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quinta-feira, 15 de março de 2018

Ponto Nulo no Céu: "Norte" (2018)


Um dos nomes mais influentes do cenário musical brasileiro, a banda de Metal Alternativo, Ponto Nulo no Céu, lançou nessa quarta-feira (14) o videoclipe da canção “Norte”. O clipe da faixa (fruto do álbum Pintando Quadros Do Invisível) contou com produção e direção de Welton Souza.

Os músicos disponibilizaram o trabalho no YouTube, onde o vídeo já angaria mais 3.000 visualizações mesmo com o curto período de lançamento.

Assim como os demais trabalhos do grupo, “Norte” possui uma excelente fotografia (dirigida por Welton Souza e Jesus Mendes). Ambientando em cenários naturais do sol do estado, o clipe conta com a atuação de Jonas Schlengman somada a takes que intercalam a performance da banda com cenários absortos. Dotada de um instrumental cadenciado, técnico e um refrão célere, a faixa conta com monólogo recheado de versos reflexivos acerca de objetivos pessoais. A composição trata do recomeço, do distanciamento em prol da procura por algo a mais, da cura de uma dor, ou simplesmente da busca por novos riscos.



Ponto Nulo No Céu é:
Dijjy (Vocal)
Felipe (Guitarra/Vocal)
Fau (Baixo)
Lucas (Bateria/Vocal)

Plataformas virtuais:


terça-feira, 13 de março de 2018

O Mundo Analógico: O Recomeço de Tudo (2018)


Os criciumenses do O Mundo Analógico lançaram no dia 23 de fevereiro seu segundo disco de estúdio. O álbum intitulado de “O Recomeço de Tudo” possui 12 faixas que mesclam o Ska característico da banda com Reggae e Rap.

A arte do álbum se destaca pelo excelente trabalho gráfico, retratando um Lampião do Século XXI através de elementos que exibem o caos social, como notas de dinheiro, queima de igrejas e o Palácio do Planalto. A simbologia da capa pode ser lida como a destruição da sociedade atual, para que assim seja possível um recomeço.



O material contou com a gravação e produção no estúdio Pé do Morro e IMGN, sendo mixado e masterizado por Lucas Taboada. Acompanhe a baixo a resenha de cada uma das faixas:

“El Temido Pistolero Mustafah” é a faixa introdutória do álbum. Em sua curta duração, a mesma traz elementos díspares entre o instrumental e seus poucos versos.

A canção “Uma Só Voz” transpassa uma conexão com a clássica “SkaCity”, visto que ambas possuem similaridades, que vão desde alguns versos até seu âmago nostálgico. Além disso, a segunda faixa estinga a coletividade e a perseverança através de versos que fomentam a união. Em sua sonoridade há uma presença constante dos metais com riffs puramente cadenciados.

“O Muro”, primeiro single lançado, questiona a dualidade representada por um Muro que nos afasta, e faz com que as pessoas se desviem e contentam-se com a destruição mútua. A canção é totalmente diferente em relação à sonoridade das demais músicas conhecidas do grupo, devido ao instrumental alternar entre riffs lentos, arrastados, ritmado ao Rap, Ska e Reggae e apresentando celeridade no refrão.

“Hora de Mudar” traz a participação do rapper Cal Will (que já trabalhou com o grupo na canção “Nostalgia”). O instrumental, assim como a faixa anterior, abrange Reggae e Hip Hop alternando com batidas de big beat. Carregada de críticas sociais, faz analogia ao atual sistema político, a culpabilização da classe baixa e aponta como alternativa a esse cenário a ação popular.

Com menos de três minutos de música, “Não se Prenda” traz um ritmo dançante e frenético ao álbum. Possuindo instrumentais harmônicos, a composição frisa a intensidade cotidiana e o desprendimento de opiniões alheias.

A sexta faixa “Siga”, mescla o Ska tradicional e o Roots, já que os mesmos possuem instrumental rítmico. A letra possui um teor sentimental ao ressaltar o aprendizado adquirido através das experiências cotidianas, como é citado no trecho “...nos olhos de quem me ensinou a ser o melhor de mim”.

Considerada uma das melhores do disco, “A Paz Que Abraçou o Amor” se destaca pela leveza da sua sonoridade, evidenciada na sutileza do instrumental. A sétima faixa enfatiza um romance através de analogias a elementos da natureza que catalisam uma ausência.  

Personificada pela celeridade de seu instrumental “Plante Uma Ideia” traz à tona o Reggae típico do grupo. Contando com a participação de Leonardo Cardoso Maciel a composição da faixa trata sobre liberdades individuas e emancipação mental.
Introduzida através de um monólogo, a faixa “Rema” alterna entre o Reggae e riffs mais agitados intensificados no refrão. A letra da mesma carrega o otimismo habitual presente nos sons da banda, enfatizando os ensejos que a vida proporciona.

Uma das mais pesadas do álbum, “Adiante” intercala entre o Ska do O Mundo Analógico e o Metal Alternativo da Ponto Nulo No Céu. Através dessa mescla, o instrumental alcança uma singularidade rítmica somada a composição que traz críticas ao comodismo ao expor versos de revolta. E a partir disso “sobre os escombros na reconstrução” emerge a esperança.

“Deixa O Sol Se Pôr”, assim como próprio título explicita, traz em sua letra uma mensagem de liberdade, carregada de positividade e amor. O instrumental tranquilo combinado com os metais característicos, faz com que a música apresente uma singularidade ao abordar de forma cativante temas corriqueiros. Como, por exemplo, deixar o sol se pôr para que "o vento traga de novo a alegria de estarmos juntos num momento bom", como é citado no refrão. O tom de tranquilidade presente na canção se acentua na doce voz de Karoline Calegari, que faz uma participação nos vocais.

O álbum é encerrado pela faixa “D.F.B” que reforça a mensagem de união, derrubando fronteiras através da música que tem como proposito tratar uníssona a voz popular. A sonoridade se destaca pelos batuques e transformações sonoras, indo desde o Reggae Roots ao Pop, com riffs ricos, técnicos e encorpados.


“O Recomeço de Tudo” já está disponível nas plataformas de streaming (Spotify, Deezer, Itunes e YouTube).

O Mundo Analógico é:
Rafael Ronchi (Vocal), Jonas Roque (Guitarra), Victor Rafael (Baixo), Gilson Naspolini (Bateria), Marc Furtado (Guitarra) e Rodinei Albano (Trompete).

Plataformas Virtuais:
Facebook: https://www.facebook.com/omundoanalogico/
Soundcloud: https://soundcloud.com/omundoanalogico
YouTube: https://www.youtube.com/user/omundoanalogico/featured


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Ponto Nulo No Céu - Horizontal (2017)


Em novembro de 2017 a banda gravataense Ponto Nulo No Céu lançou o videoclipe da faixa “Horizontal”, que faz parte do full length “Pintando Quadros do Invisível”, lançado em 2016 e divulgado através de um financiamento coletivo.
O clipe está disponível nas plataformas de vídeo, inclusive no YouTube onde já angaria 80 mil visualizações. As gravações foram realizadas na cidade de São Paulo, sendo produzido pela MB Filmes e dirigido por Marcelo Borelli e Ricardo Suzigan.




O título da canção já proporciona questionamentos, sendo uma menção àqueles que levam suas vidas de forma paralela. Incitando a dilatação da mente, e propondo a soma de novas experiências como parte essencial da evolução humana, a letra possui teor absorto e conteudista, o que é uma característica das composições da banda. Isso apenas se reafirma no clipe, o qual alterna entre cenas cotidianas e os músicos apresentando a faixa. O mesmo é recheado de críticas ao comodismo social, expondo uma realidade sem cor como forma de menção a inercia dos indivíduos.  



quinta-feira, 19 de maio de 2016

Ponto Nulo No Céu

A banda Ponto Nulo No Céu surgiu no ano de 2007 na cidade de Gravatal. Sua formação inicial era Dijjy Rodrigues(Vocal), Julio Cargnin(Bateria), Henrique(Baixo) e Vinicius(Guitarra). O intuito sempre foi tocar o que gostassem. O estilo é uma miscelânea de Metalcore, New Metal, Rap, entre outras vertentes.

Em 2008 lançaram seu primeiro álbum “Ciclo Interminável”, que fora produzido por Adair Daufembach, e contém seis músicas, “Retrógrado”, “Fim Do Dia”, “Peso Da Verdade”, “O Sangue Que Te Cega”, “Desconforme” e fecha o disco com “Constante”. Esse foi um trabalho muito bem recebido pelo público do Metal, e possibilitou abrir caminhos para os músicos conhecerem além da região sul catarinense, todo o sul do país, e São Paulo.

No final de 2010 os músicos lançam seu primeiro clipe, da música, que se tornaria anos mais tarde, o maior sucesso da Ponto Nulo No Céu. “Clarão”, teve a direção de Klaus Schlickamann, e edição de Julio Cargnin. Hoje o clipe possui 718.000 exibições no Youtube, tanto reconhecimento se deu pelo bom trabalho, e técnica utilizada no mesmo.
No mesmo ano, a banda adquire mais um integrante, André Bresiane(Guitarra), que devido a sua experiência e musicalidade se encaixou perfeitamente no grupo.

Em 2011 a PNNC(assim chamada carinhosamente pelos fãs) divulga seu segundo CD, autointitulado  “Brilho Cego”, que teve novamente a produção de Adair Daufembach, e a edição de Felipe Cruz. O álbum contém 13 músicas, “Brilho”, “Existência Seca”, “Nítido”, “Clarão”, “Ponto Nulo No Céu”, “Penumbra”, “Subsolo”, “Sem Dor, Sem Vida”, “5:45”, “Peito Aberto”, “Sopro”, “Na Sombra Do Ego” e “Revolução Mental”. Com certeza, a mudança foi notória para o outro disco, e esse só consolidou ainda mais a qualidade do som dos gravataenses, que agora já se apresentavam frequentemente em São Paulo e levando sempre um bom público.

O videoclipe de “Sopro” já atinge a marca de 216.000 visualizações, e obteve seu roteiro e direção por Marcos Blasius, além da edição de Julio Cargnin e produção de Ariane Melato. Tanto quanto essa canção, o clipe da música “Subsolo” antecede o lançamento do álbum, e retrata o som Ao Vivo dos músicos, onde foi gravado no Hangar 110 em São Paulo, e como sempre, os membros da banda enaltecendo as raízes catarinenses, com a bandeira do estado no palco. Atualmente o vídeo possui 147.000 visualizações.

Mas infelizmente no final de 2012, alegando outros projetos individuais, e saída de alguns integrantes, a Ponto Nulo No Céu se licencia das atividades. O show de despedida aconteceu em janeiro de 2013 no Ventuno Pub, e contou com a abertura das bandas Novella de Criciúma, Frenezí de Tubarão, e Prólogo de Criciúma. Foi uma noite memorável, de reflexão por parte dos músicos, e de dissabor por parte dos fãs.

Dois anos depois, os músicos voltam à ativa, agora com uma formação diferente. Apenas Dijjy Rodrigues ficara, e contíguo à ele, juntam-se Felipe Tabooada(Guitarra) e Lucas Tabooada(Bateria) antigos membros da extinta Prólogo, e Fau(Baixo).

A PNNC divulga um clipe no fim de outubro, “Fluxo Natural” onde fora gravado no Parque Municipal De Urussanga, cidade muito querida pelos músicos. Contou com a produção de Adair Daufembach, edição de Caio Macbezerra(Project 46), e imagem de Ademir Andrade Jr e Danilo Anastácio. Com a letra iniciando de forma a anunciar sua volta definitiva, com o mesmo intuito. “Advinha Quem Tá De Volta, e a Revolta Ainda Não Cessou...”. O videoclipe possui 383.000 visualizações, em menos de 2 anos de apresentação. Todavia, devido a competência dos membros, puderam ganhar dois prêmios no Festival Da Música Catarinense, de “melhor banda” e “melhor videoclipe”. 
E o novo single “Nous Sommes La Résistance” foi apresentado no final de 2014 e possui a dobradinha talentosa anterior da edição e produção, e obtém 83.000 execuções no Youtube.

No final de 2015 e início de 2016 através da Kickante, os músicos apresentaram sua proposta para difusão do novo disco por meio de um financiamento coletivo. Obteve-se o valor necessário e foi um sucesso. Nesse mesmo período estrearam “Telas”, que foi filmado na bela paisagem da Praia da Armação em Floripa e obtém 178.000 views até o momento. E outra vez Adair Daufembach, mostra toda sua mestria através das produções.


Enfim lança-se o terceiro disco do PNNC, “Pintando Quadros Do Invisível”, contendo 12 faixas, abaixo está a análise de cada música:

A faixa “Por Entre os Dedos” abre o disco e já vêm carregada de críticas sociais, não fugindo ao estilo da banda. A letra expressa indignação com a futilidade e conceitua a relatividade da importância dada não apenas pelo o que nos traz prazer, mas também sobre enleios cotidianos. A música conta com a participação do DJ A.N e deixa a mensagem de que “Tudo se vai por entre os dedos, no fim”.

A segunda faixa, “Horizontal”, propõe a expansão do ser humano.  A dilatação da mente, a ampliação das experiências e o questionamento, estes seriam as bases para evolução da nossa espécie. O nome da música traz uma analogia às vidas regradas em direções paralelas.

“Telas”, a terceira faixa, é o single do disco e com certeza uma das letras que mais propõe nossa reflexão. O instrumental é marcado por batidas e vocais rápidos, além da mudança de tom no refrão que torna a música ainda mais marcante.. A crítica na letra é voltada à alienação da mídia que faz o cidadão abdicar da indagação, que pode ser considerada o pilar para produção de conhecimento. É questionado o comodismo em que o ser humano se encontra em relação às informações repassadas, assim como é citado na letra, “o conformismo é um vício”.

“Overview Effect” é a quarta faixa. Em uma tradução literal, o “Efeito de Visão Geral” é uma experiência relatada por alguns astronautas que consiste na visão tida da Terra no espaço, onde o nosso planeta é encarado como “pequena esfera de vida”. A letra em si trata da fragilidade da vida, dos sentimentos que assolam toda humanidade sem fazer nenhuma distinção. Em suma, produz uma reflexão sobre a fraqueza do mundo.

A quinta faixa, denominada “Sob o Mesmo Sol” conta com participação especial de Keops e Raony. A letra traz a tona de discussão sobre o que recebemos em troca do trabalho árduo. A crítica é enfatizada principalmente pelo trecho “Somos iguais quando a necessidade vem”.

“Dormência”, a sexta faixa tem a participação de Vini Castellari. A letra trata de todo tipo de entretenimento que entorpece o ser humano, deixando ele em um estado de dormência por conta da demasiada distração do processo mental.

A sétima faixa “Ranhura” é instrumental, conta apenas com um pouco mais de 1 minuto e traz um ritmo mais lento e calmo.

“Norte”, a oitava faixa, é a letra que mais se diferencia entre as demais músicas do disco. A música trata do recomeço, do distanciamento em prol da procura por algo a mais, da cura de uma dor, ou simplesmente da busca por novos riscos.

A nona faixa, “Estado Surdo da Memória” tem um instrumental marcante, assim como a própria letra. Esta trata da frieza e da apatia atual do mundo, além do aspecto individualista que toma cada vez mais conta da nossa sociedade.

A décima faixa denominada “Conselho De Quem Já Esteve Lá” é uma reunião de experiências voltadas para o norteamento das ideias. A música é repleta de frases marcantes, entre elas uma possível referência a Eduardo Marinho (dono do blog Observar e Absover), homem que veio de uma família de classe média que largou todas suas conquistas para procurar o sentido da vida. Essa menção estaria presente no refrão “transformação e movimento pra absorver e observar”.

“De São Paulo a Xangai”, décima primeira faixa, conta com participação de Caio MacBeserra. A letra fala sobre a ganância, trabalha-se para satisfação, mas morre-se de se trabalhar para construir. Assim é formada uma sociedade onde a ética e o respeito cedem lugar ao ódio.

“O Sonho É Uma Ilha” é a décima segunda faixa e também a que encerra o álbum. A letra deste último trabalho carrega um ar introspectivo em conjunto com um instrumental mais calmo. A música traz puramente a mensagem de uma esperança na soberania do amor. Propondo que para plena convivência social, basta a aceitação mútua.


A banda esteve no Ventuno Pub em Urussanga dia 28/05/16 apresentando seu álbum á região carbonífera. Participaram do evento, as bandas Black Days de São Paulo, Mary’s Secret Box e Hellio Costa ambas de Laguna, e Underworld Secret de Araranguá.

“A grandeza da banda, denota-se quando em qualquer ambiente que está, seja profissional, acadêmico, ou mesmo no dia-a-dia há alguém que conhece o grupo, e não é aquele conhecimento deturpado, e sim o musical, sempre debatendo sobre a qualidade técnica do instrumental, ou a originalidade, simetria e perfeição nas letras. ” Guigo Romagna.



As mídias sociais da banda são: 


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Questionar sempre!

Assim que diz a letra da nova música do Ponto Nulo No Céu, lançada no final do ano passado na cidade de Florianópolis, na linda paisagem da praia da Lagoa da Conceição.  A abordagem da música mistura uma crítica ao sistema social em que estamos inseridos, e dá uma possível solução do qual expusemos no título. 

"Questionar sempre, acreditar com diligência, confiar na intuição", não se trata apenas de um raciocínio indagador e sim de uma afirmação de que estamos estagnados e inertes com relação a transformação social e precisamos imediatamente buscar mecanismos de auto-defesa contra a intolerância, intransigência e dogmatismo social, cultural, religioso e político. 

Depois de um baita crowdfunding, os músicos estão em processo de produção de seu terceiro CD, que será lançado ainda neste ano. Desde o primeiro álbum há uma notória mudança, mas sobretudo há algo que nunca se modificará, a intensa forma dos músicos surpreenderem seus fãs com seus novos instrumentais e letras pesadas  reflexivas. 

Ressaltamos ainda, a apresentação que o grupo fará em Florianópolis no IX Metal Mecânica dia 29 de abril ao lado de Matanza, Enarmonika(Floripa), Diemordinate(Laguna).

Abaixo está o clipe da música "Telas", e o link do evento:






https://www.facebook.com/events/218081035205359/

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Advinha quem tá de volta?

"Um outro ciclo..."
"O mesmo sonho"
Os caras da Ponto Nulo No Céu estão de volta, mas de formação diferente.



A banda surgiu em 2007 na pequena cidade de Gravatal-SC, formada por: Julio(Bateria), Henrique(Baixo), André(Guitarra), Vinicius(Guitarra) e Dijjy(Vocal). 
Sempre influenciados por Hatebreed, entre outras bandas. 

Em 2008 lançaram o Ep "Ciclo interminável"contendo seis faixas. Com uma sonoridade de metal, com tendências de hip hop, gravaram seu segundo álbum em 2011 denominado de "Brilho cego", produzido por Adair Daufembach onde contém 13 faixas. Nelas estão bem distribuídas o vocal marcante, o instrumental potente e a temática de suas letras crítico-sociais.

Em 2010 os músicos ficaram muito conhecidos por seu videoclipe "Clarão", onde atingiu cerca de 480.000 visualizações no Youtube. Os clipes "Sopro" e "Subsolo", juntos também renderam mais de 230.000 exibições. Essa rápida ascensão no cenário, possibilitou shows memoráveis em cidades de SP e interior de Santa Catarina. A banda rapidamente entrou no União Underground, união de bandas de metal  promissoras, autorais e independentes. Essa visibilidade fez com que a banda ganhasse milhares de fãs em todo o território nacional.

Até que no fim de 2012, os músicos decidem por parar as atividades e surpreendem toda a Cena. Alegando que os integrantes seguiriam em projetos paralelos e que não permaneceriam mais tocando, a PNNC faz seu último show, o de despedida, em Urussanga, lotando o Ventuno, e ficando para a história do Pub, como um dos maiores shows de uma banda regional na casa. Na noite abriram para os músicos, as extintas Prólogo e Novella de Criciúma, e a banda Frenezí de Tubarão.

Quase dois anos depois, sem a formação original, Dijjy decide voltar com a banda e convida, os ex integrantes da Prólogo,os irmãos Felipe e Lucas Tabooada e o baixista Fau. Logo que se reuniram já lançaram a primeira música, que é denominada de "Fluxo Natural", que surpreendentemente atingiu cerca de 45.000 exibições em três semanas.
Abaixo está o novo videoclipe:



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