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segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Tandra: trama medieval marca videoclipe de estreia da banda

Na última sexta-feira (19), a banda curitibana de Folk metal, Tandra difundiu seu novo trabalho, trata-se do videoclipe da canção “Marching To Infinity”.

Foto/Divulgação

A canção “Marching To Infinity” trata em sua essência sobre os empecilhos que podem prejudicar a caminhada dos destinados às lutas e conflitos, que os enfrenta com gana e “olhos de fogo”.  Com alternações referentes à sonoridade, a música exprime um solo técnico e conceitual.

O videoclipe é o primeiro lançado pelos curitibanos, o trabalho teve sua estreia adiada devido a pandemia, mas com certeza, a espera valeu a pena. O resultado foi uma produção extraordinária, ambientada em um cenário deslumbrante. Além disso, o clipe, que acompanha a temática viking característica do grupo, conta com cenas de batalhas, takes da banda e uma dose extra de misticismo.


Sobre a banda

O grupo foi formado em 2013, com a ideia de criar um projeto inspirado em Finntroll, Korpiklaani, Equilibrium, entre outros nomes do estilo. Com uma proposta referenciada através do Folclore e das culturas em geral, os curitibanos apostam na presença do acordeom, da flauta e da guitarra de sete cordas.

Foto/Divulgação

Em outubro de 2019, os paranaenses divulgaram seu full length “Time and Eternity” contendo nove faixas e gravado, mixado e masterizado por Ivan Pellicioti no O Beco Estúdio.

 

Formação atual:

Christopher Knop (Guitarra e Vocal)

Felipe Franco (Baixo e Vocal)

Max Waltrick (Bateria e Percussão)

Geferson Franco (Guitarra e Backing Vocal)

Felipe Ribeiro (Flauta e Backing Vocal)

Carlos Linzmeyer (Acordeom)

 

Plataformas digitais:

Facebook

Instagram

Spotify

YouTube


domingo, 22 de março de 2020

Arandu Arakuaa: Em novo videoclipe, músicos se conectam com ancestralidade da natureza

No último dia 11, a banda brasiliense Arandu Arakuaa divulgou “Waptokwa Zawré”, seu novo videoclipe. Esse será o primeiro, de muitos audiovisuais que os músicos divulgarão durante o ano de 2020.



O vídeo foi dirigido por Caio Cortonesi e exibe takes individuais dos integrantes com instrumentos índigenas, através do contato com a natureza. A canção possui uma sonoridade calma que aos poucos se cadencia em complemento à composição. Esta escrita por Zândhio Huku é composta no idioma Akwe Xerente, e trata sobre o empirismo e o poder de ancestralidade dos elementos como Terra, Água, Ar e Sol.

Sobre a banda
O grupo de Folk Metal foi criado em 2008 com uma proposta de executar suas músicas em línguas nativas. Rapidamente a banda foi tendo o reconhecimento e a cada show, uma performance única e totalmente enriquecedora. Os brasilienses já lançaram três discos, “Kó Yby Oré”, “Wdê Nnãkrda” e o mais recente “Mrã Waze”.

Facebook da banda
Formação Atual
Zândhio Huku (Guitarra/Voz/ Viola Caipira /Instrumentos Indígenas)
Guilherme Cezario (Guitarra/Voz)
Andressa Barbosa (Contrabaixo/Voz)
João Mancha (Bateria/Percussão)

Plataformas Virtuais:

segunda-feira, 9 de março de 2020

Tandra: A magia por trás do seu disco “Time And Eternity”

No final do ano passado, a banda curitibana de Folk Metal Tandra divulgou seu primeiro trabalho, trata-se do álbum “Time And Eternity”.

Time And Eternity
O grupo foi formado em 2013, com a ideia de criar um projeto inspirado em Finntroll, Korpiklaani, Equilibrium, entre outros nomes do estilo. Com uma proposta referenciada através do Folclore e das culturas em geral, os curitibanos apostam na presença do acordeom, da flauta e da guitarra de sete cordas.

Em outubro de 2019, os paranaenses divulgaram seu full length “Time and Eternity” contendo nove faixas e gravado, mixado e masterizado por Ivan Pellicioti no O Beco Estúdio. A arte do álbum ficou por conta de Ewan Donnovan e o design por Max Waltrick.

A primeira faixa “The Summoning To The New Age” é a introdução do disco. Ela é instrumental e possui uma atmosfera única, com mistérios pairando através de sua sonoridade.

Entretanto, “Thunder’s Calling” é um chamado para os seres ancestrais e suas histórias gloriosas. O empirismo supera a força física, e a carga da alma é fortificada através dos ensinamentos do Deus Trovão. O instrumental da canção é um complemento à anterior, uma vez que em seu corpo sonoro traz a flauta e o acordeom, além da celeridade dos riffs no meio da mesma.

A terceira música “Time And Eternity” foi uma das primeiras a ser divulgadas, antecedendo o disco. Mais cadenciada, a faixa perambula referências à Ensiferum e em alguns momentos Skyforger, ou seja, uma sonoridade que vai desde os takes lentos até riffs mais crus com a inclusão de vocais ríspidos e de um coro em seu refrão. A composição permeia através de batalhas vencidas por guerreiros em busca da honra e do poder.

“Open The Bar” é uma das mais contagiantes do disco, já que a mesma fora criada no calor de um festival e enfatiza como tema principal a diversão e o fato de beber sem preocupações desnecessárias. No início é quase impossível não se remeter à Alestorm e o decorrer mantém certa influência, com gritos ásperos nos vocais, acordeom a todo vapor, e com o coro “Open The Bar, Open the Bar, Open The Bar...”a música se torna uma espécie de celebração para quem a ouve.



A canção “Marching To Infinity” trata em sua essência sobre os empecilhos que podem prejudicar a caminhada dos destinados às lutas e conflitos, que os enfrenta com gana e “olhos de fogo”.  Com alternações referentes à sonoridade, a música exprime um solo técnico e conceitual.

Simbólica e agitada, “The Forest Dance” é uma das melhores executadas pelos paranaenses. Com 04:21min, ela expõe um instrumental rápido, coeso e bem trabalhado. Sua letra remete ás criaturas da floresta que dançam e convidam a todos a ingressar numa magia, que de forma síncrona se ambienta ao esoterismo da natureza.

Definida como um prelúdio, “Last War Sacrifice” novamente faz alusão à clássicos do Folk, como é possível compará-la ao Manegarm e ao Skyforger quando os mesmos convergem suas músicas às raízes do estilo.

Com 08:24 min, “Winter Days” é a oitava faixa. A canção explicita a coesão, vocais graves, um instrumental agressivo e ao mesmo tempo cadenciado, além da atmosfera dançante peculiar no grupo. A magia da música evidencia, quando o acordeom assim como a flauta, complementam os riffs céleres. A composição é rica e traz uma história recheada de guerras e lutas contra os pregadores psicóticos, contra toda a escravidão presente no período, além de fomentar a honra e o orgulho de um respectivo povo que com sangue e suor terá deixado o seu legado.

Encerrando o disco, “Tears Of Sorrow” fecha de forma clínica com maestria. Depois de uma batalha vencida, vem a redenção. A música que é totalmente instrumental e possui riffs cadenciados conecta os ouvintes a um espectro de paz, proporcionado depois de todas as batalhas ocorridas.

Conceitual, original, mas ao mesmo tempo bebendo referência de bandas clássicas, o Tandra impressiona pela qualidade musical e compositora, e consequentemente pela criatividade do layout do encarte, o qual expõe cada música e sua figura artística.

Facebook da banda
Formação Atual:
Christopher Knop (Guitarra e Vocal)
Felipe Franco (Baixo e Vocal)
Max Waltrick (Bateria e Percussão)
Geferson Franco (Guitarra e Backing Vocal)
Felipe Ribeiro (Flauta e Backing Vocal)
Carlos Linzmeyer (Acordeom)

Plataformas Virtuais:

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Tuatha de Danann: Misticismo e originalidade através de "Turn", seu novo videoclipe

Uma das bandas mais influentes do Metal Nacional, a banda mineira Tuatha de Danann divulgou recentemente seu novo videoclipe, trata-se da canção “Turn” presente no Ep “The Tribes of Witching Souls” divulgado esse ano.


Como já é de praxe nos outros trabalhos audiovisuais dos músicos, a qualidade também é evidenciada do início ao fim no clipe. O mesmo foi produzido pela Escadas Produções, com roteiro e direção de Alexandre Felix de Carvalho e fotografia por Allan Felix de Carvalho. Além disso, contou com elenco de Marina Azze, Vitória Raciane e Marcelly Ribas.

O vídeo retrata a visão da artista e sua imersão conectiva à natureza, que por sua vez se personifica através das personagens que compõe o clipe. Essa narrativa é integrada a takes da apresentação enérgica dos músicos.

O instrumental remete às raízes do Folk e demonstra riffs técnicos e cadenciados, que se alternam gradativamente durante a canção. Enquanto isso, a letra caminha em uma análise sobre a humanidade e seus aspectos comportamentais, como a ganância e o desejo.

Divulgação

Sobre a banda

A Tuatha de Danann foi formada em 1995 na cidade de Varginha- MG. O grupo de Celtic/Folk Metal possui em sua discografia, quatro discos, “Tingaralatingadum”, “The Delirium Has Just Began”, “Trova di Danú” e “Dawn Of A New Sun”. Além disso, o grupo mineiro contém eps, demos e singles que juntos consolidam a Thuatha como uma das maiores bandas do Metal Nacional.

Formação:
Bruno Maia (Vocal, Flauta, Guitarra, Bandolim e Banjo)
Giovani Gomes (Baixo e Vocal)
Edgard Brito (Teclados)


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Tandra: "Winter Days" é o novo trabalho dos vikings paranaenses

A banda paranaense de Folk Metal, Tandra, divulgou no dia 12 de setembro, seu novo single “Winter Days”. A música estará inclusa no disco “Time and Eternity” e está disponibilizada nas plataformas virtuais e de streaming.


Com 08:24 min, a canção explicita a coesão, vocais graves, um instrumental agressivo e ao mesmo tempo cadenciado, além da atmosfera dançante peculiar no estilo. A magia da música evidencia quando o acordeom assim como a flauta complementa os riffs céleres.

A composição é rica e traz uma história recheada de guerras e lutas contra os pregadores psicóticos, contra toda a escravidão presente no período, além de fomentar a honra e o orgulho de um respectivo povo que com sangue e suor terá deixado o seu legado.


Sobre a banda
Os vikings brasileiros do Tandra começaram o grupo em 2013, com a ideia de criar um projeto inspirado em Finntroll, Korpiklaani, Equilibrium, entre outros grupos do estilo. Com uma proposta referenciada através do Folclore e das culturas em geral, os curitibanos apostam na presença do acordeom, da flauta e da guitarra de sete cordas.

Divulgação
A banda já possui dois singles divulgados, “Open The Bar” e “Time To Eternity”, inclusive com a intitulação da última que será lançado o álbum dos músicos, o qual contará com nove faixas.

O grupo estará se apresentando no dia 19 de outubro no Rock In Helloween, em Pouso Redondo- SC. 

Formação:
Carlos Henrique Linzmeyer (Acordeon)
Christopher Schmitt Knop (Guitarra/Vocal)
Felipe Ribeiro (Flauta/Backing vocal)
Felipe Franco (Baixo/Vocal)
Gefferson Franco (Guitarra/Backing Vocal)
Max Waltrick (Bateria)


quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Otacílio Rock Festival 2018: Um dos maiores festivais do sul do Brasil chega a sua 12° edição

O Otacílio Rock Festival é de praxe o destino dos metalheads e headbangers brasileiros no mês de março. O evento já trouxe bandas como Ratos de Porão, Master (EUA), Violator, Attomica, Krisiun, Hibria, Nervochaos, Torture Squad, Nervosa, Vodoopriest, Claustrofobia, Khrophus, além de outros nomes consagrados do Rock/Metal nacional.



A cidade catarinense de 17 mil habitantes tem sua economia baseada principalmente no ramo madeireiro e há mais de uma década tornou-se casa do festival idealizado por Denilson Luiz Padilha, Elienai Souza e Nani Poluceno que angaria milhares de pessoas anualmente à Fazenda Cambará (onde foi promovido recentemente o SC Metal Fest de Nani Poluceno e Cleberson Oliveira).

O evento como de costume possuirá área para camping e contará com o apoio da Brutal Wear, Mundo Do Rock Otacílio, Makila Crowley, Over Music e Chronos Enternament, além das coberturas das mídias Urussanga Rock Music, Cultura Em Peso, O Subsolo, A Hora Hard, Esporro Sonoro, Over Metal TV e Heavy Metal Online.

Para essa edição do OTA, 20 bandas irão se apresentar, dentre elas, Taurus, Selvageria, Miasthenia, Justabeli, Horror Chamber, John Liar, Jailor, Válvera, Red Razor, Don Capone, Bad Bebop, Captain Cornelius, Gestos Grosseiros, AttracthA, Before Eden, Cerebral Cannibal, Atho, Warhell, Misanthrope (Death Tribute) e Legado Frontal.

Com 33 anos, uma das maiores bandas brasileiras de Metal se apresenta pela primeira vez no Planalto Catarinense. A carioca Taurus possui quatro álbuns de estúdio, “Signo de Taurus”, “Trapped In Lies”, “Pornography” e “Fissura”, além de demos e splits e carrega todo o conhecimento técnico de experientes músicos além do habitual Thrash/Heavy Metal.

“Eis o Som Infernal...” Uma das últimas confirmadas foi a paulistana Selvageria que carrega consigo todo Speed/Heavy Metal característico dos anos 80. O grupo foi formado em 2005 e já angariam dois full length, o destruidor homônimo “Selvageria” divulgado em 2009 e o trabalho mais recente “Ataque Selvagem” que foi difundido o ano passado.

A Miasthenia atualmente é uma das bandas de Metal Extremo mais antigas do país. Os brasilienses carregam em sua trajetória doze trabalhos, entre eles cinco álbuns de estúdio, o “XVI”, “Batalha Ritual”, “Supremacia Ancestral”, o expoente “Legados do Inframundo” e “Antípodas”. Uma das peculiaridades do grupo é manterem e exporem em suas respectivas composições temáticas relacionadas a culturas e povos latino-americanos.

Retornando à serra catarinense, a Justabeli traz em seus 17 anos de história toda a blasfêmia, anticristianismo e heresia através dos seus trabalhos, “Eternal War”, “Justabeli”, “Total Destruction”, “Hell War”, “Cause The War Never Ends” e o recente “Blast The Defector”. A banda do ABC paulista promete destruir e incendiar o palco do Otacílio Rock Festival.

Representante de Canoas – RS, a Horror Chamber exibirá o poderoso e árduo Death Metal. O grupo está na ativa desde 2004 e obtém um grande reconhecimento no cenário do Metal Extremo devido as duas demos lançadas e ao seu álbum “Eternal Torment” divulgado o ano passado. A banda é formada por Guilherme Lannig (Baixo/Vocal), Felipe Pujol (Guitarra), Paulo Hendler (Guitarra) e Rafael Machado Kniest (Bateria).

Uma das maiores bandas de Hardcore catarinense pisa pela primeira vez no palco do Otacílio Rock Festival. A John Liar exibe riffs rápidos e céleres através de letras do cotidiano e de experiências de vida. O grupo lageano lançou em 2015 o EP “John Liar” que possui quatro faixas, “Hard Work”, “A New World To Begin”, “Gangster Sunday Love” e “All The Things Right” (Com destaque para a faixa 01 e para a faixa 04 que possuem dois videoclipes no YouTube).

A paranaense Jailor irá enfatizar seu preciosíssimo Thrash Metal, o qual já exibem há quase 20 anos. Os músicos possuem influências musicais como Slayer, Death, Coroner, Exciter, Fuzilador, Rhestus, Carcass entre outras bandas e renomadas e personificam essas referências através de quatro trabalhos divulgados, sendo estes, o “Capital Punishment”, “Religious Unpourge”, “Evil Corruputs” e “Stats Of Tragedy”.

Um dos prodígios do Thrash Metal brasileiro novamente se apresenta em palcos catarinenses. A banda Válvera formada em 20 em Votuporanga – SP mescla canções em português e inglês com riffs rápidos e céleres. Os seus principais projetos lançados foram o “Cidade em Caos” de 2015 e o mais novo álbum “Back To Hell” divulgado em 2017.

A florianopolitana Red Razor surgiu em 2011 com o intuito de resgatar as raízes do Thrash Metal dos anos 80 e 90. Com influência de grandes nomes como Slayer, Exodus e Kreator, o grupo possui dois trabalhos lançados, o Ep “Shark Attack” (2013) e o full length “Beer Revolution” (2015).

 Proveniente do sul do estado, a banda orleanense Don Capone está na ativa desde 2004 mesclando em suas composições rock and roll clássico com blues. Os músicos lançaram em 2008 o seu primeiro trabalho, o EP "Oficina do Diabo" (2008), seguido pelo “Locomotiva” (2012) e o atual "Corpo Fechado" (2017).

A banda curitibana de Heavy Metal Bad BeBop foi formada em 2015 e lançou no início de 2017 seu primeiro trabalho, o álbum Prime Time Murder, sendo divulgado através de uma turnê entre o Brasil e Argentina.

Tradicionalíssima nos festivais catarinenses, a Captain Cornelius de Rio Do Sul – SC mostrará a todos o público músicas de Folk Metal com danças típicas irlandesas, bebidas ligadas a cultura celta e toda a diversão e agitação proveniente dos “marujos capitanélicos”. O grupo reproduz canções de bandas influentes do Folk como Korpiklaani, Alestorm, Dropick Morphys, Flogging Molly, entre outras bandas.

Há 20 anos na estrada, a Gestos Grosseiros também marcará presença nos palcos do OTA. A banda de Death Metal originária de Guarulhos possui duas demos, No Rest (2001) e First Pain (2003). Além dos álbuns Countdown to Kill (2007), Satanchandising (2011), World's Hypocrisy (2017) e a compilação On the Road Since 1998 (2014).

Influenciados por Black Sabbath, Ozzy Osbourne, Adrenaline Mob e Stone Sour, a banda paulistana AttracthA irá mostrar seu característico Heavy Metal. O grupo foi formado em 2007, porém no ano de 2011 entrou em hiato por dificuldades na formação, todavia dois anos depois divulgaram seu primeiro trabalho “Engraved” e mais tarde lançaram mais dois trabalhos, o “Unmasked Files” e “No Fear To Face What’s Buried Inside You”.

A clássica banda de Power Metal blumenauense Before Eden irá expor toda a sua trajetória de mais de 20 anos na cena. Os músicos obtêm cinco trabalhos lançados, dentre os quais, cabe destaque os discos de estúdio, o homônimo “Before Eden”, “The Legacy Of Gaia” e o “A Realm Reborn” difundido no ano de 2015.

Advindos do município de Benedito Novo- SC, a Cerebral Cannibal aos poucos está se consolidando nos festivais catarinenses. O grupo surgiu em 2010 com o intuito de propagar o Death Metal cru com letras em português. E influenciados por bandas do estilo como Krisiun, Terrorizer, Dying Fetus e Cannibal Corpse, os músicos lançaram a demo “Cerebral Cannibal” em 2016 contendo seis músicas, “Intro”, “Degolação”, “Insane Brutality”, “Devorando o Encéfalo Putrefado”, “Esquartejando Com o Cutelo” e “Necrose Facial”.

Atho, prata da casa, será a segunda atração do cast. A banda de Hard e Havy Metal foi formada a partir de remanescentes das bandas Angels Guardian e da Dr Fantasy e atualmente possui algumas músicas gravadas, como “Free & Wild”, “Lost My Voice” e “Greed”.

De Curitibanos – SC, a Warhell trará o seu peculiar Death Metal. O grupo foi formado em 2007 e já conta com quatro materiais divulgados, sendo estes, “Offer Your Blood To The Mosh”, “I, The Wolf”, “The Lawn Mower” e o full length “Upperguth”.

A Misanthrope, também originária de Curitibanos, será responsável por apresentar um tributo a banda Death, resgatando grandes clássicos do grupo.


A banda de Metalcore Legado Frontal é a única prata da casa, formada na cidade de Otacílio Costa. O grupo mescla cover e músicas autorais sendo estas provenientes do EP “A Guerra Não Tem Fim”. 

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Odin's Krieger Fest 'Invasão Pirata' - Curitiba (Resenha)


Nessa sexta-feira (01), realizou-se o primeiro dia da edição especial do Odin’s Krieger Fest no John Bull, em Curitiba, a qual se denomina “Invasão Pirata”. O festival contou com duas ótimas bandas brasileiras que seguem a temática dessa edição, sendo Captain Cornelius (Rio do Sul - SC) e Confraria da Costa (Curitiba - PR), e também com uma atração especial, a banda Alestorm (Escócia), que fechou a noite com chave de ouro provando mais uma vez que o evento não veio para decepcionar os fãs de música folk.

      Quem começou a festa foi a banda Captain Cornelius, trazendo a temática do festival em seu próprio nome, e que sem nenhum esforço já tirou a galera do chão com seu repertório repleto de Folk Metal e Irish Punk. Além de releituras que a banda fez de algumas músicas como Ievan Polkka e I'll Tell Me Ma, dando aquela pitada da Captain, também rolaram covers de Korpiklaani, Dropkick Murphys, Flogging Molly, Paddy and the Rats, Fiddler's Green e Bastard Bearded Irishmen, levando todos os presentes à loucura e os deixando curiosos para conhecer mais do trabalho da banda, que se apresentou em Curitiba pela primeira vez.



Após essa insanidade, quem agitou a platéia foram os curitibanos da Confraria da Costa, que já haviam se apresentado em edições passadas do Odin's Krieger Fest e, como de costume, botaram a casa abaixo cantando seus clássicos que todos já têm na ponta da língua, como À deriva, És cadavérico!, Canto dos Piratas e Rússia Reversa. E ainda, no meio da apresentação, os músicos parabenizaram a Captain Cornelius, alegando que não conheciam a banda e fazendo comentários extremamente positivos sobre o show. A alegria contagiante e os refrões pegajosos tomaram conta do John Bull com o carisma dos corsários.

Antes do Alestorm subir ao palco, o técnico de som Joel Peters, que apareceu no final da apresentação para tocar violão na música ‘Fucked With An Anchor’, entrou em cena para deixar tudo nos conformes testando os instrumentos e microfones, o que infelizmente levou mais tempo do que o esperado, atrasando o show em mais ou menos 30 minutos. Fora a correria e a pressão para tudo ficar pronto o mais rápido possível, os fãs se mostraram pacientes e animados, sabendo que os rapazes da banda iam entrar no palco a qualquer momento.



Estando tudo pronto e regulado, os Escoceses entram no palco levando o público, que não poupou fôlego na gritaria, ao delírio. E para contribuir com o êxtase, abriram o show com um de seus maiores clássicos, a música ‘Keelhauled’, o que deixou alguns fãs animados até de mais, sendo que arremessaram cerveja no palco em direção ao vocalista Cristopher Bowes, que ficou visivelmente irritado por alguns segundos, mas nada interferiu no restante do show. 

Mesmo o setlist sendo dedicado em maior parte ao seu último álbum ‘No Grave but the Sea’, a apresentação foi repleta de suas habituais canções, consideradas as que “não poderiam faltar em um show do Alestorm”.

  No final da performance, logo após tocarem ‘Shipwrecked’, todos saíram correndo do palco sem se despedir nem dar explicações, causando uma pequena confusão na cabeça do público, que imediatamente começou a cantar alguns refrões dos clássicos da banda, mas não demorou muito para eles voltarem ao palco fazendo a apresentação dos integrantes e agitando a galera ao som de ‘Drink’, gerando moshs e bateção de cabeça. O fechamento da noite foi com a música ‘Fucked With An Anchor’, a qual Christopher educadamente cantou mostrando os dedos médios para a paltéia. E então a banda se despediu devidamente do público, agradecendo a presença de todos e se mostrando muito gratos por ter voltado ao Brasil depois de quatro anos.

Antes mesmo de subirem ao palco, os integrantes do Alestorm já haviam encontrado os fãs na fila do John Bull, e também dentro da casa enquanto as outras bandas se apresentavam, mostrando sempre muita dedicação e simpatia com todos que pediam para tirar fotos, dar autógrafos e até bater um papo. E ao final da noite, quando as portas estavam prestes a fechar, podia-se encontrar alguns membros do lado de fora conversando e se despedindo das pessoas que compareceram à essa noite épica.

REPERTÓRIO

Keelhauled
Alestorm
Magnectic North
Mexico
That Famous Ol’ Spiced
The Sunk’n Norwegian
No Grave but the Sea
Nancy the Tavern Wench
Rumpelkombo
1741 (The Battle of Cartagena)
Hangover
Pegleg Potion
Bar Ünd Imbiss
Captain Morgan’s Revenge
Shipwrecked

Drink
Wenches & Mead
Fucked With an Anchor



sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Alestorm: Lenda escocesa do folk metal se apresenta no Brasil


       Estamos a uma semana da inédita edição do Odin's Krieger Fest 'Invasão Pirata', em que a OKF Produções novamente impressiona, trazendo ótimas bandas pra tocar no festival. Após o sucesso do último evento, onde a grande atração foi a banda holandesa Rapalje, dessa vez a novidade vem da Escócia, com Alestorm que passa pelo Brasil pela segunda vez, após quatro anos.
    A banda, que hoje está no auge de sua carreira, apresenta seu novo álbum 'No Grave but the Sea' pela Napalm Records, uma gravadora austríaca focalizada em bandas de Heavy Metal. Alestorm vem sendo a única banda a tocar nos três dias do festival, acontecendo em Curitiba (1/12), São Paulo (2/12) e Porto Alegre (3/12).


      Dando-se a edição especial pirata, o evento conta com grandes bandas de folk, como Eldhrimnir, Lothlöryen, Captain Cornelius, Lugh, Bando Celta e também as pioneiras do evento, que tocaram em edições passadas, Confraria da Costa, Terra Celta e Hugin Munin. O festival também vai contar com Hidromel, Rum, venda e exposição de produtos medievais e exibições de "Brigas de Convés".

Detalhes:


CURITIBA
Data: 01/12/17 - 19h
Local: John Bull
Bandas: Alestorm - Confraria da Costa - Captain Cornelius

SÃO PAULO
Data: 02/12/17 das 14h às 22h
Local: Tropical Butantã
Bandas: Alestorm - Terra Celta Londrina - Lothlöryen - Confraria da Costa - Eldhrimnir

PORTO ALEGRE
Data: 03/12/17 - 17h
Local: Preto Zé CB
Bandas: Alestorm - Bando Celta - Hugin Munin - Lugh 




sexta-feira, 14 de abril de 2017

Captain Cornelius

Interação, alegria, peculiaridade e singularidade representadas pela Captain Cornelius



No mundo da música, há muitas ramificações interligadas à cultura regional de países, e com a Irlanda não seria diferente, porém é uma banda brasileira que possui traços celtas que está fazendo o maior sucesso na cena catarinense.

No mesmo ideal de Terra Celta, Bando Celta, Confraria da Costa e outros grandes grupos, a Captain Cornelius de Rio Do Sul-SC vem se destacando no cenário barriga verde perante sua incrível capacidade de criação, musicalidade, inovação e atitude, todos aspectos da sapiência e versatilidade irlandesa.  

No ano de 2014, integrantes com propósitos em comum se reuniram no intuito de criar um grupo com o ideal de perpassar a essência da música folclórica de toda Europa, através de canções com temáticas contagiantes, alegres e bem-humoradas. O estilo ficou caracterizado como Irish Punk e Folk Metal.



A designação do nome “Captain Cornelius” se deu de maneira simples, uma vez que os integrantes quiseram homenagear um símbolo da cultura irlandesa, todavia também para congratular Cornelio Sieves (Pai do vocalista Douglas Sieves) que sempre acompanhou e apoiou o som da trupe.

A banda possui grandes influências musicais e ideológicas. As músicas, são referências como The Dreadnoughts, Flogging Molly, Dropikick Murphys,Wolfe Tones, Korpiklaani e Alestorm. Em contrapartida, o grupo é lembrado por pular, brigar, beber, festar e dançar onde fica personificado o visual característico no espetáculo.

Os músicos são:
 Douglas Sieves (Vocal, Bandolim e Banjo)
 Camila Varela Buttner (Teclas e Backing Vocal)
Fabrício Forechi (Flauta Doce, transversal e Tin Whistle além de Backing Vocal)
Diogo Cezar Marconatto (Guitarra e Backing Vocals)
Julio Halt (Contrabaixo)
Thomas Sebastian Adam (Bateria)

O grupo atualmente está no desenvolvimento e elaboração de músicas autorais, que serão difundidas futuramente.

Agenda:
05/05 GreenFall- Curitibanos-SC
20/05 Evento Nerdieval- Colher de Chá – Criciúma-SC
16,17,18/06 Rock In Hell Do Campo- Rio do Campo-SC

As plataformas virtuais estão abaixo:

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCkwmwOC9Q-yaeqKD3N35S2g

A banda tem um recado:
"Quando a calmaria entediar a tripulação,
E nem mais no álcool encontrar redenção,
Das profundezas surgirá um grupo,
Uma ébria dama e cinco putos.
Captain Cornelius ao seu dispor!
Boa música, festa e diversão em pudor!"


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