Mostrando postagens com marcador Rock In Hell Do Campo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rock In Hell Do Campo. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de novembro de 2019

Rock in Helloween: A magia habitual do evento se uniu á renovação do público

No último dia 19, a cidade de Pouso Redondo- SC recebeu a primeira edição do Rock in Helloween.

Cartaz
O festival antes conhecido por Rock in Hell do Campo foi idealizado por Cleiton Falcãozinho e Tailana Furni Torres. O evento contou com a participação de seis bandas, do PR e SC, além de reunir centenas de headbangers.

Com uma paisagem natural surreal, o fest atraiu os amantes Metal e os ingressou a uma atmosfera ímpar, proporcionada através de uma bela cachoeira e o encanto do Camping Pombinha.  Depois de uma jornada de 90km, a Urussanga Rock Music saiu de Lages- SC com mais dois amigos e chegou ao local do evento antes da primeira apresentação. 

Devido a alguns problemas relacionados ao transporte e equipamentos de camping, 
perdemos a abertura do Rock In Helloween, mas conseguimos acompanhar uma parte do show da prata da casa, a banda Vírus HC. O grupo trouxe suas músicas autorais presentes no Ep “Respirando Vingança”, alguns covers como “Papai Noel Velho Batuta” do Garotos Podres que rendeu uma roda punk com o bom velhinho, além é claro de emocionar o público no término de sua exibição, ao grupo fazer uma homenagem ao baixista Marlon Venturi.



A segunda banda a subir aos palcos seria a Magnetica (Cover de Metallica), no entanto devido a alguns problemas pertinentes a horário, os camboriuenses não se apresentaram e com isso, os blumenauenses da Overblack começaram a tocar.  O grupo expôs um repertório totalmente autoral, com músicas inclusas no seu novo disco “Still Burns” e levou um Thrash Metal agressivo e ao mesmo tempo síncrono entre o Power Trio. Cabe destaque para a canção “Violent Mosh” que ocasionou um paredão e um mosh violento.


E por falar em rodas caóticas, a curitibana Krucipha, novamente em SC enfatizou seu precioso Groove Metal. Nem a demora e nem os perrengues com a banda cover que tocaria anteriormente atrapalharam o público, que fiel aos paranaenses os aguardou ansiosos pelo peso, celeridade e técnica característica nos shows da banda. Com um setlist próprio, a Krucipha detonou os pilares do Hell 2019, principalmente quando expuseram “F.O.M.O”.




Última banda autoral a se exibir, a Tandra explicitou o Folk Metal e suas derivações. Com uma introdução surpresa aos shows dos paranaenses, onde o diabo se apresentou em um monólogo com o público presente, o grupo exibiu a sua primeira faixa “Summoning To The New Age”, casando-se muito bem com a performance artística antecedida. Durante seu show, os músicos expuseram seus singles divulgados “Open The Bar”, “Winter Days” e “Time And Eternity”, além das outras faixas presentes no disco homônimo a esta. O show foi enérgico, dançante e ainda contou com três covers, Tuatha de Dannan, Equilibrium e Korpiklaani.



O encerramento da noite ficou por conta de duas bandas tributos. A Cowboys From Rio relembrou clássicos da banda estadunidense Pantera, enquanto o último grupo, formado por membros do Krucipha trouxeram a tona hits do Cavalera Conspiracy, Sepultura e do Soulfly.

No evento os organizadores Tailana e Falcãozinho se casaram com direito a um cerimonial from hell. Além disso, brindes, camisas, cds foram sorteados e os metalheads foram congratulados pela ótima estrutura, tanto sonora quanto de camping. 

Em sua primeira exibição “fora de casa”, o Rock In Helloween conseguiu renovar seu público, manter uma parte que é fiel ao evento e trouxe novas pessoas a uma sensação única, que é de participar de um evento no estado dos festivais.  

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Rock In Helloween: O Dia das Bruxas ao som de muito Metal e chopp gelado

Um dos eventos mais queridos dos metalheads catarinenses, o Rock in Hell Do Campo terá sua exibição de um modo peculiar, diferente das habituais edições de junho.

Cartaz
No dia 19 de outubro, na cidade de Pouso Redondo- SC vai ocorrer o Rock In Helloween. O fest juntará o Hell (inferno) ao período mais macabro do ano, o Halloween e com isso vai arrastar os headbangers fantasiados ou não, a uma atmosfera sombria e obscura.

Com uma proposta diferenciada, o evento vai presentear o público com uma infraestrutura ímpar (contendo amplo espaço para camping, espaço kids, wi-fi disponível e muito mais), uma paisagem exuberante com cachoeira, exposição fotográfica “Olhares da Seca”, feira das bandas, sete atrações e uma surpresa extra que ainda não fora divulgada.

A primeira banda a se apresentar é ‘prata da casa’, a Vírus HC que está na difusão do seu primeiro material, o Ep “Respirando Vingança” divulgado em agosto desse ano. O grupo possui referências de grandes nomes do cenário Punk/Metal, como Ratos de Porão, Calibre 12 e Sepultura.

A Magneticca Metallica Tribute fará sua exibição baseada em clássicos da banda norte-americana Metallica.

Um dos nomes mais fortes do Thrash Metal Catarinense atual, a Overblack de Blumenau- SC se caracteriza por manter riffs rápidos e um instrumental agressivo. A sonoridade está personificada no novo disco do grupo “Still Burns”, disponibilizados nas plataformas virtuais e de streaming.

A Krucipha de Curitiba-PR traz elementos do Groove, do Hardcore e do Death Metal sincronizados através de um Thrash Metal caótico.  A banda é um dos principais nomes do cenário headbanger paranaense e carrega consigo três trabalhos, o Ep “Preemptive Uproars”, o debut álbum “Hindsight Square One” e o mais recente, o disco “Inhuman Nature” divulgado em 2017.

Também originária da capital paranaense, a Tandra aposta no Folk Metal com presença de acordeom, flauta e guitarra de sete cordas. Essa peculiaridade se caracteriza nos seus singles já divulgados, “Open The Bar”, “Time to Eternity” e “Winter Days”. Todas as faixas estarão inclusas em seu primeiro full length “Time to Eternity” que será lançado no dia 26 de outubro em Curitiba- PR.

O encerramento do festival ficará por conta da banda Cowboys From Rio que fará um tributo ao Pantera e em seguida subirá aos palcos um cover das bandas Sepultura e Cavalera Inc.

No evento ainda terão expositores, serviço de bar 24 horas com chopp de qualidade, buffet, presença de alguns motos clubes regionais e sorteio de brindes nos intervalos das apresentações.


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Tandra: "Winter Days" é o novo trabalho dos vikings paranaenses

A banda paranaense de Folk Metal, Tandra, divulgou no dia 12 de setembro, seu novo single “Winter Days”. A música estará inclusa no disco “Time and Eternity” e está disponibilizada nas plataformas virtuais e de streaming.


Com 08:24 min, a canção explicita a coesão, vocais graves, um instrumental agressivo e ao mesmo tempo cadenciado, além da atmosfera dançante peculiar no estilo. A magia da música evidencia quando o acordeom assim como a flauta complementa os riffs céleres.

A composição é rica e traz uma história recheada de guerras e lutas contra os pregadores psicóticos, contra toda a escravidão presente no período, além de fomentar a honra e o orgulho de um respectivo povo que com sangue e suor terá deixado o seu legado.


Sobre a banda
Os vikings brasileiros do Tandra começaram o grupo em 2013, com a ideia de criar um projeto inspirado em Finntroll, Korpiklaani, Equilibrium, entre outros grupos do estilo. Com uma proposta referenciada através do Folclore e das culturas em geral, os curitibanos apostam na presença do acordeom, da flauta e da guitarra de sete cordas.

Divulgação
A banda já possui dois singles divulgados, “Open The Bar” e “Time To Eternity”, inclusive com a intitulação da última que será lançado o álbum dos músicos, o qual contará com nove faixas.

O grupo estará se apresentando no dia 19 de outubro no Rock In Helloween, em Pouso Redondo- SC. 

Formação:
Carlos Henrique Linzmeyer (Acordeon)
Christopher Schmitt Knop (Guitarra/Vocal)
Felipe Ribeiro (Flauta/Backing vocal)
Felipe Franco (Baixo/Vocal)
Gefferson Franco (Guitarra/Backing Vocal)
Max Waltrick (Bateria)


domingo, 17 de junho de 2018

Rock In Hell Do Campo IV: A Chama do Metal Cada Vez Mais Acesa

A quarta edição do Rock In Hell Do Campo já trazia em seu o lema, o bordão “Eu Vou Descongelar” e foi o que aconteceu com as centenas de pessoas que puderam presenciar um dos maiores festivais de Santa Catarina. O estado tem diversos festivais e eventos que possuem em sua essência o velho espírito do underground e do Rock/Metal, e assim foi o RHC.



Com uma ampla estrutura e áreas destinadas para o camping, espaço kids, gastronomia diversificada, exposição de vinis, vestuário, materiais e utensílios antigos, o evento consolidou-se como um dos mais artísticos. Além desse quesito, vale ressaltar o FutChop (torneio de headbangers bebuns afim do profissionalismo choppeano), às excursões de cidades como Arroio Trinta, Lages e Curitiba e a presença de novas pessoas.

Ah, e falando na excursão de Lages, se realmente existe parceria, ela está no Planalto Serrano. Quase trinta pessoas que novamente lotaram um micro-ônibus e foram apoiar o underground catarinense. Nós estivemos juntos registrando, curtindo e pegando a estrada com os “faca na bota” e sábado à tarde estacionamos na cidade do Alto Vale do Itajaí.

Em virtude de não coincidir os horários de chegada com o das apresentações da sexta-feira à noite, ficamos impossibilitados de registrar as bandas Pragas do Paiol de Dona Emma - SC e Overblack de Blumenau - SC que deram o pontapé inicial ao evento.

Outro ponto a ser devidamente lembrado e exposto são bandas que não estavam no cast e presenciaram o Rock In Hell. Grupos como Acidemia, Juggernaut, Plunder, Blood Eyes, Balboa’s Punch e Extrusora mostraram a união e coletividade, fatores que deveriam estar presentes em todas as bandas.

As mídias se encontraram e mutuamente registraram todos os momentos, ocasiões, apresentações e manifestações artísticas contidas nessa edição. O Cultura em Peso com Vanessa Boettcher, O Subsolo com Maykon Kjellin e nós da Urussanga Rock Music fomos congratulados com a acessibilidade habitual dos organizadores Tailana Furni Torres e Cleiton Falcãozinho que nos disponibilizaram grandes condições para a realização do trabalho.

Enfim, a destruição começou pontualmente com o Punk Rock da blumenauense Carcanhá que relembrou clássicos do Replicantes, Gritando HC e Garotos Podres, todavia reproduziram todas as músicas contidas no EP “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, o qual vale destacar a música “É de Maracujá” muito bem aceita e cantada pelo público presente.

Com um repertório apenas de músicas cover, a Walkmen veio de Curitibanos – SC para fazer releituras de grandes nomes do Rock noventista e oitentista.

A Jhonny Bus de Lages incendiou o evento com Motorhëad, Iron Maiden e outros grupos, porém a canção “Shadow Walker” foi uma das mais contagiantes, marcante na exibição dos músicos que contou com grandes moshes e rodas a cada riff.

Antes do próximo grupo subir aos palcos, os organizadores de festivais que compõe o UP Rock se reuniram para prestigiar o evento e divulgar os seus respectivos projetos. Lá estavam Denilson Luis Padilha e Nani Poluceno(Otacílio Rock Festival), Dorneles Pereira (Um Dia Livre Rock Festival), Larissa Giovanella (River Rock Festival), Marcos Valério (Iceberg Rock Festival) e Falcaozinho (Rock In Hell Do Campo)

Uma das mais esperadas para essa edição foi a feed THE FREAK de Blumenau – SC, um Metal apenas FREAK carregado de um visual sombrio e obscuro característico de vilões anos 50 e 60. O repertório dos blumenauenses continha canções arrastadas, mas ao mesmo tempo agressivas e uma performance sensacional. Mesmo diante de alguns problemas relacionados com o técnico de som, puderam exprimir toda a crueza e potencialidade através de suas canções autorais.

A Tandra de Curitiba – PR recheou o evento de musicalidade nórdica, músicas comuns entre os bebuns da Europa foram executadas, além do cover da canção “Vodka” com participação de Douglas Sieves da Captain Cornelius. Os músicos expuseram “Open The Bar”, canção própria que foi a abertura do Maniacs Metal Meeting e que rendeu moshes e danças típicas.

O grupo The Undead Manz investiu na estética e no visual, o que rendeu um figurino gore e um som autoral singular recheado de Metal Industrial e Horror Metal, a fusão dos dois estilos impressionou os headbangers e metalheads presentes. Os criciumenses fizeram um repertório autoral notável, com destaque para “Fearless”.

No horário da 00:00, todos estavam presentes na Super Fogueira e lá viram uma apresentação surreal de Tailana com pirofagias e danças à narração da história aterrorizante de Dance Of Death do Iron Maiden. Aos poucos com o decorrer da peça, Cleiton Falcãozinho ingressou e também movido pelo fogo deu início à queima da grande cabeça de gado feita por madeiras e galhos que logo se inflamaram e personificaram toda a magia por trás da melhor edição do festival.

Porém o caos continuou no palco, a headliner Carniça com mais de 27 anos se apresentava pela primeira vez no estado. O show foi destruidor do início ao fim, a cada canção um riff com mais intensidade, solidez e celeridade. Os músicos reproduziram músicas de todos os full lengths, porém focaram no último lançado, o homônimo “Carniça” que expuseram seis canções e nelas puderam exibir toda a evolução do grupo.

A Hon-Ra de Caxias do Sul – RS seria a próxima a entrar em cena, todavia houve um imprevisto com o baterista Rodrigo Zanella e isso impossibilitou o mesmo de estar em Rio do Campo. Entretanto, é notável o profissionalismo dos músicos que mesmo com as dificuldades de contato perante às linhas telefônicas, estiveram presentes e divulgaram seus materiais e singles numa banca de merchs, além de mostrarem todo o aparato e suporte para os organizadores.

A Spiritual Devastion foi a segunda de Lages – SC a desgraçar o RHC, o power trio divulgou diversas canções autorais e nelas facilmente deu para identificar o Thrash e Speed Metal dos anos 80 e como consequência disso, as rodas e moshes monstruosos eram de descongelar qualquer pessoa no evento, principalmente quando executaram “Welcome To The War”.

O encerramento da noite ficou por conta da Lacrimae Tenebris, assim como na última edição, os curitibanos ficaram encarregados de extasiar os presentes na madrugada com um Doom arrastado e técnico mesclando lirismo em suas canções autorais, como “Casa dos Espelhos” em que recentemente foi divulgado um videoclipe.  

O domingo começou cedo com um grande café da manhã, e o melhor, tudo de forma gratuita. A Captain Cornelius que depois de uma refeição reforçada subiu ao palco e apresentou novas releituras de canções clássicas irlandesas e celtas, além de retribuir o favor e convidar para uma participação especial de uma música do Alestorm, o vocalista da banda Tandra, Christopher Knop.

A Dark New Farm veio de longe, lá do litoral sul para expor seu New Metal. O quinteto reproduziu alguns covers, porém executaram as canções autorais “La Patria, La Fabula” e “Madre” música esta que o baterista Maykon Kjellin fez um discurso sobre a composição da letra que traz resquícios de uma agressão grave a mulher. A apresentação dos músicos foi marcada pela evolução sonora, vocais mais ásperos de Harley e por um backing vocal mais clean de Sol Portella.  

De Lages – SC, a AbomiNação colocou tudo o que tinha e fez com que cada música executada fosse uma catástrofe de empurrões, rodas e muvucas por parte dos metalheads. As músicas já são conhecidas, destaque para “Tradicional Família Brasileira”, “Cavalo de Troia” e “Deus Deligit Hominem” que trazem um Crossover descomunal e para uma nova música que contém alguns beats de Rap.

A Norium fechou o evento e os criciumenses tocaram clássicos do Power Metal, além de apresentar sua música autoral “Sign Of The Times” lançada recentemente que conta com a participação de Z (The Undead Manz).


terça-feira, 5 de junho de 2018

Rock In Hell Do Campo Festival IV: Evento Promete Incendiar o Alto Vale

Nesse final de semana, a pequena cidade de Rio do Campo – SC de apenas 7 mil habitantes promete acolher e recepcionar os headbangers e metalheads advindos de várias regiões do Brasil. O festival que já é tradicional no Sul-Brasileiro dá as caras novamente com sua forte característica de juntar bandas, apresentações artísticas, encontro de carros antigos e muitas surpresas.


Com uma divulgação ampla, organizada e sistematizada, Cleiton Falcãozinho e Tailana Furni Torres realmente uniram esforços para que essa edição ficasse marcada de forma histórica, foi mais de um ano de difusão e lançamentos de atrações, contando com o apoio de parceiros, mídias e amigos relacionados com o fest. A partir disso instituíram-se treze excursões de diversas cidades e estados, como Goiânia e São Paulo, Novo Hamburgo – RS, Caxias do Sul – RS, Curitiba – PR e municípios catarinenses como Blumenau, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Lages, Rio do Sul, Salto Veloso e Timbó.

Essa edição do evento trará atrativos, como presença dos maiores motoclubes da região, panificadora ao entorno do evento, Super Fogueira, Buffet (Gastronomia da Cidade), Serviço de Bar 24 horas, Espaço Kids, Camping, Expositores e Food Truck. Outro adicional que cabe destacar é o fato de acontecer o 1° Torneio de FutChop, onde as pessoas poderão se inscrever para juntar as paixões de beber e jogar futebol, além de consequentemente gerar várias risadas para o público presente.

As mídias que farão as coberturas, entrevistas e vídeos serão o Cultura em Peso, O SubSolo e nós da Urussanga Rock Music.

O Rock In Hell Do Campo nesse ano vai abrir novamente suas portas na sexta-feira e contará com 15 bandas:

Diretamente do singelo município de Dona Emma vem os músicos da banda Pragas do Paiol, que ficarão responsáveis por iniciar o festival. Formada por Valdemiro Fritz Batista (Bateria), Wilian Schurt e Edigar Debatin (Guitarra), “Binho” (Baixo) e Luiz Fernando Chiodini (Vocal), o grupo é influenciado pela música nacional, trazendo em seu setlist tributos de bandas de Punk Rock ao Heavy Metal.

O segundo grupo é originário de Blumenau – SC, a Overblack irá expor o Heavy/Thrash Metal através de riffs rápidos e de influências como Motörhead, Sepultura e Metallica. Os músicos já lançaram um Ep intitulado “Dying To Fight” que contém três canções, “Spitfire”, a homônima “Dying To Fight” e “Fear In Your Face”. A banda é composta por Paulo Henrique (Vocal e Guitarra), Gabriel Roberto (Guitarra Solo), Charles Dondoni (Baixo) e Jonathan Muniz (Bateria).

No sábado depois das apresentações e atividades culturais, a partir das 18 horas a Carcanhá também de Blumenau – SC sobe aos palcos. O grupo formado em 2015 mantém a chama e o ideal do Punk Rock totalmente ativo através de suas letras bem-humoradas, de crítica social e de revolta. Recentemente difundiram o EP “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, trabalho este que abrange quatro faixas, “Discurso Abafado”, “Passa a Grana”, “É de Maracujá” e a homônima “(Não Tenha) Políticos de Estimação”. A formação atual é Edenilson (Vocal), William (Guitarra e Voz), Fabio (Baixo e Vocal) e Guilherme (Bateria).

Os músicos da Walkmen são originários de Curitibanos e estão na atividade desde 2014. Os músicos apresentarão clássicos do Rock dos anos 80 e 90, priorizando as músicas nacionais. A formação atual conta com Luciano Magagnin (Vocal e Guitarra), Ricardo Rodrigues (Baixo) e Rafael Rodrigues (Bateria).

A primeira banda lageana a se exibir será a Jhonny Bus. Os lageanos trazem a tona o Rock N Roll, Heavy Metal e Hard Rock com referências a AC/DC, Whitesnake, Guns ‘n Roses e outros nomes do estilo. Obviamente os músicos também apostam no autoral, em virtude disso recentemente divulgaram o álbum “Empowered Darkness”. O grupo é composto por Gabriel "Stay Puft" Giotti (Vocal), Antonio "Maria Bethânia" Pereira (Bateria), Fernando "Bigorna" de Liz (Guitarra), Eclair "Mun-Rá" Lins (Guitarra) e Eduardo "Sucrilhos" Tripoli (Baixo).

Mais uma representante de Blumenau, a feed the FREAK aposta no Freak Rock, um ritmo peculiar carregado de obscuridade, nostalgia e um visual diferente. Os músicos apostam na versatilidade e no rock alternativo carregado. A banda que se formou em 2007 tem como trabalho o disco homônimo “Feed The Freak” contendo oito faixas, sendo elas “B.U.T.C.H.E.R”, “Libertine”, “Mentorship”, “Articulating The Vice”, “No Sin, No Pleasure”, “Euthanasia” e “Honey & Milk”. Os integrantes são Haunting Joey (Guitarra e Vocal), Skul Smuggler (Baixo e Backing Vocal) e John Ripper (Bateria).

Advinda de Curitiba, a banda paranaense Tandra será responsável por trazer o Folk Metal aos palcos do Rock In Hell do Campo. Formada em 2012, o grupo possui como referências musicais, nomes como Korpiklaani, Tuatha de Danann e Equilibrium. Trazendo um repertório recheado de covers, os músicos estão focando na composição de músicas autorais, sendo que lançaram no final de 2017 a faixa “Open The Bar”.  A Tandra é formada por: Carlos Henrique Linzmeyer (Acordeão), Christopher Schmitt Knop (Guitarra e Vocal), Felipe Ribeiro (Flauta e Vocal), Felipe Franco (Baixo e Vocal), Gefferson Franco (Guitarra e Vocal) e Max Waltrick (Bateria).

A The Undead Manz de Criciúma- SC mistura arte, visual sombrio e Modern Metal através de suas canções autorais que mesclam com influências de Rob Zombie e The 69 Eyes. O grupo divulgou em 2017 o primeiro material intitulado “The Rise Of The Undead” que contém oito faixas, “Deum Tempus”, “Seeds Of...”, “... Evil”, “OBM”, “Ad Clamor Clavium”, “Fearless”, “The Death” e “Destiny Out”. A banda é composta por Z (Vocal e Guitarra), Jericrow (Guitarra), Plague (Baixo) e Jaws (Bateria).

A Super Fogueira inicia na meia noite e é seguida pela entrega do troféu “Banda Destaque”. Após essas atividades, a lendária Carniça vai mostrar o porquê é considerada um dos maiores grupos do Sul. Os músicos são originários de Novo Hamburgo e fundaram a banda no ano de 1991, de lá pra cá foram 27 anos e 10 materiais divulgados, sendo cinco demos, uma Split e quatro full length, “Rotten Flesh”, “Temple’s Fall... Time To Reborn”, “Nations Of Few” e o recente “Carniça”. Eles misturam em suas composições temas sociopolíticos e obscuros mantendo em sua formação Mauriano Lustosa (Vocal), Parahim Neto (Guitarra e Backing Vocal), Marlo Lustosa (Bateria) e Vinicius Durli (Baixo).

Há seis anos nas estradas, a banda caxiense Hon-Ra trará aos palcos um Death Metal influenciado por nomes como Behemoth, Death e Slayer. O grupo possui seis singles colecionáveis lançados, além dos clipes “From The Shadows Of The Depths”, “Ronin” e “Evil Shadows”. Além de marcar presença em diversos festivais, os músicos realizaram recentemente uma série de apresentações na Argentina. A banda conta com Jener Milani (Guitarra e Vocal), Wagner De Moraes (Guitarra) e Rodrigo Zanella (Bateria).

Proveniente de Lages, a Spiritual Devastation banda de Heavy/Thrash Metal formada em 2016, se apresentará na madrugada de domingo. Os músicos realizaram recentemente o pré-lançamento do primeiro trabalho do grupo, o álbum, intitulado War and Peace. Entre as faixas já divulgadas pela banda estão “This Is Our World”, “Age Of Terror” e Welcome To The War”. A formação conta com Guilherme Alberge (Vocal e Guitarra), Marco Antônio (Bateria) e Henrique Pereira Soares (Baixo e Backing Vocal).

Inspirados por Katatonia, Samael, Paradise Lost, Swallow The Sun entre outros grupos, os paranaenses da Lacrimae Tenebris exibirão o seu respectivo Doom no sábado/domingo. Com um som arrastado e carregado lembrando um Djent, o grupo traz letras personificadas por depressão, conflito com o ser humano e ódio. Os músicos tocarão pela segunda vez no evento. A banda é formada por Timóteo (Baixo e Vocal), Max (Bateria) e Felipe Franco (Baixo).

A primeira banda confirmada no domingo já é conhecida na região por sua sonoridade peculiar e letras características remetendo a cultura irlandesa e suas tradições alcoólicas. Se você pensou, a Captain Cornelius (os marujos e piratas bebuns riosulenses com histórias do alto mar e conselhos sobre a vida), a sua resposta foi correta. Então se apronte, traga seu chifre (opa, sua bebida), suas danças típicas e simbólicas e encontrem os bêbados de todo o estado lá em Rio do Campo - SC. O grupo é formado por Douglas (Vocal, Banjo e Bandolim), Tamiris (Violino), Julio (Baixo) Anotny (Guitarra), Thomas (Bateria e Churrasqueira) e Camila (Teclado).

A banda originária do litoral do estado, Dark New Farm estará no cast de mais um festival. Com pouco mais de um ano, os músicos já estabelecem seu nome no cenário musical. O grupo possui vasta influência e conta com um repertório composto de covers de bandas como Drowning Pool, Korn e Sepultura. Porém, destacam-se pelos singles “La Patria! La Fábula!” e mais recente “Madre”, faixas já admiradas pelo público. Dark New Farm é: Luiz Harley (Vocal), Sol Portella (Guitarra e Vocais), Vinicius Saints (Guitarra), Fabiano Hamed (Baixo) e Maykon Kjellin (Bateria).

Lages está em peso no festival e a banda de Crossover, AbomiNação se apresentará pela primeira vez em Rio do Campo - SC. Formada em 2014 pelos músicos Mateus Biazoto (Vocal e Baixo), Miro Wagner (Guitarra) e Ruan Rudieri (Bateria), a banda traz influências vastas, tais como Krisiun, Nevermore, Parkway e Hatebreed. O grupo lançou seu primeiro trabalho em 2015, o EP “Ódio” contendo oito faixas, seguido da Demo “País de Tolos” com cinco músicas.  Como fruto desse último trabalho, foi produzido em 2016 o clipe da faixa que dá nome a Demo, além do lyric video de “Homem Animal Irracional”, lançado no início 2017.

Para o encerramento do festival, mais um grupo originário de Criciúma. A banda de Prog Power Metal, Norium foi formada em 2017 e desde então trabalha na composição de seu primeiro trabalho. O primeiro álbum dos músicos, ainda sem título, será disponibilizado pela MS Metal Records, com distribuição da Voice Music. Os músicos lançaram recentemente o web clipe da música “Sign Of The Times”, que conta com a participação de Z (The Undead Manz). A formação é: Davi Martins (Vocal), Lucas Souza na (Guitarra), Diego Francisco (Baixo) e Saimon Domingos (Bateria).


quarta-feira, 30 de maio de 2018

Carcanhá: Prodígio do Punk Rock Blumenauense

Originário de Blumenau, o grupo surgiu em 2015 a partir de conversas entre amigos e de gostos em comum. O projeto de Punk Rock que em sua essência traz a chama setentista e oitentista foi criado por Edenilson (hoje vocalista atual) que reuniu colegas para firmar uma formação.



Gradativamente como em qualquer outra banda, aos poucos os músicos foram tocando covers, mesclando às próprias e por fim chegando na parte autoral e assim solidificando-se. Durante sua trajetória, houveram algumas modificações entre seus integrantes até estabilizar a configuração atual.

No ano de 2017, a banda gravou seu primeiro Ep intitulado “(Não Tenha) Políticos de Estimação”, trabalho este contendo quatro canções, sendo elas “Discurso Abafado”, “Passa a Grana”, “É de Maracujá” e a homônima “(Não Tenha) Políticos de Estimação”. O material foi lançado nas plataformas virtuais esse ano e contou com a difusão do videoclipe “É de Maracujá”.



O grupo tem influências musicais vastas como Punk Rock, Hardcore, Crossover, Thrash Metal, Rock n Roll entre outras ramificações. E as bandas que são referências para os músicos são Replicantes, Plebe Rude, Garotos Podres, Inocentes, Olho Seco, Cólera e Gritando HC.

A designação “Carcanhá” se deu baseada em nome de bandas Punks, frequentemente associada com nomes de doença. E então com a junção da doença “Calcanhar de Maracujá” se deu a atual cognominação da banda. “Calcanhar” seria o nome ideal senão fosse pelo fato de um amigo do vocalista Edenilson não conseguir pronunciar a palavra. O que fez com que os músicos adotassem a escrita diferenciada “Carcanhá”.

As composições do grupo são frequentemente de desigualdade social, problemas climáticos e letras que abordam de forma imparcial a situação atual do país.

Os músicos marcaram presença em diversos eventos do estado. Em 2017 participaram do Porcalhada e Encontro de motos Urupema. Já esse ano, se apresentaram no Paredão Festival, Quero Uma Festa Punk, e no Green Place com o lançamento do EP (Não Tenha!) Político de Estimação.

A banda tem um recado:
“Não deixem o punk rock e a música autoral da sua região morrer! Vá a eventos prestigiar e dar força ao movimento”.

Agenda:
09/06 - Rock in Hell do Campo
14/08 - Porcalhada
10/11 - Um Dia Livre Rock Festival


Formação Atual:
Edenilson (Vocal)
William (Guitarra e vocal)
Fábio (Baixo e vocal)
Guilherme (Bateria)

Plataformas Virtuais:


quarta-feira, 16 de maio de 2018

Dark New Farm: vagas na excursão para primeira vez em Rio do Campo

Com mais uma viagem na rota dos farmers do New Metal, a Dark New Farm já está aquecendo os motores para a jornada que terá pela frente em junho. Entre os dias 8 e 10, a cidade de Rio do Campo receberá público de todo estado e região Sul do país para o Rock in Hell do Campo, e mesmo com dois shows a fazer antes do festival, a banda de Nova Fazenda está com os preparativos de pé para enfrentar os mais de 400km que terá pela frente. 



Em ação coletiva com as bandas The Undead Manz e Norium, que também estão no cast do Rock in Hell do Campo, uma excursão saindo de Criciúma, com passagem por Tubarão, Laguna, Imbituba e Florianópolis, irá levar as bandas e público que está interessado em passar um final de semana regado a tudo de melhor que um festival de rock pode oferecer. Assim sendo, o ônibus está com vagas abertas para aqueles que quiserem garantir um espaço para ir e voltar com tranquilidade do fest no interior catarinense.

Para reservar sua vaga, basta entrar em contato com uma das três bandas através de suas páginas no Facebook.


Acompanhe todos os detalhes do evento "Rock in Hell do Campo" pelos links:

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Lacrimae Tenebris – Casa de Espelhos (2017)

O Rock In Hell Do Campo ainda nos deixa com saudades da magnífica edição desse ano. E a banda curitibana Lacrimae Tenebris nos exibiu tamanha nostalgia ao elaborar um videoclipe sobre sua canção autoral “Casa de Espelhos” executada no festival riocampense.



A canção traz a exuberância do lirismo, a peculiaridade do instrumental arrastado e os vocais crus e sólidos expostos de forma sentimental por Timóteo. A letra angaria a melancolia e a sinestésica misantropia.

Ela pode ser ouvida nas seguintes mídias sociais:

Google Play: https://goo.gl/YQymSi

Abaixo estão as plataformas virtuais:


terça-feira, 20 de junho de 2017

III Rock In Hell Do Campo (Resenha)

Nos dias 16, 17 e 18 de junho aconteceu a terceira edição do Rock in Hell Do Campo no município de Rio Do Campo.



O evento contou com 18 bandas, apresentações envoltas da fogueira como pirofagias circenses, dança e um luau erudito, exposições de carros antigos, encontro de vinis e ingressão de alguns motoclubes no fest.

Um dos principais atrativos foi a peculiaridade do lugar uma vez que o camping era de fácil acesso, com amplo espaço para montar as barracas, chuveiros quentes, diversidade gastronômicas, exposição de materiais individuais e acessibilidade aos organizadores Tailana e Cleiton (Falcãozinho).

A Urussanga Rock Music se deslocou junto da banda de Heavy Metal Plunder de Lages, o horário e chegada nos possibilitou acompanhar a neblina e névoa sombria sendo uma das características principais do local, no entanto pedimos desculpas por não conseguir assistir as duas primeiras bandas que se apresentaram, a Brigadeiro Espacial e a Pé de Pantufa.

Ao regressar da montagem das barracas, fomos surpreendidos com um HC com mesclas de Punk Rock e Thrash, assim a THC Core de Rio do Sul – SC começara a se apresentar. O último show do baixista Fabrício apenas personificou a brutalidade e qualidade do grupo. O show foi marcado por muitas músicas autorais, como “Sociedade Podre”, “Cão Selvagem” e “Sanguessuga” e com alguns covers que são influência para os mesmos.




O sábado trouxe consigo sol e com ele começou a chegar mais público, movimentando ainda mais o Rock In Hell Do Campo.


Originária de Lages, a Plunder deu as caras as 19:00 horas e expuseram o melhor do Heavy/Thrash Metal. O vocal puro e agudo alternava em cada música, assim como os riffs céleres de Thomas. Dentre as músicas exibidas, destaca-se a homônima “Plunder”, “Poor Devil”, um cover de Mercenary Tales (uma das maiores bandas de Lages), além de outras referências sonoras.




A Balboa’s Punch deu continuidade ás apresentações. O som proposto foi uma espécie de Thrash Metal alternado com o Punk. Suas canções apresentadas, “Portrait Of War” e “Open Season” mostraram a potencialidade e peso que os riosulenses carregam.




Durante o show dos mesmos, a Vírus HC conseguiu executar três canções e mesmo com o  acontecimento trágico com o baixista Marlon que teve sua perna amputada em um acidente de moto, a banda continuou ativa e cada vez mais divulgando o punk rock com suas ideologias. 




Inspirados em música céltica, irlandesa e Folk, a Captain Cornelius advinda de Rio do Sul – SC colocou o evento inteiro para dançar, beber e se divertir. Suas músicas muito bem executadas e elaboradas simbolizou o espírito celta e festeiro presentes em cada pessoa do público.




A Misbehaviour voltou a tocar em solo catarinense depois de 13 anos e ingressou com uma atração surpresa, a primeira música “Titans” que obteve a participação da dançarina Darwin Fiamoncini foi o carro chefe dos músicos. Gilson e companhia oscilaram entre alguns cover e canções respectivamente autorais como “Scars”, “Positive And Negative” e “Play The Game”. O grupo destruiu do início ao fim dinamizando grandes moshes.




De Curitibanos – SC, a Misanthrope tocou os maiores clássicos do death em forma de tributo, homenageando o incrível vocalista Chuck Schuldiner morto em 2001.



Quem acha que Garopaba só tem reggae não conhece o som da Eletromotriz. Os músicos tocaram pela terceira vez no evento e como de costume expuseram o melhor do Stoner Metal que expressam muito bem através dos riffs rápidos e intensos. As canções expostas foram apenas autorais, “Serial Killer”, “Queda Livre”, “Até Quando” e outras músicas novas apresentadas.




A estreante nos palcos é oriunda da capital paranaense, a Lacrimae Tenebris fechou a noite com um Doom carregado e arrastado, mantendo a qualidade e técnica como predominância. Dentre as canções expostas, todo o setlist de autorais com apenas uma música cover de Paradise Lost. Timóteo, ex integrante da Nomen Eius, conseguiu usar das expressões artísticas sombrias e fúnebres, uma sonoridade surreal e composições repletas de situações misantrópicas.




Após o encerramento do palco principal, integrantes da organização prepararam a super fogueira e iniciou-se as exibições ao redor da mesma. A primeira apresentação partiu de Tailana e Darwin Fiamoncini onde nos expuseram a magia da dança e pirofagias.
Ao término da demonstração, Daniel Muller e Siddharta nos embelezaram com cantos do galego português, do espanhol erudita e das canções renascentistas explicitando de maneira medieval o som do Duo Arcanum.




A Dannah de Kayla novamente com a Darwin foram as últimas apresentações da fogueira. O enaltecimento da essência feminina, o conhecimento sapiente dos ancestrais aliado a danças encantadoras conseguiram prender a atenção e interação de todo o público.





Na manhã do domingo, a Tosse Harmônica de Rio Do Sul – SC acordou a todos com seu Rock n Roll em tom humorístico. Os músicos exibiram algumas músicas autorais, destaque para “De Uma Jam Te Copiei” e “Harmonic Cough”.




A segunda atração veio de Florianópolis, O Bonde Do Metaleiro expôs suas letras caracterizadas com tom sarcástico, satírico e de diversão levantando toda a galera presente no evento. No início da apresentação houve uma queda de energia, porém isso nada atrapalhou a exibição dos manézinhos zueiros que incendiaram com seus sons já conhecidos como “Hino dos Virjão”, “Diferentona” e “Fuck You Haters”.




Outra banda curitibana do evento foi a Cassandra. Os paranaenses eram uma das atrações mais esperadas do fest e durante a apresentação não decepcionaram. Toda a pluralidade musical foi exposta, desde o Stoner/Doom até o Experimental e Dark Ambient. Em relação as músicas difusas, destaca-se para a ornamentação das composições em estilo anacrônico e catastrófico tendo como base as previsões da figura mitológica grega. O duo Karina e Daniel nos expuseram de forma autoral, esse misticismo linear musical.



Para encerrar as apresentações, Mateus Régis trouxe o melhor dos covers em forma acústica.


O saldo final foi positivo, pessoas advindas de vários estados puderam desfrutar de um ambiente agradável, com boa música, com pessoas educadas e respeitosas além das excelentes apresentações. Fica nosso agradecimento ao pessoal da organização, das bandas, das mídias, dos fotógrafos e de todo público em geral. Esperamos que em 2018 o festival volte a acontecer, com o mesmo empenho, dedicação e profissionalismo habitual do Rock In Hell Do Campo. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Rock In Hell Do Campo (3° Edição)

No próximo final de semana, acontecerá o III Rock In Hell do Campo. O evento ocorrerá no município de Rio do Campo – SC.  No cast do festival, há 17 bandas, além dos grupos a serem apresentados, Falcaozinho e Tailana organizadores do mesmo, expuseram diversificadas exibições como Pirofagias Circenses, Super Fogueira, Dança do Ventre, Encontro de Motociclistas, Encontro de Vinins, camping aberto e chuveiros quentes. Os três dias, 16, 17 e 18 de junho estarão repletos de apresentações.
(Obs: Essa não é a ordem das bandas)



Parte I

Na sexta feira, o Rock In Hell Do Campo já recepciona o público com três bandas:
A THC Core vem de Rio do Sul – SC e trará o melhor do Thrashcore/Hardcore. Os músicos são totalmente influenciados por bandas como Ratos de Porão, DFC e Mukeka di Rato.



A estreante da noite é a Pé de Pantufa de Ibirama onde expõe uma mescla de estilos, indo do Blues ao Punk. As composições são caracterizadas por conter abordagens sociopolítica e descontentamento social. O grupo é formado por Silvionei Cunha (Guitarra e Vocal), Guilherme (Guitarra), Josimar (Baixo) e Henrique (Bateria).


A Brigadeiro Espacial irá expor toda a psicodelia com traços de progressivo/MPB. O grupo advém de Dona Emma – SC, cidade do alto vale catarinense. Recentemente os músicos divulgaram o primeiro single, denominado “Madrugada”. A banda é composta por César Oliveira (Vocal e Guitarra), Daniel Zink (Bateria), Rafael Bittencourt (Guitarra) e Ewerton Darosceski (Baixo).



Parte II

O sábado começará agitado pois irá conter sete bandas, mais apresentações em volta da super fogueira.

A Misanthrope é um tributo ao Death que lembrará os momentos marcantes da banda norte americana. Ela é composta por Luciano Magagnim (Vocal e Guitarra), Julia Goetten Wagner (Baixo), Douglas Veiga (Bateria) e Marcos Magagnim (Guitarra).



A Lacrimae Tenebris de Curitiba – PR fará também seu primeiro show trazendo um doom metal mesclado a elementos como Black Metal/ Death/Djent. O projeto é idealizado por músicos experientes e conhecidos no cenário como Timotéo.



O grupo de Metal Balboa’s Punch é originário de Rio Do Sul – SC e é regado à influências como Slayer, Megadeth, Kreator, Testament, Sodom e Metallica. Todavia os músicos possuem materiais autorais, as canções “Open Season” e “Portrait Of War” são bem lembradas pelo público. O grupo é formado por Jaca (Bateria), Juarez Souza (Guitarra e Vocal), Saintclair Shneider (Vocal), Guilherme Lungen ( Baixo e Backing Vocal ) e Cicero Smanioto (Guitarra base).



Da frígida serra catarinense vem a Plunder, os lageanos angariam o melhor do Heavy Metal munidos de referências como Accept, Iron Maiden, Black Sabbath e Ozzy Osbourne . O  grupo está no desenvolvimento do seu primeiro álbum. A formação é Will Anjos (Vocal), Thomas Michel Antunes ( Guitarra), Decão Braga (Bateria) e Max Mendes (Baixo).



Movidos pela cultura celta, a Captain Cornelius de Rio do Sul – SC juntará os resquícios eruditas para o espetáculo que será apresentado. O som proposto é uma mistura de Irish Punk e Folk Metal, personificado nas composições autorais e covers tocados. O grupo é formado por Douglas Sieves (Vocal, Bandolim e Banjo), Camila Varela Buttner (Teclas e Backing Vocal), Fabricio Forechi (Flauta Doce, Transversal e Tin Whistle além de Backing Vocal), Diogo Cezar Marconatto ( Guitarra), Julio Halt (Baixo) e Thomas Sebastian Adam (Bateria).



Na cidade de Garopaba – SC, há uma banda considerável de Southern Metal que é figurinha carimbada nos eventos riocampenses. O grupo irá explicitar suas músicas autorais em destaque para “Tom de Sépia”, “Ser Humano” e “Serial Killer”, todas conhecidas pelo público do vale. Os músicos são Misa (Vocal), Quira (Baixo), Duds (Guitarra) e Sid (Bateria).



Cruzando a região sul, está a Misbehaviour que é a atração de mais longe, de Dourados - MS. Os músicos estarão novamente em SC, desde aquela participação no River Rock em 2004. Na trajetória dos douradenses, possuem dois materiais, o primeiro “Back To The Game e o mais recente “This World Will Desappear”. O heavy metal tradicional executado pelos músicos, faz com que ganhem destaque por onde passam. A formação é composta por Gilson (Vocal), Nairon (Guitarra), Marcus Baixo), Allan (Bateria) e Guilherme (Teclado).



O Duo Arcanum fará a apresentação envolta da fogueira. Toda essa atmosfera é caracterizada pela bela voz lírica de Siddharta e pelo instrumental sapiente de Daniel Muller, o que torna o espetáculo ainda mais mágico e exotérico. Canções clássicas serão abordadas pelo Duo.



Denominado como Belly Dance Tribal, Darwin Fiamoncini irá expor suas danças artísticas em contato com a sinestesia do fogo e com a interação do público presente que se encantará pela coreografia da dançarina.



Parte III

O domingo dá as caras com aquele gostinho de quero mais.

A Vírus HC de Pouso Redondo exibirá o Hardcore/Punk com grandes referências sonoras como Olho Seco, Calibre 12 e Ratos de Porão. A banda é caracterizada pela potencialidade e agressividade em seus respectivos shows. O grupo é formado por Jukka (Vocal), Eduardo (Bateria), Marlon (Baixo) e Carlos (Guitarra).



Depois dos dois vídeos lançados de chamariz para o fest, a Tosse Harmônica de Rio do Sul – SC fará um rock n roll com um tom humorístico, satírico e despretensioso. “De Uma Jam Te Copiei” e “Harmonic Cough” são canções já exibidas pelos músicos nas respectivas plataformas virtuais. O grupo vem ganhando gradativamente a simpatia e o carinho de todos que confirmaram presença no RIHC. A mesma é composta por Marlon Nunes (Vocal e Baixo), Jonathan Deucker (Guitarra) e Gustavo Bachmann (Bateria).



Diretamente de Taió – SC, Mateus Régis transparecerá o acústico.

Simbolizada pela magia celta e pelo esoterismo espiritual, a Dannah de Kayla novamente realizará sua apresentação no Rock In Hell. O grupo personifica a musicalidade céltica através de instrumentos eruditas e de composições herméticas muito bem elaboradas. A banda carrega várias referências sonoras, como Eluveitie, Alestorm, Loreena Mckennitt, Luar na Lubre e Blackmore Nights. A formação atual consta, Eduarda (Vocal), Ingridh (Teclado, Flauta, Cello e Escaleta), Milena (Violão e Guitarra), Vinie (Bateria) e Eduardo (Baixista).



Uma das bandas mais esperadas, advém de Curitiba. O duo Cassandra exibirá um som diferenciado, o instrumental é caracterizado por mesclas de Stoner, Dark Ambient e Metal Experimental além de agregar em suas composições, temática ímpar evidenciadas de forma catastrófica. O grupo já lançou uma demo ao vivo em 2014, e um Full Length intitulado “Antumbra”. O duo é Karine D’alessandre (Bateria) e Daniel Silveira (Vocal e Baixo).





A zoeira tomará conta do festival uma vez que O Bonde do Metaleiro fora confirmado. A banda já lançou um álbum denominado “O Ataque dos Headbanger Virjão” que conta com 13 faixas alternando entre humor, brincadeiras, sátiras e diversão. A  formação é composta por Metaleiro (Vocal), Ziggyzira (Baixo), Serginho (Guitarra) e Doug (Bateria).




Então galera, com todos esses aditivos e peculiaridades, não dá para nem pensar em perder um festival com tamanha estrutura e importância, vamos movimentar a cena catarinense, acompanhem, compareçam, compram materiais, divulguem, compartilhem, expressem seu sentimento, convida o pai, convida o tio, convida todo mundo e bora remar para Rio do Campo no próximo fim de semana. 

DEIXE SEU LIKE

ESTATÍSTICAS