram esforços para que essa edição ficasse marcada de forma histórica, foi mais de um ano de difusão e lançamentos de atrações, contando com o apoio de parceiros, mídias e amigos relacionados com o fest. A partir disso instituíram-se treze excursões de diversas cidades e estados, como Goiânia e São Paulo, Novo Hamburgo – RS, Caxias do Sul – RS, Curitiba – PR e municípios catarinenses como Blumenau, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Lages, Rio do Sul, Salto Veloso e Timbó.

Essa edição do evento trará atrativos, como presença dos maiores motoclubes da região, panificadora ao entorno do evento, Super Fogueira, Buffet (Gastronomia da Cidade), Serviço de Bar 24 horas, Espaço Kids, Camping, Expositores e Food Truck. Outro adicional que cabe destacar é o fato de acontecer o 1° Torneio de FutChop, onde as pessoas poderão se inscrever para juntar as paixões de beber e jogar futebol, além de consequentemente gerar várias risadas para o público presente.

As mídias que farão as coberturas, entrevistas e vídeos serão o Cultura em Peso, O SubSolo e nós da Urussanga Rock Music.

O Rock In Hell Do Campo nesse ano vai abrir novamente suas portas na sexta-feira e contará com 15 bandas:

Diretamente do singelo município de Dona Emma vem os músicos da banda Pragas do Paiol, que ficarão responsáveis por iniciar o festival. Formada por Valdemiro Fritz Batista (Bateria), Wilian Schurt e Edigar Debatin (Guitarra), “Binho” (Baixo) e Luiz Fernando Chiodini (Vocal), o grupo é influenciado pela música nacional, trazendo em seu setlist tributos de bandas de Punk Rock ao Heavy Metal.

O segundo grupo é originário de Blumenau – SC, a Overblack irá expor o Heavy/Thrash Metal através de riffs rápidos e de influências como Motörhead, Sepultura e Metallica. Os músicos já lançaram um Ep intitulado “Dying To Fight” que contém três canções, “Spitfire”, a homônima “Dying To Fight” e “Fear In Your Face”. A banda é composta por Paulo Henrique (Vocal e Guitarra), Gabriel Roberto (Guitarra Solo), Charles Dondoni (Baixo) e Jonathan Muniz (Bateria).

No sábado depois das apresentações e atividades culturais, a partir das 18 horas a Carcanhá também de Blumenau – SC sobe aos palcos. O grupo formado em 2015 mantém a chama e o ideal do Punk Rock totalmente ativo através de suas letras bem-humoradas, de crítica social e de revolta. Recentemente difundiram o EP “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, trabalho este que abrange quatro faixas, “Discurso Abafado”, “Passa a Grana”, “É de Maracujá” e a homônima “(Não Tenha) Políticos de Estimação”. A formação atual é Edenilson (Vocal), William (Guitarra e Voz), Fabio (Baixo e Vocal) e Guilherme (Bateria).

Os músicos da Walkmen são originários de Curitibanos e estão na atividade desde 2014. Os músicos apresentarão clássicos do Rock dos anos 80 e 90, priorizando as músicas nacionais. A formação atual conta com Luciano Magagnin (Vocal e Guitarra), Ricardo Rodrigues (Baixo) e Rafael Rodrigues (Bateria).

A primeira banda lageana a se exibir será a Jhonny Bus. Os lageanos trazem a tona o Rock N Roll, Heavy Metal e Hard Rock com referências a AC/DC, Whitesnake, Guns ‘n Roses e outros nomes do estilo. Obviamente os músicos também apostam no autoral, em virtude disso recentemente divulgaram o álbum “Empowered Darkness”. O grupo é composto por Gabriel "Stay Puft" Giotti (Vocal), Antonio "Maria Bethânia" Pereira (Bateria), Fernando "Bigorna" de Liz (Guitarra), Eclair "Mun-Rá" Lins (Guitarra) e Eduardo "Sucrilhos" Tripoli (Baixo).

Mais uma representante de Blumenau, a feed the FREAK aposta no Freak Rock, um ritmo peculiar carregado de obscuridade, nostalgia e um visual diferente. Os músicos apostam na versatilidade e no rock alternativo carregado. A banda que se formou em 2007 tem como trabalho o disco homônimo “Feed The Freak” contendo oito faixas, sendo elas “B.U.T.C.H.E.R”, “Libertine”, “Mentorship”, “Articulating The Vice”, “No Sin, No Pleasure”, “Euthanasia” e “Honey & Milk”. Os integrantes são Haunting Joey (Guitarra e Vocal), Skul Smuggler (Baixo e Backing Vocal) e John Ripper (Bateria).

Advinda de Curitiba, a banda paranaense Tandra será responsável por trazer o Folk Metal aos palcos do Rock In Hell do Campo. Formada em 2012, o grupo possui como referências musicais, nomes como Korpiklaani, Tuatha de Danann e Equilibrium. Trazendo um repertório recheado de covers, os músicos estão focando na composição de músicas autorais, sendo que lançaram no final de 2017 a faixa “Open The Bar”.  A Tandra é formada por: Carlos Henrique Linzmeyer (Acordeão), Christopher Schmitt Knop (Guitarra e Vocal), Felipe Ribeiro (Flauta e Vocal), Felipe Franco (Baixo e Vocal), Gefferson Franco (Guitarra e Vocal) e Max Waltrick (Bateria).

A The Undead Manz de Criciúma- SC mistura arte, visual sombrio e Modern Metal através de suas canções autorais que mesclam com influências de Rob Zombie e The 69 Eyes. O grupo divulgou em 2017 o primeiro material intitulado “The Rise Of The Undead” que contém oito faixas, “Deum Tempus”, “Seeds Of...”, “... Evil”, “OBM”, “Ad Clamor Clavium”, “Fearless”, “The Death” e “Destiny Out”. A banda é composta por Z (Vocal e Guitarra), Jericrow (Guitarra), Plague (Baixo) e Jaws (Bateria).

A Super Fogueira inicia na meia noite e é seguida pela entrega do troféu “Banda Destaque”. Após essas atividades, a lendária Carniça vai mostrar o porquê é considerada um dos maiores grupos do Sul. Os músicos são originários de Novo Hamburgo e fundaram a banda no ano de 1991, de lá pra cá foram 27 anos e 10 materiais divulgados, sendo cinco demos, uma Split e quatro full length, “Rotten Flesh”, “Temple’s Fall... Time To Reborn”, “Nations Of Few” e o recente “Carniça”. Eles misturam em suas composições temas sociopolíticos e obscuros mantendo em sua formação Mauriano Lustosa (Vocal), Parahim Neto (Guitarra e Backing Vocal), Marlo Lustosa (Bateria) e Vinicius Durli (Baixo).

Há seis anos nas estradas, a banda caxiense Hon-Ra trará aos palcos um Death Metal influenciado por nomes como Behemoth, Death e Slayer. O grupo possui seis singles colecionáveis lançados, além dos clipes “From The Shadows Of The Depths”, “Ronin” e “Evil Shadows”. Além de marcar presença em diversos festivais, os músicos realizaram recentemente uma série de apresentações na Argentina. A banda conta com Jener Milani (Guitarra e Vocal), Wagner De Moraes (Guitarra) e Rodrigo Zanella (Bateria).

Proveniente de Lages, a Spiritual Devastation banda de Heavy/Thrash Metal formada em 2016, se apresentará na madrugada de domingo. Os músicos realizaram recentemente o pré-lançamento do primeiro trabalho do grupo, o álbum, intitulado War and Peace. Entre as faixas já divulgadas pela banda estão “This Is Our World”, “Age Of Terror” e Welcome To The War”. A formação conta com Guilherme Alberge (Vocal e Guitarra), Marco Antônio (Bateria) e Henrique Pereira Soares (Baixo e Backing Vocal).

Inspirados por Katatonia, Samael, Paradise Lost, Swallow The Sun entre outros grupos, os paranaenses da Lacrimae Tenebris exibirão o seu respectivo Doom no sábado/domingo. Com um som arrastado e carregado lembrando um Djent, o grupo traz letras personificadas por depressão, conflito com o ser humano e ódio. Os músicos tocarão pela segunda vez no evento. A banda é formada por Timóteo (Baixo e Vocal), Max (Bateria) e Felipe Franco (Baixo).

A primeira banda confirmada no domingo já é conhecida na região por sua sonoridade peculiar e letras características remetendo a cultura irlandesa e suas tradições alcoólicas. Se você pensou, a Captain Cornelius (os marujos e piratas bebuns riosulenses com histórias do alto mar e conselhos sobre a vida), a sua resposta foi correta. Então se apronte, traga seu chifre (opa, sua bebida), suas danças típicas e simbólicas e encontrem os bêbados de todo o estado lá em Rio do Campo - SC. O grupo é formado por Douglas (Vocal, Banjo e Bandolim), Tamiris (Violino), Julio (Baixo) Anotny (Guitarra), Thomas (Bateria e Churrasqueira) e Camila (Teclado).

A banda originária do litoral do estado, Dark New Farm estará no cast de mais um festival. Com pouco mais de um ano, os músicos já estabelecem seu nome no cenário musical. O grupo possui vasta influência e conta com um repertório composto de covers de bandas como Drowning Pool, Korn e Sepultura. Porém, destacam-se pelos singles “La Patria! La Fábula!” e mais recente “Madre”, faixas já admiradas pelo público. Dark New Farm é: Luiz Harley (Vocal), Sol Portella (Guitarra e Vocais), Vinicius Saints (Guitarra), Fabiano Hamed (Baixo) e Maykon Kjellin (Bateria).

Lages está em peso no festival e a banda de Crossover, AbomiNação se apresentará pela primeira vez em Rio do Campo - SC. Formada em 2014 pelos músicos Mateus Biazoto (Vocal e Baixo), Miro Wagner (Guitarra) e Ruan Rudieri (Bateria), a banda traz influências vastas, tais como Krisiun, Nevermore, Parkway e Hatebreed. O grupo lançou seu primeiro trabalho em 2015, o EP “Ódio” contendo oito faixas, seguido da Demo “País de Tolos” com cinco músicas.  Como fruto desse último trabalho, foi produzido em 2016 o clipe da faixa que dá nome a Demo, além do lyric video de “Homem Animal Irracional”, lançado no início 2017.

Para o encerramento do festival, mais um grupo originário de Criciúma. A banda de Prog Power Metal, Norium foi formada em 2017 e desde então trabalha na composição de seu primeiro trabalho. O primeiro álbum dos músicos, ainda sem título, será disponibilizado pela MS Metal Records, com distribuição da Voice Music. Os músicos lançaram recentemente o web clipe da música “Sign Of The Times”, que conta com a participação de Z (The Undead Manz). A formação é: Davi Martins (Vocal), Lucas Souza na (Guitarra), Diego Francisco (Baixo) e Saimon Domingos (Bateria).


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Lacrimae Tenebris – Casa de Espelhos (2017)

O Rock In Hell Do Campo ainda nos deixa com saudades da magnífica edição desse ano. E a banda curitibana Lacrimae Tenebris nos exibiu tamanha nostalgia ao elaborar um videoclipe sobre sua canção autoral “Casa de Espelhos” executada no festival riocampense.



A canção traz a exuberância do lirismo, a peculiaridade do instrumental arrastado e os vocais crus e sólidos expostos de forma sentimental por Timóteo. A letra angaria a melancolia e a sinestésica misantropia.

Ela pode ser ouvida nas seguintes mídias sociais:

Google Play: https://goo.gl/YQymSi

Abaixo estão as plataformas virtuais:


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Lacrimae Tenebris

Doom Metal originário da capital paranaense



A Lacrimae Tenebris surgiu no segundo semestre de 2016, na cidade de Curitiba. O grupo iniciou suas atividades com Timóteo (Vocal e Guitarra), Max (Bateria) e Felipe Franco (Baixo), o trabalho é baseado em músicas autorais relevantes e bem pesadas, ingressando referências sonoras de Death/Black Metal e até Djent.

De acordo com a própria banda, o som explícito não é considerado um experimental já que possui uma pluralidade de elementos distintos na linguagem sonora. Ou seja, muito grave, celeridade e agressividade em cada riff. Os músicos visam construir algo que agrade os amantes do metal extremo.

As influências musicais do grupo são distintas como Paradise Lost, Swallow The Sun, Virgin Black, Katatonia, Dimmu Borgir, Behemoth, Samael, Feshgod Apocalypse, WhiteChapel, Meshuggah, Animal As Leader entre outras vertentes.

A designação “Lacrimae Tenebris” se deu pela proposta do som, sonora e lírica. A abordagem que os músicos trazem criam uma atmosfera mórbida e obscura pelas perdas e dores, intensificando-se ainda mais. Em outras palavras pode-se dizer uma melancolia e misantropia em relação ao ser humano de maneira poética assim como o real significado da cognominação, em latim “Lágrimas da Escuridão”.

Atualmente os músicos estão no processo de finalização de um single que tem previsão de lançamento para esse mês ainda. E até o final desse ano, os curitibanos planejam concluir o desenvolvimento do primeiro álbum.

As características das letras percorrem caminhos da depressão, amor, conflito com o ser humano, ódio, da vida e morte.

O primeiro show da banda foi no Rock In Hell Do Campo na cidade de Rio do Campo o qual contou com 18 grupos.

Agenda:
Agosto: Eclipse Doom Festival (Joinvile – SC)
Outubro: Frain Hell (Lages – SC)
Dezembro: MiniTour com Dying Sufocation e The Cross (SC, RS e PR)

O grupo tem um recado:

“Lacrimae Tenebris é um grupo de músicos que amam o som, e amam a cena, e continuamos a trabalhar por isso. Gostaria que esse sentimento fosse mais amplo, que as pessoas abraçassem mais o trampo e valorizasse mais também, para que as inúmeras bandas de qualidade que temos por aqui tenham mais espaço e condições, e a galera tenha cada vez mais shows e festivais, e cada vez melhores. Como banda independente, deixamos um agradecimento pesado à tantos que já nos apoiaram até aqui e que apoiam e trabalham pela cena. ”

Plataformas Virtuais:


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