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quarta-feira, 27 de julho de 2022

Vicente Piacentini: videoclipe “A Percepção” tem como pano de fundo a expansão da consciência

No dia 17 de julho, o cantor florianopolitano Vicente Piacentini difundiu seu novo videoclipe, trata-se da canção “A Percepção”.

Foto/Reprodução

O trabalho exibe um amadurecimento musical e arranjos únicos, enquanto a composição trata a questão da expansão da consciência, alicerçada por um ponto de vista simples e que exibe o leque de oportunidades que o ser humano possui.

O cantor e compositor da banda Damadera traz em seu trabalho solo, outras referências e arranjos, o que denomina como Folk Surf Music. Vicente possui três discos, “Suave”, “Simples Soul” e “Reggae-se”, além de possuir diversos singles e consequentemente videoclipes.

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segunda-feira, 9 de maio de 2022

Cacimbá: calmaria e positividade são evidenciadas em novo single “Nosso Verão”

Na última sexta-feira (09), a banda içarense de Reggae, Cacimbá, divulgou seu novo trabalho, trata-se do single “Nosso Verão”. A canção traz uma sonoridade cadenciada e envolvente, personificando a calmaria e a positividade.

Foto/Divulgação

A música “Nosso Verão” é o segundo trabalho com o selo da Loop Discos, de Porto Alegre (RS). A primeira canção dessa nova fase foi “Seja Onde For”, lançada em novembro, e também disponível nas plataformas de streaming.

De acordo com o grupo, a composição enfatiza relacionamentos de verão, a energia dos dias de sol e consequentemente as nostalgias dos encontros com os amigos.

Sobre a banda:

A Cacimbá é formada desde 2017 e já abriu diversos shows nacionais como Armandinho, Dazaranha, Maskavo, Maneva, Tribo de Jah e Família Madá. A origem do nome da banda é o nome de um barco pesqueiro. 

Formação Atual:

Marciel Castro (Vocal)

Ronaldo Becker (Baixo)

Gustavo Dagostin (Violão)

Anderson Domingos (Bateria)

Pedro Chemin (Guitarra)

 

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segunda-feira, 4 de abril de 2022

Mangavas: a positividade e calmaria que emana do videoclipe “Tijuqueira”

No dia 19 de março, a banda tijuquense Mangavas, difundiu seu novo videoclipe “Tijuqueira”. A canção está incluída no álbum homônimo, que está em processo de produção.

A atmosfera do audiovisual emana a positividade praieira, pois elementos da natureza se convergem aos versos simples que enaltecem “as praias, rios, mar e cachoeiras” que a cidade de Tijucas - SC disponibiliza. Além disso, os músicos trouxeram vários takes em lugares diferentes, inclusive em um monumento histórico na cidade, o Casarão Gallotti.

Com mais de seis mil visualizações, “Tijuqueira” flerta com Rock e ao mesmo tempo com o Reggae, transmitindo o estado de paz e as reflexões do cotidiano.


Foto/Divulgação

Há dez anos em atividade, a Mangavas possui outros dois singles, “Fala Pra Nós” e “Janela Lateral”. Como referência, os tijuquenses possuem influências de bandas como Natiruts, Dazaranha e Maskavo.

 

Formação Atual:

Alencar Martins (Vocal e Guitarra)

Tiago Martins (Baixo)

Jean Lauro (Bateria)

Jean Silva (Guitarrista)

Abner Machado (Percussão).

 

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segunda-feira, 28 de março de 2022

Bala e os Espetos: videoclipe “Novo Dia” traz uma mensagem de recomeço e resiliência

Há duas semanas, a banda florianopolitana Bala e os Espetos difundiu seu mais recente trabalho, o videoclipe “Novo Dia”.

A sonoridade da canção é um flerte do Rock e do Pop, com o Rap, Reggae e ritmos mais praianos. Essa miscelânea musical é evidenciada em cada riff do grupo. E nada mais sugestivo que um audiovisual na praia, exibindo o sol e takes dos músicos, ao abordar na composição a reconstrução, positividade, sentimento de recomeço e consequentemente de resiliência.

Além das músicas autorais “Só Pra te Ver”, “Naval”, “Gostos Iguais”, “Ela Vem Fechando” e a recente “Novo Dia”, a banda possui um repertório composto por versões e covers de artistas como Bob Marley, Jimi Hendrix, Sublime, Rolling Stones, Pink Floyd, O Rappa, Planet Hemp, Charlie Brown Jr., Skank, Dazaranha, entre outros.

Foto/Divulgação
 

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Banho Maria: videoclipe “Mas Tudo Bem” exibe a dualidade do ser humano

O videoclipe “Mas Tudo Bem” é o mais novo trabalho do projeto criciumense, intitulado Banho Maria. 

O audiovisual do single traz uma proposta simples, mas que toma enormes proporções através de uma letra otimista. O vídeo é marcado por takes de momentos singulares, e que de alguma forma, se tornam importantes em nosso cotidiano

Uma das referências mais notáveis do trabalho é a dualidade do ser humano, além da complexidade dos sentimentos, e principalmente, a busca por um recomeço. O trabalho é contemplado com recursos provenientes do Edital Cultural Criciúma 2021.

 

Foto/Divulgação


Sobre a banda:

Formada em 2009, na cidade de Criciúma, a banda Banho Maria se caracteriza por executar uma convergência de estilos, desde o Samba, Soul, Pop, Reggae e Rock. Seus primeiros trabalhos foram as canções “Moça”, “Leva Eu” e “Via Expressa”. Suas letras tratam de temas universais, como relacionamentos, perdas, medo e superação.

Os músicos ainda possuem um álbum, um EP e dois singles, sendo que o último é a música “Mas Tudo Bem”.

 

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terça-feira, 16 de novembro de 2021

Dante Finardi: “Eu e Você” flerta com a positividade e o desejo de dias melhores

No dia 10 de novembro, o cantor, compositor, multi-instrumentista, sound designer e produtor lageano Daniel Dante Finardi, o Banha, difundiu seu novo trabalho, intitulado “Eu e Você”. O single conta com a participação especial do músico Ricardo Rosa.

Foto/Divulgação

A canção traz um paralelo com a situação atual em que vivemos, pois, enfatiza em sua essência uma atmosfera de esperança, visto que, recentemente passamos, pelo turbulento período de isolamento, que propiciou momentos solitários e introspectivos. “Eu e Você” flerta com a positividade e o desejo de dias melhores. O instrumental tem resquícios do Reggae, presença de Metais que remete ao Ska, além do característico Pop evidenciados nas canções de Banha.

A composição de autoria de Joselito Diniz foi gravada originalmente em 1987, período do Grupo D, conjunto que fazia parte do Colégio Diocesano que tinha Dante como roadie da banda. 

Sobre o artista

Daniel Dante Finardi, o “Banha” é um dos principais produtores musicais catarinenses. Natural de Lages, através de seu Estúdio Olho da Lua, diversos artistas de renome já passaram por suas mãos e tiveram músicas masterizadas ou mixadas. Banha também é compositor e músico, e é um dos fundadores do grupo Olho da Lua, do qual denominou seu estúdio e também carrega uma trajetória solo.

Foto/Divulgação

Além da sua vasta carreira musical, em 2020 teve que se reinventar e foi um dos mentores do projeto União dos Músicos de Lages, do qual beneficiou muitos artistas locais, que se apresentavam no YouTube através das lives, e com os patrocinadores, qr code e apoio, conseguiam subsídios para custear parte do prejuízo causado pela pandemia no setor de eventos.


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sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Nós Naldeia: a arte do “Pandorgueiro” é homenageada em novo videoclipe

Nesta sexta-feira (08), a banda Nós Naldeia divulgou seu novo videoclipe, trata-se da canção “Pandorgueiro”.

O audiovisual é uma homenagem ao multiartista manezinho, Valdir Agostinho, um dos grandes nomes da cultura ilhéu. Augustinho é reconhecido pelo seu trabalho com as pandorgas, feitas com materiais reciclados em suas mais variadas cores. Influenciado pelas raízes florianopolitanas, sua memória afetiva das músicas cantadas pelo seu pai, Valdir é também idealizador do projeto “A Vida é Uma Festa”, em parceria com a banda Bernunça Elétrica.

A faixa é cativante, traz resquícios do tradicional Reggae da banda manezinha, com referências ao Rock, Pop e pinceladas da música açoriana. A letra esboça versos simples, mas carregados de muito significado, tal como “lá vem o Pandorgueiro, pra mim é um cara normal, cultiva nossa gente vestindo lixo espacial”.

Foto/Reprodução

Sobre a banda:

Formada em 2004, a Nós Naldeia é um dos maiores nomes da música catarinense, o seu Reggae característico e o clássico “Reggae na Casa Amarela”, fizeram com que o grupo ganhasse um reconhecimento nacional. Os músicos também realizam um trabalho social junto a aldeia Mbya/Guarani de Palhoça, onde grande parte do merchandising do grupo é revestido para a preservação e proteção da cultura do povoado.

Em seus shows, o grupo não pode se esquecer dos seus principais sucessos, “Me Leve Para o Mar”, “Paz e Amor”, “Anna” e a releitura de “Certos Amigos”. Até agora o Nós Naldeia difundiu cinco álbuns, sendo que o sexto está programado para ser lançado no ano de 2022.

Foto/Divulgação

Formação Atual:

Maka Ferrera (Vocal)

André Almeida (Baixo)

Reobe Machado (Guitarra)

José Ernani Martins (Guitarra)

Neto Ferreira (Bateria)

 

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quinta-feira, 1 de julho de 2021

Viola Roots: Novo videoclipe “Lei da Selva” conta com a participação de Frank Ribeiro, do Jamaica Groove

No último domingo (27), a banda Viola Roots do Balneário Rincão, divulgou “Lei da Selva”, seu novo videoclipe. A canção contou com a participação de Frank Ribeiro, vocalista da Jamaica Groove.



O vídeo foi gravado por Gustavo Avohai e estará incluso no Projeto: Viola Roots – em estúdio & Ao Vivo. No entanto, a banda difundiu como seu primeiro videoclipe do trabalho, já que conta com uma participação especial.

A música mixada e masterizada por Fabrício do BC Estúdio possui 05:06 min e traz em seu instrumental, riffs harmônicos e técnicos. Além de contar na composição, com assuntos totalmente atuais, como discriminação e exclusão social. Em uma semana que as minorias foram pauta, ela surge como um alento e em apoio a qualquer tipo de intolerância ou preconceito.

Foto/Divulgação

Sobre a banda

Com 18 anos em atividades, a banda Viola Roots é um dos maiores expoentes do Reggae em Santa Catarina. Com dois álbuns lançados, o precioso “O Som que vem da praia” de 2008 e o mais recente “Guerreiros do Bem” de 2017, o grupo soma diversos videoclipes e alguns hits que os sul catarinenses já conhecem, através dos shows que assiduamente o grupo sempre fez pela região.

Formação Atual:

Rafa Rosso (Vocal)

Stefan Dal Pont (Baixo e Vocal)

Rafael Bacis (Guitarra e Vocal)

Ramon Pizzetti (Percussão)

Giovane Domingos (Bateria)

Fernando Albuquerque (Teclado)

Henrique Trombim (Trombone)

Jeff Serafim (Trompete)

 

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quinta-feira, 6 de maio de 2021

Ondastral: As questões comportamentais estão presentes no novo lyric vídeo “Pá Virada”

No dia 26 de abril, uma das bandas mais promissoras de Lages, a Ondastral, difundiu seu novo lyric vídeo, intitulado “Pá Virada”.

O clipe foi gravado de maneira independente, de forma bem caseira, com uma câmera só e mostra em um único plano, o músico caminhando em um loteamento. Com uma melodia suavemente cadenciada ao flertar com o Reggae e o Pop, a composição traz em sua essência questões comportamentais e existenciais enfrentadas no dia-a-dia.

Sobre a banda

Formada há cinco anos, a Ondastral aos poucos vem conquistando seu espaço no cenário da música lageana. Os músicos já se apresentaram na Festa do Pinhão, o que foi uma grande vitrine para a difusão da sua música. Com quase quatro mil visualizações, seu videoclipe “Chuva”, é um dos carros-chefes do grupo.

Foto/Divulgação

Recentemente o grupo está na difusão de novos trabalhos e no desenvolvimento de novas músicas. Canções estas que vão ganhando corpo, tal como fora, o Ep "Toda Origem é Natural" e o caso de “Pá Virada”, seu atual single.


Formação Atual:

Gabriel Matias (Vocal e Guitarra)

JC Matias (Bateria)

Mateus Rosa (Guitarra)

Vitor Souza Xavier (Baixo)

 

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Eutha: Banda divulga “Kobrasol Rulezzz”, seu novo material

Recentemente, a banda divulgou “Kobrasol Rulezzz: Outro dia em Chaoszoonopolis”, seu terceiro disco de trabalho. Produzido por Marlon Joy Ramos no Undercave Studio, o material contém 10 faixas e foi lançado em Fita K7 por diversos selos, como Tamborete Entertainment, Velvet Discos e Relutância Records & Distro, além de ser disponibilizado em CD através de vários parceiros dos músicos.

Kobrasol Rulezzz... Outro dia em Chaoszonopolis
A primeira faixa "Chaoszonopolis Firebus" começa de forma cadenciada e introduz um vocal grave e a pancadaria passa a ingressar nos arranjos. “O Carnaval de Satã” é bem densa e foi lançada em agosto de 2017 nas plataformas virtuais.


“Made In Desterro” é célere, porém ao decorrer da mesma, passa a uma atmosfera mais suave, com a entrada do violino de Fernando Sulzbacher. “Férias no Asilo Arkham” é agressiva e possui um instrumental caótico e catastrófico.

A quinta canção “Eu Sou Eu, Você é Você” (The Power Of The Bira) possui um refrão repetitivo que permeia a inquietação intencionalmente causada pelos músicos. Ela é simples, referencial e bruta ao mesmo tempo, fazendo com que “Antipatia” continue o estardalhaço antes iniciado, mas agora com um instrumental constante.

“A Partir Daqui” (Califaliza) é o Hardcore tradicional, vocais rasgados, sonoridade crua e riffs melódicos, possuinte de uma coesão ímpar. Todavia, “Falso Injusto Podre” é mais veloz e pesada, enquanto “Kobrasol Rulezzz” é apenas uma história introdutória.

Encerrando o material, “Qual é o Seu Nome”, traz a celeridade como elemento principal. A música foi cedida para o renomado rapper BNegão (Funk Fuckers, Planet Hemp) que a utilizou no seu disco “Enxugando o Gelo” no ano de 2001. Mais tarde, já em 2006, a referida canção ingressou na trilha sonora do filme “Achados e Perdidos”, do diretor José Joffily.

Um material cru, agressivo e desolador. Bem conceitual e conexo, retrata o “manezinhês” e sua árdua rotina. Sendo assim, a marca clara da Eutha que carrega nas letras, o cotidiano, a vida em uma cidade de médio porte, seus problemas estruturais e sociais, além da parte comportamental.

Sobre a banda

Um dos maiores expoentes do HC/Metal catarinense, a Eutha foi fundada em São José- SC, no Carnaval de 1992 com o nome de Euthanasia. Inspirados por uma mistura de Hip Hop, Thrash Metal, Death Metal, Reggae, Funk e Grindcore, os músicos resolveram se unir e colocar seus gostos mútuos através de um projeto.

Divulgação
Em 2000, os josefenses lançam através da Tamborete Records seu primeiro full length, trata-se de “Estileira Core Music Tarja Preta”. O material gravado e mixado por Alexei Leão e masterizado por Alexandre Griva conta com 21 músicas e carrega em sua essência elementos característicos do grupo, como o Mangue Beat, Rap, gritaria e a distorção.


Estileira Core Music Tarja Preta
Com isso, o grupo passou a adentrar em várias cidades como Joinvile, Guaramirim, Blumenau, Jaraguá do Sul, Criciúma, entre outras. E com isso abrindo grandes shows como Dog Eat Dog, Good Ridance, Ratos de Porão, Sepultura, Garotos Podres, Cólera, Marcelo D2 e muito mais.

Em 2008, a denominação Euthanasia fora abreviada, e então Eutha soava mais forte e de forma intensa. Com isso, a banda passou por algumas reformulações, no entanto, manteve-se na ativa.

“Segundo Disco de Plasticore ou Temporada no L.I.M.B.O” é difundido em 2013 e com ele também vinha a dúvida por parte dos fãs, que se perguntavam como haveria se sucedido o disco depois de 13 anos do lançamento do anterior. Então, o velho âmago continuou inserido nos arranjos dos josefenses, que desse disco expuseram “Fique Longe de Mim”, música que ganhara um videoclipe.

Segundo Disco de Plástico ou a Temporada no L.I.M.B.O
São 27 anos de estrada e mais escrotos do que nunca, mesmo em outros tempos, representam muito bem o som da região de Floripa. Os músicos atualmente contam com Marcelo Mancha (Baixo e Voz), Jean Martins (Guitarra e Voz), Herax (Percussão, Sampler e Voz) e Johnny Dulutti (Bateria e Voz).



terça-feira, 13 de agosto de 2019

Fish Ventura: O típico brasileiro “Sebastião” é lembrado em novo trabalho do grupo

A banda Fish Ventura divulgou em junho, o single “Sebastião” que foi produzido por Jessé Prado no Estúdio JBS.


A música possui um instrumental cadenciado com uma sonoridade que remete ao Reggae, Ska e ao Pop. O ritmo dançante se intensifica no refrão e através dele cria uma atmosfera ímpar e aprazível de se ouvir.

A letra contextualiza a vida de “Sebastião”, que personifica a história de um típico brasileiro morador da favela do Rio. O cidadão tem que conviver com os dois extremos, o medo das abordagens policiais e o receio de ser morto em um conflito. Porém, há uma solução, a de correr para uma cidade pequena, longe do tumulto e da vida intensa das periferias.

Fish Ventura
A banda foi formada em 2014 em Erechim, no interior gaúcho e carrega consigo letras que abordam críticas sociais, coletividade, união e liberdade de pensamento. Os músicos já possuem vários trabalhos difundidos, como “Chapéu Descolado”, “Lancheira”, “Momentum Groove” e “Milonga”.

Foto 1: Facebook da Banda
Formação Atual:
Lucas Turski (Cordas)
Robson Black (Cordas e Vocal)
Maikel Simon (Trombone)
Jessé Prado (Teclas e Guitarra)
Cezão Ferreiras (Baixo)
Rick Teixeira (Bateria)

Plataformas Virtuais:


sábado, 22 de setembro de 2018

Fish Ventura: A transição do cover para o autoral

Em 2014 no interior gaúcho, mais precisamente na cidade de Erechim, alguns amigos juntaram a ideia de esboçar algo com que tivessem afinidade em comum, em questão o Reggae e decidiram criar o projeto Fish Ventura. Até então, o grupo seria apenas para a divulgação de cover de bandas que eram referências para os músicos, dentre elas destacam-se Sublime, The Expandatles, Stick Figure, Pepper, Rebelution, O Mundo Analógico, entre outros artistas.



Quase três anos depois, os músicos decidiram reformular a banda e com isso enfatizou-se a ideia do desenvolvimento de canções autorais que em seu âmago pudesse trazer a positividade, o questionamento e a dúvida frequente no momento caótico explícito no país.

O grupo em sua trajetória possui quatro músicas autorais que serão difundidas abaixo:

A primeira a ser o carro chefe dos gaúchos foi o clipe “Chapéu Descolado” que possui forte presença de metais com um instrumental coeso e denso personificados até o término da mesma. Em sua letra, ressalta-se o espírito da selva e suas respectivas peculiaridades.



“Lancheira (O Importante é Caminhar) ” ingressa-se num clima animado que tem como figura principal em sua essência, o cão, o melhor amigo do homem. Essa temática mostra a simplicidade de um ato comum, a sutileza de um gesto e o carinho do afeto com seu respectivo bichinho.



A miscelânea dos estilos da banda é nítida em “Momentum Groove”, porque vai desde o Groove, Soul, Funk e Reggae. A canção se estabelece em meio aos moldes do sistema atual como uma afronta. Há uma quebra de estereótipos com uma nova visão de mundo livre de opressão e padrões.  



Recentemente fora difundido o quarto single da Fish Ventura. O mesmo denominado “Milonga” em sua chama busca a coletividade e a união, além de trazer a luta pela liberdade de pensamento, a suscetibilidade a novos tipos de ideias e uma conexão metafórica da milonga com o litoral.



As músicas foram gravadas no estúdio JBS em Getúlio Vargas e contou com a produção artística de Lucas Turski, Robson Black e a parte fonográfica por Jessé Prado. São mais de 12.000 mil visualizações, diversos acessos e centenas de inscritos no canal.

Atualmente, os músicos estão no processo de difusão do novo single “Sebastião” que com as demais formarão o Ep “Pilotem Suas Próprias Cabeças”.

Formação Atual:
Lucas Turski (Cordas)
Robson Black (Cordas e Vocal)
Maikel Simon(Trombone)
Geison Dartora(Sax)
Jessé Prado(Teclas e Guitarra)
Cezão Ferreiras(Baixo)
Cristiano Reis(Bateria)

A banda tem um recado:
“Ajudem a divulgar nosso som, a banda é totalmente independente e depende disso. PILOTEM SUAS PRÓPRIAS CABEÇAS...”

Plataformas Virtuais:
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/56503232

terça-feira, 13 de março de 2018

O Mundo Analógico: O Recomeço de Tudo (2018)


Os criciumenses do O Mundo Analógico lançaram no dia 23 de fevereiro seu segundo disco de estúdio. O álbum intitulado de “O Recomeço de Tudo” possui 12 faixas que mesclam o Ska característico da banda com Reggae e Rap.

A arte do álbum se destaca pelo excelente trabalho gráfico, retratando um Lampião do Século XXI através de elementos que exibem o caos social, como notas de dinheiro, queima de igrejas e o Palácio do Planalto. A simbologia da capa pode ser lida como a destruição da sociedade atual, para que assim seja possível um recomeço.



O material contou com a gravação e produção no estúdio Pé do Morro e IMGN, sendo mixado e masterizado por Lucas Taboada. Acompanhe a baixo a resenha de cada uma das faixas:

“El Temido Pistolero Mustafah” é a faixa introdutória do álbum. Em sua curta duração, a mesma traz elementos díspares entre o instrumental e seus poucos versos.

A canção “Uma Só Voz” transpassa uma conexão com a clássica “SkaCity”, visto que ambas possuem similaridades, que vão desde alguns versos até seu âmago nostálgico. Além disso, a segunda faixa estinga a coletividade e a perseverança através de versos que fomentam a união. Em sua sonoridade há uma presença constante dos metais com riffs puramente cadenciados.

“O Muro”, primeiro single lançado, questiona a dualidade representada por um Muro que nos afasta, e faz com que as pessoas se desviem e contentam-se com a destruição mútua. A canção é totalmente diferente em relação à sonoridade das demais músicas conhecidas do grupo, devido ao instrumental alternar entre riffs lentos, arrastados, ritmado ao Rap, Ska e Reggae e apresentando celeridade no refrão.

“Hora de Mudar” traz a participação do rapper Cal Will (que já trabalhou com o grupo na canção “Nostalgia”). O instrumental, assim como a faixa anterior, abrange Reggae e Hip Hop alternando com batidas de big beat. Carregada de críticas sociais, faz analogia ao atual sistema político, a culpabilização da classe baixa e aponta como alternativa a esse cenário a ação popular.

Com menos de três minutos de música, “Não se Prenda” traz um ritmo dançante e frenético ao álbum. Possuindo instrumentais harmônicos, a composição frisa a intensidade cotidiana e o desprendimento de opiniões alheias.

A sexta faixa “Siga”, mescla o Ska tradicional e o Roots, já que os mesmos possuem instrumental rítmico. A letra possui um teor sentimental ao ressaltar o aprendizado adquirido através das experiências cotidianas, como é citado no trecho “...nos olhos de quem me ensinou a ser o melhor de mim”.

Considerada uma das melhores do disco, “A Paz Que Abraçou o Amor” se destaca pela leveza da sua sonoridade, evidenciada na sutileza do instrumental. A sétima faixa enfatiza um romance através de analogias a elementos da natureza que catalisam uma ausência.  

Personificada pela celeridade de seu instrumental “Plante Uma Ideia” traz à tona o Reggae típico do grupo. Contando com a participação de Leonardo Cardoso Maciel a composição da faixa trata sobre liberdades individuas e emancipação mental.
Introduzida através de um monólogo, a faixa “Rema” alterna entre o Reggae e riffs mais agitados intensificados no refrão. A letra da mesma carrega o otimismo habitual presente nos sons da banda, enfatizando os ensejos que a vida proporciona.

Uma das mais pesadas do álbum, “Adiante” intercala entre o Ska do O Mundo Analógico e o Metal Alternativo da Ponto Nulo No Céu. Através dessa mescla, o instrumental alcança uma singularidade rítmica somada a composição que traz críticas ao comodismo ao expor versos de revolta. E a partir disso “sobre os escombros na reconstrução” emerge a esperança.

“Deixa O Sol Se Pôr”, assim como próprio título explicita, traz em sua letra uma mensagem de liberdade, carregada de positividade e amor. O instrumental tranquilo combinado com os metais característicos, faz com que a música apresente uma singularidade ao abordar de forma cativante temas corriqueiros. Como, por exemplo, deixar o sol se pôr para que "o vento traga de novo a alegria de estarmos juntos num momento bom", como é citado no refrão. O tom de tranquilidade presente na canção se acentua na doce voz de Karoline Calegari, que faz uma participação nos vocais.

O álbum é encerrado pela faixa “D.F.B” que reforça a mensagem de união, derrubando fronteiras através da música que tem como proposito tratar uníssona a voz popular. A sonoridade se destaca pelos batuques e transformações sonoras, indo desde o Reggae Roots ao Pop, com riffs ricos, técnicos e encorpados.


“O Recomeço de Tudo” já está disponível nas plataformas de streaming (Spotify, Deezer, Itunes e YouTube).

O Mundo Analógico é:
Rafael Ronchi (Vocal), Jonas Roque (Guitarra), Victor Rafael (Baixo), Gilson Naspolini (Bateria), Marc Furtado (Guitarra) e Rodinei Albano (Trompete).

Plataformas Virtuais:
Facebook: https://www.facebook.com/omundoanalogico/
Soundcloud: https://soundcloud.com/omundoanalogico
YouTube: https://www.youtube.com/user/omundoanalogico/featured


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Braza: Banda Carioca se Apresenta Sexta-Feira (02) no Balneário Rincão – SC

O trio carioca Braza composto por Danilo Cutrim, Vitor Isensee e Nicolas Christ irá se apresentar pela primeira vez na região de Criciúma. Todavia, os músicos em outras ocasiões com a banda Forfun puderam se exibir na região carbonífera. Consequentemente após o termino da banda, concentraram-se em executar suas atividades nesse novo projeto que irão expor sexta no Bali Hai.


O grupo mostra dinamismo e pluralidade musical através de ritmos dançantes como o Ragga, o Reggae, o Soul e o Groove, além de estilos mais cadenciados como o Rock e o Rap. As letras por sua vez têm características peculiares, já que os cariocas as personificam com composições de levantamento político-social, de apoio às minorias, de questões estéticas comportamentais além do cotidiano diário de milhões de brasileiros.

A banda O Mundo Analógico também se apresentará com seu Ska característico, já conhecido na região. O grupo acabou de lançar “Deixa O Sol Se Pôr” (Faixa que estará presente no próximo álbum) e reproduzirão as canções conhecidas do disco “Nosso Mundo”, além de alguns outros sons novos divulgados pelos músicos.



A criciumense Green Pepper também tocará no evento e o grupo mistura influências de Hardcore, Reggae e Ska com referências de bandas como Sublime, Less Than Jake, 311, Cidade Negra, Rancid entre outros nomes referentes no estilo.



A Stan Produções convida a todos para participar desse grande fest, o qual possuem o apoio de Ibis Hotel, Surf Scream e Grow Company. Os ingressos antecipados estão disponibilizados por apenas 25 golpes (Meia-Entrada) e por 30 golpes (Promocional).

Os quais poderão ser adquiridos através dos seguintes locais:
Pontos de venda:
Criciúma: (Session Skate Surf Shop), (De Lucca Skate Surf Shop)
Baln. Rincão: (Moment Skate Surf Shop)
Orleans: (A Musical)
Braço do Norte: (Gloss Cosméticos)
Urussanga: (Loja Pumpx), (La Bella Boutique)
Cocal do Sul: (TigerNet Informática)
Morro da Fumaça: (Restaurante do Bolinha)
Içara: (Mury Surf Shop)
Forquilhinha: (Back Modas)
Laguna: (Recanto Bike Centro)
São Ludgero: (Posto Dona Ana)
Araranguá: (Marbon Skate Surf Shop)
Tubarão: (Posto Premier Ipiranga)


Compareça e apoie a cena local!

domingo, 28 de janeiro de 2018

O Mundo Analógico: "Deixa O Sol Se Pôr" (2018)

No último dia (17) a banda de Ska, O Mundo Analógico lançou seu novo single e apresentou a capa do novo álbum o qual foi produzida pelo artista criciumense Bruno Alvarez.



“Deixa O Sol Se Pôr”, assim como próprio título explicita, traz em sua letra uma mensagem de liberdade, carregada de positividade e amor. O instrumental tranquilo combinado com os metais característico da banda, faz com que a música apresente uma singularidade ao abordar de forma cativante temas corriqueiros. Como, por exemplo, deixar o sol se pôr para que "o vento traga de novo a alegria de estarmos juntos num momento bom", como é citado no refrão. O tom de alegria e tranquilidade presente na canção se acentua na doce voz de Karoline Calegari, que faz uma participação nos vocais. A música foi produzida e gravada no estúdio Pé de Morro, em parceria com Gilson Naspolini, além de ser mixada e masterizada por Lucas Taboada.

O grupo se apresentará na próxima sexta-feira (02) no Balneário Rincão. O evento será marcado pela primeira apresentação do Braza em Criciúma que contará também com a abertura da banda Green Pepper, natural da capital carvoeira.

O Mundo Analógico é:
Rafael Ronchi - (Vocal)
Jonas Roque- (Guitarra)
Victor Rafael (Baixo)
Gilson Naspolini- (Bateria)
Marc Furtado- (Guitarra)
Rodinei Albano- (Trompete)




Plataformas Virtuais:


domingo, 22 de outubro de 2017

O Mundo Analógico: O Muro (2017)

Em meio ao caos social, o Mundo Analógico traz “O Muro” para reflexões sobre o momento conturbado que presenciamos.



A canção é totalmente diferente em relação à sonoridade com as demais músicas conhecidas do grupo, devido ao instrumental alternar entre riffs lentos, arrastados, ritmado ao Rap, Ska e Reggae e apresentando celeridade no refrão.

O Lyric Vídeo foi produzido por Kainan Fernandes, mixado e masterizado por Lucas Taboada, produzido e gravado por Gilson Naspolini além da foto por Leonardo Martinelo. A música questiona a dualidade representada por um Muro que nos afasta, nos distancia e faz com que as pessoas se desviem e contentam-se com a destruição mútua.


As plataformas virtuais do grupo estão abaixo:

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