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sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Underground Extremo: mídia independente realiza festival no próximo domingo (20)

No próximo domingo (20), a mídia independente Underground Extremo realiza seu primeiro festival. O evento que acontece na Casa da Mãe Pub, localizado na cidade de Tubarão, contará com quatro bandas, Cäbränegrä, Silent Empire, Vetor Unitário e Rest In Chaos, com ingressos a apenas R$ 20,00. Para a mídia, “o evento trata da consolidação de um sonho, o de promover um festival voltado ao som extremo e que carrega no nome a nossa marca”.


Oriunda de Blumenau – SC e movida pelo PowerViolence e Grindcore, a Cäbränegrä é um dos destaques da música extrema catarinense. Além disso, a banda carrega como bandeira a chama do antifascismo e o combate ao movimento retrógrado evidenciado pela ascensão do conservadorismo. Com dois EPs na bagagem, o grupo trará um som cru, direto e agressivo aos tímpanos tubaronenses.

Com onze anos de atividade e considerado como um dos expoentes do Death Metal na região, a banda criciumense Silent Empire aposta na solidez dos riffs e na sonoridade brutal e ao mesmo tempo técnica. Com dois materiais divulgados, o EP “Hail The Legions” e o disco “Dethronement Of All Icons”, a banda conta com Ivan na guitarra e vocal, Aline na bateria, Harley no baixo e Guilherme na guitarra.

Prata da casa, a Vetor Unitário trará guitarras distorcidas e arranjos mais melódicos ao evento. Com dois Eps difundidos, “Produção em Série” e o homônimo lançado em 2015, os músicos apresentarão além de suas canções já conhecidas, músicas inéditas que estão no seu novo projeto, que atualmente está em desenvolvimento.

A florianopolitana Rest In Chaos se denomina como um “Trashcore”, a qual junta elementos do Trash Metal oitentista e das linhas nova-iorquinas de Hardcore. O grupo conta com os trabalhos “Worship Machines”, os singles “Look At Me” e “Ego Riser”, além do disco mais recente “Trapped By Yourself”.


quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Slammer: celeridade e morbidez marcam o primeiro disco do grupo

No dia 28 de setembro de 2021, o Power Trio, Slammer de Curitiba – PR difundiu seu primeiro disco homônimo. Com onze faixas, o material consolida a banda como um dos grandes nomes do Metal Extremo brasileiro.

Foto/Divulgação

Ao dar play, já somos apresentados a “Storm From Las Palmeras” uma intro sinfônica, que através de uma sonoridade fúnebre, esboça a atmosfera que trará esse trabalho.

Logo em seguida, vem a faixa instrumental “1986”, que abre espaço para os riffs pesados e a bateria frenética de Hordak.

“Sons of Evil” é caracterizada por um refrão marcante e instrumental bem trabalhado. A composição trata da negação a fé, trazendo críticas a submissão imposta pela região.

A quarta faixa “Dominium” expõe uma sonoridade célere e evidencia os vocais graves de Urso, principalmente no verso “Dominium In The Name Of Satan”. Além disso, expõe a perspectiva de um cenário apocalíptico, em que a dor e a agonia prevalecem sob a humanidade.

“This Heaven Doesn’t Living in Me” possui um solo descomunal. A faixa flerta ao mesmo tempo com o primitivo Black Metal, mas também com o Heavy Metal oitentista em muitos de seus arranjos. A letra faz uma crítica ao tradicionalismo religioso, enfatizando a rejeição aos dogmas cristãos e a doutrinação da fé.

Uma de minhas preferidas, é a insaciável “Ignis Corporea” mais uma das quatro músicas inclusas no Ep “Passage Of Hell”, difundido no ano passado. A alternância entre os riffs e os incólumes versos de Urso protagonizam uma imersão surreal no instrumental. Em tradução livre do latim, o título da faixa significa “Corpos em Fogo”, a composição usa desse elemento como referência as chamas do inferno. Os corpos queimados criam um paralelo ao pecado e a negação divina.  

A sétima canção é “Throne In Flames”, um prato cheio para as rodas punks e moshes. É uma das mais rápidas do disco e é marcada pela presença sólida de Hordak nas baquetas, além do solo enérgico protagonizado por Zema no meio da mesma. A composição é recheada de alusões a símbolos cristãos, evidencia o desprezo pelo sagrado e a servidão de quem os segue.

“The Slammer” carrega riffs potenciais e os vocais novamente passam pelo crivo mórbido do grave. O refrão pegajoso, repete os versos homônimos à consonância de cada riff. A faixa surge como um hino ao triunfo da escuridão, a queda do divino e a consolidação do mal.

Com 06:20min, a mais longa do disco é “The Cursed Of Abbadon”. A faixa é a minha preferida, pois mantém uma pegada sólida de Heavy Metal ambientada por um instrumental agressivo e único. Assim como sua denominação explicita, a temática que a ronda, é baseada na história bíblica de Abaddon, anjo caído que merge de um abismo, evocando destruição e caos ao mundo.

A décima canção “La Oración de Los Hipócritas” é uma intro que traz em seus poucos versos, críticas e o escárnio em relação a dogmática do cristianismo. Ela antecede o fechamento do disco, a faixa “Father, Bastard and Holy Devil”. Considerada como uma baladinha mais from hell, a música extrai - se é que pode dizer isto aos 49 do segundo tempo, no término do álbum – em menos de três minutos, a essência mórbida e os vocais ásperos de Urso, em sincronia com riffs trabalhados e um instrumental que alterna ao passo de cada verso proferido. O “Pai”, o “Bastardo” e o “Santo Diabo”, são figuras que surgem em oposição a santíssima trindade católica, contrapondo o que eles representam e condenando seu discurso.

O material foi gravado no Las Palmeras Studio, em Assunção – PY e a arte feita por Thelma Roza.

 

Foto/Divulgação


Sobre a banda:

Com 22 anos de banda, a Slammer dispensa comentários quando o assunto é Metal Extremo. O grupo curitibano, conhecido por seus shows artísticos e por letras que remetem a heresia mostra que o Death/Black Metal está mais ativo do que nunca.

Em 2016, depois de um longo hiato Urso (Baixo e Vocal) e Zema (Guitarra) resolveram se juntar novamente e resgatar aquele grupo que foi um dos pioneiros do Metal paranaense. A ideia foi rapidamente colocada em prática e com isso precisou-se de um baterista, de antemão decidiram por chamar Bruno Hordak (Grimpha, Tripanossoma).

 

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terça-feira, 31 de agosto de 2021

Malice Garden: Banda divulga videoclipe de “Your Flesh, My Lust”

No dia 20/08, a banda criciumense Malice Garden divulgou seu novo videoclipe, “Your Flesh, My Lust”. A canção está inclusa no último material lançado pelos músicos, o Ep “Denying Creation”.


A faixa de forma inescrupulosa exibe riffs agressivos e um peso descomunal. A letra em sua essência preconiza a luxúria como centralizadora do enredo. E o vídeo produzido por Rhamon Soratto, expõe uma apresentação da banda no Meteoro Estúdios.

Foto/Divulgação

Sobre a banda

A banda de Black Metal, Malice Garden, foi formada em 1999, na cidade de Criciúma e ficou na ativa até 2003. Quinze anos depois, os músicos com uma nova reformulação retornaram às atividades e divulgaram logo no ano seguinte sua demo homônima, a qual traz canções regravadas de suas antigas demos. Recentemente, os músicos difundiram seu novo material, o Ep “Denying Creation”.

 

Formação Atual:

Spok (Guitarra)

Orland (Vocal)

Geison (Baixo)

Henrique (Guitarra)

João Vitor (Bateria)

 

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domingo, 2 de maio de 2021

Carniça: O cenário político distópico atual é evidenciado em “País Sem Salvação”, seu novo single

No dia 21 de abril, a banda gaúcha de Death Metal, Carniça, divulgou “País Sem Salvação”, seu novo lyric vídeo. A música estará presente no álbum “A New Medium Ages”, que será lançado ainda em 2021, ano que a banda comemora seu 30º aniversário.

A canção foi mixada e masterizada por Henrique Fioravantti no From Hell Recors Studio. Com 05:45 min, a música traz a participação de Henrique no baixo e é marcada por um instrumental célere e ríspido com riffs bem sólidos e agressivos.

A composição criada por Parahim Neto e Marlo Lustosa é totalmente atual. Ela exibe a hipocrisia religiosa e as facetas corruptas arraigadas por um país em declínio. Uma nação que predomina o fundamentalismo clérigo, a estapafúrdia solução para a segurança pública através de “armas” e a imbecilidade coletiva evidenciada através da polarização.

Foto/Divulgação

Sobre a banda

A banda Carniça foi formada em Novo Hamburgo – RS, no ano de 1991. Durante toda a sua trajetória já lançou dez materiais, divididos em Eps, demos, Split e discos. Os materiais “Rotten Flesh”, “Temple’s Fall... Time To Reborn”, “Nations Of Few” e o disco homônimo “Carniça”, são os principais da rica discografia do grupo gaúcho.

Os músicos já são conhecidos no estado de SC, pois estiveram no Rock in Hell Do Campo em 2018 e também se apresentaram no Otacílio Rock Festival no ano seguinte. O grupo consolidado no cenário do Metal gaúcho atualmente está no desenvolvimento de seu novo disco, denominado “A New Medium Ages”.

Formação Atual:

Mauriano Lustosa (Vocal)

Parahim Neto (Baixo)

Marlo Lustosa (Bateria)


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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Atropina: “Delírios Assombrados” é o novo single do grupo gaúcho de Death Metal

Na última sexta-feira (12), os gaúchos da banda de Death Metal Atropina, lançaram o vídeo de “Delírios Assombrados”, segundo single que estará presente no álbum “Prego em Carne Podre”, o qual terá a produção de Ernani Savaris e está programado para ser difundido no primeiro semestre de 2021.

Foto/Divulgação

Vocais graves e mórbidos, instrumental célere e totalmente cru, a faixa inicia uma pancadaria sonora, do início ao fim, com algumas alternâncias entre os riffs. A letra exibe a podridão humana, pesadelos obscuros e a típica misantropia.

Há menos de dois meses, a Atropina divulgou um lyric vídeo da música “Blasfêmia Eterna”. A faixa também estará inclusa no novo álbum. O vídeo é curto, apenas 02:42 min e coloca como plano de fundo, uma animação com imagens mórbidas mescladas à exibição de cada integrante do grupo. A faixa mantém solos rápidos, e um vocal rasgado bradando “blasfêmiaaaaaaaaa”. 

Lyric Vídeo

A composição ainda inclui alguns elementos, sejam metafóricos ou não. A heresia está fortemente presente nos meandros da letra, assim como o anticristianismo, típico nas músicas do grupo gaúcho.

Sobre a banda

A Atropina foi formada na cidade de Teutônia, no ano de 1996. Lembrada por trazer um Death Metal pesado, sem firulas, o grupo possui três discos, “Santo de Porcelana” (2001), Mallevs Maleficarvm” (2014) e “Porões das Luxúrias” (2016). A banda é um dos principais expoentes do estilo, no Sul do país, já que carrega consigo uma identidade própria nas músicas e uma autenticidade, no que refere a parte sonora.

Foto/Divulgação


Formação Atual

Alex Alves (Guitarra)

Cleomar Schmitzhaus (Baixo)

Fernando Muller (Guitarra)

Gian Rossi (Bateria)

Murillo Rocha (Vocal)

 

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domingo, 22 de março de 2020

Volkmort: Agonizante e obscuro, “Battle Desolation” é o primeiro disco do grupo

Em 2019, a banda Volkmort de Timbó- SC, divulgou seu primeiro full length “Battle Desolation” e quinto trabalho do grupo. O material produzido de forma independente contou com a masterização e mixagem de José Fernando Metzger, no Sonority Studio, em Indaial- SC.

Batlle Desolation
O álbum é totalmente conceitual e sua arte da capa, ficou por conta de Emerson Maia e Fernando Atanázio. Além é claro, do design por Ernys e Cintia W. e as fotos pela mesma e também Larissa Z. Com seis faixas, o álbum foi desenvolvido com apenas músicas autorais.

A mais longa do material e uma das mais preciosas, “Sentenced To Death” possui uma intro descomunal, elaborada pela Orquestra Sinfônica de Moscou. Ao decorrer da canção, ela impulsiona a traçar caminhos arrastados e cadenciados, característicos no Doom Metal. A composição expõe a morte e o autoflagelo simbolizados através de uma agonizante batalha.

“The Beginning of the End, Prelude to Chaos” é o prelúdio para o começo do fim. Ou seja, ela explicita a continuidade do caos e do desespero, e a partir de 01:22min a mesma ingressa um instrumental constante, deixando a sonoridade anestesiada.

A terceira faixa “Destructive Obsession (World’s Funeral)” mantém riffs carregados e uma atmosfera obscura, o que pode ser comparado aos tempos áureos do My Dying Bride. Com gritos através da escuridão, a letra caminha entre o vazio e a destruição.

Com uma introdução, a qual faz referência ao longa-metragem “Coward”, dirigido por David Roddham, a canção “Frontline” como seu nome propõe, traz a beligerância de uma guerra insana, ocasionando a dor, o morticínio e sofrimento pelos homens que a lutam. A sonoridade é ríspida, inquietante e exibe um vocal rasgado e cru de Diogo Dunkell Traum.

Definida como a única instrumental do material e a mais curta de duração, “Abyss” é um prelúdio recheado de mistérios. “Triumphus Mortis (Rehearsal)” chega para encerrar o disco, a música foi gravada através de um ensaio e carrega em seu âmago sonoro, a rispidez, a brutalidade e o peso de um instrumental com riffs taciturnos e ao mesmo tempo mórbidos. A composição é em latim, e encerra o ciclo de catástrofes, ao qual faz menção a todo tipo de torturas, necromancia e atos de fúria propostos no vale da morte.

Assim como os shows do grupo, o álbum surpreende no quesito sonoro, toda a obscuridade, mistério e melancolia são propostos e o ouvinte entra num lapso de agonia, o que se torna explicito por riffs ora arrastados, ora mórbidos, uma conexão do Doom com o Death Metal.

Facebook da banda

Sobre a banda
Com 16 anos de história, a Volkmort é um dos ícones do Metal Catarinense. Os músicos possuem cinco trabalhos, a “Demo 2010”, os Eps “Supreme Evolution Of Fear” e “The Beginning Of The End”, a compilação “Traces Of Doom” e o disco “Battle Desolation”, este último consolidando ainda mais o nome dos timboenses no cenário catarinense do Metal Extremo.

Formação Atual:
Diogo “Dunkel Traum” Oliveira (Vocal)
Tuka “Deathos” Hardt (Baixo)
Junior “Unorthodox” Hardt (Guitarra)
Eduardo “Necro Abhorrence” Blumer (Guitarra)
Gabriel “Sepulchral” da Silva (Bateria)

Plataformas Virtuais:

quarta-feira, 11 de março de 2020

Malice Garden: Banda criciumense divulga “S.I.N”, seu novo single

No último sábado (07), a banda criciumense de Death/Black Metal, Malice Garden, lançou seu novo single “S.I.N”. A canção estará inclusa no próximo álbum do grupo, que ainda não teve seu nome divulgado.

Facebook da banda
Com 05:04min, a canção exibe o amadurecimento dos criciumenses. Com um estrondo inicial, o instrumental carrega uma sequência de riffs crus e agressivos, destacando-se para a bateria e para os vocais rasgados de Orland Junior. A música foi produzida e mixada por Orland em seu próprio estúdio.




Sobre a banda
A Malice Garden foi formada em 1999 e ficou na ativa até 2003. Quinze anos depois, os músicos com uma nova reformulação retornaram às atividades e divulgaram logo no ano seguinte sua demo homônima, a qual traz canções regravadas de suas antigas demos.

Formação Atual:
Spok (Guitarra)
Orland (Vocal)
Geison (Baixo)
Henrique (Guitarra)
João Vitor (Bateria)

Plataformas Virtuais:

Velvet Discos: Produtora traz workshop de Boka (Ratos de Porão) e Test no mesmo dia

Na próxima sexta-feira (13), o baterista Boka do Ratos de Porão fará um workshop, na Velvet Discos, em Rio do Sul- SC. A noite no Tortuga Underground Bar, a banda paulista Test, irá se apresentar juntamente com as bandas riosulenses Malasia e A.S.C.A.


Cartaz
O baterista Maurício Alves Fernandes (Boka) toca no Ratos de Porão desde 1991 e é considerado um dos principais em atividade no Brasil. O músico fará uma palestra e dará dicas de técnicas para os bateristas riosulenses.

A banda Test está na ativa há dez anos e está na difusão de sua “última tour no Sul”, que passa por quinze cidades de SC, RS e PR. Os músicos exibem um Grindcore com pinceladas de Death Metal, isso é característico nas suas músicas, as quais contém muito peso e riffs céleres. O grupo recentemente divulgou seu terceiro disco, “O Jogo Humano”.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

A Sorrowful Dream: Banda gaúcha de Dark Metal divulga "Passion", seu novo clipe

No último dia (13), a banda gaúcha de Dark Metal, A Sorrowful Dream divulgou seu novo material, trata-se do videoclipe de “Passion”. O trabalho foi dirigido por Maicon Benato e a canção é homônima ao último álbum lançado do grupo.



O vídeo é marcado por uma construção abandonada em que passa por vários takes, desde a apresentação da banda, até em certos momentos protagonizados pela personagem principal. Ela, como figura central do clipe passa por devaneios epifânicos e tenta se distanciar de algo que a inquieta. Porém, o final do clipe integra uma outra narrativa acerca da história.

Com 06:30 min, a música mantém um instrumental conciso que prima por riffs melódicos e cadenciados e o enfoque dos guturais graves e rasgados de Eder, além do lirismo de Josie. A composição, como é de praxe nos trabalhos do grupo, exibe uma letra conceitual que aborda a tristeza como elemento catalisador da busca pelo cessar de uma determinada dor.


Sobre a banda

A banda A Sorrowful Dream foi formada em 1996, na cidade de Sapucaia do Sul- RS. O grupo de Dark Metal mescla à sua sonoridade elementos de Gothic Metal, Doom Metal e Death Metal, o que de forma conjunta se torna uma das peculiaridades do instrumental.

Divulgação
Os músicos possuem em sua discografia, quatro demos, três singles, uma compilação e dois álbuns de estúdio, sendo estes, o “Toward Nothingness” e o mais recente “Passion”. Através de seus trabalhos divulgados e dos audiovisuais, os gaúchos fincam seus pés no cenário do Metal Brasileiro, assim participando de grandes eventos e festivais do estilo.   

Formação:
Éder A. de Macedo (Vocal)
Josie Demeneghi (Vocal)
Aurélio Martins (Guitarra)
Geovane "Tuko" Lacerda (Baixo)
Lucas Vargas (Guitarra/Violino)
Marcelo Dornel (Bateria)
Mari Vieira (Teclados)


domingo, 13 de outubro de 2019

Outubro Sombrio: A reunião das artes negras no Caverna Kilmister

No próximo sábado (19) vai acontecer o Outubro Sombrio, no Caverna Kilmister em Tubarão- SC. O evento contará com a participação de seis bandas catarinenses de Black Metal, a Posthumous, Somberland BM, Obscurity Vision, Malice Garden e Lord Amoth.

Cartaz
Proveniente de Capivari de Baixo- SC, a banda de Black Metal Lord Amoth, foi formada em 2015 e tem como trabalho divulgado, o full length “The Last Funeral”, o qual contém oito faixas.

A Malice Garden de Criciúma- SC carrega riffs agressivos através de seu Death Metal característico. O grupo está na difusão o seu novo Ep “Malice Garden”, que angaria regravações de quatro canções.

Depois de uma intensa apresentação no River Rock Festival, a Obscurity Vision de Balneário Rincão- SC carrega os pilares do Metal Extremo. Os músicos possuem dois trabalhos, o Ep “Obscurity Creation” e o álbum “Dark Victory Day”, além de recentemente difundirem seu novo Lyric Vídeo “Imperivm”.

Um dos grupos mais expressivos do Black Metal catarinense, a Somberland BM está no desenvolvimento de novos trabalhos. O grupo de Criciúma- SC obtêm dois materiais, o Ep “Dark Silence Of Death” e o disco mais recente “Pest’OLoggy”.

A Posthumous de Criciúma- SC carrega 26 anos de estrada e com isso traz a experiência e o peso de um Black Metal cru e ríspido. O grupo exibe três materiais, as demos “Posthumous” e “Lost Upon The Altar Of Blasphemy” e o clássico “My Eyes They Bleed”, um dos principais discos do Metal Extremo catarinense.

Dia: 19/10
Horário: 19h
Ingressos: 10 reais antecipados (15 reais na hora)
Local: Caverna Kilmister (Tubarão- SC)


segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Rock In Helloween: O Dia das Bruxas ao som de muito Metal e chopp gelado

Um dos eventos mais queridos dos metalheads catarinenses, o Rock in Hell Do Campo terá sua exibição de um modo peculiar, diferente das habituais edições de junho.

Cartaz
No dia 19 de outubro, na cidade de Pouso Redondo- SC vai ocorrer o Rock In Helloween. O fest juntará o Hell (inferno) ao período mais macabro do ano, o Halloween e com isso vai arrastar os headbangers fantasiados ou não, a uma atmosfera sombria e obscura.

Com uma proposta diferenciada, o evento vai presentear o público com uma infraestrutura ímpar (contendo amplo espaço para camping, espaço kids, wi-fi disponível e muito mais), uma paisagem exuberante com cachoeira, exposição fotográfica “Olhares da Seca”, feira das bandas, sete atrações e uma surpresa extra que ainda não fora divulgada.

A primeira banda a se apresentar é ‘prata da casa’, a Vírus HC que está na difusão do seu primeiro material, o Ep “Respirando Vingança” divulgado em agosto desse ano. O grupo possui referências de grandes nomes do cenário Punk/Metal, como Ratos de Porão, Calibre 12 e Sepultura.

A Magneticca Metallica Tribute fará sua exibição baseada em clássicos da banda norte-americana Metallica.

Um dos nomes mais fortes do Thrash Metal Catarinense atual, a Overblack de Blumenau- SC se caracteriza por manter riffs rápidos e um instrumental agressivo. A sonoridade está personificada no novo disco do grupo “Still Burns”, disponibilizados nas plataformas virtuais e de streaming.

A Krucipha de Curitiba-PR traz elementos do Groove, do Hardcore e do Death Metal sincronizados através de um Thrash Metal caótico.  A banda é um dos principais nomes do cenário headbanger paranaense e carrega consigo três trabalhos, o Ep “Preemptive Uproars”, o debut álbum “Hindsight Square One” e o mais recente, o disco “Inhuman Nature” divulgado em 2017.

Também originária da capital paranaense, a Tandra aposta no Folk Metal com presença de acordeom, flauta e guitarra de sete cordas. Essa peculiaridade se caracteriza nos seus singles já divulgados, “Open The Bar”, “Time to Eternity” e “Winter Days”. Todas as faixas estarão inclusas em seu primeiro full length “Time to Eternity” que será lançado no dia 26 de outubro em Curitiba- PR.

O encerramento do festival ficará por conta da banda Cowboys From Rio que fará um tributo ao Pantera e em seguida subirá aos palcos um cover das bandas Sepultura e Cavalera Inc.

No evento ainda terão expositores, serviço de bar 24 horas com chopp de qualidade, buffet, presença de alguns motos clubes regionais e sorteio de brindes nos intervalos das apresentações.


terça-feira, 1 de outubro de 2019

Cracked Skull Metal: Grupo mineiro grava “Rise Up Revolution” no acampamento do MST

A banda Cracked Skull de Itaúna- MG divulgou há um mês atrás, o videoclipe de “Rise Up Revolution”. O mesmo foi dirigido por Richardson Pontone e gravado no Acampamento do MST Maria da Conceição em Itatiaiuçu, no interior de Minas Gerais.


O vídeo ingressa um diálogo da banda, segue por imagens às estradas de chão próximas ao local e passa por vários takes. Neles, exibem moshes, logos e frases de movimentos sociais, a rotina dos colaboradores do acampamento e finaliza com um coro “MST, a Luta é Pra Valer”. A interação da banda com o público presente fez com que cada pessoa representasse uma revolução em potencial.

Já a letra é bem sugestiva e casa exatamente com o clipe proposto, uma vez que “Rise Up Revolution” é, além de uma crítica a sociedade capitalista contemporânea, um convite a contestação e revolta contra todo tipo de opressão e submissão causada pela mesma. O instrumental pesado e rápido e os riffs agressivos e céleres ganham um tom caótico que permeia durante toda a apresentação.

Formação
Clênio (Baixo e Vocal)
Tarciso (Guitarra)
Marco Túlio (Bateria)


terça-feira, 24 de setembro de 2019

Eutha: Banda divulga “Kobrasol Rulezzz”, seu novo material

Recentemente, a banda divulgou “Kobrasol Rulezzz: Outro dia em Chaoszoonopolis”, seu terceiro disco de trabalho. Produzido por Marlon Joy Ramos no Undercave Studio, o material contém 10 faixas e foi lançado em Fita K7 por diversos selos, como Tamborete Entertainment, Velvet Discos e Relutância Records & Distro, além de ser disponibilizado em CD através de vários parceiros dos músicos.

Kobrasol Rulezzz... Outro dia em Chaoszonopolis
A primeira faixa "Chaoszonopolis Firebus" começa de forma cadenciada e introduz um vocal grave e a pancadaria passa a ingressar nos arranjos. “O Carnaval de Satã” é bem densa e foi lançada em agosto de 2017 nas plataformas virtuais.


“Made In Desterro” é célere, porém ao decorrer da mesma, passa a uma atmosfera mais suave, com a entrada do violino de Fernando Sulzbacher. “Férias no Asilo Arkham” é agressiva e possui um instrumental caótico e catastrófico.

A quinta canção “Eu Sou Eu, Você é Você” (The Power Of The Bira) possui um refrão repetitivo que permeia a inquietação intencionalmente causada pelos músicos. Ela é simples, referencial e bruta ao mesmo tempo, fazendo com que “Antipatia” continue o estardalhaço antes iniciado, mas agora com um instrumental constante.

“A Partir Daqui” (Califaliza) é o Hardcore tradicional, vocais rasgados, sonoridade crua e riffs melódicos, possuinte de uma coesão ímpar. Todavia, “Falso Injusto Podre” é mais veloz e pesada, enquanto “Kobrasol Rulezzz” é apenas uma história introdutória.

Encerrando o material, “Qual é o Seu Nome”, traz a celeridade como elemento principal. A música foi cedida para o renomado rapper BNegão (Funk Fuckers, Planet Hemp) que a utilizou no seu disco “Enxugando o Gelo” no ano de 2001. Mais tarde, já em 2006, a referida canção ingressou na trilha sonora do filme “Achados e Perdidos”, do diretor José Joffily.

Um material cru, agressivo e desolador. Bem conceitual e conexo, retrata o “manezinhês” e sua árdua rotina. Sendo assim, a marca clara da Eutha que carrega nas letras, o cotidiano, a vida em uma cidade de médio porte, seus problemas estruturais e sociais, além da parte comportamental.

Sobre a banda

Um dos maiores expoentes do HC/Metal catarinense, a Eutha foi fundada em São José- SC, no Carnaval de 1992 com o nome de Euthanasia. Inspirados por uma mistura de Hip Hop, Thrash Metal, Death Metal, Reggae, Funk e Grindcore, os músicos resolveram se unir e colocar seus gostos mútuos através de um projeto.

Divulgação
Em 2000, os josefenses lançam através da Tamborete Records seu primeiro full length, trata-se de “Estileira Core Music Tarja Preta”. O material gravado e mixado por Alexei Leão e masterizado por Alexandre Griva conta com 21 músicas e carrega em sua essência elementos característicos do grupo, como o Mangue Beat, Rap, gritaria e a distorção.


Estileira Core Music Tarja Preta
Com isso, o grupo passou a adentrar em várias cidades como Joinvile, Guaramirim, Blumenau, Jaraguá do Sul, Criciúma, entre outras. E com isso abrindo grandes shows como Dog Eat Dog, Good Ridance, Ratos de Porão, Sepultura, Garotos Podres, Cólera, Marcelo D2 e muito mais.

Em 2008, a denominação Euthanasia fora abreviada, e então Eutha soava mais forte e de forma intensa. Com isso, a banda passou por algumas reformulações, no entanto, manteve-se na ativa.

“Segundo Disco de Plasticore ou Temporada no L.I.M.B.O” é difundido em 2013 e com ele também vinha a dúvida por parte dos fãs, que se perguntavam como haveria se sucedido o disco depois de 13 anos do lançamento do anterior. Então, o velho âmago continuou inserido nos arranjos dos josefenses, que desse disco expuseram “Fique Longe de Mim”, música que ganhara um videoclipe.

Segundo Disco de Plástico ou a Temporada no L.I.M.B.O
São 27 anos de estrada e mais escrotos do que nunca, mesmo em outros tempos, representam muito bem o som da região de Floripa. Os músicos atualmente contam com Marcelo Mancha (Baixo e Voz), Jean Martins (Guitarra e Voz), Herax (Percussão, Sampler e Voz) e Johnny Dulutti (Bateria e Voz).



quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Obscurity Vision: A farsa religiosa é evidenciada em “Imperivm”

A banda Obscurity Vision recentemente divulgou seu novo trabalho, o lyric vídeo de “Imperivm”.


O single foi gravado no estúdio A Todo Volume e contou com a produção de Marcelo Silva (MS Design). A arte do vídeo ficou por conta de Valter DoomRiff, enquanto o release fora feito por Leonardo Brauna (Brauna Music Productions).

A música mantém uma sonoridade ímpar, uma vez que a sincronia é um fator determinante na banda. O instrumental se alterna em vários momentos da mesma e intensifica com um solo bem trabalhado no meio da canção, que por sua vez ingressa os vocais graves e densos de Rafael Vicente.

A parte artística foi um dos destaques na difusão, já que ao complemento da letra exibem a hipocrisia cristã e suas dogmáticas retrógradas que atravancam a liberdade individual. O audiovisual explicita Baphomet (simbólico ídolo pagão) se sobressaindo em detrimento ao deus cristão.

Sobre a Banda

A banda Obscurity Vision é um dos principais expoentes do Death/Black Metal do sul catarinense. Os criciumenses carregam uma bagagem de 22 anos, dois materiais divulgados, sendo a demo “Obscurity Creation” de 2002 e o disco “Dark Victory Day” divulgado há dois anos. O show no River Rock Festival mostrou a evolução do grupo e personificou o desenvolvimento de um grande trabalho, que vem sendo feita há tempos.

Divulgação

Formação:
Rafael Vicente (Vocal)
Luiz Rodriguez (Guitarra)
João Rodriguez (Guitarra)
Luiz Trentin (Bateria)
Thiago Junglaus (Baixo)

Plataformas Virtuais:

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Malice Garden: As raízes do Metal Extremo criciumense estão de volta

A banda Malice Garden de Criciúma- SC, possui mais de vinte anos de trajetória, carrega consigo uma posição de destaque no Metal Catarinense e busca trazer os velhos elementos do Metal Extremo, como a heresia e a blasfêmia através de sua sonoridade sólida.

O guitarrista e vocalista, Spok, nos concedeu uma entrevista e abordou assuntos como o recesso, a volta às atividades, nova formação e os projetos em desenvolvimento.

Foto 1: Facebook da banda

Primeiramente, agradeço a disponibilidade pela entrevista. A Malice Garden nasceu em 1999 com o intuito de transpassar músicas autorais, com referências às bandas Morbid Angel, Slayer, Destruction, Sodom, Deicide, Cannibal Corpse, Krisiun, entre outras. Como foi o procedimento de criação e formação inicial?
Spok: Agradeço também pelo espaço cedido, e pela oportunidade de falar um pouco sobre nossa banda Malice Garden. A Malice Garden iniciou-se com a formação de Rodrigo na bateria, Régis no vocal, Junior na guitarra e eu, Spok, também na guitarra. A princípio, a banda chamava-se Renegades e éramos apenas amigos reunidos fazendo música.

Com o passar de mais ou menos um ano, sai Juarez e entra Cleber, que rebatiza a banda como Malice Garden, momento este onde assumimos uma postura mais profissional.

Logo no ano de 2000, vocês difundiram de forma independente a primeira demo Ravenge Against Jesus Christ. O trabalho conta com quatro faixas: “Rise Above The Things”, “Angel’s Fall”, “Ravenge Against Jesus Christ” e “Renegade Soul”. Sobre o álbum, quais foram as dificuldades para o desenvolvimento?
Spok: Não houveram muitas dificuldades, pois por termos todos o mesmo viés musical, as letras e melodias foram criadas de forma espontânea e com a juventude a favor. O processo foi bastante rápido.

Dois anos depois, o Ep “Eternal Evil Victory” foi divulgado, também com quatro faixas: “Thy Master”, “Violation Domain”, “Black Devastation” e “Malice Garden”. No entanto, é mais ríspido, agressivo, direto, mais maduro e técnico. Quais as principais diferenças desse material para o anterior?
Spok: Nesta época, houveram mais mudanças na banda. No lugar de Régis entrou Ivan, Mauricio no lugar de Cleber e Arthur no lugar de Junior, onde o perfil da banda foi sendo modificado, passando a ter composições mais maduras e técnicas, como você mesmo citou.

Ainda no começo do século, ocorreu um acontecimento inusitado. Uma enchente em Criciúma, de grandes proporções afetou a banda. Alguns equipamentos foram inundados, muro do local do ensaio desabou.... Depois disso foram ensaiar na casa do ex vocalista Ivan Tyrant. Podem nos dizer mais sobre o episódio e se atrapalhou o desenvolvimento do grupo?
Spok: Foi um grande susto. Ensaiávamos na casa do Artur, onde deixávamos as aparelhagens, e infelizmente a parte de baixo onde ficava o estúdio foi inundada. Porém, conseguimos recuperar grande parte do equipamento e seguimos com os ensaios normalmente, sem nos deixar abalar pelo episódio.

O ano de 2003 foi muito produtivo para a Malice Garden, pois vocês abriram para a banda polonesa Vader e se apresentaram no Setembro Negro Festival, ao lado de grupos como Dark Funeral (SUE), Averse Sefira (EUA), Agaures (MG), Valhalla (DF) e Avec Tristesse (RJ). Como definem essas duas apresentações?
Spok: Foram excelentes apresentações. Nós ficamos muito satisfeitos e honrados pela oportunidade de tocar ao lado de grandes ídolos.

No mesmo ano, vocês assinaram contrato com a gravadora Tumba Records e no ano seguinte iriam lançar um debut álbum pela mesma. Porque vocês não deram continuidade no projeto?
Spok: Infelizmente, como acontecem em muitas bandas, tivemos problemas de afinidades entre alguns membros por divergências de opinião, o que resultou na falta de continuidade dos projetos.

Qual motivo para o recesso do grupo?
Spok: Sem afinidades e sem o grupo em total acordo, percebemos que seria necessária uma pausa nas atividades.

Recentemente, vocês se reuniram para ativar novamente a banda. Dessa vez, com nova formação e com materiais sendo divulgados aos poucos no YouTube. Sobre a “nova cara” da banda, o que podemos esperar?
Spok: Hoje, trabalhamos com um Death/Black metal mais maduro, seguro e ‘’sem firulas’’.

Quais são os novos projetos do grupo?
Spok: A princípio, decidimos refazer a primeira demo, pois são músicas muito boas e que mereciam ser regravadas com mais ‘’maturidade musical’’. Também estamos trabalhando na composição de outros trabalhos, com a intenção de divulgar a banda e lançar álbum novo com músicas inéditas, ainda este ano.

Formação Atual.
Spok (Guitarra e Vocal)
Adinan (Bateria)
Henrique (Guitarra)
Geison (Baixo)

Plataformas Virtuais.

Um recado para quem nos acompanha.
Spok: A todos os metaleiros: que apoiem a cena underground, consumam materiais, compareçam aos shows e ouçam Malice Garden!



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