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sexta-feira, 5 de maio de 2023

Last Sheep: videoclipe “Mentiras Disfarçadas” enfatiza realidade sufocante

A banda riosulense de Hardcore Melódico, Last Sheep divulgou no dia 25 de abril, seu novo trabalho, o videoclipe da canção “Mentiras Disfarçadas". A faixa está inclusa no EP recente “Sonhos e Promessas”, trabalho gravado em fevereiro deste ano junto do produtor e baixista do CPM 22, Ali Zaher. 

Foto/Divulgação

O audiovisual foi produzido pela Brisa Filmes e teve a direção de Jean Goral. “A angústia de viver dentro de uma ‘casca’ para poder se adequar ao mundo atual. Uma realidade que sufoca. Um desejo de sair dali”, essa é a descrição da banda para a composição que ainda possui traços de dramas e questionamentos existenciais. 


O novo EP possui quatro faixas, “Mentiras Disfarçadas”, “Sonhos e Promessas”, “Ela” e “Descartáveis”. O material foi contemplado pelo Prêmio de Incentivo à Cultura, Nodgi Pellizzetti. 


A banda foi criada em 2022 e logo no seu ano de fundação, desenvolveu um disco denominado “Pés no Chão, Mente Nas Nuvens” que exibe uma estética única do HC noventista. Os integrantes são Biel TMK (Guitarra e Vocal), Rafa Moda (Guitarra e Vocal), Juninho Alvisi (Bateria) e Anderson Méts (Baixo). 


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terça-feira, 2 de maio de 2023

Fantástico Caramelo: videoclipe “Sempre Quis” insere simbolismos em meio a melodia suave

No último domingo (28), a banda de Shoegaze de Rio do Sul, Fantástico Caramelo divulgou seu novo videoclipe “Sempre Quis”. O audiovisual tem a direção de Henrique Marquez.

Foto/Divulgação

O clipe enfatiza elementos da natureza que complementam as filmagens de drone e arranjos que aos poucos vão se conectando, desde a figura da gueixa e também um portal que transporta para outra realidade. A sonoridade remete a melodias suaves, riffs cadenciados e uma atmosfera única. 


Sobre a banda


A banda iniciou suas atividades em dezembro de 2020, por músicos reconhecidos do cenário do Alto Vale catarinense e detentores de grupos como, Liss, Canibais Vegetarianos, Vênus vs Marte, Bote Espacial, Soul Roots Reggae, The Bike Duo, Shipmlik entre outros. O seu diferencial é a proposta plural, o investimento em clipes e consequentemente, as nuances das composições recheadas de metáforas.


As influências musicais que rondam cada referência da Fantástico Caramelo são vastas, Céu, Yma, Rita Lee, Os Mutantes, Boogarins, Maglore e Bidê ou Balde, Pavement, Pixies, The Black Keys, Tame Impala, Parcels, Crumb, entre outros artistas.


Formação Atual:

Nayara Lamego (Vocal)

Henrique Marquez (Guitarra)

Gabriel Alves (Guitarra e Sintetizador)

Diego Pereira (Baixo)

Marcelo Sutil (Bateria)



Plataformas Virtuais:

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Iceberg Rock Festival: edição de 2022 será a mais grandiosa do evento

Comemorando o seu décimo ano de atividades, o Iceberg Rock Festival, tradicional evento que ocorre anualmente na cidade de Lontras, localizada no Alto Vale do Itajaí, ressurge os fests catarinenses depois de um momento marcado pela pandemia da Covid-19, no qual restringiu a possibilidade de realização dos mesmos.

Foto/Divulgação

Obviamente, ainda em um período de pandemia, com medidas cautelares e sanitárias vigentes, o festival gradativamente retorna, nos dias 14, 15 e 16 de janeiro com todos os protocolos cumpridos. Inclusive no que tange a um amplo espaço, pois o Camping Paraíso, lugar que recebe o evento, tem uma enorme estrutura e o Iceberg será realizado de forma Open Air.

E falando no lugar que será idealizado o fest, o camping é simplesmente deslumbrante, pois possui várias trilhas, piscinas, fica localizado próximo às margens do Rio Itajaí-Açu e é caracterizado por ser detentor de uma estrutura ímpar, com um palco peculiar em cima de um morro, que proporciona moshes, rodas e diversões que engrandecem cada vez mais o evento. Seus organizadores já possuem um nome consolidado no cenário musical catarinense, Marcos Valério e Lu Oliveira sabem como ninguém, desenvolver shows e festivais. Desde as primeiras edições, promovidas através de um porão, em Rio do Sul, o Iceberg carrega em sua essência, o espirito Woodstock, seja pelo Paraíso, por sempre expor uma miscelânea de estilos e por receber pessoas de todas as raças, credos, orientações sexuais ou ideologias.

A Urussanga Rock Music está voltando à ativa ao cobrir novamente os festivais e deixar sempre o seu legado, de valorizar as iniciativas, contribuir com as bandas e ser um espaço necessário para a difusão da música autoral.

A headliner do fest é a Hillbilly Rawhide, tradicional banda curitibana que flerta com o Country Rock, o Bluegrass e com a música caipira. Junção de estilos que proporcionou ao grupo diversos álbuns, como os clássicos, “Ramblin' Primitive and Outlaw”, “Lost and Found” e “FNM”. Outro destaque da Hillbilly são seus videoclipes cinematográficos, como seu hit, “O Enxofre e a Cachaça”.

Lembrada por ser um cover da banda britânica Motorhead, a Motorbastards de Curitiba mudou sua denominação e passa a se chamar “Carttada” e com isso, estão apostando no autoral. Inclusive, relançaram recentemente os dois discos de canções próprias, “We Are Bastards” e “Divisão Rock n Roll”.

Com trinta e cinco anos de atividades, o Orquídea Negra é considerado uma das maiores bandas do Heavy Metal brasileiro. “Who’s Dead”, “Orquídea Negra” e “Blood Of Gods” são três obras-primas do estilo e seus clássicos, como “Surrender”, “True Soldier”, “Miss You” e “The Darkness” não podem faltar nas playlists dos que comparecerão ao Iceberg Rock 2022.

A Battalion, Heavy Metal de Itajaí também possui uma bela trajetória, pois o grupo está desde 2005 na ativa e seus dois discos, “Empire Of Dead” e “Bleeding Till Death” mostram porque é considerada uma das bandas mais respeitadas de SC.

Os amantes do Hard Rock também estão representados, uma vez que, os porto-alegrenses da Gueppardo estarão em terras catarinenses mais uma vez difundindo seus trabalhos, com destaque para o baita disco, o recente “I Am The Law” lançado esse ano.

A Raging War vem gradativamente ganhando espaço no underground de SC. Depois de divulgar o primeiro álbum, o homônimo “Raging War” bem aceito pela crítica, os músicos difundiram seu novo trabalho, o Ep “The Last Tree” divulgado em junho desse ano.

Desde 2014 na ativa, a Captain Cornelius de Rio do Sul – SC, diverte e encanta o público em cada show que se apresentam, seja através do visual irlandês, das músicas dançantes ou da versatilidade dos integrantes. Com uma sonoridade que remete ao Irish Punk, os músicos trazem como referências, The Dreadnoughts, Flogging Molly, Dropkick Murphys, Wolfe Tones, Korpiklaani, Alestorm, além das suas canções autorais lançadas recentemente.

Criada em 2009, em Blumenau - SC, a Pressure Gain mescla entre o saudosíssimo Rock n Roll e o enérgico Hard Rock. Inspirada por Queen, Deep Purple, Van Halen, Kiss, Led Zeppelin, entre outros grupos, a banda insere sua identidade e conta com a singularidade de ter duas vocalistas como frontwoman.  O grupo possui três videoclipes disponíveis através da plataforma do YouTube, “Crazy Night”, “Lonely Soul” e o mais recente “There Is No End”.

A Saturno Alice é uma das duas representantes da cidade de Lages- SC. Com um viés totalmente psicodélico e experimental, os músicos apostam na versatilidade de suas performances, além do hermetismo das composições. O grupo lançou em 2019 o disco “Auro”, composto por sete canções.

Os riosulenses da Balboa’s Punch mesclarão o intenso Heavy Metal com pegadas alternativas de Thrash Metal. O grupo está trabalhando no desenvolvimento de canções autorais e conta com um videoclipe da canção “Paying With The Life” da banda catarinense Rhesthus.

Imagine uma banda que mescle Groove e Thrash Metal. Isso só pode resultar em peso e celeridade, e é que promete os joaçabenses do Pedrada. Atualmente, os músicos estão trabalhando no desenvolvimento de canções autorais, como a faixa “Torture Engineering”.

Uma das bandas mais tradicionais do estado, a riosulense Rhasalon volta ao Iceberg e também irá expor um Heavy Metal tradicional, para headbanger algum colocar defeito. Em 2016, os músicos lançaram o seu segundo disco, denominado “Doctor Death”.

O líder, guitarrista e vocalista Jean Carlo,  da banda clássica Vlad V irá executar seu projeto solo acústico, com novas canções e hits que marcaram a vida do cantor blumenauense.

Jimi Jamieson é um cantor escocês que está morando em Blumenau e através do seu trabalho, Jimi Jamieson Band pretende tocar clássicos do Rock n Roll. A banda Jordan de Taió fará a conexão entre o Folk e o Stoner, enquanto Woesley Johann tocará o precioso Rock dos anos 80. 

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Venus vs. Marte: novo single “Ocean” é lançado pelos riosulenses

No dia 15 de outubro, a banda riosulense Venus vs. Marte difundiu seu novo trabalho, trata-se do single “Ocean”. A canção é a primeira faixa a ser divulgada esse ano pelos músicos.


Foto/Divulgação

Com 04:34min, a canção flerta com o Indie Rock e também através do Pop com traços eletrônicos. Na pegada Beach Bunny, Girl In Red, Edward Sharpe & The Magnetic Zero e The Lumineers, o grupo apresenta uma sonoridade cadenciada e síncrona. A composição é uma imersão sinestésica existencial, ou seja, transmite sensações diferentes através dos versos intimistas, principalmente no refrão.

A banda foi formada na cidade de Rio do Sul em 2016. O grupo aposta na versatilidade de estilos, caracterizados ora por vertentes mais eletrônicas, ora pelo rock experimental. O grupo possui seis trabalhos divulgados, o EP “Elements” e os singles, “Fire”, “Snow”, “Galaxy”, “Air” e o mais recente “Ocean”. Em 2019, os riosulenses investiram no audiovisual, ao lançar o videoclipe de “Fire”, que traz a dança como uma manifestação de representatividade e também artística.

Foto: Divulgação/Redes Sociais

Formação Atual:

Camila Alves

Emanuela Bilk Lopes

Rafaela Dalcanale 

Aline Ramos 

Leonardo Minatti 


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quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Fantástico Caramelo: No intervalo de uma semana, banda divulga videoclipe e disco

No dia 03 de outubro, a banda riosulense Fantástico Caramelo, divulgou seu videoclipe, denominado “Tchuru”. A faixa está presente no álbum “Em Quatro Três Dois”, que contém oito canções e foi lançado essa semana.

O audiovisual é totalmente conectado com a composição, uma vez que enfatizam a psicodelia como centralizadora do enredo. As frases repetem, movimentos em loop e efeitos visuais personificam os versos proferidos pela vocalista Nayara. O instrumental flerta com o experimental, mas apresenta uma boa dose de Pop e Indie Rock.

A banda iniciou suas atividades em dezembro de 2020, por músicos reconhecidos do cenário do Alto Vale catarinense e detentores de grupos como, Liss, Canibais Vegetarianos, Vênus vs Marte, Bote Espacial, Soul Roots Reggae, The Bike Duo, Shipmlik entre outros. O seu diferencial é a proposta plural, o investimento em clipes e consequentemente, as nuances das composições recheadas de metáforas.

As influências musicais que rondam cada referência da Fantástico Caramelo são vastas, Céu, Yma, Rita Lee, Os Mutantes, Boogarins, Maglore e Bidê ou Balde, Pavement, Pixies, The Black Keys, Tame Impala, Parcels, Crumb, entre outros artistas.

Recentemente, os músicos difundiram seu primeiro disco, uma espécie de Rock Alternativo, com miscelânea diversas, sendo essa, uma das principais características dos riosulenses.

“O nome do álbum vem do ato de ouvir a frequência natural 432 Hz, que faz com que possamos expandir a nossa consciência e possibilitar um nível maior de percepção sobre a nossa realidade e controle de nossos pensamentos. Com o mesmo princípio, nós afinamos os instrumentos na mesma frequência e somamos letras melódicas e existenciais à composição”, explica Nayara Lamego, cantora da Fantástico Caramelo.

Foto/Divulgação


Formação Atual:

Nayara Lamego (Vocal)

Henrique Marquez (Guitarra)

Gabriel Alves (Guitarra e Sintetizador)

Diego Pereira (Baixo)

Marcelo Sutil (Bateria)

 

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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Projeto Pancada: Músicos lançam single de estreia

No dia 04 de junho, dois nomes conhecidos do cenário musical catarinense, o vocalista e guitarrista Alex Cole, o baterista Gabriel Klein e o baixista Franck Vieira colocaram em prática, mais um trabalho mútuo, o Projeto Pancada.

Foto/Divulgação

A ideia desenvolvida no período da pandemia ganhou corpo e trouxe à tona, o intuito de convidar amigos a participar das canções. 

Para a difusão do projeto, nada melhor que um videoclipe. Surge assim então, o single “Pancada”, dirigido e editado por Doug Theiss. O clipe conta com as participações de Anie Pukal nos vocais, de Cícero nos solos e do icônico Quique Brown, ao término do vídeo.


Com uma sonoridade violenta, recheada de celeridade e peso, a banda ingressa no cenário catarinense, da forma que os músicos mais se identificam, com o Punk cru, o Hardcore Raiz e agora, com parcerias de figuras ilustres e importante do underground.

A canção “Pancada” estará inclusa no primeiro álbum do projeto, intitulado “Caos Geral”. O disco será lançado ainda nesse ano, pelo selo Velvet Discos.

 

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sexta-feira, 7 de maio de 2021

Captain Cornelius: Se você não tiver “Dinheiro Pra Cerveja”, a irmandade bebum te ajuda

Há aproximadamente, um mês, a banda riosulense Captain Cornelius, divulgou seu novo single, “Dinheiro pra Cerveja”. A canção foi lançada através das plataformas virtuais e de streaming dos músicos.

“Eu vou, eu vou, pro bar agora eu vou....” e movidos pelo espírito das tabernas, o grupo difundiu sua nova faixa. Com 04:01 min, a composição é recheada de bebedeiras, “manguaça” e da velha irmandade bebum. Independentemente, se não há dinheiro pra beber, arranja-se alguma forma para poder comemorar, nem que for torrando o cartão sem limites para a felicidade.

Foto/Divulgação

O Irish Punk está presente através da rapidez da sonoridade, do contagiante e dançante instrumental e pelos vocais enérgicos e saudosista de Douglas Sieves. A Captain Cornelius consegue introduzir a sua singularidade perante suas músicas autorais.

Sobre a banda

Desde 2014 na ativa, a Captain Cornelius de Rio do Sul – SC, diverte e encanta o público em cada show que se apresentam, seja através do visual irlandês, das músicas dançantes ou da versatilidade dos integrantes. Com uma sonoridade que remete ao Irish Punk, os músicos trazem como referências, The Dreadnoughts, Flogging Molly, Dropkick Murphys,Wolfe Tones, Korpiklaani e Alestorm.

Foto por Doug Teiss

No final de 2020, os riosulenses difundiram seu primeiro trabalho autoral, o videoclipe da canção “Barba’s Song” que foi gravado no tradicional Bar do Barba, na cidade do Alto Vale.

 

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Captain Cornelius: Bebedeiras e confusões são marcadas no seu primeiro videoclipe, "Barba's Song"

No último sábado (19), a banda riosulense de Irish Punk, Captain Cornelius divulgou “Barba’s Song”, seu primeiro videoclipe.

No tradicional Bar do Barba, na cidade do Alto Vale, com a produção de Doug Theiss, os músicos tramaram confusões regadas a muitas cervejas com figuras icônicas do underground de Rio do Sul. O entrosamento, a sintonia e o amadurecimento musical são algumas das características expostas na canção.

A composição, assim como as peripécias exibidas no clipe se complementam ao ponto de cada gole, drink ou situação inusitada. E o dono do bar, Heitor, como em todas as canções de marujos bêbados, teve seu lugar de destaque, ao ser lembrado em alguns versos e ao emprestar seu estabelecimento.

 Em momentos de pandemia, a canção surge como um alento à situação enfrentada. Com danças, festas, confusões, velhos babões felizes, gente bêbada, refrões sugestivos e a diversão como pilar principal, a Captain Cornelius se introduz no mundo autoral do Punk/Folk e da música irlandesa.


quarta-feira, 11 de março de 2020

Velvet Discos: Produtora traz workshop de Boka (Ratos de Porão) e Test no mesmo dia

Na próxima sexta-feira (13), o baterista Boka do Ratos de Porão fará um workshop, na Velvet Discos, em Rio do Sul- SC. A noite no Tortuga Underground Bar, a banda paulista Test, irá se apresentar juntamente com as bandas riosulenses Malasia e A.S.C.A.


Cartaz
O baterista Maurício Alves Fernandes (Boka) toca no Ratos de Porão desde 1991 e é considerado um dos principais em atividade no Brasil. O músico fará uma palestra e dará dicas de técnicas para os bateristas riosulenses.

A banda Test está na ativa há dez anos e está na difusão de sua “última tour no Sul”, que passa por quinze cidades de SC, RS e PR. Os músicos exibem um Grindcore com pinceladas de Death Metal, isso é característico nas suas músicas, as quais contém muito peso e riffs céleres. O grupo recentemente divulgou seu terceiro disco, “O Jogo Humano”.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Rhestus: Banda chega ao fim, mas o legado continua

O grupo catarinense Rhestus divulgou na última sexta-feira (29), uma notícia que abalou as estruturas do Metal Catarinense e do cenário do underground nacional, o grupo em suas redes sociais, veio por nota divulgar o término das suas atividades.

Foto 1: Facebook da banda
Por 26 anos, SC cantou seus clássicos, “Bullet In Point”, “Games Of Joy, Games At War”, “Insane War”, “Hate, Is What I Feel”, “Eternal Sorrow”, “Paying With The Life”, que carinhosamente a banda Balboa’s Punch fez um videoclipe do tributo ou quaisquer outras canções que marcaram a ingressão dos headbangers no status de ícone do estilo.

As apresentações recheadas de manifestações artísticas, os riffs pesados, as turnês e festivais que estiveram presentes, além do carisma dos membros, hoje dá lugar a saudade. Diante de um cenário muitas vezes desafiador, que preconiza um nicho específico de estilo e oposto à predominantes estilos do mainstream, a Rhestus deixa seu legado como de dever cumprido.

Na nota, os músicos expõem essa escolha a uma série de fatores, como modificações na formação, a logística de shows e ensaios, dificuldades em manter uma estrutura para equipamentos, a relação com a vida pessoal e como consequência disso, a falta de apoio para o Heavy Metal.  No entanto, não é um adeus, pode ser um “até logo”, mas o encerramento do grupo exibe um assunto importantíssimo a ser debatido no espectro do Rock/Metal.

Foto 2: Facebook da banda
Alguns comentários trouxeram à tona experiências, vivências com os músicos, nostalgias e opiniões sobre o término do grupo:

“Parabéns Rhestus pelo grande legado e bela história na música de SC! Como amigo e admirador do trabalho e da postura da banda e dos amigos integrantes e ex-integrantes, parabenizo a todos, e espero que em breve possamos presenciar o ressurgimento da Rhestus! Foi uma honra e uma satisfação poder ter dividido o palco tantas vezes com vocês, e um legado de admiração, amizade e respeito que sempre estará presente! Muito obrigado, amigos! ” (Deny Rodrigo Bonfante, guitarrista da Perpetual Dreams)

“Putz, entendo bem os motivos, mas não deixo de ficar triste!!! Entram para a história e o legado permanece. ” (Alexei Leão, vocalista da Xei & Sons In Black)

“Amigos...uma grande perda, para todos, difícil, depois de todos esses anos acompanhando a banda, para mim algo muito triste...espero que retornem logo. ” (Tuka Hardt, baixista e vocalista da Volkmort).

“Neste momento que estou comentando esta notícia tem 47 compartilhamentos, se fosse divulgação de um show? Nem 5!” (Culver Yu, baterista da Steel Warrior)

“Ícone do metal nacional e catarinense, obrigado por todos esses maravilhosos álbuns, grandiosos shows, e a amizade de alguns componentes, quem sabe esse adeus, não seja um até logo, desejo a todos o melhor sempre Resthus” (Alexandre Ripper, vocalista da Witches Town)

“Cara, é uma grande perda não só para Cena Catarinense mas pro Brasil. O cenário apodrece e só ficam minhocas e sanguessugas.  Esperamos ver os membros ainda presentes nos roles e saber que muitas outras bandas que venham a surgir nesses próximos anos possam homenagear e segurar essa bandeira que vocês ergueram. ” (Bruno Jankauskas, guitarrista da Viletale)

A nós da Urussanga Rock Music fica a mais singela homenagem, a última entrevista que vocês concederam. O grande bate-papo que tivemos no 15° River Rock Festival, que renderam muitas risadas, brincadeiras, história sobre a trajetória e consequentemente o lema que vocês sempre nos deixaram. 




quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Parceiros do Underground #5: Guilherme Lindner (Cena Livre)

A quinta edição do Parceiros do Underground deu voz a Guilherme Lindner, um dos mentores e idealizadores do Projeto Cena Livre de Rio do Sul que contou-nos um pouco sobre sua experiência no cenário catarinense cultural.

O comunicólogo tem apreço pelas bandas de SC, é amante do Rock Clássico e atualmente é membro do Coletivo Comova, produtor da feira Se Essa Rua Fosse Minha, Grito Rock (Timbó e Rio do Sul) e Tarde do Blues. 




Como foi seu início no Rock/Metal?

Guilherme: O início foi bastante estranho, na realidade eu sempre fui influenciado pelo meu pai por Rock N' Roll nacional: Capital Inicial, Legião, Garotos da Rua, Celso Blues Boy e um pouco do internacional como Deep Purple, Creedence, Led Zeppelin.

Pode parecer tosco, mas o dividir de águas do meu interesse no rock foi o Filme Escola de Rock, lá em 2004 exatamente. Jack Black me mostrou o que era Rock, tanto que copiei todas os créditos do filme para baixar e ouvir depois.

Quais as primeiras influências que o levaram a acompanhar o estilo?

Guilherme: A principal influência foi meu pai, mas como dito anteriormente, o filme Escola de Rock foi um divisor de águas na minha vida, assim como o Festival Tchumistock que rolava lá em Rio do Sul na época de pré-adolescência.

A origem do Cena Livre. A ideia partiu através de qual propósito?

Guilherme: A ideia veio de uma necessidade coletiva e nasceu dentro da Oca Cultura, Coletivo de Cultura da época em Rio do Sul, que reunia produtores, músicos, comunicadores e várias outras pessoas do meio. O propósito do Cena Livre era criar materiais profissionais para os músicos terem também uma forma de venda do trabalho, através de vídeo e eternizar as bandas da região.

Quais matérias você destacaria como as melhores do site?

Guilherme: O melhor que fizemos, além das matérias do blog, foram os programas com as bandas e acompanhamento dos festivais. O registro de vídeo faz toda a diferença e está todo aqui registrado >> https://www.youtube.com/channel/UCwNOr9o7RDQxvXsNZi-rhIA

Mas o Ato Político no Morrostock foi sensacional >> http://cenalivre.art.br/morrostock-2017-ato-politico-ou-festival-os-dois/

Há algum critério a ser utilizado na realização das matérias?

Guilherme: É da Cena, a gente tá falando! O critério é ser produção de Santa Catarina, de preferência autoral.

O Cena Livre conta com quantos colaboradores atualmente?

Guilherme: Somos cerca de 10 pessoas hoje entre videomakers, fotógrafos, editores de conteúdo, produtores.

Como você avalia o crescimento durante a trajetória do site?

Guilherme: O crescimento foi interesse, pois mudamos totalmente a abordagem do Cena Livre para um blog do Underground e da cultura, antes a ideia era apenas eternizar os momentos das bandas de Rio do Sul.

Qual sua visão sobre o papel das mídias independentes atuantes na cena catarinense?

Guilherme: As mídias independentes fazem total diferença no meio, pois concentram realmente quem participa da cena, quem está envolvido no processo e não apenas como alguém que escreve e não tira a bunda do sofá para ir nos festivais, eventos, etc.

Há receptividade das bandas acerca das postagens/fotos/vídeos expostos? Já houve algum imprevisto?

Guilherme: Sempre houve muita receptividade das bandas, inclusive quando pediam a divulgação mais ágil dos materiais criados. Existe uma conexão bem forte entre o Cena Livre e toda a parte de produção cultural independente.

Os festivais de camping em SC gradativamente estão crescendo visto o momento atual desfavorável em nosso país. Na sua opinião, qual o principal motivo para essa ascensão de criação de eventos?

Guilherme: A galera quer sair para desligar, esfriar a cabeça, curtir com os amigos, sem se preocupar com a vida que começa na próxima semana. O momento desfavorável do país faz com que cada vez mais produtores criem eventos pra todo mundo conseguir ao menos se desligar por alguns dias.

Quais os novos projetos para o Cena Livre.

Guilherme: O grande projeto do Cena Livre para esse ano é acompanhar os festivais, feiras de ruas e eventos em geral em todo o estado.

Cinco bandas riosulenses.

Guilherme: Para mim, as mais apaixonantes são LISS, Fulgass, Apicultores Clandestinos, Fronte e Tosse Harmônica (rapaziada nova).

Cinco bandas catarinenses.

Guilherme: Vlad V, Burn, Rhestus, Eletromotriz e Orquídea Negra.

Cinco mídias independentes.

Guilherme: Cena Livre (haha, santo de casa), O Subsolo, Whiplash, A Hora Hard e Urussanga Rock Music

Em nome da Urussanga Rock Music, agradeço a disponibilidade pela entrevista. Se puder, deixe um recado para quem nos acompanha.

Guilherme: A cena nunca vai morrer, ela sempre será atual enquanto houve alguém ouvindo algo novo. Só não podemos deixar de lado nosso próprio som regional e nos voltar apenas para o som internacional antigo, ou mesmo nacional. O Rock tá vivo, a união dos festivais tá mostrando isso não só pra Santa Catarina, mas pra todo país. Viva longa ao Rock, vida longa a produção autoral!!


quarta-feira, 28 de junho de 2017

Balboa's Punch

Peso e brutalidade advindo de Rio do Sul – SC



Em 2010 na cidade do alto vale catarinense cinco amigos, Juarez (Guitarra), Jaca (Bateria), SaintClair (Vocal), Adriano de Souza (Guitarra) e Douglas (Baixo) resolveram se reunir e criar um projeto com intuito de transpassar músicas autorais compostas pelos mesmos.

Durante a trajetória, a banda passou por algumas modificações entre os integrantes, Guilherme entrou no lugar de Douglas assumindo o baixo e recentemente Cícero ingressou no lugar de Adriano nas guitarras.

O grupo possui vasta referências musicais, dando destaque para as bandas mais influentes como Megadeth, Kreator, Metallica, Testament, Sodom e Amon Amarth.

O processo de designação ocorreu de maneira simples já que Balboa’s Punch faz menção ao personagem Rocky Balboa interpretado por Sylvester Stalone. Portanto assim se caracteriza o “Soco de Balboa”.

A banda obtém duas músicas para a audição no Soundcloud, trata da “Open Season” e Portrait Of War”, o grupo em breve lançará “Only Me” e mais duas que já estão no processo de gravação.

Atualmente os músicos estão no desenvolvimento do primeiro EP que será lançado no segundo semestre desse ano.

O processo de composições dos riosulenses é caracterizado por abordar questões político-sociais, pelo caráter falho do ser humano além de ressaltar assuntos como folclore e o poder que a natureza exerce sobre nós. O instrumental mescla velocidade e potencialidade como foi visto na grande apresentação no Rock In Hell Do Campo desse ano.

Dentre os sete anos de história, o grupo angaria diversas participações em eventos e festivais, tal como, duas vezes no Iceberg Rock em Lontras – SC, Takio e Motosul.

Formação Atual:
"JACA" Jailson de Oliveira (Bateria)
Juarez Souza (Guitarra solo e Back vocal)
Saintclair Schneider (Vocal)
Guilherme Lungen (Baixo e Back Vocal)
Cicero Smanioto (Guitarra Base )

A banda tem um recado:
“O mundo não é um grande arco íris, é um lugar sujo e cruel que não quer saber o quanto você é durão, vai colocar você de joelhos e você ficará de joelhos para sempre se você deixar.
Você, eu, ninguém vai bater tão duro quanto a vida, mas não se trata de bater duro, se trata de quanto você aguenta apanhar e seguir em frente, o quanto você é capaz de tentar e continuar tentando! É assim que se consegue vencer! ” (Rocky Balboa)

“Que todos curtam nossas músicas como nós curtimos.
Pois a Balboa´s é assim
Um vocal Agressivo e cadenciado inconfundível
Nas guitarras dedilhados e bases pesadas como uma porrada no seu ouvido
Ataques insanos no baixo” (Balboa’s Punch)

Plataformas Virtuais:


sexta-feira, 14 de abril de 2017

Captain Cornelius

Interação, alegria, peculiaridade e singularidade representadas pela Captain Cornelius



No mundo da música, há muitas ramificações interligadas à cultura regional de países, e com a Irlanda não seria diferente, porém é uma banda brasileira que possui traços celtas que está fazendo o maior sucesso na cena catarinense.

No mesmo ideal de Terra Celta, Bando Celta, Confraria da Costa e outros grandes grupos, a Captain Cornelius de Rio Do Sul-SC vem se destacando no cenário barriga verde perante sua incrível capacidade de criação, musicalidade, inovação e atitude, todos aspectos da sapiência e versatilidade irlandesa.  

No ano de 2014, integrantes com propósitos em comum se reuniram no intuito de criar um grupo com o ideal de perpassar a essência da música folclórica de toda Europa, através de canções com temáticas contagiantes, alegres e bem-humoradas. O estilo ficou caracterizado como Irish Punk e Folk Metal.



A designação do nome “Captain Cornelius” se deu de maneira simples, uma vez que os integrantes quiseram homenagear um símbolo da cultura irlandesa, todavia também para congratular Cornelio Sieves (Pai do vocalista Douglas Sieves) que sempre acompanhou e apoiou o som da trupe.

A banda possui grandes influências musicais e ideológicas. As músicas, são referências como The Dreadnoughts, Flogging Molly, Dropikick Murphys,Wolfe Tones, Korpiklaani e Alestorm. Em contrapartida, o grupo é lembrado por pular, brigar, beber, festar e dançar onde fica personificado o visual característico no espetáculo.

Os músicos são:
 Douglas Sieves (Vocal, Bandolim e Banjo)
 Camila Varela Buttner (Teclas e Backing Vocal)
Fabrício Forechi (Flauta Doce, transversal e Tin Whistle além de Backing Vocal)
Diogo Cezar Marconatto (Guitarra e Backing Vocals)
Julio Halt (Contrabaixo)
Thomas Sebastian Adam (Bateria)

O grupo atualmente está no desenvolvimento e elaboração de músicas autorais, que serão difundidas futuramente.

Agenda:
05/05 GreenFall- Curitibanos-SC
20/05 Evento Nerdieval- Colher de Chá – Criciúma-SC
16,17,18/06 Rock In Hell Do Campo- Rio do Campo-SC

As plataformas virtuais estão abaixo:

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCkwmwOC9Q-yaeqKD3N35S2g

A banda tem um recado:
"Quando a calmaria entediar a tripulação,
E nem mais no álcool encontrar redenção,
Das profundezas surgirá um grupo,
Uma ébria dama e cinco putos.
Captain Cornelius ao seu dispor!
Boa música, festa e diversão em pudor!"


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Chapéu Preto

Serenidade simbolizada através do rock n’ roll riosulense




Em 2014 no Alto Vale do Itajaí, a banda Chapéu Preto começaria a ingressar no cenário musical, munidos do intuito de tocar covers “lado b” de artistas consagrados. Porém, isso gradativamente foi mudando, uma vez que os músicos atribuíram espaço para a música autoral.

A designação da banda não possui nenhum vínculo com o objeto “chapéu”. A cognominação “Chapéu Preto” é um costume sapiente antigo, de tirar o chapéu representando respeito agregando conforme as músicas elaboradas pelos membros.

Cabe ressaltar que as referências e influências musicais são inspiradas na multiplicidade de estilos de cada integrante. De Rush, Led Zeppelin, Alceu Valença, Stevie Ray Vaughan, BB King, à Reggae, Hardcore e Samba, sendo esta mais uma peculiaridade personificada.

Em meados de 2015, o grupo divulga seu primeiro videoclipe, a canção “Tarde da Noite”, que fora também o primeiro single dos músicos. A música traz resquícios de blues, rock experimental e do preciosíssimo rock n roll, além de ressaltar na letra um drama romântico vital. O clipe foi produzido pela Brisa Filmes e possui mais de 4.100 exibições no YouTube.



Contudo, perante ao sucesso do trabalho apresentado, a banda em dezembro de 2015 lançou o Ep “Quando a Gente Quer” contendo cinco faixas, “To Caindo Fora”, “Tarde da Noite”, “O Dia De Amanhã”, “Quando a Gente Quer” e “Sem Rumo”, com a ilustre participação do eterno guitarrista do Raul Seixas, “Rick Ferreira”. O material foi muito bem aceito pela mídia e ingressou ainda mais o grupo, no cenário catarinense musical.




Recentemente o grupo publicou seu novo videoclipe intitulado “Ontem”, single que estará no próximo álbum, “Estratosfera”. A canção possui 02:51min e detém mais uma mescla de ritmos em sua sonoridade. Sua temática aborda questões existenciais e comportamentais enquanto o cenário do clipe se passa em torno de nostalgias da atriz em um casarão antigo.



Atualmente a banda está no processo de desenvolvimento do seu novo álbum, “Estratosfera”, demo esta que contará com cinco faixas autorais inéditas.

Dentre os festivais e eventos mais marcantes para os músicos, salienta-se o primeiro show dos mesmos em Rio do Sul, levando um grande público e o Festival Rock n Beer em Blumenau dividindo o palco com o Raimundos.

O grupo é composto por:
Leonardo Oliveira (Vocal e Guitarra)
Ian Fronza (Baixo e Vocal)
Junior Alvisi (Bateria)

Os músicos têm um recado:
“A banda Chapéu Preto agradece a rapaziada do blog, e a toda galera rock'n roll de Urussanga! ”

As plataformas virtuais estão abaixo:


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