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sábado, 14 de março de 2020

Obscurity Vision: “Dark Victory Day” é o resultado do amadurecimento e da solidez do grupo

A banda de Black Metal Obscurity Vision foi fundada há 23 anos, na cidade de Balneário Rincão, litoral sul catarinense. Em 2002, o grupo divulgou seu primeiro material, a demo “Obscurity Creation”, produzido de forma independente.

Depois de algumas reformulações e um período em hiato, os músicos retornaram às atividades em 2016, com o lançamento do single “I Can See”. Porém, logo no ano seguinte, a banda lançou o disco “Dark Victory Day” que teve sua gravação executada no Estúdio A Todo Volume, em Forquilhinha - SC. O material foi mixado e masterizado pelo guitarrista Luiz Rodrigues Jr e possui 13 faixas, sendo três presentes no primeiro Ep.

Dark Victory Day
A primeira faixa é a introdutória “IE.KAE” que resvala resquícios do que o material vai conter. No entanto, “Living A Suicidal Dream” surge com um estrondo sonoro através dos riffs rápidos e sequenciais. A letra aborda questões de um pensamento suicida e a também a maldição da vida de uma pessoa que antecede ao ato.

“Obscurity Creation” já traz uma sonoridade crua, advinda do primeiro material da banda. Ela ingressa o peso do Death/Black Metal com sua sonoridade célere. Na canção, a figura do senhor das sombras atormenta toda dogmática cristã eliminando-os e implantando a supremacia obscura.

A quarta faixa “Benefit Of Evil” é uma das melhores, a qual é muito nítida os guturais graves de Rafael Vicente e o instrumental completamente agressivo. A composição enfatiza a forma como o conhecimento profano é culpado, por simplesmente abordar ritos e seitas pagãos, se opondo ao cristianismo.

A homônima “Dark Victory Day” explicita um caos sonoro, com riffs rápidos e um peso descomunal em sua composição sonora. Em sua essência, a mesma trata da misantropia e de uma realidade sombria.

Uma das poucas cantadas em português, “Apodrecendo” traz realmente no sentido literal da palavra, a podridão do instrumental, com riff sórdidos e crus fazendo uma atmosfera obscura em seus 03:10 min. A letra exibe as incoerências do Cristianismo através da bíblia e seu pensamento vazio exprimido por uma salvação invisível.

Logo em seguida, “Slow Agony” expõe uma sociedade doente que vive num mundo cruel, sarcástico e marcado pelo lento sofrimento. O instrumental também é agonizante e cru, possuindo riffs céleres e constantes.

“I Can See” obtém um lyric vídeo evidenciado através de guerras. A música é rápida e possui riffs crus cheios de peso. A composição expressa um monólogo de alguém que anseia pela sabedoria, pela força, que defende a liberdade e está cansado das hipocrisias que enxerga.

A nona faixa é “The Silence Is Painful”. Ela é bem sólida, esboça vocais rasgados e uma das mais cadenciadas do disco. Sua letra enfatiza a dor e o desespero causados pela mente atormentada pelo silêncio.

“Sick Minds” já começa catastrófica e aos poucos são introduzidos riffs constantes, porém com a potencialidade habitual da Obscurity Visionl. O âmago da canção explora as mazelas criadas a partir da riqueza, da dor e da vaidade.

Também executada em português, “Violência” é um dos carros-chefes dos catarinenses. A música predomina uma atmosfera única e mantém uma sonoridade célere. Já, sua letra mostra todo o momento conturbado vivenciado atualmente, seja de forma política, social ou psicológica.

“Black Funeral” lembra muito os primórdios do Tormentor e o Black Metal raiz. Ausência de firulas, instrumental agressivo e vocais sombrios são as principais características para a penúltima música do material. A composição caminha os pilares da blasfêmia e da heresia detentora de toda a maldição contra o cristianismo.

Encerrando o disco, “Dark Truth” é a mais longa e em seu início ingressa uma sonoridade lenta e bem cadenciada. No entanto, ao decorrer da canção os riffs passam a tomar corpo, dando um novo significado à canção. A letra enfatiza as guerras entre nações criadas a partir da religião e do poder. Complementado à música, o prelúdio “Storm” dá continuidade à composição, esboçando toda a destruição.

O álbum “Dark Victory Day” foi o resultado do amadurecimento da Obscurity Vision, seja por composição e também pela sonoridade que passou a ter mais aditivos, como a solidez dos riffs e os vocais mais encorpados.

Banda

Sobre a banda

A banda atualmente passou por algumas reformulações, como a saída do vocalista Rafael Vicente, passando a ter quatro integrantes. Depois da divulgação do lyric vídeo “Impervm”, os músicos estão trabalhando no desenvolvimento de novos trabalhos.

Formação Atual:
Luiz Rodriguez (Guitarra)
João Rodriguez (Guitarra)
Luiz Trentin (Bateria)
Thiago Junglaus (Vocal e Baixo)

Plataformas Virtuais:

domingo, 13 de outubro de 2019

Outubro Sombrio: A reunião das artes negras no Caverna Kilmister

No próximo sábado (19) vai acontecer o Outubro Sombrio, no Caverna Kilmister em Tubarão- SC. O evento contará com a participação de seis bandas catarinenses de Black Metal, a Posthumous, Somberland BM, Obscurity Vision, Malice Garden e Lord Amoth.

Cartaz
Proveniente de Capivari de Baixo- SC, a banda de Black Metal Lord Amoth, foi formada em 2015 e tem como trabalho divulgado, o full length “The Last Funeral”, o qual contém oito faixas.

A Malice Garden de Criciúma- SC carrega riffs agressivos através de seu Death Metal característico. O grupo está na difusão o seu novo Ep “Malice Garden”, que angaria regravações de quatro canções.

Depois de uma intensa apresentação no River Rock Festival, a Obscurity Vision de Balneário Rincão- SC carrega os pilares do Metal Extremo. Os músicos possuem dois trabalhos, o Ep “Obscurity Creation” e o álbum “Dark Victory Day”, além de recentemente difundirem seu novo Lyric Vídeo “Imperivm”.

Um dos grupos mais expressivos do Black Metal catarinense, a Somberland BM está no desenvolvimento de novos trabalhos. O grupo de Criciúma- SC obtêm dois materiais, o Ep “Dark Silence Of Death” e o disco mais recente “Pest’OLoggy”.

A Posthumous de Criciúma- SC carrega 26 anos de estrada e com isso traz a experiência e o peso de um Black Metal cru e ríspido. O grupo exibe três materiais, as demos “Posthumous” e “Lost Upon The Altar Of Blasphemy” e o clássico “My Eyes They Bleed”, um dos principais discos do Metal Extremo catarinense.

Dia: 19/10
Horário: 19h
Ingressos: 10 reais antecipados (15 reais na hora)
Local: Caverna Kilmister (Tubarão- SC)


quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Obscurity Vision: A farsa religiosa é evidenciada em “Imperivm”

A banda Obscurity Vision recentemente divulgou seu novo trabalho, o lyric vídeo de “Imperivm”.


O single foi gravado no estúdio A Todo Volume e contou com a produção de Marcelo Silva (MS Design). A arte do vídeo ficou por conta de Valter DoomRiff, enquanto o release fora feito por Leonardo Brauna (Brauna Music Productions).

A música mantém uma sonoridade ímpar, uma vez que a sincronia é um fator determinante na banda. O instrumental se alterna em vários momentos da mesma e intensifica com um solo bem trabalhado no meio da canção, que por sua vez ingressa os vocais graves e densos de Rafael Vicente.

A parte artística foi um dos destaques na difusão, já que ao complemento da letra exibem a hipocrisia cristã e suas dogmáticas retrógradas que atravancam a liberdade individual. O audiovisual explicita Baphomet (simbólico ídolo pagão) se sobressaindo em detrimento ao deus cristão.

Sobre a Banda

A banda Obscurity Vision é um dos principais expoentes do Death/Black Metal do sul catarinense. Os criciumenses carregam uma bagagem de 22 anos, dois materiais divulgados, sendo a demo “Obscurity Creation” de 2002 e o disco “Dark Victory Day” divulgado há dois anos. O show no River Rock Festival mostrou a evolução do grupo e personificou o desenvolvimento de um grande trabalho, que vem sendo feita há tempos.

Divulgação

Formação:
Rafael Vicente (Vocal)
Luiz Rodriguez (Guitarra)
João Rodriguez (Guitarra)
Luiz Trentin (Bateria)
Thiago Junglaus (Baixo)

Plataformas Virtuais:

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

16° River Rock Festival: O Metal Nacional está mais vivo do que nunca

Nos dias 06, 07 e 08 de setembro, aconteceu na cidade de Indaial- SC o River Rock Festival. O evento tradicional nos calendários do Metal Catarinense contou com a presença de mais de 500 pessoas e participação de trinta bandas, diversas mídias credenciadas, amplo espaço para camping, infraestrutura diferenciada (chuveiros quentes, limpeza rotineira dos banheiros, diversidade gastronômica, lojas de merchs) e uma paisagem natural que vai de encontro aos propósitos do fest, “A Festa das Tribos”.


Divulgação
Com a companhia de uma mini excursão advinda de Lages- SC, nós embarcamos para mais uma aventura nos festivais catarinenses. De Metal Extremo, a Folk e a um Sertanejão Antigo, fomos conhecendo os municípios do vale e nos deslocando para o evento. Às 00:00 min chegamos no Rota KM 66 e o Ratos de Porão fazia sua apresentação.


Ratos de Porão (SP)
Lá no River, conhecemos nossas instalações, que consistia numa sala de imprensa, com vários cartazes e divulgações do evento, além de um espaço carinhosamente destinado pelo Adilson Frenzel para nos acomodarmos. Com dele, há outros cinco integrantes da organização, sendo Adriano Ribeiro, Ariel Frenzel, Larissa Giovanella, Regiane Santos e Valdecir Valda que durante o festival cuidaram de todos os detalhes para que o mesmo fosse marcante, como as edições anteriores.

Sexta-Feira

A primeira banda que vimos nos palcos foi a Pogo Zero Zero de São José- SC. O grupo tem 'bala na agulha', já que celeridade e rapidez são suas principais características. 


Pogo Zero Zero (SC)
A noite iria contar com a High Butcher, mas infelizmente por motivos pessoais os paranaenses não puderam se apresentar. Com isso, a Cosmic Soul se exibiu e trouxe um tributo à lendária banda de Metal, Death.

Sábado

Depois de duas entrevistas realizadas na noite de sexta, com Ratos de Porão e com PZZ, o dia se encerrou e as atividades começaram por volta das 11 horas da manhã. A Apócrifos reuniu músicos experientes, uma sonoridade díspar e um doom com referências de várias vertentes do Metal.


Apócrifos (SC)
A Balboa’s Punch cada vez mais se consolida no cenário catarinense. Os riosulenses apresentaram “Payng With The Life, um clássico da banda Rhestus, suas músicas autorais e estão no desenvolvimento de um novo videoclipe.

A 100 Dogmas fez uma apresentação recheada de músicas autorais, tais como “Ansiedade”, “Genética”, “Resistência & Emilio Calandra”, além de tocar “Walk” da banda Pantera, com participação especial de Alex Cole (Homem Lixo).


100 Dogmas (SC)
A Obscurity Vision é um ícone do Metal Catarinense. Os criciumenses carregam uma bagagem de 22 anos de carreira e o seu disco de estreia “Dark Victory Day”. Além disso, os músicos apostam no visual artístico, na sincronia das duas guitarras e no Black Metal cru, evidenciado através de suas músicas próprias e de seu cover de Rotting Christ.


Obscurity Vision (SC)
Também proveniente do sul catarinense, a The Undead Manz impressiona pela qualidade sonora, pelo visual peculiar e por suas temáticas muito bem trabalhadas. O grupo permeia entre o Horror, o Industrial e o Modern Metal, fugindo dos estereótipos e mesclando influências diversas a suas canções.


The Undead Manz (SC)
Em uma conversa com Paulo Ricardo Silva (Imago Mortis), o mesmo nos informou sobre os novos projetos do grupo, acerca do lançamento do single “Black Widow” e da aventura de encarar 1200km para acompanhar o River Rock Festival.

As mídias pouco a pouco se estabeleciam no evento e faziam suas devidas coberturas, o Agenda Metal com Priscila Ramos e Raul Noering, o Underground Extremo com Luiz Harley Caires, o Cultura em Peso através de Jonathan Dino, O Subsolo com Sidney Oss Emer, o Som Pesado por Vagner Aguiar e Claudio Tiberius com seu novo canal.

Ao decorrer do evento, as entrevistas foram acontecendo. Assim, como as fotos e vídeos que fomos desenvolvendo, isso impossibilitou de acompanharmos às bandas Gueppardo e o artista blumenauense Deny Bonfante.


Gueppardo (RS)
Uma das bandas que mais impressionou o público presente, foi a Sinaya. O grupo de Death Metal agitou os headbangers do início ao fim, mantendo intensidade, ferocidade e riffs rápidos a cada música. Não tinha lugar para ficar parado e isso é uma das peculiaridades do grupo paulista, que com sua nova formação mantiveram a mesma pegada e originalidade.


Sinaya (SP)
A Justabeli em sua entrevista já mencionava, “viemos para trazer o caos, a guerra” e isso evidenciou em seu show. A banda bem postada no palco reproduziu seus clássicos, “Cause the War Never Ends”, “Satan’s Whore”, entre outros clássicos, além de manter o peso e agressividade habitual em suas apresentações.


Justabeli (SP)
Com uma bagagem de 17 anos de estrada, três álbuns divulgados, “Got Newz”, “Beyond The Rainbow” e “Sunshine”, a banda King Bird de São Paulo trouxe o Hard Rock e o Rock n Roll tradicional, isso fez o clima ficar mais cadenciado e os hits tomaram conta do público.
Um dos principais shows do River Rock 2019 foi protagonizado pela Arandu Arakuaa. O grupo brasiliense mostrou que há Folk na América do Sul e a representação disso, são suas apresentações icônicas. Com uma presença de palco ímpar, com traços pintados no rosto e no corpo, músicas escritas em distintas línguas nativas, a banda conquistou os metalheads. A sonoridade natural que ao mesmo tempo, ingressa Metal Extremo e outras especificidades do estilo, contribuiu para que quem ouvisse seu show criasse sua própria visão instrumental musical.


Arandu Arakuaa (DF)
O Up Rock (Coletivo de organizadores de festivais catarinenses independentes) fora chamado ao palco para exporem seus respectivos projetos e trabalhos. Lá estavam inclusos, o Agosto Negro (Danniel Bala), Demone In Hell (Simone Demone), Iceberg Rock (Marcos Valério), Otacílio Rock Festival (Nani Poluceno), River Rock Festival (Adilson Frenzel Bernardes e Adriano Ribeiro) e Rock No Lago (Thomas Michel Antunes).

Uma das bandas mais importantes do Rio Grande Do Sul, a Carcinosi foi uma das mais gratas surpresas do evento. Na tour de divulgação do disco “Resumption”, o grupo fez uma catástrofe nos palcos do River Rock, mostrando que os brasileiros são referências no assunto Death Metal e a cada música tocada era um novo estrondo. Do início ao fim, percebi que experiência, conhecimento técnico, humildade e brutalidade a personificam como um dos pilares do Metal gaúcho.


Carcinosi (RS)
Em Santa Catarina, a Raging War cada vez mais finca seus pés no cenário musical. Os brusquenses são experts em riffs rápidos, coesos e na exposição do Thrash Metal sem firulas. “The Meaning” é a obra-prima do grupo que carrega a solidez e a sonoridade ímpar que se intensifica no refrão.


Raging War (SC)
Encerrando a noite de sábado, a Overblack não se importou com o horário e possibilitou alguns moshes de guerreiros à frente do palco. O grupo blumenauense continuou com o Thrash Metal e finalizou o dia com muito peso e agressividade.


Overblack (SC)
Vale ressaltar que muitas bandas compareceram, mesmo não estando no cast, tal fato personifica o profissionalismo e a valorização ao cenário independente. Alguns exeplos foram as bandas Alocer, Flesh Grinder, Imago Mortis, Impiedoso, Juggernaut, Rhestus, Somberland, Tandra, They Come Crawling, Verbal Attack, Volkmort, entre outros grupos.

Domingo

O domingo começou cedo e a Animus Ad Vindctam de Blumenau- SC surpreendeu-nos, pois a cada música tocada, uma maneira diferente de interpretar o som, como a canção “Iron Heart” que lembra muito Black Label Society.


AAV (SC)
Em seguida, os lageanos da Plunder puderam exibir seu som. O grupo conhecido pelo Heavy Metal com pitadas de Thrash se mostra cada vez mais entrosado. Os vocais de Will Anjos caminham entre a coesão e a naturalidade, assim como os riffs sólidos de Thomas, a sincronia no baixo de Max e a brutalidade de Decão nas baquetas.


Plunder (SC)
A Dark New Farm foi a terceira banda a se apresentar. Originários de Nova Fazenda- SC, o grupo fez com que seu New Metal entrasse pelos tímpanos dos headbangers, de maneira clara e precisa. Suas principais faixas,“L.O.V.E”, “Madre”, “La Patria, La Fabula” e “Hushaby” estiveram presentes no setlist, além de outras inseridas no seu novo Ep e um cover da música “Blind” do Korn. No show, os músicos contaram com a participação especial de Sidney Oss Emer (Isla de La Muerte) que é amigo de longa data do .
grupo. 
Dark New Farm (SC)
Quando se fala de Doom com qualidade e experimental, uma banda vem à mente, a Lacrimae Tenebris de Curitiba- PR. Um som calcado em uma sonoridade arrastada, em um visual estético peculiar e nas músicas que se referem a melancolia e a realidade.


Lacrimae Tenebris (PR)
Enquanto estávamos almoçando, a No One Spoke de Florianópolis- SC entrou no palco. O grupo contendo seis integrantes ingressou um Rock Sinfônico clássico, o que reflete na postura dos membros, já que adotam estilos característicos do gênero, e chama a atenção principalmente pela presença do violino.


No One Spoke (SC)
O encerramento ficou por conta de duas bandas covers, a Vermouth que mescla Hard Rock e Rock n Roll que trouxe clássicos do estilo e a Cowboys From Rio, com um nome um tanto quanto sugestivo, esboçou hits da banda Pantera através de seu estilo marcante.


Vermouth (SC)
Após o evento, os organizadores expuseram a confirmação mais esperada. O River Rock Festival de 2020 contará com mais um dia. Isso mesmo, “A Festa das Tribos” vai durar até segunda-feira, uma vez que o dia 07 de setembro cairá na respectiva data. Então, amante do Metal se prepare, marque essa data na agenda, ajeite uma excursão, caia na estrada e venha para um dos maiores festivais do Sul Brasileiro. 


segunda-feira, 18 de março de 2019

Laguna Metal Fest: A força do Sul Catarinense expressa em um festival

O Sul Catarinense tem em sua essência, a proximidade com o litoral, a conexão com o RS e uma economia baseada no desenvolvimento da cerâmica, metalurgia, descartáveis, entre outras fontes. Mas não só essas áreas que movimentam a região, o nicho cultural está muito bem representado. O organizador Danniel Bala está acostumado a criar eventos e fortalecer a cena da Amurel. Em seu portfólio estão o Agosto Negro Produções, o Laguna Metal Fest e o Tubarão Metal Fest.

Foto 1: Facebook do Evento
A sétima edição do Laguna Metal Fest irá mesclar ritmos e trazer a pluralidade musical como lema. No evento que acontecerá dia 27/04, se apresentarão dez bandas, divididas entre os três estados do Sul-Brasileiro. O local para a exibição do festival é o tradicional Clube de Campo em Laguna- SC que contará com uma ampla estrutura, bar e praça de alimentação.

A banda Imperiuos Malevolence vem de mais longe, no entanto nada que atrapalhe os paranaenses. O grupo traz consigo o Brutal Death Metal com pitadas de Thrash Metal oitentista. Os músicos possuem em sua bagagem cinco full length, o homônimo “Imperiuos Malevolence”, “HateCrowdead”, “Where Demons Dwell”, “Doomwitness”, além do mais recente “Decades Of Death”.

Segunda proveniente de fora do estado, é a Cerberus de Torres- RS. Os músicos já conhecidos pelo público catarinense, pretendem trazer o seu tradicional Heavy Metal. Desde 2009 na ativa, o grupo já abriu para bandas como Hibria, Dr Sin e Paul D’ianno, além de já ter participado do Steel Festival em Criciúma.

A Posthumous é uma das headliners do evento, os criciumenses aos poucos voltam a se estabelecer no cenário catarinense. Depois da caótica apresentação no OTA, os músicos mostraram que a intersecção entre gerações fez bem para a sua sonoridade. E as tradicionais canções do “My Eyes They Bleed”, assim como as novas músicas estarão no setlist do grupo.

Syn Tz é um nome que gradativamente se expande no cenário de SC. Os balneariocamboriuenses tem como principal fator, a agressividade e a celeridade que ativam um compressor instrumental. Para ouvir o som do grupo, cabe destacar o primeiro disco para difusão “Heavy Loud”.

A Raging War caminha entre Brusque- SC e Florianópolis- SC, a cada show apresentado, se mostram ainda mais incessantes, os riffs técnicos se estendem a uma atmosfera caótica que lustram o instrumental para a destruição anunciada.

De Timbó- SC, a Volkmort é um dos ícones do Metal Catarinense. Com 14 anos de trajetória, o grupo se faz presente em casts nos grandes festivais do estado, isso se dá pela solidez e coesão de riffs totalmente crus. A banda é caracterizada por um Death/Doom Metal e tem em sua discografia, dois eps, o “Supreme Evolution Of Fear”, e o “The Beginning Of Fear”.

Representante de Laguna- SC, o grupo de Thrash Metal Alkanza é um dos principais nomes do litoral. A banda aos poucos mostra gradativa evolução e recentemente difundiram o disco “Caos Codificado” que contém dez canções e está disponibilizado nas plataformas virtuais dos músicos.

Com uma sonoridade ímpar, influências diversas e músicos experientes na cena, a banda As The Palaces Burn de Criciúma já tem alguns materiais divulgados, como “The Devil’s Hand” que estará presente no primeiro trabalho do grupo, ainda sendo desenvolvido.

A Obscurity Vision quebra o estereótipo de que “cidade litorânea só tem Reggae”, os músicos originários do Balneário Rincão- SC impõe um Death Metal cru e com pitadas de Black Metal. Com 22 anos de atividade, eles têm como difusão uma demo chamada “Obscurity Creation” e o primeiro full length “Dark Victory Day” divulgado em 2017.

A Ozz Doctor Tribute veio para cadenciar o evento e fazer releituras de um dos maiores cantores mundiais, Ozzy Osbourne.

Para a cobertura do evento, os encarregados a registrar o festival são as mídias Cultura Em Peso, O Subsolo, Rifferama, Underground Extremo e Urussanga Rock Music, além é claro, do apoio cultural do Metal ‘n’ Roll.

Os ingressos para a entrada do fest são simbólicos, no primeiro lote disponível até 23/03 R$35,00, no segundo até 26/04 a R$ 40,00 e no dia do evento a R$50,00. Compartilhem, divulguem, curtam, compareçam e ajudem a valorizar o cenário do Metal brasileiro.


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Insano Brutal Fest II: Içara Em Chamas No Final de Semana

No próximo sábado (20) precisamente às 19h na Casa de Cultura e Arte Colher de Chá, o caos tomará conta do Sul Catarinense. A AmuHell Produções pouco a pouco finca seus pés no underground e dessa vez exibe mais um monstro para os eventos catarinenses.



O Insano Brutal Fest é marcado pela parceria, pelo profissionalismo e principalmente pela valorização do underground de SC. Na noite se apresentarão cinco bandas, Alkanza, Obscurity Vision, Dark New Farm, Silent Empire e DeadNation.

Para idealizar a cobertura do evento, foram selecionadas diversas mídias e imprensa especializada nos eventos de Metal. Nomes como O Subsolo, A Hora Hard, Cultura em Peso, Underground Extremo, Eu Apoio O Metal Nacional e nós da Urussanga Rock Music estaremos responsáveis pela divulgação do mesmo.  O apoio para a elaboração do fest ficará por conta da Agosto Negro Produções, Bisho Extreme Fest, United Forces Fest, Attitude Girl, R.Nandi Premium Guitars e Tatuaria Ink Garcia.

De Tubarão, a DeadNation finca seu Death Metal técnico ao evento. O grupo que surgiu em 2016 divulgou no final do ano passado seu primeiro single “Redrum”.

A banda Alkanza é originário de Laguna- SC. O grupo surgiu em 2012 na cidade de Laguna e desde o início os músicos sempre caracterizaram suas respectivas músicas através de letras de descontentamento político-sociais e de protesto com riffs céleres e agressivos. Os lagunenses possuem três materiais lançados, o “Destroyed The System” difundido em 2014, o “Colonizado Pelo Sistema” de 2015 o qual possui oito faixas e o mais recente, divulgado em 2017, o álbum “Céu da Boca Do Inferno” que contém sete faixas.

São 21 anos de banda, uma demo “Obscurity Creation” lançada nos primórdios e o recente full length “Dark Victory Day” divulgado em 2017. Assim se consolida a Obscurity Vision que vem do Balneário Rincão- SC para expor seu Death Metal sólido e cru, garantia de riffs céleres para o palco do Insano.

A Dark New Farm de Nova Fazenda- SC mescla em sua sonoridade, o Groove, o Thrash e o típico New Metal. Os músicos já têm vários singles difundidos, sendo eles, “La Patria, La Fabula”, “Madre” e “L.O.V.E (Level Of Violence Extreme). Carregam consigo mensagens de descontentamento e de revolta.

A Silent Empire cada vez mais mostra o profissionalismo e figura-se em mais um grande evento. A banda criciumense de Death Metal contém dois trabalhos divulgados, o Ep “Hail The Legions” e o álbum “Dethronement Of All Icons”, este último que obteve uma resenha da URM.

Então compareça a mais um evento na região, e por apenas R$20. Além disso, você vai contribuir e muito para o fortalecimento do independente e do autoral. Dessa forma, festivais como estes se ascenderão e todo o cenário sai ganhando.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Obscurity Vision: Em teaser, banda divulga nome e capa de debut álbum!

Matéria cedida por Patrick Souza da Sangue Frio Produções




 Finalmente! O debut álbum da banda catarinense de Death/Black Metal OBSCURITY VISION está mais perto do que imaginamos.

 Em sua conta oficial no YouTube o grupo divulgou um teaser com mais informações sobre o tão aguardado trabalho de estreia, bem como nome e capa, assista:



 Intitulado “Dark Victory Day”, o vindouro álbum chega em comemoração aos 20 anos de criação da banda e está previsto para ser lançado ainda neste segundo semestre de 2017, com o suporte da SANGUE FRIO RECORDS, tanto no formato físico, quanto digital. Já a arte gráfica ficou a cargo do competente artista sueco Jan Pysander Whitney, confira:


 Em paralelo, a banda afirma que em breve divulgará mais informações sobre o trabalho supracitado, como tracklist e data oficial de lançamento. Distros interessadas em saber como participar deste lançamento escreva para sanguefriorecords@sanguefrioproducoes.com.

Contato para shows e assessoria: [../../contato]www.sanguefrioproducoes.com/contato

Sites relacionados:


Fonte: Sangue Frio Produções

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Obscurity Vision: Banda é destaque na Rock Nation Radio

Matéria cedida por Patrick Souza da Sangue Frio Produções




 A banda catarinense de Death/Black Metal OBSCURITY VISION foi destaque na web rádio Rock Nation, ao serem entrevistados pelo programa “Sonzeiras do Marcelo Santos”.

 Na entrevista, o apresentador questionou a banda sobre sua extensa carreira, temáticas abordadas em suas letras, demo “Obscurity Creation”, influências, projetos atuais e futuros. Ouça:


 Em paralelo, a banda anunciou há poucos dias que seu novo trabalho – comemorativo aos 20 anos de sua fundação – já está quase pronto e que em breve estará trazendo mais novidades sobre o mesmo, bem como capa, tracklist e previsão de lançamento. Para mais informações acesse: [../../n/834]http://www.sanguefrioproducoes.com/n/834

Contato para shows e assessoria: [../../contato]www.sanguefrioproducoes.com/contato

Sites relacionados:


Fonte: Sangue Frio Produções

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Obscurity Vision

De Balneário Rincão vem a próxima pedrada do Metal.


A banda Obscurity Vision fora formada no ano de 1997, ao afim de fazer um som influenciado por Sarcofago, Morbid Angel, Death, Rotting Christ, Carcass, Handfull Of Hate, entre outras bandas de Death/Black Metal.

Anteriormente a banda se denominava “Arca Macabra”, e só em 2000 quando mudou de integrantes, decidiram unir as ideias de Luiz Rodriguez e Rafael Vicente para alterar o seu nome.

O grupo mesclava cover, e uma autoral denominada “Apodrecendo”. Mas em 2002 fomentou a ideia de criação de mais trabalhos, e então lançaram um Ep intitulado “Obscurity Creation” contando com quatro músicas, sendo “Obscurity Creation”, “Final Agony”, “Last Chance To Life” e “Dark Victory Day”. A demo foi gravada pelos irmãos Bussolo, Jacó e Júnior, em Criciúma e está disponível no Youtube.


No ano de 2005 devido à ausência de integrantes decidiram por licenciar dos palcos.

E quatro anos mais tarde, voltaram com a mesma potência e ferocidade, e tocaram em dois Steel Festival.

Atualmente a banda está trabalhando em seu primeiro álbum, que tem previsão de início das gravações no segundo semestre desse ano. E estão em processo de finalização de uma música para audição, que divulgarão em breve.

Destaca-se para o dia 08/07 onde os músicos estarão ao lado de Orkane, Necrofilia, Spine Crown abrindo para os goianos do Luxuria De Lilith na Casa De Cultura E Arte Colher De Chá.

A atual formação da banda é a seguinte, Rafael Vicente(Voz), Luiz Rodriguez(Guitarra), Luiz Trentin(Bateria), João Rodriguez(Guitarra) e Junior Machado(Baixo).

Os músicos Rafael e Luiz Rodriguez são os únicos da formação inicial que contemplava ainda com R. Nunes(Bateria) e Daniel(Baixo). Já passaram pelo grupo mais dois membros, Nery Bauer(Baixo) e Gil Souza(Voz).

As plataformas virtuais da banda são as seguintes:






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