No próximo domingo (09), a cidade de Imbituba- SC recebe a
terceira edição do Portinho Rock. O evento mantém o apoio da Associação
Cultural Portinho da Vila.
Cartaz
Com entrada gratuita, o festival começará às 10h e contará
com a exposição de artesões locais, oito bandas, além de ter um viés social com
a arrecadação de fraldas e produtos de higiene pessoal para o asilo de Imbituba- SC.
Os fazendeiros da Dark New Farm trazem ao evento, músicas
que já conhecidas pelo público da região. Com forte influência de New Metal, a
banda de Nova Fazenda tem como material, o Ep “Farm News” que é recheado de
músicas com o contexto político-social.
A criciumense Antítese carrega consigo o tradicional Rock n
Roll, através de canções autorais. A banda possui três trabalhos, o disco “Ser
Igual”, o ep “Despertar” e o videoclipe da faixa homônima “Ser Igual”.
Uma das principais bandas da zimba, a Fishmen está na ativa
desde os anos 90 e é um destaque no litoral sul catarinense. Em 2012, o grupo divulgou
o videoclipe da música “Before We Call For Help”.
Criada em 2019, a Violent Crisis de Criciúma- SC é formada
por integrantes experientes e conhecidos do cenário musical. O grupo expões
canções autorais e covers de Thrash Metal.
A Faith No Men de Garopaba- SC fará um cover da banda Faith
No More e trará clássicos do grupo. E as pratas da casa The Folks e The
Basement irão expor clássicos do Rock n Roll. Enquanto a Hallten aposta na
versatilidade do Stoner Rock.
Depois de uma breve pausa, o Metal Sunday retornou suas
atividades e está em prol da causa animal. O evento que acontecerá no próximo
domingo (20), no Drakos Beer Pub em Imbituba- SC reunirá três bandas com o
intuito de auxiliar a ONG “Protetores da Nova Brasília”.
Cartaz
A Hallten de Imbituba- SC é a prata da casa. O grupo se caracteriza
pela presença simbólica do Stoner em suas músicas autorais.
De Laguna- SC, a Molitium é um dos destaques do Progressive
Metal no estado. O grupo, antes denominado Diemordinate carrega consigo o disco
“Progeny”, lançado no ano de 2018 e que foi condecorado como um dos melhores
álbuns do ano pela mídia especializada, O Subsolo. A banda aposta numa
sonoridade ímpar que vai de encontro de várias vertentes, como o Heavy, Metal e
o Metal Moderno.
A Dark New Farm é originária de Nova Fazenda- SC e está na
difusão do seu Ep “Farm News”, divulgado em agosto desse ano. O grupo investe
no New Metal como principal elemento, personificado através de backing vocais,
guturais e riffs céleres. Os músicos recentemente tocaram no River Rock
Festival e gradativamente consolidam sua presença nos festivais catarinenses.
No dia 03 de agosto, a banda originária de Nova Fazenda-
SC, Dark New Farm lançou se primeiro trabalho, “Farm News”. O ep foi produzido
por Gustavo Schattscneider e gravado no TG Homestudio.
Abrindo a demo, “L.O.V.E” visa contestar o cenário
homofóbico. Os músicos trouxeram em sua composição questionamentos acerca da
hostilidade e discriminação contra relações homoafetivas. O instrumental bem
trabalho casa com a letra por conta da agressividade nos riffs, além dos
guturais rasgados mesclados a um backing vocal grave.
A música “Madre” tem como objetivo retratar a perspectiva
de uma criança em relação aos casos de violência doméstica presenciados. Com
riffs pesados somados a um vocal potente, os músicos expressam todo sentimento
de fúria e indignação com uma letra carregada de intensidade. Tal como é
possível notar nos versos “A maggot to be smashed, not so brave now? Come and
try to hurt me, ‘cause I'll kill you, motherfucker”.
A terceira faixa “Collision” é bem densa, seu instrumental
possui alternâncias de riffs e presença de um solo bem trabalhado no meio da
música. A letra aborda as situações de um vício, e suas consequência que pode
chegar ao limite extremo.
“La Patria, La Fabula” contempla duas formas distintas de
vocal, já que Harley expõe parte da composição em inglês e parte em espanhol. O
peso e a rigidez tornam um caos, fazendo assim uma mescla de Heavy Metal com
elementos díspares do New Metal. A letra é baseada na atualidade, em toda a
guerra proposta, na “inocência” norte-americana e sobre seus respectivos atos
além é claro da desigualdade social. Nela nomes como Osama, Sadan e Kadafi
foram citados assim como o poder e desenvolvimento dos EUA.
A quinta canção é “In Justice”. A letra mostra toda a
hipocrisia que ronda através da justiça, assim como a mesma que não consegue
intermediar e favorece apenas os privilegiados da sociedade. A sonoridade
começa mais cadenciada, dando enfoque para os vocais que no refrão acompanha de
forma síncrona a mesma. Após isso, os riffs passam a ser mais rápido e agressivos.
“Hushaby” encerra o Ep. A sexta faixa é uma das melhores do
material, o instrumental é sólido e conciso. Já a composição, enfatiza a
depressão e mostra o poder que a mesma tem de convencimento e todos os
malefícios que traz para a sanidade mental de uma pessoa.
No mais, o trabalho é algo inédito no cenário catarinense,
já que os músicos abordam canções de inglês mescladas ao espanhol e exibem um New
Metal característico, ao dar ênfase nos backing vocais e nas alternâncias do
instrumental.
Nos dias 06, 07 e 08 de setembro, aconteceu na cidade de
Indaial- SC o River Rock Festival. O evento tradicional nos calendários do
Metal Catarinense contou com a presença de mais de 500 pessoas e participação
de trinta bandas, diversas mídias credenciadas, amplo espaço para camping, infraestrutura
diferenciada (chuveiros quentes, limpeza rotineira dos banheiros, diversidade
gastronômica, lojas de merchs) e uma paisagem natural que vai de encontro aos
propósitos do fest, “A Festa das Tribos”.
Divulgação
Com a companhia de uma mini excursão advinda de Lages- SC,
nós embarcamos para mais uma aventura nos festivais catarinenses. De Metal
Extremo, a Folk e a um Sertanejão Antigo, fomos conhecendo os municípios do
vale e nos deslocando para o evento. Às 00:00 min chegamos no Rota KM 66 e o
Ratos de Porão fazia sua apresentação.
Ratos de Porão (SP)
Lá no River, conhecemos nossas instalações, que consistia
numa sala de imprensa, com vários cartazes e divulgações do evento, além de um espaço
carinhosamente destinado pelo Adilson Frenzel para nos acomodarmos. Com dele,
há outros cinco integrantes da organização, sendo Adriano Ribeiro, Ariel
Frenzel, Larissa Giovanella, Regiane Santos e Valdecir Valda que durante o
festival cuidaram de todos os detalhes para que o mesmo fosse marcante, como as
edições anteriores.
Sexta-Feira
A primeira banda que vimos nos palcos foi a Pogo Zero Zero
de São José- SC. O grupo tem 'bala na agulha', já que celeridade e rapidez são
suas principais características.
Pogo Zero Zero (SC)
A noite
iria contar com a High Butcher, mas infelizmente por motivos pessoais os
paranaenses não puderam se apresentar. Com isso, a Cosmic Soul se exibiu e
trouxe um tributo à lendária banda de Metal, Death.
Sábado
Depois de duas entrevistas realizadas na noite de sexta, com Ratos de Porão e com PZZ, o
dia se encerrou e as atividades começaram por volta das 11 horas da manhã. A
Apócrifos reuniu músicos experientes, uma sonoridade díspar e um doom com
referências de várias vertentes do Metal.
Apócrifos (SC)
A Balboa’s Punch cada vez mais se consolida no cenário
catarinense. Os riosulenses apresentaram “Payng With The Life, um clássico da
banda Rhestus, suas músicas autorais e estão no desenvolvimento de um novo
videoclipe.
A 100 Dogmas fez uma apresentação recheada de músicas
autorais, tais como “Ansiedade”, “Genética”, “Resistência & Emilio Calandra”,
além de tocar “Walk” da banda Pantera, com participação especial de Alex Cole
(Homem Lixo).
100 Dogmas (SC)
A Obscurity Vision é um ícone do Metal Catarinense. Os
criciumenses carregam uma bagagem de 22 anos de carreira e o seu disco de
estreia “Dark Victory Day”. Além disso, os músicos apostam no visual artístico,
na sincronia das duas guitarras e no Black Metal cru, evidenciado através de
suas músicas próprias e de seu cover de Rotting Christ.
Obscurity Vision (SC)
Também proveniente do sul catarinense, a The Undead Manz
impressiona pela qualidade sonora, pelo visual peculiar e por suas temáticas
muito bem trabalhadas. O grupo permeia entre o Horror, o Industrial e o Modern
Metal, fugindo dos estereótipos e mesclando influências diversas a suas
canções.
The Undead Manz (SC)
Em uma conversa com Paulo Ricardo Silva (Imago Mortis), o
mesmo nos informou sobre os novos projetos do grupo, acerca do lançamento do
single “Black Widow” e da aventura de encarar 1200km para acompanhar o River
Rock Festival.
As mídias pouco a pouco se estabeleciam no evento e faziam
suas devidas coberturas, o Agenda Metal com Priscila Ramos e Raul Noering, o
Underground Extremo com Luiz Harley Caires, o Cultura em Peso através de
Jonathan Dino, O Subsolo com Sidney Oss Emer, o Som Pesado por Vagner Aguiar e Claudio
Tiberius com seu novo canal.
Ao decorrer do evento, as entrevistas foram acontecendo. Assim,
como as fotos e vídeos que fomos desenvolvendo, isso impossibilitou de acompanharmos
às bandas Gueppardo e o artista blumenauense Deny Bonfante.
Gueppardo (RS)
Uma das bandas que mais impressionou o público presente,
foi a Sinaya. O grupo de Death Metal agitou os headbangers do início ao fim,
mantendo intensidade, ferocidade e riffs rápidos a cada música. Não tinha lugar
para ficar parado e isso é uma das peculiaridades do grupo paulista, que com
sua nova formação mantiveram a mesma pegada e originalidade.
Sinaya (SP)
A Justabeli em sua entrevista já mencionava, “viemos para
trazer o caos, a guerra” e isso evidenciou em seu show. A banda bem postada no
palco reproduziu seus clássicos, “Cause the War Never Ends”, “Satan’s Whore”,
entre outros clássicos, além de manter o peso e agressividade habitual em suas
apresentações.
Justabeli (SP)
Com uma bagagem de 17 anos de estrada, três álbuns
divulgados, “Got Newz”, “Beyond The Rainbow” e “Sunshine”, a banda King Bird de
São Paulo trouxe o Hard Rock e o Rock n Roll tradicional, isso fez o clima
ficar mais cadenciado e os hits tomaram conta do público.
Um dos principais shows do River Rock 2019 foi protagonizado
pela Arandu Arakuaa. O grupo brasiliense mostrou que há Folk na América do Sul
e a representação disso, são suas apresentações icônicas. Com uma presença de
palco ímpar, com traços pintados no rosto e no corpo, músicas escritas em distintas
línguas nativas, a banda conquistou os metalheads. A sonoridade natural que ao
mesmo tempo, ingressa Metal Extremo e outras especificidades do estilo, contribuiu
para que quem ouvisse seu show criasse sua própria visão instrumental musical.
Arandu Arakuaa (DF)
O Up Rock (Coletivo de organizadores de festivais
catarinenses independentes) fora chamado ao palco para exporem seus respectivos
projetos e trabalhos. Lá estavam inclusos, o Agosto Negro (Danniel Bala), Demone
In Hell (Simone Demone), Iceberg Rock (Marcos Valério), Otacílio Rock Festival
(Nani Poluceno), River Rock Festival (Adilson Frenzel Bernardes e Adriano
Ribeiro) e Rock No Lago (Thomas Michel Antunes).
Uma das bandas mais importantes do Rio Grande Do Sul, a
Carcinosi foi uma das mais gratas surpresas do evento. Na tour de divulgação do
disco “Resumption”, o grupo fez uma catástrofe nos palcos do River Rock,
mostrando que os brasileiros são referências no assunto Death Metal e a cada
música tocada era um novo estrondo. Do início ao fim, percebi que experiência,
conhecimento técnico, humildade e brutalidade a personificam como um dos
pilares do Metal gaúcho.
Carcinosi (RS)
Em Santa Catarina, a Raging War cada vez mais finca seus
pés no cenário musical. Os brusquenses são experts em riffs rápidos, coesos e na
exposição do Thrash Metal sem firulas. “The Meaning” é a obra-prima do grupo
que carrega a solidez e a sonoridade ímpar que se intensifica no refrão.
Raging War (SC)
Encerrando a noite de sábado, a Overblack não se importou
com o horário e possibilitou alguns moshes de guerreiros à frente do palco. O
grupo blumenauense continuou com o Thrash Metal e finalizou o dia com muito
peso e agressividade.
Overblack (SC)
Vale ressaltar que muitas bandas compareceram, mesmo não estando no cast, tal fato personifica o profissionalismo e a valorização ao cenário independente. Alguns exeplos foram as bandas Alocer, Flesh Grinder, Imago Mortis, Impiedoso, Juggernaut, Rhestus, Somberland, Tandra, They Come Crawling, Verbal Attack, Volkmort, entre outros grupos.
Domingo
O domingo começou cedo e a Animus Ad Vindctam de Blumenau-
SC surpreendeu-nos, pois a cada música tocada, uma maneira diferente de
interpretar o som, como a canção “Iron Heart” que lembra muito Black Label
Society.
AAV (SC)
Em seguida, os lageanos da Plunder puderam exibir seu som.
O grupo conhecido pelo Heavy Metal com pitadas de Thrash se mostra cada vez
mais entrosado. Os vocais de Will Anjos caminham entre a coesão e a
naturalidade, assim como os riffs sólidos de Thomas, a sincronia no baixo de
Max e a brutalidade de Decão nas baquetas.
Plunder (SC)
A Dark New Farm foi a terceira banda a se apresentar.
Originários de Nova Fazenda- SC, o grupo fez com que seu New Metal entrasse
pelos tímpanos dos headbangers, de maneira clara e precisa. Suas principais
faixas,“L.O.V.E”, “Madre”, “La Patria, La Fabula” e “Hushaby” estiveram
presentes no setlist, além de outras inseridas no seu novo Ep e um cover da
música “Blind” do Korn. No show, os músicos contaram com a participação
especial de Sidney Oss Emer (Isla de La Muerte) que é amigo de longa data do . grupo.
Dark New Farm (SC)
Quando se fala de Doom com qualidade e experimental, uma
banda vem à mente, a Lacrimae Tenebris de Curitiba- PR. Um som calcado em uma
sonoridade arrastada, em um visual estético peculiar e nas músicas que se
referem a melancolia e a realidade.
Lacrimae Tenebris (PR)
Enquanto estávamos almoçando, a No One Spoke de
Florianópolis- SC entrou no palco. O grupo contendo seis integrantes ingressou
um Rock Sinfônico clássico, o que reflete na postura dos membros, já que adotam
estilos característicos do gênero, e chama a atenção principalmente pela
presença do violino.
No One Spoke (SC)
O encerramento ficou por conta de duas bandas covers, a
Vermouth que mescla Hard Rock e Rock n Roll que trouxe clássicos do estilo e a
Cowboys From Rio, com um nome um tanto quanto sugestivo, esboçou hits da banda
Pantera através de seu estilo marcante.
Vermouth (SC)
Após o evento, os organizadores expuseram a confirmação
mais esperada. O River Rock Festival de 2020 contará com mais um dia. Isso
mesmo, “A Festa das Tribos” vai durar até segunda-feira, uma vez que o dia 07
de setembro cairá na respectiva data. Então, amante do Metal se prepare, marque
essa data na agenda, ajeite uma excursão, caia na estrada e venha para um dos
maiores festivais do Sul Brasileiro.
Um dos festivais mais tradicionais em SC chega a sua décima
sexta edição. O River Rock Festival sempre foi marcado pela versatilidade de
shows, pela pluralidade de ideias e pela miscelânea de estilos.
Divulgação
Durante sua trajetória, o River assim carinhosamente conhecido,
trouxe as maiores lendas do Metal Nacional e grandes nomes do estilo a nível
mundial, fato este que proporcionou ser um evento obrigatório na agenda dos
headbangers de todo o Brasil. Com vários membros compondo a organização, o fest
se destaca pela originalidade de seu público e peculiaridade de suas atrações.
A cidade de Indaial possui quase 70 mil habitantes e abraçou
de maneira hospitaleira e consequentemente receptiva, a ideia da criação de uma
forma de economia diferente, que traz amantes do metal independente de várias
partes do país. Com isso, o River há dezesseis eventos crava sua tradição no
cenário catarinense.
Em 2018, a edição foi deveras especial, uma vez que trouxe “big
four catarinense(Rhestus, Khrophus, Flesh Grinder e Brasil Papaya)”
completando 25 anos, a banda Sepultura, poesia, arte, o casamento de Adriano
Ribeiro e mais aditivos que fizeram do festival, um dos mais queridos pelo
público.
Nos dias 06, 07 e 08 de setembro, um total de 32 bandas passarão
pelo evento, todavia, um fator característico dessa exibição, é o fato de todos
os grupos presentes no cast serem inéditos. Lá no local, haverá uma ampla área
para camping, serviços de bar e alimentação, espaço kids, merchs de bandas e
uma vasta infraestrutura para atender os metalheads presentes.
Divulgação
Sexta-Feira
A Anal Vomitation de Timbó será a encarregada de abrir essa
edição do festival. Os músicos metralharão os ouvidos “inocentes” do público.
Então o Porngrind característico trará nojo, ânsia e aflição, ao melhor jeito
gore, como o grupo mesmo se denomina. Com quatro materiais divulgados, sendo
dois álbuns e duas splits, os timboenses aos poucos fincam seu nome no Metal de
SC.
Depois da brutalidade, a calma permeia o Rota KM 66, já que a
Tengu de Florianópolis exibirá um Rock Alternativo com pinceladas de Post-Rock.
Composta por músicos conhecidos e experientes do cenário
paranaense, a Legacy Of Kain formou-se em 2016 e mescla entre o Groove Metal e
o Thrash Metal. A banda já tem vários trabalhos difundidos, cabe destaque para
os dois discos, o “I.N.V.E.R.S.O” e mais recente “Paralelo XI”.
A quarta banda a se apresentar, carrega uma bagagem de 34
anos. A Anthares é uma das pioneiras no estilo Thrash/Speed Metal, sua
sonoridade agressiva e riffs céleres a colocaram como em um patamar de
destaque. A obra-prima “No Limite da Força” mostrou o potencial dos paulistas e
dali surgiram clássicos como a faixa homônima do disco, “Vingança” e “Batalhas
Ocultas. Depois de um hiato, o grupo regressou e está na ativa há quase quinze
anos.
O Ratos de Porão é um dos headliners do evento. A banda é
um dos maiores grupos de Punk/Metal brasileiro. Comemorando 38 anos na estrada,
o grupo mostrará sua força e divulgará seus hits como “Beber Até Morrer”, “Farsa
Nacionalista”, “Ódio”, “Expresso da Escravidão” e muitos outros. Infelizmente,
por motivos de saúde, o vocalista João Gordo não se exibirá com os músicos, que
virão em Power Trio e farão uma catástrofe no palco.
Forte influente do underground catarinense, a PZZ (Pogo Zero
Zero) intermediará entre o Punk e o Metal, no melhor estilo crossover. Desde
2003 na ativa, os joseenses são um rolo compressor que causa danos por onde
passa. Com essa atmosfera brutal, já difundiram o Ep homônimo “PZZ” contendo
quatro faixas.
Com influências de Destruction, Slayer, Metallica, Kreator
e outros clássicos do Metal, a High Butcher de Paranaguá- PR aposta no
Heavy/Thrash Metal.
O encerramento da noite ficará por conta da Cosmic Soul. O
grupo prata da casa fará um tributo ao Death, tradicional banda estadunidense.
Sábado
O segundo dia já começara agitado com os fazendeiros da
Dark New Farm trazendo aos palcos músicas que já são queridinha do público. Com
forte influência de New Metal, a banda de Nova Fazenda lançou em agosto seu
primeiro álbum “Farm News”, consolidando ainda seu nome no cenário catarinense.
A combinação de remanescentes das bandas Luciferiano e
Heryn Dae não poderia acarretar em outra coisa senão qualidade. Com isso surge
em 2017 a banda de Doom Metal, Apócrifos, proveniente de São Francisco do Sul.
Os músicos possuem em sua discografia um álbum homônimo, lançado esse ano com
oito faixas autorais.
Em seguida é vez dos rio sulenses da Balboa’s Punch subirem
ao palco levando seu característico Thrash Metal. Há quase dez anos em
atividade, os músicos mesclam um repertório autoral e de covers (incluindo umahomenagem a banda Rhestus). A banda nos cedeu uma entrevista na última edição
do Otacílio Rock Festival, evento em que também marcaram presença.
Direto do Vale do Itajaí vêm os blumenauenses da 100
Dogmas, banda que mescla Stoner e Groove Metal em suas composições em
português. Mesmo com o pouco tempo de estrada (formada em 2018), os músicos já
possuem em sua discografia os EPs “A Caixa de Pandora” e “Amaldiçoado Seja”,
além de um álbum Ao Vivo.
O litoral catarinense também produz som de peso! Prova
disso é a Obscurity Vision, advinda de Balneário Rincão que produz um
Death/Black Metal. Entre idas e vindas, os músicos deram inicio a banda em
1997. Em 2002 lançaram a demo “Obscurity Creation” e em 2017 divulgaram o álbum
“Dark Victory Day”.
Mesclando Metal Alternativo com horror, a The Undead Manz
aposta na originalidade do som e no visual singular para subir aos palcos.
Formada em 2014 na cidade de Criciúma, o projeto que chama a atenção pela
teatralidade possui em sua discografia os álbum “The Rise of the Undead” e “The
Rapture of Undead's Bride”.
A Gueppardo será responsável por trazer o Hard Rock e Heavy
Metal oitentista ao festival. Proveniente de Porto Alegre, a banda teve seu
início em 2007 e dois anos depois produziu seu primeiro trabalho, o EP
“Instinto Animal”. Após um hiato, voltou às atividades em 2015, ano em que
também lançaram o álbum “Fronteira Final”.
A música instrumental tomara conta da tarde de sábado. O
guitarrista e produtor musical blumenauense Deny Bonfante é conhecido por seu
trabalho na Perpetual Dreams, mas é com seu novo projeto que se apresentará no
festival. O músico possui dois álbuns lançados, o “The Midnight Star” (2011) e
“Spirit of Light” (2015).
Advinda de São Paulo,
a banda Sinaya agitará o palco do River Rock trazendo um Death Metal de
qualidade e letras conteudistas. Formada majoritariamente por mulheres, o grupo
possui quase dez anos de estrada. Durante essa trajetória, lançaram o EP
“Obscure Raids” (2013), seguido pelo álbum “Maze of Madness” (2018).
Com dezoito anos de história e um nome fincado no cenário
musical. A banda do ABC paulista Justabeli retorna aos palcos catarinenses
nessa edição do River Rock. A banda traz em seu âmago toda blasfêmia,
anticristianismo e heresia através dos seus trabalhos, “Eternal War”,
“Justabeli”, “Total Destruction”, “Hell War”, “Cause The War Never Ends”, “Blast The Defector” e o mais recente "Intense Heavy Clash".
A King Bird ousará ao trazer o Hard Rock aos palcos do
River. O grupo paulista formado em 2002, possui três full length, “Sunshine”,
“Beyond The Rainbow” e “Got Newz”. Atualmente é uma das bandas mais expoentes
da capital paulista.
Formada na capital brasileira, a banda Arandu Arakuaa
concebe o verdadeiro significado do Metal Folclórico nacional. A singularidade
dos músicos se expressa no visual e no lirismo das composições em Tupi Guarani,
que deixa explicito o apego a ancestralidade indígena. Muito além de música,
surgem como uma expressão cultural, o que se reflete em seus trabalhos. Sendo
estes o EP “Arandu Arakuaa” (2012), os álbuns “Kó Yby Oré” (2013), “Wdê
Nnãkrda” (2015) e “Mrã Waze” (2018), além do split “True American Pulse”
(2018).
Originária de Santa Maria- RS, a Serpent Rise carrega em
seu âmago musical, a tristeza e a melancolia. O Doom Metal é o carro chefe dos
músicos gaúchos que obtêm 26 anos de carreira e seis materiais divulgados, destacando-se
o disco “Gathered By” lançado em 1998 contendo sete canções.
Logo em seguida, o River Rock será palco da destruição
sonora causada pelos holandeses da Legion of the Damned! Uma das atrações mais
esperadas dessa edição, os músicos prometem incendiar o público com seu
Thrash/Death Metal de qualidade e, consequentemente, muito peso. A banda teve
seu pontapé inicial em 1990 (como Occult), mas em 2006 já adotaram a atual
denominação. Os músicos possuem mais de quinze trabalhos, entre eles estão três
splits, três compilações e sete álbuns de estúdio. Além de singles e um álbum
ao vivo.
Caótica, pesada e coesa são características da Carcinosi de
Porto Alegre- RS. O grupo mostra que o conhecimento musical, o conteúdo das
letras e suas ramificações são passos muito importantes para o desenvolvimento
de um grande projeto. A banda divulgou há pouco tempo, seu primeiro disco,
intitulado “Resumption” e que faixa a faixa enfatiza um mundo apocalíptico e de
sofrimento.
A Raging War vem gradativamente ganhando espaço no
underground de SC. Depois de divulgar o primeiro álbum, o homônimo “Raging War”
bem aceito pela crítica, farão do evento uma forma de maximizar seus trabalhos,
uma vez que, frequentemente estão presentes nos festivais do estado.
A última banda a esse
exibir no sábado é a Overblack de Blumenau- SC. Os músicos bebem de referência
de grupos icônicos dos anos 80 e 90, bandas como Sepultura, Megadeth,
Metallica, entre outros. Para o show, os blumenauenses apostam em suas músicas
autorais que foram gravadas no Ep “Dying To Fight” de 2012.
Domingo
Que me perdoe Marcelo Siqueira, mas o domingo (08) é dia de
deixar o futebol de lado e acompanhar o terceiro dia de festival. A Vermouth
cedinho estará no palco apresentando clássicos de Hard Rock/Rock n Roll e
algumas músicas autorais.
Também proveniente de Lages- SC, a Plunder conquistará o
público com seu Heavy Metal tradicional com pitadas de riffs rápidos,
instrumental técnico e baquetadas descomunais de Decão Braga.
Que tal comer uma “Coxinha de Gente” em pleno meio dia? A
Homem Lixo irá a aprovar seu paladar requisitado. Com letras remetendo a
situações cotidianas engraçadas e críticas sociais, os riosulenses desgraçarão
o Hardcore/Trash.
A quarta banda do dia é a curitibana Lacrimae Tenebris. Os músicos
caracterizam-se por incluir uma pluralidade de elementos distintos na linguagem
sonora, além de utilizarem um visual ímpar e artísticos. O Doom Metal peculiar
é explícito na canção, “Casa de Espelhos”, já que traz uma atmosfera totalmente
arrastada e sombria.
No One Spoke é um grupo de Symphonic Metal de
Florianópolis- SC. Com integrantes experientes e conhecidos no estado, a banda
compete um instrumental sólido, presença de lirismo e solos bem trabalhos.
Recentemente, os músicos lançaram “High”, seu primeiro single.
Desprendida de estereótipos, a AAV (Animus Ad Vindctam)
aposta somente no Rock Pesado. Com influências vastas, letras que remetem ao
existencialismo e a misantropia humana, o grupo blumenauense pretende surpreender os riverianos.
Com o nome bem sugestivo, a Cowboys From Rio vai encerrar o
evento fazendo releituras de músicas da banda Pantera.
A cidade litorânea de Laguna, será palco de mais uma
edição do Agosto Negro. O evento, que ocorre anualmente, será realizado nos
dias 02, 03 e 04 de agosto no Clube de Campo. Com um cast de 30 bandas, o
fest contará com nomes reconhecidos na cena do Sul e atrações de Minas Gerais e
do Maranhão.
Foto 1: Facebook do Evento
Os hedbangers que estiverem presentes no festival
serão congratulados por mais um dia de evento, visto que devido a pedidos
abriu-se a sexta-feira para a apresentação das bandas e consequentemente no que
tange a recepção ao público.
A Agosto Negro Produções tem como seu idealizador e
produtor Danniel Bala, que também organiza o Laguna Metal Fest que movimenta o
cenário catarinense há sete edições. O trabalho feito por Bala ganha uma
característica que é evidenciada em suas respectivas produções, a de
democratizar os estilos e ceder oportunidade a bandas de estados distintos.
Seguindo a marca registrada dos festivais
catarinenses, possuirá uma área gratuita para camping, além de uma praça de
alimentação no local. As excursões para prestigiar o festival estão saindo de
toda Santa Catarina, e até mesmo de fora do estado.
Ficou interessado? Garanta seu ingresso no site www.minhaentrada.com
ou vá até algum dos pontos de venda.
Foto 2: Facebook do Evento
A abertura dos portões irá ocorrer sexta-feira (02) às
16h, a banda Rastro de Pólvora será responsável por inaugurar os palcos dessa
edição. Diretamente de Tubarão, os músicos iniciaram em 2017 o projeto de Crust
Core que conta com influência de nomes de peso, como Brujeria e Napalm Death.
Logo em seguida a LasTTime inicia sua apresentação. A
banda de Heavy Metal foi formada em 2018 inspirada nos clássicos do gênero. Surgem
este ano com seu primeiro trabalho, o single “Priorities Upside Down”.
Representando o município de Braço do Norte, a Made In
Porão foi formada em 2013 e interpreta músicas de nomes consagrados do Rock ‘n’
Roll e Heavy Metal além de possuírem material autoral.
A primeira atração de fora de SC é a Cerberus, de
Torres - RS. Em atividade há dez anos, os músicos exibem um Heavy Metal
clássico. O grupo já abriu para bandas como Hibria, Dr Sin e Paul D’ianno, além
de já ter participado do Steel Festival em Criciúma.
Conhecida pelo público catarinense, a Red Razor está
na estrada desde 2011 investindo em um Thrash Metal oldschool. Possuí dois
trabalhos de estúdio (um EP e um disco), sendo a vencedora do prêmio de melhor
banda independente pela Rock Hard Alemã. Atualmente trabalham na produção do
seu segundo álbum.
Vindo da capital do estado, a banda Metal Gods será
responsável por encerrar as atividades do primeiro dia do festival apresentando
um tributo a Judas Priest.
No sábado, logo cedo, o cantor e instrumentista Little
Joe Aaron chega de Garopaba- SC para sua exibição. O músico expõe releitura de
clássicos do Blues e de suas ramificações.
A P115 de Tubarão- SC sobe aos palcos em seguida e
explicita seu Punk Rock através de músicas autorais. O grupo tubaronense foi
formado em 2015 e tem como seus trabalhos divulgados, a canção “O Palhaço” e
“Se o Mundo Acabasse Hoje”.
Para quem é apaixonado por nostalgias não pode perder
a Billie Jean, prata da casa. Os músicos exibem um Pop Rock com influências dos
anos 70,80 e 90, apostando na versatilidade de suas releituras.
Com 34 anos de banda, a Reação promete incendiar o
público lagunense. Através de músicas próprias como “Jogo da Morte”, “O
Espiado”, “Só Na Maré”, “Dentro de Suas Cabeças”, entre outras, pretendem levar
o Rock n Roll aos presentes.
Uma das representantes do RS, a Goaten foi formada há
aproximadamente um ano e carrega consigo uma sonoridade que remete ao Heavy
Metal. Com integrantes ligados ao Glam Metal e Hard Rock, os gaúchos divulgaram
no início do ano, o single “Soul Decay”.
Proveniente de Florianópolis- SC, o projeto XEI &
Sons In Black aos poucos se solidifica no cenário dos festivais catarinenses. A
técnica, coesão e sincronia são elementos fundamentais para a composição dos
materiais dos músicos e a versatilidade e presença de palco são características
marcantes em sua performance. Uma das canções mais importantes para o grupo, é
a baladinha “Believe What I Say”.
Com uma bagagem de mais de 20 anos de estrada, a
Malice Garden exibe um Black Metal maduro, seguro e conciso através de riffs
agressivos e de uma atmosfera sombria. Os criciumenses possuem um repertório
autoral e trarão seus clássicos para o Agosto Negro.
A DeadNation de Tubarão- SC bebe de influências
extremas, como Dismember, Entombed, Grave, Carnation e coloca as referências
para seus trabalhos próprios, como a canção “Redrum”, divulgada em 2016.
A Nativity In Black fará uma apresentação com
releitura de clássicos da banda britânica, Black Sabbath.
Originária do estado do Maranhão, a Alchimist vem de
longe para fincar suas raízes no sul-brasileiro. Os maranhenses mantêm em sua
sonoridade, elementos progressivos, traços melódicos, um vocal forte e uma
atmosfera ímpar evidenciada nas suas músicas autorais. Dentre suas canções,
“The Wisher” e “Despair” são frequentemente pedidas em suas exibições.
A Somberland já é considerada uma das maiores bandas
do cenário brasileiro. Esse fato se deve a qualidade de suas apresentações, a
complexidade de suas letras e a maestria de um quarteto que explicita a heresia
habitual do Black Metal e consequentemente a simbologia por trás do estilo obscuro.
Os seus trabalhos “Dark Silence Of Death” e “Pest’o Loggy” são exemplos nítidos
de materiais consistentes.
Logo em seguida sobe ao palco uma lenda do Metal
gaúcho. A Leviaethan enfatiza um Thrash Metal há 36 anos e gradativamente
emerge através dos seus clássicos. O álbum “Disturbed Mind” é uma obra-prima,
nele está inclusa “Drinkin’ Death”, uma das canções mais lembradas. Com shows
importantes em seu portfólio, como abertura para Krisiun e Sepultura,
participação no Programa Radar TVE, os músicos consolidam-se através de riffs
rápidos e céleres.
De Lages- SC, a Orquídea Negra figura entre os ícones
da música catarinense. O grupo possui três full length, o “Who’s Dead”, o
homônimo “Orquídea Negra” e o recente “Blood Of The Gods”. Com um vocal marcante
de Boca, instrumental técnico e letras carregadas de histórias regionais, o
Orquídea expande o Heavy Metal clássico a traços cadenciados. Seus sucessos
“True Soldier”, “Surrender”, “Miss You” e “The Darkness” não poderão ficar fora
do repertório dos lageanos.
A noite voltará a ficar extrema, pois a Paradise In
Flames ingressará com seu respectivo Black Metal. A banda oriunda de Santa
Luzia- MG traz a chama do anticristianismo e da misantropia, com vocais mórbidos
e uma sonoridade fúnebre e arrastada. A banda possui dois álbuns, “Homus Morbus
Est” e “Labirinto das Metáforas”, além de obter um videoclipe da canção “Has
Never Seen a World Without Wars” que alcançou mais de 350 mil visualizações no
YouTube.
No período da meia-noite, a Bad Bebop acalmará os ânimos
dos Metalheads presentes. Os curitibanos provindos de bandas importantes do
cenário, como Necropsya e Semblant criaram o projeto no ano de 2015. A partir
disso, convites foram surgindo e os músicos puderam se apresentar na Argentina,
em festivais importantes e divulgaram o álbum “Prime Time Murder”, trabalho bem
elaborado com resquícios de experimentalismo e Heavy Metal.
A Breed será a encarregada de encerrar o sábado
trazendo cover de Rock n Roll e de clássicos do Grunge.
Para abrir o último dia
de festival, a Overblack sobe aos palcos. Formada em Blumenau em 2008, os
músicos expõem um Heavy/Thrash Metal de qualidade em seus trabalhos, que
consistem no EP “Dying to Fight” e álbum “Still Burn” que será lançado ainda
esse ano.
Em seguida, a Threzor vem
direto da ilha de Florianópolis para exibir um Thrash Metal oitentista.
Lançaram em 2017 o clipe da música "S.U.S", seguido pelo primeiro EP “Liberty
Denied”. No ano seguinte, foi divulgado o lyric vídeo da música “Silent
Execution”.
Com duas demos lançadas e
três full lengths, a Losna é um Power Trio com 21 anos de estrada. Em sua
trajetória já se apresentou em inúmeros festivais, como o Otacílio Rock
Festival e hoje é considerada uma das maiores bandas do Rio Grande do Sul. As
suas principais canções são “Back To The Grotto”, “Room 55”, “Grotesque Life” e
“Slowness”, além de outros sons muito aclamados pelos headbagers.
Cada vez mais
estabilizados na cena catarinense, a Dark New Farm trás o New Metal para os
palcos do Agosto Negro. Marcando presença em mais um festival catarinense, os
músicos de Nova Fazenda possuem entre seus materiais lançados as músicas
“Madre”, “L.O.V.E” e “La Patria! La fábula!”.
O Death Metal da Silent
Empire não poderia ficar de fora do festival. Há oito anos em atividade, os
músicos fincam seu nome no metal nacional. Entre os trabalhos divulgados estão
o EP “Hail The Legions” e o álbum “Dethronement Of All Icons”, que obteve uma
resenha da URM.
Diretamente do litoral
catarinense, a Syn TZ marca presença em mais um evento, os músicos exibem uma
combinação de Heavy e Thrash Metal. Em 2018 lançaram o álbum Heavy Load, e este
ano, nos concederam uma entrevista no OTA.
Com 34 anos de carreira e
um nome consagrado, a banda paulistana MX trará todo peso do seu Thrash Metal
ao palco lagunense. Com cinco álbuns
lançados (incluindo o mais recente, “A Circus Called Brazil”), possuem também o
EP “Again” e a compilação “Headthrashers”.
Os paranaenses da Motörbastards
serão os responsáveis por encerrar essa edição do Agosto Negro. A banda que
iniciou como um cover de Motörhead, possui influencias da banda pra as
composições autorais que ganharam espaço nos trabalhos de estúdio.