O teatro ingressará no palco e
a arte em meio ao momento caótico em que vivemos dará sua resposta. A Casa de
Orates mistura música, dança, performances únicas através do conceito Art-Rock.
Os itajaienses possuem três álbuns, sendo eles o “Artesão dos Sonhos”, “Luaria”
e o recente “Sr Orates”. Preparem-se para uma viagem psicodélica que percorrerá
o seu existencial.
A banda Alkanza é a terceira a
exibir no dia. O grupo surgiu em 2012 na cidade de Laguna e desde o início os
músicos sempre caracterizaram suas respectivas músicas através de letras de
descontentamento político-sociais e de protesto com riffs céleres e agressivos.
Os lagunenses possuem três materiais lançados, o “Destroyed The System”
difundido em 2014, o “Colonizado Pelo Sistema” de 2015 o qual possui oito
faixas e o mais recente, divulgado em 2017, o álbum “Céu da Boca Do Inferno”
que contém sete faixas.
O projeto Xei & Sons In
Black é de autoria do produtor, compositor e vocalista Alexei Leão (Ex Stormental).
O trabalho exibe uma roupagem a temas acústicos com uma aposta no instrumental
diferenciado através de uma miscelânea de estilos.
A banda Escória é originária
da cidade vizinha, Timbó e traz consigo desde 1991 um Punk Rock, cru com letras
autorais mescladas a cover. A banda é formada por Davi (Bateria), Nilson
(Vocal), Paul (Guitarra) e Valda (Baixo). Os músicos em 2015 gravaram o single “Vida
Vulgar” e para esse ano pretendem preparar novas músicas.
Formada em 2008, a Fatal
Encarnad é a prata da casa. O grupo possui influências de Morbid Angel, Cannibal
Corpse, Entombed, Sarcofago e Sodom além de outros renomados grupos. A banda de
Death Metal aposta na versatilidade, na agressividade de riffs e em letras que
fomentam a temática comportamental.
Os cariocas da Cervical serão
os sétimos a se apresentar. Com a junção do Hardcore, do Metal e do Crossover, os
músicos têm em sua discografia, o álbum “Caminhos de Dor”, “Arquetipo” e canções
como “Dar o Sangue” e a recente “Guerra”. Realmente a sonoridade traz
resquícios céleres, sólidos e rápidos.
Uma das bandas mais destacadas
atualmente do cenário brasileiro, a Affront volta para Santa Catarina. O grupo
carioca foi formado em 2016 e logo no ano de estreia, difundiram “Angry Voices”,
primeiro material autoral. A receptividade foi notória e a característica do
Thrash/Death Metal deles propiciou alavancarem um som identitário, ríspido e
coeso.
O Centro Oeste também tem seu
representante, a Armum lida com o Death Metal oldschool com referências de
Nile, Vader, Krisiun, Suffocation entre outros grupos. A banda fora formada em
2011 e possui a demo “Infernal Domain” divulgada em 2016.
Outro grupo a se exibir de
forma com que a teatralidade possa ser um agente agregador ao espetáculo é a
gaúcha Cartel da Cevada. Com 13 anos de estrada, a banda mescla a
característica forte do estilo gauchesco, do rock setentista e de contos
inusitados que complementam-se a um Rock n Roll com riff enfurecidos. Os
músicos possuem dois discos lançados e um Ep para divulgação.
A imagem da morte resplandecerá
o evento e a Imago Mortis entrará nos palcos como uma das headliners do fest de
2018. O grupo carioca carrega em sua bagagem 23 anos de carreira e com isso
personifica a quantidade de materiais difundidos, são duas demos, quatro singles,
um Ep e quatro full lengths com destaque para o novo “LSD” recentemente
exposto. O Doom Metal característico, a filosofia, a literatura, o oculto e o
esotérico entrarão em estado sinestésico em Indaial.
Uma das bandas mais influentes
do Uruguai fará seu primeiro show em palcos catarinenses. Formada em 1998 a
ReyToro tem suas músicas regadas a bebidas, política, drogas e cotidiano, os
mesmos obtêm um live álbum três full lengths, o homônimo “ReyToro”, “ReyToro II”
e “III”. Consequentemente com seu Heavy Metal, os uruguaios incendiaram o
festival e exibirão a qualidade respectiva conhecida em toda a América do Sul.
Ás 21:00h o guitarrista
Adriano Ribeiro da banda Khrophus e também um dos organizadores do festival
fará seu casamento com Ana Cláudia com a presença dos metalheads e headbangers
presentes. Em seguida terá o Baile Debutante. Para a arte exalar nos âmbitos do River, Clara
Domingues e Thiago Gonçalves farão um Recital Metal com muitas surpresas.
A atração mais esperada do
fest traz seu peso na grandiosidade do nome. Formada em 1984, o Sepultura está
cravado no Metal brasileiro. Fruto da capital mineira, o grupo conquistou
palcos internacionais, angariando discos de ouro na França, Austrália e Estados
Unidos. Com uma extensa discografia que conta com 17 álbuns, cinco Eps e quatro
coletâneas, os músicos se encontram na turnê de “Machine Messiah”. Lançado em
janeiro de 2017 pela renomada gravadora alemã Nuclear Blast, o último álbum dos
músicos traz uma crítica a ascensão desenfreada da tecnologia. É claro, sem
deixar para trás a mistura de Groove e Thrash Metal que consolidou o som da
banda como algo tão particular.
O talentoso artista e compositor Heriberto Werner estará exibindo seu portfólio musical através do projeto Cadaveric Hotel. Com influências vastas e referências um tanto quanto díspar que vão desde o Grindcore até o Rockabilly, o músico estará mostrando todo o talento das suas músicas que ressaltam histórias de terror, ironias, cemitérios e protestos.
Para o festival ficar ainda
mais vasto, é claro que não podia faltar o preciosíssimo Gothic Metal e a Save
Our Souls de Porto Alegre- RS sabe executar muito bem. O grupo originou-se em
2006 e tem lançado em seus 12 anos de estrada, três materiais, o Ep “Find The
Way”, o single “Soul Domination” e o disco “The Otherside” divulgado em 2015.
O encerramento da noite ficará
com o duo Cassandra que carrega um esoterismo através de um som diferenciado, o
instrumental é caracterizado por mesclas de Stoner, Dark Ambient e Metal
Experimental além de agregar em suas composições, temática ímpar evidenciadas
de forma catastrófica. O grupo já lançou uma demo ao vivo em 2014, e um Full
Length intitulado “Antumbra”. O projeto é composto por Karine D’alessandre
(Bateria) e Daniel Silveira (Vocal e Baixo).


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