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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Laguna Metal Fest: nona edição do evento coloca Laguna no mapa dos festivais

No dia 30 de setembro, Laguna recebe a nona edição do Laguna Metal Fest. O tradicional festival que ocorre no Clube de Campo contará com dez bandas e irá dispor de um amplo acesso de camping. O Sul do estado passa a ter representação no cenário dos festivais catarinenses. 

Foto/Divulgação

Uma das bandas mais esperadas do evento, é a banda de Heavy Metal, Rhestus. O clássico grupo catarinense comemora seu trigésimo aniversário. Mais sórdidos e agressivos do que nunca, a banda trará seus clássicos ao público sul-catarinense. Canções como “Bullet In Point”, “Insane War”, “Games Of Joy, Games Of War”, “Hate! Is What I Feel” e “Big Anesthesia” não faltarão no repertório dos músicos. 


Originária de Santa Maria – RS, a Finita possui resquícios do carregado e grave, Gothic Metal. Com letras inspiradas na misantropia em detrimento ao existencialismo, o grupo que já possui treze anos de estrada, traz a Laguna, o novo disco “Above Chaos”. Lembrando que no início do ano, o grupo fez um show eletrizante no Otacílio Rock Festival. 


“Open the bar, Open the bar…” que os curitibanos do Tandra prometem incendiar as estruturas do Clube de Campo. O grupo foi fundado em 2013, com a ideia de criar um projeto inspirado em Finntroll, Korpiklaani, Equilibrium, entre outros grupos do estilo. Com uma proposta referenciada através do Folclore e das culturas em geral, a banda aposta na presença do acordeom, da flauta e da guitarra de sete cordas em uma sonoridade Folk/Viking Metal. 


A reformulação dos integrantes, o hiato e as referências de cada músico presente na Malice Garden, foi um dos fatores essenciais para a criação de uma nova identidade para a banda. Aquele Black Metal mais primitivo, sujo também dá espaço ao experimental, novos solos, novas linhas de baixo e principalmente um som mais arrastado e técnico. 


Um dos maiores expoentes do Grindcore/Gore nacional, a Zombie Cookbook retorna ao Sul do estado mais podres do que nunca. Recentemente, o grupo joinvilense difundiu os singles “Formless... Twisted... Shapeless…” e “Beauty in the Eyes of the Dead”. Além disso, toda a sonoridade crua e “trash”, e estética que remete aos assassinatos dos filmes “slasher” irão se convergir às “baladinhas sangrentas” do grupo, como “Motel Hell”, “Feasting Human at Dusk”, “Buried Beneath The Leachate” e “I Sell The Dead”. 


Após uma turnê na Europa, a banda Syn TZ de Balneário Camboriú aposta na versatilidade de suas performances, remetendo aos clássicos do Heavy Metal e também pela originalidade imposta em suas músicas. Em 2014, os músicos difundiram seu primeiro trabalho, a demo homônima “Syn TZ”, que os inseriu no cenário do Metal Catarinense. Três anos depois, a banda lançou seu primeiro disco, “Heavy Load”, com muitas críticas positivas da imprensa especializada e também grande aceitação dos fãs. Além desse material, o grupo ainda obtêm os singles “Voiceless” e “The Wraith”, além do EP “The Quarantine Tapes”.


A Noctus Arcanus é outra banda proveniente de Curitiba - PR. A banda carrega uma sonoridade Death/Black Metal que impulsionam um peso descomunal, riffs céleres e agressivos e a misantropia como centro de seu enredo lírico. Neste ano, os músicos já divulgaram “1478” e o mais recente “Minute of Silence For Those Who Were Burned”. 


Oriunda de Laguna, a banda de Thrash Metal, Alkanza já possui quase 10 anos de história. Suas canções remetem a músicas de protesto que falam sobre desigualdade social, política e hipocrisia, enquanto sua sonoridade é uma miscelânea de estilos que vão desde o poderoso Thrash até o Groove Metal e Metal Moderno. 


A Phalme de Garopaba - SC é formada por jovens e adolescentes de 14/15 anos. O grupo mescla cover com músicas autorais por meio de um instrumental que remete às raízes do Heavy Metal. E falando em raiz do Heavy Metal, a The Wickerman levará o melhor dos hits e clássicos da banda britânica, Iron Maiden. O festival que será idealizado pela Agosto Negro Produções já está na finaeira do 1º lote e pronto para ir ao segundo. 



segunda-feira, 18 de março de 2019

Laguna Metal Fest: A força do Sul Catarinense expressa em um festival

O Sul Catarinense tem em sua essência, a proximidade com o litoral, a conexão com o RS e uma economia baseada no desenvolvimento da cerâmica, metalurgia, descartáveis, entre outras fontes. Mas não só essas áreas que movimentam a região, o nicho cultural está muito bem representado. O organizador Danniel Bala está acostumado a criar eventos e fortalecer a cena da Amurel. Em seu portfólio estão o Agosto Negro Produções, o Laguna Metal Fest e o Tubarão Metal Fest.

Foto 1: Facebook do Evento
A sétima edição do Laguna Metal Fest irá mesclar ritmos e trazer a pluralidade musical como lema. No evento que acontecerá dia 27/04, se apresentarão dez bandas, divididas entre os três estados do Sul-Brasileiro. O local para a exibição do festival é o tradicional Clube de Campo em Laguna- SC que contará com uma ampla estrutura, bar e praça de alimentação.

A banda Imperiuos Malevolence vem de mais longe, no entanto nada que atrapalhe os paranaenses. O grupo traz consigo o Brutal Death Metal com pitadas de Thrash Metal oitentista. Os músicos possuem em sua bagagem cinco full length, o homônimo “Imperiuos Malevolence”, “HateCrowdead”, “Where Demons Dwell”, “Doomwitness”, além do mais recente “Decades Of Death”.

Segunda proveniente de fora do estado, é a Cerberus de Torres- RS. Os músicos já conhecidos pelo público catarinense, pretendem trazer o seu tradicional Heavy Metal. Desde 2009 na ativa, o grupo já abriu para bandas como Hibria, Dr Sin e Paul D’ianno, além de já ter participado do Steel Festival em Criciúma.

A Posthumous é uma das headliners do evento, os criciumenses aos poucos voltam a se estabelecer no cenário catarinense. Depois da caótica apresentação no OTA, os músicos mostraram que a intersecção entre gerações fez bem para a sua sonoridade. E as tradicionais canções do “My Eyes They Bleed”, assim como as novas músicas estarão no setlist do grupo.

Syn Tz é um nome que gradativamente se expande no cenário de SC. Os balneariocamboriuenses tem como principal fator, a agressividade e a celeridade que ativam um compressor instrumental. Para ouvir o som do grupo, cabe destacar o primeiro disco para difusão “Heavy Loud”.

A Raging War caminha entre Brusque- SC e Florianópolis- SC, a cada show apresentado, se mostram ainda mais incessantes, os riffs técnicos se estendem a uma atmosfera caótica que lustram o instrumental para a destruição anunciada.

De Timbó- SC, a Volkmort é um dos ícones do Metal Catarinense. Com 14 anos de trajetória, o grupo se faz presente em casts nos grandes festivais do estado, isso se dá pela solidez e coesão de riffs totalmente crus. A banda é caracterizada por um Death/Doom Metal e tem em sua discografia, dois eps, o “Supreme Evolution Of Fear”, e o “The Beginning Of Fear”.

Representante de Laguna- SC, o grupo de Thrash Metal Alkanza é um dos principais nomes do litoral. A banda aos poucos mostra gradativa evolução e recentemente difundiram o disco “Caos Codificado” que contém dez canções e está disponibilizado nas plataformas virtuais dos músicos.

Com uma sonoridade ímpar, influências diversas e músicos experientes na cena, a banda As The Palaces Burn de Criciúma já tem alguns materiais divulgados, como “The Devil’s Hand” que estará presente no primeiro trabalho do grupo, ainda sendo desenvolvido.

A Obscurity Vision quebra o estereótipo de que “cidade litorânea só tem Reggae”, os músicos originários do Balneário Rincão- SC impõe um Death Metal cru e com pitadas de Black Metal. Com 22 anos de atividade, eles têm como difusão uma demo chamada “Obscurity Creation” e o primeiro full length “Dark Victory Day” divulgado em 2017.

A Ozz Doctor Tribute veio para cadenciar o evento e fazer releituras de um dos maiores cantores mundiais, Ozzy Osbourne.

Para a cobertura do evento, os encarregados a registrar o festival são as mídias Cultura Em Peso, O Subsolo, Rifferama, Underground Extremo e Urussanga Rock Music, além é claro, do apoio cultural do Metal ‘n’ Roll.

Os ingressos para a entrada do fest são simbólicos, no primeiro lote disponível até 23/03 R$35,00, no segundo até 26/04 a R$ 40,00 e no dia do evento a R$50,00. Compartilhem, divulguem, curtam, compareçam e ajudem a valorizar o cenário do Metal brasileiro.


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Insano Brutal Fest II: Içara Em Chamas No Final de Semana

No próximo sábado (20) precisamente às 19h na Casa de Cultura e Arte Colher de Chá, o caos tomará conta do Sul Catarinense. A AmuHell Produções pouco a pouco finca seus pés no underground e dessa vez exibe mais um monstro para os eventos catarinenses.



O Insano Brutal Fest é marcado pela parceria, pelo profissionalismo e principalmente pela valorização do underground de SC. Na noite se apresentarão cinco bandas, Alkanza, Obscurity Vision, Dark New Farm, Silent Empire e DeadNation.

Para idealizar a cobertura do evento, foram selecionadas diversas mídias e imprensa especializada nos eventos de Metal. Nomes como O Subsolo, A Hora Hard, Cultura em Peso, Underground Extremo, Eu Apoio O Metal Nacional e nós da Urussanga Rock Music estaremos responsáveis pela divulgação do mesmo.  O apoio para a elaboração do fest ficará por conta da Agosto Negro Produções, Bisho Extreme Fest, United Forces Fest, Attitude Girl, R.Nandi Premium Guitars e Tatuaria Ink Garcia.

De Tubarão, a DeadNation finca seu Death Metal técnico ao evento. O grupo que surgiu em 2016 divulgou no final do ano passado seu primeiro single “Redrum”.

A banda Alkanza é originário de Laguna- SC. O grupo surgiu em 2012 na cidade de Laguna e desde o início os músicos sempre caracterizaram suas respectivas músicas através de letras de descontentamento político-sociais e de protesto com riffs céleres e agressivos. Os lagunenses possuem três materiais lançados, o “Destroyed The System” difundido em 2014, o “Colonizado Pelo Sistema” de 2015 o qual possui oito faixas e o mais recente, divulgado em 2017, o álbum “Céu da Boca Do Inferno” que contém sete faixas.

São 21 anos de banda, uma demo “Obscurity Creation” lançada nos primórdios e o recente full length “Dark Victory Day” divulgado em 2017. Assim se consolida a Obscurity Vision que vem do Balneário Rincão- SC para expor seu Death Metal sólido e cru, garantia de riffs céleres para o palco do Insano.

A Dark New Farm de Nova Fazenda- SC mescla em sua sonoridade, o Groove, o Thrash e o típico New Metal. Os músicos já têm vários singles difundidos, sendo eles, “La Patria, La Fabula”, “Madre” e “L.O.V.E (Level Of Violence Extreme). Carregam consigo mensagens de descontentamento e de revolta.

A Silent Empire cada vez mais mostra o profissionalismo e figura-se em mais um grande evento. A banda criciumense de Death Metal contém dois trabalhos divulgados, o Ep “Hail The Legions” e o álbum “Dethronement Of All Icons”, este último que obteve uma resenha da URM.

Então compareça a mais um evento na região, e por apenas R$20. Além disso, você vai contribuir e muito para o fortalecimento do independente e do autoral. Dessa forma, festivais como estes se ascenderão e todo o cenário sai ganhando.


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

River Rock Festival 2018: A Aliança Se Consolida (Parte 2)

Continuando a saga da divulgação das bandas presentes no River Rock Festival, o sábado começará cedo para os headbangers. Carlos Fernandes (Baterista da Khrophus) fará o seu workshop de bateria expondo técnicas e formas de utilizar o instrumento.




O teatro ingressará no palco e a arte em meio ao momento caótico em que vivemos dará sua resposta. A Casa de Orates mistura música, dança, performances únicas através do conceito Art-Rock. Os itajaienses possuem três álbuns, sendo eles o “Artesão dos Sonhos”, “Luaria” e o recente “Sr Orates”. Preparem-se para uma viagem psicodélica que percorrerá o seu existencial.

A banda Alkanza é a terceira a exibir no dia. O grupo surgiu em 2012 na cidade de Laguna e desde o início os músicos sempre caracterizaram suas respectivas músicas através de letras de descontentamento político-sociais e de protesto com riffs céleres e agressivos. Os lagunenses possuem três materiais lançados, o “Destroyed The System” difundido em 2014, o “Colonizado Pelo Sistema” de 2015 o qual possui oito faixas e o mais recente, divulgado em 2017, o álbum “Céu da Boca Do Inferno” que contém sete faixas.

O projeto Xei & Sons In Black é de autoria do produtor, compositor e vocalista Alexei Leão (Ex Stormental). O trabalho exibe uma roupagem a temas acústicos com uma aposta no instrumental diferenciado através de uma miscelânea de estilos.

A banda Escória é originária da cidade vizinha, Timbó e traz consigo desde 1991 um Punk Rock, cru com letras autorais mescladas a cover. A banda é formada por Davi (Bateria), Nilson (Vocal), Paul (Guitarra) e Valda (Baixo). Os músicos em 2015 gravaram o single “Vida Vulgar” e para esse ano pretendem preparar novas músicas.

Formada em 2008, a Fatal Encarnad é a prata da casa. O grupo possui influências de Morbid Angel, Cannibal Corpse, Entombed, Sarcofago e Sodom além de outros renomados grupos. A banda de Death Metal aposta na versatilidade, na agressividade de riffs e em letras que fomentam a temática comportamental.

Os cariocas da Cervical serão os sétimos a se apresentar. Com a junção do Hardcore, do Metal e do Crossover, os músicos têm em sua discografia, o álbum “Caminhos de Dor”, “Arquetipo” e canções como “Dar o Sangue” e a recente “Guerra”. Realmente a sonoridade traz resquícios céleres, sólidos e rápidos.

Uma das bandas mais destacadas atualmente do cenário brasileiro, a Affront volta para Santa Catarina. O grupo carioca foi formado em 2016 e logo no ano de estreia, difundiram “Angry Voices”, primeiro material autoral. A receptividade foi notória e a característica do Thrash/Death Metal deles propiciou alavancarem um som identitário, ríspido e coeso.

O Centro Oeste também tem seu representante, a Armum lida com o Death Metal oldschool com referências de Nile, Vader, Krisiun, Suffocation entre outros grupos. A banda fora formada em 2011 e possui a demo “Infernal Domain” divulgada em 2016.

Outro grupo a se exibir de forma com que a teatralidade possa ser um agente agregador ao espetáculo é a gaúcha Cartel da Cevada. Com 13 anos de estrada, a banda mescla a característica forte do estilo gauchesco, do rock setentista e de contos inusitados que complementam-se a um Rock n Roll com riff enfurecidos. Os músicos possuem dois discos lançados e um Ep para divulgação.

A imagem da morte resplandecerá o evento e a Imago Mortis entrará nos palcos como uma das headliners do fest de 2018. O grupo carioca carrega em sua bagagem 23 anos de carreira e com isso personifica a quantidade de materiais difundidos, são duas demos, quatro singles, um Ep e quatro full lengths com destaque para o novo “LSD” recentemente exposto. O Doom Metal característico, a filosofia, a literatura, o oculto e o esotérico entrarão em estado sinestésico em Indaial.

Uma das bandas mais influentes do Uruguai fará seu primeiro show em palcos catarinenses. Formada em 1998 a ReyToro tem suas músicas regadas a bebidas, política, drogas e cotidiano, os mesmos obtêm um live álbum três full lengths, o homônimo “ReyToro”, “ReyToro II” e “III”. Consequentemente com seu Heavy Metal, os uruguaios incendiaram o festival e exibirão a qualidade respectiva conhecida em toda a América do Sul.

Ás 21:00h o guitarrista Adriano Ribeiro da banda Khrophus e também um dos organizadores do festival fará seu casamento com Ana Cláudia com a presença dos metalheads e headbangers presentes. Em seguida terá o Baile Debutante.  Para a arte exalar nos âmbitos do River, Clara Domingues e Thiago Gonçalves farão um Recital Metal com muitas surpresas.




A atração mais esperada do fest traz seu peso na grandiosidade do nome. Formada em 1984, o Sepultura está cravado no Metal brasileiro. Fruto da capital mineira, o grupo conquistou palcos internacionais, angariando discos de ouro na França, Austrália e Estados Unidos. Com uma extensa discografia que conta com 17 álbuns, cinco Eps e quatro coletâneas, os músicos se encontram na turnê de “Machine Messiah”. Lançado em janeiro de 2017 pela renomada gravadora alemã Nuclear Blast, o último álbum dos músicos traz uma crítica a ascensão desenfreada da tecnologia. É claro, sem deixar para trás a mistura de Groove e Thrash Metal que consolidou o som da banda como algo tão particular.

O talentoso artista e compositor Heriberto Werner estará exibindo seu portfólio musical através do projeto Cadaveric Hotel. Com influências vastas e referências um tanto quanto díspar que vão desde o Grindcore até o Rockabilly, o músico estará mostrando todo o talento das suas músicas que ressaltam histórias de terror, ironias, cemitérios e protestos.

Para o festival ficar ainda mais vasto, é claro que não podia faltar o preciosíssimo Gothic Metal e a Save Our Souls de Porto Alegre- RS sabe executar muito bem. O grupo originou-se em 2006 e tem lançado em seus 12 anos de estrada, três materiais, o Ep “Find The Way”, o single “Soul Domination” e o disco “The Otherside” divulgado em 2015.

O encerramento da noite ficará com o duo Cassandra que carrega um esoterismo através de um som diferenciado, o instrumental é caracterizado por mesclas de Stoner, Dark Ambient e Metal Experimental além de agregar em suas composições, temática ímpar evidenciadas de forma catastrófica. O grupo já lançou uma demo ao vivo em 2014, e um Full Length intitulado “Antumbra”. O projeto é composto por Karine D’alessandre (Bateria) e Daniel Silveira (Vocal e Baixo).


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Parceiros do Underground #3: Maykon Kjellin (O Subsolo)

O terceiro episódio do Parceiros do Underground emerge de Imbituba - SC, cidade onde reside o escritor e designer Maykon Kjellin. Ele é idealizador e fundador da imprensa O Subsolo e também integrante das mídias A Hora Hard e Urussanga Rock Music, além de atuar como baterista no grupo Dark New Farm.


O músico nos contou um pouco sobre experiências no meio independente, as artimanhas para a elaboração das matérias e muito mais o que se envolve em colocar em prática uma mídia. 




Quando foi o primeiro contato que você teve com o Rock/Metal?

Maykon: Foi bem pequeno, não sei que idade deveria ter, mas lembro que fiquei chocado quando o Mamonas Assassinas faleceram, meu pai tinha me dado uma fita dos caras e eu andava com aquilo para cima e para baixo. Era minha "fita da sorte" hahahaha. Meu pai me apresentou muita coisa boa, clássicos como Nirvana, Scorpions, CBJr, Zé Ramalho e o amor só foi aumentando.

O que o levou a montar uma mídia independente?

Maykon: Eu queria cooperar mais fora dos palcos. Minha antiga banda (Doctor Jimmy), fez um show foda uma vez e eu fiquei chateado por não ter nenhum registro, muito menos escrito e eu queria criar algo que fosse como um arquivo da região sul catarinense, no fim, se tornou algo bem mais extenso, hoje O SubSolo atende o Brasil inteiro.

O Subsolo atualmente é uma das principais mídias underground brasileiras e há uma gradativa evolução. Quais são os principais fatores para esse crescimento?

Maykon: Cara, acho exagerado dizer que somos uma das principais mídias, pois somos uma mídia pequena. Mas confesso que estamos em crescimento e isso se deve a união e a boa escolha da equipe, todos tem minha admiração, até os ex-membros da equipe.

Em todo esse tempo como imprensa, quais matérias você destacaria?

Maykon: Eu fiz uma matéria que me orgulho muito, foi com a Aline Iladi, guitarrista do Silent Empire, foi uma que quando terminei de editar saiu lágrima dos meus olhos e me senti um jornalista de verdade, e sem querer ofender ninguém, foi nesse momento que vi que o talento dessa profissão vem do coração e foi isso que fiz com essa matéria, para mim é a mais especial feita por mim. Fica o link (http://www.osubsolo.com/2017/05/especial-superacoes-do-underground-02.html).

Fora isso, não tem como não destacar a entrevista com Andreas Kisser (Sepultura / De La Tierra) realizada por Vinicius Saints. Entrevista do Pedro Poney (Violator) feito pela Thabata Solazzo. Entrevista com Mauricio Nogueira (Matanza) feita pelo Marcel Caldeira e mais uma do menino Vinicius, a resenha do "MachineMessiah", elogiada pelo próprio Sepultura.

Como se sucedeu a ideia da criação do Subsolo Rock Festival?

Maykon: Eu sou um cara teimoso, que adoro me ferrar no underground, pode ser isso hahaha. Acho que faltava um "a mais", acho que toda iniciativa tem que ter um toque especial e o nosso foi o festival, fora as coletâneas físicas que vale lembrar.

Atualmente a mídia conta com quantos integrantes?

Maykon: O SubSolo conta com nove redatores.

Como se dá o procedimento de escolha para a elaboração das matérias?
Há algum pré-requisito?

Maykon: O pré-requisito é simples, não ser chato e ficar cobrando no privado (sério, isso é muito chato caras, não façam) e mandar material completo, uma banda que não tem release nos dias de hoje é inadmissível, por favor né. As bandas hoje faltam com profissionalismo e querem ainda cobrar cachê alto. Tenham de início, logo, release e fotos, e claro, um bom trabalho gravado.

E como você trabalha para organizar o tempo entre banda, organizador e imprensa?

Maykon: Ainda tenho minha assessoria, coopero para o Underground Extremo, Metal Etílico e as vezes até Urussanga Rock, né patrão Guigo? hahaha. Não é fácil, a tarefa é dificil e isso me esgota, principalmente pela falta de reciprocidade. Ultimamente abro a plataforma de criação de matérias e fico pensando se devo realmente perder tempo escrevendo, não tenho mais o mesmo tesão de antes. E a falta de cooperação das bandas de divulgarem os próprios links que são mencionados, vai enchendo o saco.

Quais são as principais dificuldades enfrentadas no desenvolvimento das matérias?

Maykon: como citei lá em cima, falta de profissionalismo das bandas que não tem nem material, sem material não sei nem por onde começar.

Qual sua visão sobre o cenário catarinense atual e o que pode ser melhorado?

Maykon: Comecei a acreditar que o tal "união" é balela mesmo, infelizmente cai na real. Eu batia no peito e brigava para dizer que existia, mas não existe. Banda da nossa região precisou de mim e eu ajudei, no fim, lançaram ou ainda vão lançar, não sei, o clipe por uma mídia lá da puta que pariu, aí desanima né? Falta de consideração. Acho que falta consciência, humildade, é muito músico comendo sardinha e arrotando salmão. Falta tirar o rabo do sofá e participar mais dos eventos, não ficar do lado de fora, não tentar burlar para não pagar a entrada, existe tantos problemas a serem corrigidos...

Há união entre as mídias?

Maykon: Entre as mídias sim e é surpreendente como todas as mídias que conheço se ajudam sem frescura. É um prazer estar entre elas com certeza.

O que motivou o fim da Web Rádio do O Subsolo?

Maykon: Bandas que mandam músicas e não tiram dez minutos do dia para ouvir, programas ao vivo d'O SubSolo aos domingos para 2 ou 3 ouvintes, mesmo com divulgação pegando fogo. O pessoal só quer e não quer ajudar, quer se apoiar mas não quer apoiar, é complicado. Isso é triste, foi bem frustante para mim anunciar o fim da rádio. Estou incomodado até hoje!

Cinco bandas catarinenses.

Maykon: AlkanzA, Eletromotriz, Orquídea Negra, Viletale, Vlad V.

Cinco bandas da região de Tubarão.

Maykon: DeadNation, AlkanzA, Dark New Farm, Distressed, Alucinia.

Cinco mídias independentes.

Maykon: Rifferama, A Hora Hard, Underground Extremo, Urussanga Rock Music e Cultura em Peso.

Em nome da Urussanga Rock Music, agradeço a disponibilidade para a entrevista. Se puder, deixe um recado para os leitores que nos acompanham.

Maykon: O que o Guigo e a Leandra fazem, é coisa de outro mundo. Resenha em escrita, vídeo entrevista e ainda batem foto. E tem cuzão que não dá valor e quando a gente cansa, dá as costas e não se dedica mais, começa o mimimi e o arrependimento, isso não é só com mídia, é com bares, festivais, projetos e tudo o que podemos imaginar. Temos que APOIAR SIM, temos que tentar a balela de união SIM, temos que nos ajudar SIM e temos que ser um só, ou se não, o barco afunda. Vamos ser menos babacas e mais família. Obrigado pelo espaço Urussanga Rock!


quarta-feira, 18 de julho de 2018

AlkanzA: novo disco a todo vapor de produção

A AlkanzA trabalha sempre e constantemente. Uma das bandas que tem mais vontade de sempre estar apresentando coisas novas e o material parece não ter fim. Após os lançamentos de "Colonizados pelo Sistema" em 2015 e o estrondoso "O Céu da Boca do Inferno" em 2017, os thrashers da AlkanzA estão trabalhando em um novo disco. 



Sobre a pré-produção o vocalista e baixista Thiago Bonazza comentou: "A pré produção foi bem produtiva, todos focados e com objetivo bem claro. O álbum foi composto bem rápido,  sem que deixar o externo interferir. Sempre um puxando o outro. Foi muito unido e produtivo Estaremos entrando em estúdio no final do mês".

Sempre perguntado sobre uma nova fase, mudanças na sonoridade ou novidades no novo disco, o músico foi cirúrgico sobre essas perguntas: "Uma nova  fase,  assim como foi do primeiro para o segundo. A AlkanzA sempre tenta evoluir e modificar sem perder a personalidade. Estamos sempre trabalhando, e creio que uma nova fase se iniciará, e trabalhamos e trabalharemos mais ainda, afinal ainda não esta finalizado,  para que o público tenha  o melhor  de nós,  tanto no estúdio, quanto no palco."

Mas as novidades da banda não ficam apenas no futuro disco a ser lançado. A AlkanzA vem trabalhando em diferentes planejamentos almejando engajar ainda mais o seu nome, uma ótima saída para isso é o merchandising, que o público sempre faz questão de adquirir no final de seus shows. Mas, ao mesmo tempo de tudo isso tem a agenda da banda para cuidar e conciliar tudo junto e ao mesmo tempo é um trabalho árduo para muitos, mas não para a AlkanzA: "Os planos são lançar a nova camiseta (ainda disponível em alguns tamanhos), gravar o álbum, fazer shows e seguir a batalha sempre dando o nosso melhor, correr atrás do nosso espaço, batalhar, trabalhar, creio que os planos  são esses, e que venha os frutos do que semearmos nessa nova fase" finaliza o vocalista e baixista Thiago Bonazza.

Acompanhe a AlkanzA em suas redes oficiais:

domingo, 24 de dezembro de 2017

Tubarão Metal Fest II (Resenha)

          
         A Segunda Edição do Tubarão Metal Fest aconteceu no sábado (16) no Congas Music & Beer, evento o qual chegou mostrando todo o seu peso em um cast formado por 9 bandas da região. O apoio à cena ficou evidente, sendo que o festival contou com a presença de vários membros de outras bandas que foram prestigiar o som.
            
         Quando chegamos no Congas, atrasados devido à obras na estrada (pedimos desculpas à Underdog), Threzor, a segunda banda da noite, já estava no palco exibindo, com sua presença de palco impecável, todo o Thrash Metal oitentista influenciado por bandas que todos amamos, acompanhado de uma platéia cheia de headbangers batendo cabeça.
A próxima banda foi a criciumense They Come Crawling, que já subiu no palco trazendo equipamento diferenciado, o que souberam aproveitar muito bem, mostrando todo seu peso e mistura de influências, como Death Metal antigo e moderno, além de um tempero de Black Metal.
Depois veio a Shadow of Sadness, aquele Death Metal melódico com a pontinha do pé no Heavy Metal, que conseguiu facilmente envolver o público e transmitir a energia das músicas através de suas letras repletas de emoções e sentimentos. Todos ali presentes ficaram vidrados no palco enquanto o clima melancólico ia tomando conta do festival.
Aclamada na região, Alkanza subiu aos palcos, com o seu Thrash/Groove Metal, reunindo mais uma vez os bangers em sua frente prontos para começar a bateção de cabeça. As letras das músicas caracterizadas principalmente por críticas à sociedade levaram todos à loucura, e, em meio a banhos de cerveja e cotoveladas no mosh, o instrumental cru não decepcionou a quem o ouviu.
        Indo na onda das bandas oitentistas, tivemos também a presença da Battalion, que hoje no Brasil é uma das grandes promessas do Heavy/Speed Metal. O som sem nenhum tipo de modernismo joga a mente de quem o ouve direto para os primórdios do metal. As influências  das bandas de Speed com aquela mistura básica de Power dos anos 1980 fazem da Battalion uma banda extremamente promissora no uderground.
     Distressed chama a atenção por seu som, que primeiramente, se define em uma mistura de Death e Thrash Metal, o que o transforma em música pesada e rápida, atingindo todos os desejos dos presentes e deixando o ambiente perfeito para aquele mosh.
        Conforme o evento ia chegando ao fim, muitas das pessoas da platéia foram debandando de volta aos seus refúgios, o que nos leva à um final de festival quase vazio. A penúltima banda a se apresentar foi a Red Razor, que não se deixou levar pelo disperso de headbangers e detonou em mais um show da Beer Revolutour, nos trazendo aquele Thrash Metal Old School com o qual já estamos todos acostumados, tanto pela história que a banda escreve atualmente na cena underground, quanto pelas influências clássicas de bandas como Metallica, Exodus e Testament.
         A última banda foi a Norium, de Criciúma, que infelizmente foi vítima de atrasos acumulados e horário, mas até com seu tempo extremamente reduzido, conseguiu subir o tom e atingir o público com clássicos do Power Metal, mesmo tendo muitos membros na banda, foi claro o entrosamento e a sinergia no palco.

         E naquela madrugada quente e abafada, mais um Tubarão Metal Fest chegou ao fim, a escolha cuidadosa do cast serviu pra nos deixar ainda mais ansiosos por uma edição futura.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Tubarão Metal Fest II: Evento Reacende a Chama Headbanger do Sul do estado

Sábado vai acontecer a segunda edição do Tubarão Metal Fest, evento este organizado por Danniel Bala (Antigo Organizador do Agosto Negro e do Laguna Metal Fest). O festival que em sua primeira apresentação já se consolidou na cena do Metal catarinense devido a mescla de estilos dentro do mesmo e pela organizada estrutura.



Para esse dia foram confirmadas nove bandas, tal como a Underdog, Threzor, They Come Crawling, Shadow Of Sadness, Alkanza, Battalion, Distressed, Red Razor e Norium. O preço dos ingressos é bem simbólico, 30 golpes. O evento contará com as mídias independentes A Hora Hard, Cultura em Peso e O Subsolo além é claro de nosso suporte.

A primeira banda a se apresentar é a Underdog idealizada em julho de 2017 na cidade de Laguna. As influências musicais dos lagunenses são Stoned Jesus, Kyuss, Black Sabbath entre outras. O grupo tem como sua formação Arthur Eufrázio (Bateria), Handel Silveira (Guitarra) e Leoberto Bittencourt (Baixo e Voz).

No entanto a segunda já traz resquícios do Thrash Metal envolta de suas canções autorais. Cabe destacar o videoclipe da canção “S.U.S” lançada em setembro como crítica ao Sistema Único de Saúde. Os integrantes são Lucas Souza (Guitarra e Vocal), Gabriel Theofelo (Guitarra e Vocal), Matt Prusse (Baixo e Vocal) e John Kuntze (Bateria).

Depois de fazer uma grande atuação no Frain Hell Rock Festival, a They Come Crawling de Orleans/Criciúma volta a subir aos palcos. O grupo formado em 2017 carrega consigo influências de várias vertentes da música pesada, sempre mantendo a sonoridade coesa, crua e agressiva. A banda de Death/Thrash Metal é composta por Igor Pereira (Vocal), Wagner Barros (Baixo), Geison Frasson (Baixo) e Douglas Mattos (Guitarra).

Um clássico do Metal catarinense regressa ao sul do estado, a Shadow Of Sadness vem expor o Power/Heavy Metal peculiar característico. O grupo já lançou dois full length, sendo o primeiro em 2004 denominado “Way To Hell” que contém doze canções autorais e o álbum com as iniciais “SOS (Shadow Of Sadness) divulgado em 2015 o qual obtém onze faixas. Além desses trabalhos, os itapemenses angariam dois videoclipes das músicas “Suicide – (Open Solution)” e “Summoning Ocean’s Son”. A banda é Christian Avon (Vocal), Daniel Lahn (Baixo), Thiago Diniz (Bateria) e Rafael Schirrmann (Guitarra).

A banda Alkanza surgiu em 2012 na cidade de Laguna e desde o início os músicos sempre carcaterizaram suas respectivas músicas através de letras de descontentamento político-sociais e de protesto com riffs céleres e agressivos. Os lagunenses possuem três materiais  lançados, o “Desytroyed The System” difundido em 2014, o “Colonizado Pelo Sistema” de 2015 o qual possui oito faixas e o mais recente, divulgado ainda esse ano o álbum “Céu da Boca Do Inferno” que contém sete faixas. A banda é formada por Thiago Bonazza (Baixo e Vocal), Pedro Victor Souza (Guitarra), Ramon Scheper (Bateria) e o convidado Renato Lopes (Guitarra)

A Battalion, há 12 anos na estrada é um dos grandes nomes do Heavy Metal clássico catarinense, trazendo influência como Grave Digger, Iron Angel, Pile Driver e outros clássicos. A banda possui uma demo “Battalion”, três coletâneas “Underground Collection Vol.I e Vol II e Maximus Metallus, o renomado full length “Empire Of Dead” e o Ep “Tyrant Of Evil”. Os itajaienses também estiveram presentes na última edição do SC Metal Fest. Os integrantes são Marcelo Fagundes (Baixo e Vocal), Alvaro Santana (Guitarra) e Fabiano Barbosa (Bateria).

A banda Distressed, originária da cidade de Tubarão, surgiu em 2008 com o intuito de trazer uma sonoridade agressiva ao palco, mesclando Death e Thrash Metal. Eles possuem influências de grandes nomes da música, como Kreator, Carcass e Sepultura. Após uma pausa, os músicos voltaram a atividade esse ano. A formação atual conta com Andre Wendhausen (Vocal e Baixo), Daniel Rosick (Guitarra e Backing Vocal), Rafael Spilere (Guitarra) e Gustavo Oliveira (Bateria).

A florianopolitana Red Razor surgiu em 2011 com o intuito de resgatar as raízes do Thrash Metal dos anos 80 e 90. Suas influencias são grandes nomes do cenário musical, como Slayer, Anthrax, Exodus e Kreator. Os músicos lançaram em 2013 o Ep ““Shark Attack” e no final de 2015 o full length “Beer Revolution”. A banda também participou da segunda edição do Frai’n Hell Rock Festival. Os integrantes são Fabrício Valle (Guitarra/Vocal), Felipe Ferreira (Guitarra), Gustavo Kretzer (Baixo) e Igor Thiesen (Bateria).


A última banda, a criciumense Norium, relembra os melhores clássicos do Power Metal Melódico. O grupo pretende iniciar suas próprias composições e possivelmente lança-las no ano que vem. A banda é formada por Saimon Domingos (Bateria), Rhamon Soratto (Teclados), Diego Francisco (Baixo), Davi Martins (Vocal), Vagner dos Passos (Guitarra) e André Medeiros (Guitarra).

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

SC Metal Fest: Nasce um Novo Monstro dos Fests (Parte 1)

O município de Otacílio Costa reconhecido pelo consagrado Otacílio Rock Festival será palco de mais um grande festival. A primeira edição do SC Metal Fest ocorrerá nos dias 18 e 19 de novembro no Parque Cambará, e contará com 20 bandas. A organização ficou por conta de Nani Poluceno e Cleberson Oliveira, os quais recentemente cederam uma entrevista para Urussanga Rock Music.



No sábado a banda otaciliense Legado Frontal abrirá o festival com seu Metalcore. Há sete anos na estrada os músicos lançaram em 2015 seu primeiro trabalho, o EP intitulado “A Guerra Não tem Fim”.



Atho, prata da casa, será a segunda atração do cast. A banda de Hard e Havy Metal foi formada a partir de remanescentes das bandas Angels Guardian e da Dr Fantasy e atualmente possui diversas músicas gravadas.



Atlantis, a banda de Heavy Metal proveniente de Jaraguá do Sul, será a terceira atração. No cenário musical desde 2013 os músicos já possuem dois EPs gravados, “Summoning the Witch” (2014) e “Hotter Than A Burning Church” (2015).



Os tubaronenses da Alkanza também marcarão presença do fest com seu Thrash Metal típico. Caracterizado pelas críticas sociais, os músicos lançaram em 2014 o EP “Destroyed The System”, seguido pelo CD “Colonizado Pelo Sistema” (2015) e seu trabalho atual “O Céu da Boca do Inferno”.



A AbomiNação, banda lageana de Crossover e Grindcore, será a quinta atração a subir aos palcos. Em 2015 os músicos lançaram seu primeiro trabalho autoral, o EP “Ódio”, que conta com oito músicas.



Direto de São Bento do Sul a banda de Thrash Metal, Violent Curse, está há seis anos na atividade. Os músicos lançaram seu primeiro trabalho, uma Demo, em 2014. Seguido do EP “Total Extermínio” de 2016.



Direto da capital paulista, a Skinlepsy chega aos palcos com um Brutal Thrash Metal. Com toda agressividade caraterística, os músicos possuem a demo “Reign of Chaos” (2003), e os álbuns “Condemning The Empty Souls” (2014) e “Dissolved” (2017).



 Uma das bandas mais expoentes de SC se apresentará no SC Metal Fest, a Battalion carrega mais de 12 anos de estrada, possui influências de Grave Digger, Iron Angel, Pile Driver e outros clássicos além de trazerem ao festival seu respectivo Heavy Metal clássico, o que já proporcionou aos músicos lançarem, uma demo “Battalion”, três coletâneas “Underground Collection Vol.I e Vol II e Maximus Metallus, o renomado full length “Empire Of Dead” e o Ep “Tyrant Of Evil”.



O fenômeno do Heavy Metal paulistano Screams Of Hate retorna ao Sul do Brasil. E os músicos influenciados pelo HC e Metal vem divulgar o seu último álbum lançado em 2016 “Neorganic”, trabalho este que contém onze faixas, “Introorganic”, “Evil”, “Depression”, “Concept”, “Insane”, “Remorse”, a homônima “Neorganic”, “Follow”, “Spilling Hate”, “Your Soul Will Pay” e “Revenge”. O grupo é um dos headliners e incendiará o palco da Fazenda Cambará.



A Crucifixion é uma das maiores bandas brasileiras de Death Metal e os gaúchos originários de Rio Grande - RS trarão a heresia e destruição através de riffs céleres, rápidos e agressivos com seus mais de 21 anos. A banda possui sete trabalhos, entre eles demos, EPs, lives, splits e o caótico álbum “Destroying The Fucking Disciples Of Christ”. Em 2015 fizeram uma turnê europeia divulgando o mesmo.



Formada em 2010 a banda Black/Death Metal Revogar exibirá a crueza e rispidez de seu blasfemo instrumental. O quarteto já abriu para bandas renomadas como Marduk, Malevolent Creation, Krisiun, Vital Remains entre outros grupos. Uma das peculiaridades do grupo é o fato de cantarem a maioria de suas músicas em português e possuírem os seguintes materiais, “Vale dos Suicidas”, “Behind The Throne Of God” e “Astral Resosution Of The Inner Conflicts”.



Com 12 anos de surgimento, a “Soul Torment” advinda de Campo Bom – RS exibem um Thrash Metal com referências musicais de Accept, Motorhead, Exodus, Slayer, Black Sabbath entre outros nomes. Atualmente a banda está no desenvolvimento de músicas autorais e modificou sua formação, ingressando a vocalista Deise Wolff.



O encerramento do sábado ficará por conta da Lacrima Mortis de Blumenau. A horda de Death/Doom Metal formada em 2016 acabara de divulgar seu primeiro material, a demo “Optare Mortem”, a qual agrega três faixas, “Instrospectum”, “... Of Desolation” e “Optare Mortem”.  




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