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terça-feira, 11 de maio de 2021

The Undead Manz: Escalada para o Chaos Metal Fest II, banda difundirá “Evil”, seu novo videoclipe

A banda criciumense The Undead Manz fará nessa sexta-feira (14), sua apresentação no Chaos Metal Fest, de forma online. O evento contará com mais onze bandas, Inluzt, Pesta, Mutilator, Drowned, Hierarchical Punishment, Erasy, Lani, The Anger, Rocking Riders, TerrorCult, Mães Morrendo.

Foto/Divulgação

Para o festival, o grupo investe no lançamento do audiovisual de “Evil”, que já ganhou o preview e está disponível nas plataformas virtuais da banda. O exército dos undeads trará toda a sua versatilidade, forte característica nos outros vídeos já divulgados pelos músicos.


Formação Atual:

Z (Vocal/Guitarra)

A.K. (Baixo)

Arduinah (Guitarra)

Reactor (Bateria)

 

Plataformas Virtuais:

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Spotify

Youtube


terça-feira, 15 de outubro de 2019

The Undead Manz: Banda divulga o Lyric Vídeo “The Other In The Mirror”

No último dia 09, a banda criciumense The Undead Manz divulgou seu novo trabalho, o Lyric Vídeo de “The Other In The Mirror”. A canção está inclusa no segundo disco do grupo, denominado “The Rapture of Undead's Bride”.



O material produzido por Romulo Dias e Marcelo Silva é bem conciso e exibe uma alternância de imagens, da arte do Lyric e do álbum. A música possui um instrumental constante, com riffs crus e com os vocais rasgados característicos de Z.

A letra aborda questões existenciais que enfatizam a forma com que lidamos com o verdadeiro “eu”. Assim a composição incita a busca de um objetivo e encara a morte com naturalidade.

Formação Atual:
Z (Vocal/Guitarra)
Jaws (Baixo)
A.K. (Teclados)
Arduinah (Guitarra)
Reactor (Bateria)


sábado, 12 de outubro de 2019

Bravado Estúdio: Cinco bandas se apresentam no 2° aniversário do estúdio

No próximo domingo (13), o Bravado Estúdio de Criciúma- SC, comemora dois anos de atividade, e para isso convocou cinco bandas para se apresentar, sendo elas The Undead Manz, Terrorize, Encosto, Violent Crisis e Caravan.

O evento que acontecerá no Colher de Chá, em Içara- SC vai disponibilizar churrasco gratuito para o público presente e irá difundir uma miscelânea de estilos, indo do Thrash Metal, Horror Metal, Hardcore, Rock n Roll até ao Heavy Metal.

Cartaz

Dia: 13/10
Horário: 17h
Ingressos: 5 reais antecipados (10 reais na hora) no Bravado Estúdio
Local: Colher de Chá, Içara- SC

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

The Undead Manz: A melancolia caminha através de “Ad Clamor Clavium”

No dia 21 de agosto, os criciumenses da The Undead Manz disponibilizaram o seu novo trabalho audiovisual, trata-se de “Ad Clamor Clavium”, música que está presente no primeiro disco “The Rise Of Undead”.


Com aproximadamente 1400 exibições, o vídeo foi produzido por Dyonatan Rech e contou com a edição, direção e efeitos de forma independente.

O clipe foi ambientado em um quarto esotérico em que Larrayne Mazzucco segura fixa uma caveira e a passos lentos dança no tom da canção, enquanto Z toca o piano de forma mais angustiante possível.  A música é instrumental e expõe de maneira macabra, obscura e melancólica o âmago dos trabalhos da The Undead Manz.

Formação Atual:
Z (Vocal/Guitarra)
Jaws (Baixo)
A.K. (Teclados)
Arduinah (Guitarra)
Reactor (Bateria)


sexta-feira, 13 de setembro de 2019

16° River Rock Festival: O Metal Nacional está mais vivo do que nunca

Nos dias 06, 07 e 08 de setembro, aconteceu na cidade de Indaial- SC o River Rock Festival. O evento tradicional nos calendários do Metal Catarinense contou com a presença de mais de 500 pessoas e participação de trinta bandas, diversas mídias credenciadas, amplo espaço para camping, infraestrutura diferenciada (chuveiros quentes, limpeza rotineira dos banheiros, diversidade gastronômica, lojas de merchs) e uma paisagem natural que vai de encontro aos propósitos do fest, “A Festa das Tribos”.


Divulgação
Com a companhia de uma mini excursão advinda de Lages- SC, nós embarcamos para mais uma aventura nos festivais catarinenses. De Metal Extremo, a Folk e a um Sertanejão Antigo, fomos conhecendo os municípios do vale e nos deslocando para o evento. Às 00:00 min chegamos no Rota KM 66 e o Ratos de Porão fazia sua apresentação.


Ratos de Porão (SP)
Lá no River, conhecemos nossas instalações, que consistia numa sala de imprensa, com vários cartazes e divulgações do evento, além de um espaço carinhosamente destinado pelo Adilson Frenzel para nos acomodarmos. Com dele, há outros cinco integrantes da organização, sendo Adriano Ribeiro, Ariel Frenzel, Larissa Giovanella, Regiane Santos e Valdecir Valda que durante o festival cuidaram de todos os detalhes para que o mesmo fosse marcante, como as edições anteriores.

Sexta-Feira

A primeira banda que vimos nos palcos foi a Pogo Zero Zero de São José- SC. O grupo tem 'bala na agulha', já que celeridade e rapidez são suas principais características. 


Pogo Zero Zero (SC)
A noite iria contar com a High Butcher, mas infelizmente por motivos pessoais os paranaenses não puderam se apresentar. Com isso, a Cosmic Soul se exibiu e trouxe um tributo à lendária banda de Metal, Death.

Sábado

Depois de duas entrevistas realizadas na noite de sexta, com Ratos de Porão e com PZZ, o dia se encerrou e as atividades começaram por volta das 11 horas da manhã. A Apócrifos reuniu músicos experientes, uma sonoridade díspar e um doom com referências de várias vertentes do Metal.


Apócrifos (SC)
A Balboa’s Punch cada vez mais se consolida no cenário catarinense. Os riosulenses apresentaram “Payng With The Life, um clássico da banda Rhestus, suas músicas autorais e estão no desenvolvimento de um novo videoclipe.

A 100 Dogmas fez uma apresentação recheada de músicas autorais, tais como “Ansiedade”, “Genética”, “Resistência & Emilio Calandra”, além de tocar “Walk” da banda Pantera, com participação especial de Alex Cole (Homem Lixo).


100 Dogmas (SC)
A Obscurity Vision é um ícone do Metal Catarinense. Os criciumenses carregam uma bagagem de 22 anos de carreira e o seu disco de estreia “Dark Victory Day”. Além disso, os músicos apostam no visual artístico, na sincronia das duas guitarras e no Black Metal cru, evidenciado através de suas músicas próprias e de seu cover de Rotting Christ.


Obscurity Vision (SC)
Também proveniente do sul catarinense, a The Undead Manz impressiona pela qualidade sonora, pelo visual peculiar e por suas temáticas muito bem trabalhadas. O grupo permeia entre o Horror, o Industrial e o Modern Metal, fugindo dos estereótipos e mesclando influências diversas a suas canções.


The Undead Manz (SC)
Em uma conversa com Paulo Ricardo Silva (Imago Mortis), o mesmo nos informou sobre os novos projetos do grupo, acerca do lançamento do single “Black Widow” e da aventura de encarar 1200km para acompanhar o River Rock Festival.

As mídias pouco a pouco se estabeleciam no evento e faziam suas devidas coberturas, o Agenda Metal com Priscila Ramos e Raul Noering, o Underground Extremo com Luiz Harley Caires, o Cultura em Peso através de Jonathan Dino, O Subsolo com Sidney Oss Emer, o Som Pesado por Vagner Aguiar e Claudio Tiberius com seu novo canal.

Ao decorrer do evento, as entrevistas foram acontecendo. Assim, como as fotos e vídeos que fomos desenvolvendo, isso impossibilitou de acompanharmos às bandas Gueppardo e o artista blumenauense Deny Bonfante.


Gueppardo (RS)
Uma das bandas que mais impressionou o público presente, foi a Sinaya. O grupo de Death Metal agitou os headbangers do início ao fim, mantendo intensidade, ferocidade e riffs rápidos a cada música. Não tinha lugar para ficar parado e isso é uma das peculiaridades do grupo paulista, que com sua nova formação mantiveram a mesma pegada e originalidade.


Sinaya (SP)
A Justabeli em sua entrevista já mencionava, “viemos para trazer o caos, a guerra” e isso evidenciou em seu show. A banda bem postada no palco reproduziu seus clássicos, “Cause the War Never Ends”, “Satan’s Whore”, entre outros clássicos, além de manter o peso e agressividade habitual em suas apresentações.


Justabeli (SP)
Com uma bagagem de 17 anos de estrada, três álbuns divulgados, “Got Newz”, “Beyond The Rainbow” e “Sunshine”, a banda King Bird de São Paulo trouxe o Hard Rock e o Rock n Roll tradicional, isso fez o clima ficar mais cadenciado e os hits tomaram conta do público.
Um dos principais shows do River Rock 2019 foi protagonizado pela Arandu Arakuaa. O grupo brasiliense mostrou que há Folk na América do Sul e a representação disso, são suas apresentações icônicas. Com uma presença de palco ímpar, com traços pintados no rosto e no corpo, músicas escritas em distintas línguas nativas, a banda conquistou os metalheads. A sonoridade natural que ao mesmo tempo, ingressa Metal Extremo e outras especificidades do estilo, contribuiu para que quem ouvisse seu show criasse sua própria visão instrumental musical.


Arandu Arakuaa (DF)
O Up Rock (Coletivo de organizadores de festivais catarinenses independentes) fora chamado ao palco para exporem seus respectivos projetos e trabalhos. Lá estavam inclusos, o Agosto Negro (Danniel Bala), Demone In Hell (Simone Demone), Iceberg Rock (Marcos Valério), Otacílio Rock Festival (Nani Poluceno), River Rock Festival (Adilson Frenzel Bernardes e Adriano Ribeiro) e Rock No Lago (Thomas Michel Antunes).

Uma das bandas mais importantes do Rio Grande Do Sul, a Carcinosi foi uma das mais gratas surpresas do evento. Na tour de divulgação do disco “Resumption”, o grupo fez uma catástrofe nos palcos do River Rock, mostrando que os brasileiros são referências no assunto Death Metal e a cada música tocada era um novo estrondo. Do início ao fim, percebi que experiência, conhecimento técnico, humildade e brutalidade a personificam como um dos pilares do Metal gaúcho.


Carcinosi (RS)
Em Santa Catarina, a Raging War cada vez mais finca seus pés no cenário musical. Os brusquenses são experts em riffs rápidos, coesos e na exposição do Thrash Metal sem firulas. “The Meaning” é a obra-prima do grupo que carrega a solidez e a sonoridade ímpar que se intensifica no refrão.


Raging War (SC)
Encerrando a noite de sábado, a Overblack não se importou com o horário e possibilitou alguns moshes de guerreiros à frente do palco. O grupo blumenauense continuou com o Thrash Metal e finalizou o dia com muito peso e agressividade.


Overblack (SC)
Vale ressaltar que muitas bandas compareceram, mesmo não estando no cast, tal fato personifica o profissionalismo e a valorização ao cenário independente. Alguns exeplos foram as bandas Alocer, Flesh Grinder, Imago Mortis, Impiedoso, Juggernaut, Rhestus, Somberland, Tandra, They Come Crawling, Verbal Attack, Volkmort, entre outros grupos.

Domingo

O domingo começou cedo e a Animus Ad Vindctam de Blumenau- SC surpreendeu-nos, pois a cada música tocada, uma maneira diferente de interpretar o som, como a canção “Iron Heart” que lembra muito Black Label Society.


AAV (SC)
Em seguida, os lageanos da Plunder puderam exibir seu som. O grupo conhecido pelo Heavy Metal com pitadas de Thrash se mostra cada vez mais entrosado. Os vocais de Will Anjos caminham entre a coesão e a naturalidade, assim como os riffs sólidos de Thomas, a sincronia no baixo de Max e a brutalidade de Decão nas baquetas.


Plunder (SC)
A Dark New Farm foi a terceira banda a se apresentar. Originários de Nova Fazenda- SC, o grupo fez com que seu New Metal entrasse pelos tímpanos dos headbangers, de maneira clara e precisa. Suas principais faixas,“L.O.V.E”, “Madre”, “La Patria, La Fabula” e “Hushaby” estiveram presentes no setlist, além de outras inseridas no seu novo Ep e um cover da música “Blind” do Korn. No show, os músicos contaram com a participação especial de Sidney Oss Emer (Isla de La Muerte) que é amigo de longa data do .
grupo. 
Dark New Farm (SC)
Quando se fala de Doom com qualidade e experimental, uma banda vem à mente, a Lacrimae Tenebris de Curitiba- PR. Um som calcado em uma sonoridade arrastada, em um visual estético peculiar e nas músicas que se referem a melancolia e a realidade.


Lacrimae Tenebris (PR)
Enquanto estávamos almoçando, a No One Spoke de Florianópolis- SC entrou no palco. O grupo contendo seis integrantes ingressou um Rock Sinfônico clássico, o que reflete na postura dos membros, já que adotam estilos característicos do gênero, e chama a atenção principalmente pela presença do violino.


No One Spoke (SC)
O encerramento ficou por conta de duas bandas covers, a Vermouth que mescla Hard Rock e Rock n Roll que trouxe clássicos do estilo e a Cowboys From Rio, com um nome um tanto quanto sugestivo, esboçou hits da banda Pantera através de seu estilo marcante.


Vermouth (SC)
Após o evento, os organizadores expuseram a confirmação mais esperada. O River Rock Festival de 2020 contará com mais um dia. Isso mesmo, “A Festa das Tribos” vai durar até segunda-feira, uma vez que o dia 07 de setembro cairá na respectiva data. Então, amante do Metal se prepare, marque essa data na agenda, ajeite uma excursão, caia na estrada e venha para um dos maiores festivais do Sul Brasileiro. 


domingo, 1 de setembro de 2019

16° River Rock Festival: A edição inédita de um gigante dos festivais catarinenses

Um dos festivais mais tradicionais em SC chega a sua décima sexta edição. O River Rock Festival sempre foi marcado pela versatilidade de shows, pela pluralidade de ideias e pela miscelânea de estilos.

Divulgação
Durante sua trajetória, o River assim carinhosamente conhecido, trouxe as maiores lendas do Metal Nacional e grandes nomes do estilo a nível mundial, fato este que proporcionou ser um evento obrigatório na agenda dos headbangers de todo o Brasil. Com vários membros compondo a organização, o fest se destaca pela originalidade de seu público e peculiaridade de suas atrações.

A cidade de Indaial possui quase 70 mil habitantes e abraçou de maneira hospitaleira e consequentemente receptiva, a ideia da criação de uma forma de economia diferente, que traz amantes do metal independente de várias partes do país. Com isso, o River há dezesseis eventos crava sua tradição no cenário catarinense.

Em 2018, a edição foi deveras especial, uma vez que trouxe “big four catarinense (Rhestus, Khrophus, Flesh Grinder e Brasil Papaya)” completando 25 anos, a banda Sepultura, poesia, arte, o casamento de Adriano Ribeiro e mais aditivos que fizeram do festival, um dos mais queridos pelo público.


Nos dias 06, 07 e 08 de setembro, um total de 32 bandas passarão pelo evento, todavia, um fator característico dessa exibição, é o fato de todos os grupos presentes no cast serem inéditos. Lá no local, haverá uma ampla área para camping, serviços de bar e alimentação, espaço kids, merchs de bandas e uma vasta infraestrutura para atender os metalheads presentes.

Divulgação

Sexta-Feira

A Anal Vomitation de Timbó será a encarregada de abrir essa edição do festival. Os músicos metralharão os ouvidos “inocentes” do público. Então o Porngrind característico trará nojo, ânsia e aflição, ao melhor jeito gore, como o grupo mesmo se denomina. Com quatro materiais divulgados, sendo dois álbuns e duas splits, os timboenses aos poucos fincam seu nome no Metal de SC.

Depois da brutalidade, a calma permeia o Rota KM 66, já que a Tengu de Florianópolis exibirá um Rock Alternativo com pinceladas de Post-Rock.

Composta por músicos conhecidos e experientes do cenário paranaense, a Legacy Of Kain formou-se em 2016 e mescla entre o Groove Metal e o Thrash Metal. A banda já tem vários trabalhos difundidos, cabe destaque para os dois discos, o “I.N.V.E.R.S.O” e mais recente “Paralelo XI”.

A quarta banda a se apresentar, carrega uma bagagem de 34 anos. A Anthares é uma das pioneiras no estilo Thrash/Speed Metal, sua sonoridade agressiva e riffs céleres a colocaram como em um patamar de destaque. A obra-prima “No Limite da Força” mostrou o potencial dos paulistas e dali surgiram clássicos como a faixa homônima do disco, “Vingança” e “Batalhas Ocultas. Depois de um hiato, o grupo regressou e está na ativa há quase quinze anos.

O Ratos de Porão é um dos headliners do evento. A banda é um dos maiores grupos de Punk/Metal brasileiro. Comemorando 38 anos na estrada, o grupo mostrará sua força e divulgará seus hits como “Beber Até Morrer”, “Farsa Nacionalista”, “Ódio”, “Expresso da Escravidão” e muitos outros. Infelizmente, por motivos de saúde, o vocalista João Gordo não se exibirá com os músicos, que virão em Power Trio e farão uma catástrofe no palco.



Forte influente do underground catarinense, a PZZ (Pogo Zero Zero) intermediará entre o Punk e o Metal, no melhor estilo crossover. Desde 2003 na ativa, os joseenses são um rolo compressor que causa danos por onde passa. Com essa atmosfera brutal, já difundiram o Ep homônimo “PZZ” contendo quatro faixas.

Com influências de Destruction, Slayer, Metallica, Kreator e outros clássicos do Metal, a High Butcher de Paranaguá- PR aposta no Heavy/Thrash Metal.

O encerramento da noite ficará por conta da Cosmic Soul. O grupo prata da casa fará um tributo ao Death, tradicional banda estadunidense.

Sábado

O segundo dia já começara agitado com os fazendeiros da Dark New Farm trazendo aos palcos músicas que já são queridinha do público. Com forte influência de New Metal, a banda de Nova Fazenda lançou em agosto seu primeiro álbum “Farm News”, consolidando ainda seu nome no cenário catarinense. 


A combinação de remanescentes das bandas Luciferiano e Heryn Dae não poderia acarretar em outra coisa senão qualidade. Com isso surge em 2017 a banda de Doom Metal, Apócrifos, proveniente de São Francisco do Sul. Os músicos possuem em sua discografia um álbum homônimo, lançado esse ano com oito faixas autorais.

Em seguida é vez dos rio sulenses da Balboa’s Punch subirem ao palco levando seu característico Thrash Metal. Há quase dez anos em atividade, os músicos mesclam um repertório autoral e de covers (incluindo umahomenagem a banda Rhestus). A banda nos cedeu uma entrevista na última edição do Otacílio Rock Festival, evento em que também marcaram presença.

Direto do Vale do Itajaí vêm os blumenauenses da 100 Dogmas, banda que mescla Stoner e Groove Metal em suas composições em português. Mesmo com o pouco tempo de estrada (formada em 2018), os músicos já possuem em sua discografia os EPs “A Caixa de Pandora” e “Amaldiçoado Seja”, além de um álbum Ao Vivo.

O litoral catarinense também produz som de peso! Prova disso é a Obscurity Vision, advinda de Balneário Rincão que produz um Death/Black Metal. Entre idas e vindas, os músicos deram inicio a banda em 1997. Em 2002 lançaram a demo “Obscurity Creation” e em 2017 divulgaram o álbum “Dark Victory Day”.

Mesclando Metal Alternativo com horror, a The Undead Manz aposta na originalidade do som e no visual singular para subir aos palcos. Formada em 2014 na cidade de Criciúma, o projeto que chama a atenção pela teatralidade possui em sua discografia os álbum “The Rise of the Undead” e “The Rapture of Undead's Bride”.


A Gueppardo será responsável por trazer o Hard Rock e Heavy Metal oitentista ao festival. Proveniente de Porto Alegre, a banda teve seu início em 2007 e dois anos depois produziu seu primeiro trabalho, o EP “Instinto Animal”. Após um hiato, voltou às atividades em 2015, ano em que também lançaram o álbum “Fronteira Final”.

A música instrumental tomara conta da tarde de sábado. O guitarrista e produtor musical blumenauense Deny Bonfante é conhecido por seu trabalho na Perpetual Dreams, mas é com seu novo projeto que se apresentará no festival. O músico possui dois álbuns lançados, o “The Midnight Star” (2011) e “Spirit of Light” (2015).

Advinda de São Paulo, a banda Sinaya agitará o palco do River Rock trazendo um Death Metal de qualidade e letras conteudistas. Formada majoritariamente por mulheres, o grupo possui quase dez anos de estrada. Durante essa trajetória, lançaram o EP “Obscure Raids” (2013), seguido pelo álbum “Maze of Madness” (2018).


Com dezoito anos de história e um nome fincado no cenário musical. A banda do ABC paulista Justabeli retorna aos palcos catarinenses nessa edição do River Rock. A banda traz em seu âmago toda blasfêmia, anticristianismo e heresia através dos seus trabalhos, “Eternal War”, “Justabeli”, “Total Destruction”, “Hell War”, “Cause The War Never Ends”, “Blast The Defector” e o mais recente "Intense Heavy Clash".

A King Bird ousará ao trazer o Hard Rock aos palcos do River. O grupo paulista formado em 2002, possui três full length, “Sunshine”, “Beyond The Rainbow” e “Got Newz”. Atualmente é uma das bandas mais expoentes da capital paulista.


Formada na capital brasileira, a banda Arandu Arakuaa concebe o verdadeiro significado do Metal Folclórico nacional. A singularidade dos músicos se expressa no visual e no lirismo das composições em Tupi Guarani, que deixa explicito o apego a ancestralidade indígena. Muito além de música, surgem como uma expressão cultural, o que se reflete em seus trabalhos. Sendo estes o EP “Arandu Arakuaa” (2012), os álbuns “Kó Yby Oré” (2013), “Wdê Nnãkrda” (2015) e “Mrã Waze” (2018), além do split “True American Pulse” (2018).



Originária de Santa Maria- RS, a Serpent Rise carrega em seu âmago musical, a tristeza e a melancolia. O Doom Metal é o carro chefe dos músicos gaúchos que obtêm 26 anos de carreira e seis materiais divulgados, destacando-se o disco “Gathered By” lançado em 1998 contendo sete canções.


Logo em seguida, o River Rock será palco da destruição sonora causada pelos holandeses da Legion of the Damned! Uma das atrações mais esperadas dessa edição, os músicos prometem incendiar o público com seu Thrash/Death Metal de qualidade e, consequentemente, muito peso. A banda teve seu pontapé inicial em 1990 (como Occult), mas em 2006 já adotaram a atual denominação. Os músicos possuem mais de quinze trabalhos, entre eles estão três splits, três compilações e sete álbuns de estúdio. Além de singles e um álbum ao vivo.

Caótica, pesada e coesa são características da Carcinosi de Porto Alegre- RS. O grupo mostra que o conhecimento musical, o conteúdo das letras e suas ramificações são passos muito importantes para o desenvolvimento de um grande projeto. A banda divulgou há pouco tempo, seu primeiro disco, intitulado “Resumption” e que faixa a faixa enfatiza um mundo apocalíptico e de sofrimento.

A Raging War vem gradativamente ganhando espaço no underground de SC. Depois de divulgar o primeiro álbum, o homônimo “Raging War” bem aceito pela crítica, farão do evento uma forma de maximizar seus trabalhos, uma vez que, frequentemente estão presentes nos festivais do estado.

A última banda a esse exibir no sábado é a Overblack de Blumenau- SC. Os músicos bebem de referência de grupos icônicos dos anos 80 e 90, bandas como Sepultura, Megadeth, Metallica, entre outros. Para o show, os blumenauenses apostam em suas músicas autorais que foram gravadas no Ep “Dying To Fight” de 2012.
Domingo

Que me perdoe Marcelo Siqueira, mas o domingo (08) é dia de deixar o futebol de lado e acompanhar o terceiro dia de festival. A Vermouth cedinho estará no palco apresentando clássicos de Hard Rock/Rock n Roll e algumas músicas autorais.

Também proveniente de Lages- SC, a Plunder conquistará o público com seu Heavy Metal tradicional com pitadas de riffs rápidos, instrumental técnico e baquetadas descomunais de Decão Braga.

Que tal comer uma “Coxinha de Gente” em pleno meio dia? A Homem Lixo irá a aprovar seu paladar requisitado. Com letras remetendo a situações cotidianas engraçadas e críticas sociais, os riosulenses desgraçarão o Hardcore/Trash.

A quarta banda do dia é a curitibana Lacrimae Tenebris. Os músicos caracterizam-se por incluir uma pluralidade de elementos distintos na linguagem sonora, além de utilizarem um visual ímpar e artísticos. O Doom Metal peculiar é explícito na canção, “Casa de Espelhos”, já que traz uma atmosfera totalmente arrastada e sombria.


No One Spoke é um grupo de Symphonic Metal de Florianópolis- SC. Com integrantes experientes e conhecidos no estado, a banda compete um instrumental sólido, presença de lirismo e solos bem trabalhos. Recentemente, os músicos lançaram “High”, seu primeiro single.

Desprendida de estereótipos, a AAV (Animus Ad Vindctam) aposta somente no Rock Pesado. Com influências vastas, letras que remetem ao existencialismo e a misantropia humana, o grupo blumenauense pretende surpreender os riverianos.

Com o nome bem sugestivo, a Cowboys From Rio vai encerrar o evento fazendo releituras de músicas da banda Pantera.


quarta-feira, 14 de agosto de 2019

The Undead Manz: “The Vine” explora o místico em torno da complexidade da letra

A banda criciumense de Horror/Gothic Metal The Undead Manz, divulgou no final de maio o seu novo trabalho, trata-se do videoclipe “The Vine”.


A música está inclusa no disco “The Rapture of Undead’s Bride” lançado em 2018. A mesma possui uma sonoridade agressiva, um instrumental carregado e um vocal mórbido exibido por Z.

A letra permeia a alienação e a massificação caracterizadas por uma atmosfera zumbi que evidencia nos trabalhos do grupo. Já o clipe possui vários takes, efeitos peculiares e teve sua gravação em vários lugares de SC, como Criciúma,Timbé do Sul e Treze de Maio. No audiovisual, a noiva (Larrayne Mazzuco) se torna a figura pacificadora num ambiente undead ao combater o mal.

Formação:
Z (Vocal/Guitarra)
Jaws (Baixo)
A.K. (Teclados)
Arduinah (Guitarra)
Reactor (Bateria)

Plataformas Virtuais:



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

The Undead Manz: Grupo criciumense lança videoclipe de "O.B.M"

No final do ano passado, a banda de Gothic Metal criciumense The Undead Manz divulgou seu videoclipe “O.B.M”. O clipe é totalmente esotérico, tem takes obscuros e se passa na antiga Lust Club em Criciúma, outra característica é que foi protagonizado por Larrayne Mazzucco, Aline Iladi, Hingrid Rizzieri e Barbara Sonai, as “The Undead Girlz”.



A música se inicia com o famoso trecho “Now I am become death, the destroyer of the worlds”, frase citada por J. Robert Oppenheimer (físico criador da bomba atômica que parafraseia uma escritura hindu). A temática se integra à letra, que trata da apatia intrínseca àqueles que são detentores do poder. A sonoridade exibe sussurros que dão lugar a vocais ásperos e riffs bem articulados onde mantém certa linearidade.

Os registros foram gravados em 2016, 2017 por Filipi Cordova e Clesio Amador e finalizados em 2018 por Dyonatan Rech. Com uma linguagem ímpar, traz abordagens de drogas lícitas e ilícitas em um ambiente inóspito, além de mesclar flashes de imagens em forma de um loop frenético.

A banda The Undead Manz é um projeto que tem inspiração de bandas como Rob Zombie, The 69 Eyes e Ministry. Em 2017, o grupo divulgou seu primeiro disco “Rise Of The Undead”, que contém oito faixas, inclusive “O.B.M”. E recentemente divulgou seu mais novo trabalho "The Rapture Of Undead's Bride".

Formação:
Z (Vocal e Guitarra)
Ravenge (Guitarra)
A.K (Baixo)
Jaws (Bateria)

Plataformas Virtuais:


segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Agosto Negro 8: Ressurge um dos Maiores Festivais Catarinenses

O evento tradicional que já trouxe nomes como Matanza, Cachorro Grande, Dark Avenger, Os Replicantes, Tequila Baby, entre outros grupos retorna às suas atividades. O mesmo historicamente tem mostrado grande importância para a economia lagunense e da região, já que recebe centenas de headbangers vindo de vários cantos do Brasil que sedentos pelo estilo, se locomovem até o sul-catarinense.

A edição do fest ocorrerá no Clube de Campo nos dias 18 e 19 de agosto e contará com praça de alimentação, camping liberado, estacionamento gratuito, além da cobertura de cinco mídias independentes, Rifferama, O Subsolo, A Hora Hard, Cultura em Peso e Urussanga Rock Music.

A Agosto Negro Produções apostou em um repertório distinto, mantendo a pluralidade musical como critério apresentado para a escolha do cast. A partir disso foi confirmado a presença de 20 bandas.



Inicialmente haverá um acústico com Xandy que depois passará os microfones para o grupo Attitude HC que é prata da casa. Eles mantêm em sua sonoridade influência de Raimundos e Matanza. Os integrantes são Erik Quinsler (Voca), Edir Junior (Guitarra) e Fernando Garcia (Bateria).

A Montauk Project será a próxima a subir aos palcos. Com um projeto de Power Metal remetendo a bandas como Shaman, Avantasia, Dream Theater e Stratovarius os tubaronenses arriscam na versatilidade. O grupo é composto por Jhony Wernck, Realdo Fontana, Richard Bittencourt de Souza, Theo Steban e Victor Elias.

Uma das bandas regionais mais esperadas, a Redneck vem de Urussanga- SC e traz consigo o lema da “pior banda do mundo”. Só que a titulação não condiz com a música expressa pelo grupo da benedetta. Os urussanguenses que surgiram em 2013 personificam um Southern Rock com um estilo identitário, bebem das vertentes de Lynyrd Skynyrd, Almann Brothers e ZZ Top além de conter algumas canções autorais. A formação é composta por Henrique Preve (Guitarra/Vocal), Ricardo Spilere (Baixo/Vocal) e Fernando Jesus (Bateria).

O grupo de Thrash Metal Skombrus é originário de São José – SC e surgiu em 2010, a banda era inicialmente apenas um passatempo, mas essa proposta acabou se modificando. Em 2012 lançaram o Ep “Soco Na Cara”, seguido pelo “Crack Massacre”, de 2014. O primeiro álbum da banda foi lançado no início deste ano, intitulado “Betrayal of The Breed". Os integrantes são Luis Henrique (Guitarra e Vocal), Robson Echeli (Guitarra e Backing Vocal), Ronaldo Pereira (Baixo e Backing Vocal) e Luis Maddrumer (Bateria).

A The Undead Manz de Criciúma- SC mistura arte, visual sombrio e Modern Metal através de suas canções autorais que mesclam com influências de Rob Zombie e The 69 Eyes. O grupo divulgou em 2017 o primeiro material intitulado “The Rise Of The Undead” que contém oito faixas, “Deum Tempus”, “Seeds Of...”, “... Evil”, “OBM”, “Ad Clamor Clavium”, “Fearless”, “The Death” e “Destiny Out”. A banda é composta por Z (Vocal e Guitarra), Ravenge (Guitarra), A.K (Baixo) e Jaws (Bateria).

O Rock 'n roll e progressivo exibem a trajetória da Na Veia da Velha também provinda da cidade do carvão. Os músicos são André Cardozo (Bateria), Rob Brigido (Guitarra), Gustavo Cechinel (Vocal) e Fernando Back (Baixo) e pretendem incendiar os palcos lagunenses de 2018.

Mais um grupo de Rock 'n Roll dessa vez experimental se apresenta. A Red Wine é natural de Laguna e conta na sua formação com Léo (Vocal), Will (Guitarra), Tchacka (Baixo) e Macuco (Bateria).

A banda Alkanza surgiu em 2012 na cidade de Laguna e desde o início os músicos sempre caracterizaram suas respectivas músicas através de letras de descontentamento político-sociais e de protesto com riffs céleres e agressivos. Os lagunenses possuem três materiais lançados, o “Destroyed The System” difundido em 2014, o “Colonizado Pelo Sistema” de 2015 o qual possui oito faixas e o mais recente, divulgado ainda esse ano o álbum “Céu da Boca Do Inferno” que contém sete faixas. A banda é formada por Thiago Bonazza (Baixo e Vocal), Pedro Victor Souza (Guitarra), Artur Zamberlan Jr (Bateria) e Renato Lopes (Guitarra).

Um dos headliners, a paranaense Axecuter possui uma trajetória extensa no underground. Os músicos montaram o projeto em 2010 e já lançaram a demo “Bangers Prevail”, os Eps “Innocence Is Our Recuse”, “Raise The Axe” e “The Axecuter”, além disso a compilação “Anthology”, os splits “From Hell Comes The Storm Of The Axecuter”, “Headbanger After Life, o precioso Full Length “Metal Is Invincible” e o recente material “A Night Of Axecution”. Então levantem seus machados e compareçam ao inferno eu será feito por Daniel Danmented (Vocal), Victor Rascal (Baixo) e Jeff Verdani (Bateria).

A Rhestus novamente retorna para o sul do estado. O grupo do norte catarinense está presente há 25 anos no cenário independente e é considerada uma das maiores bandas brasileiras de Thrash Metal. Como trabalhos lançados, os músicos possuem o “Had a World”, “Heroes Of The Doomsday”, “Embryo Of The Endless Sands”, “Rest Of Old, New And Rare Of 15 Years”, o precioso “Games of Joy... Games of War” e “Heavy Metal” divulgado em 2013. A banda é composta por Fantasma (Vocal e Guitarra), Valda (Baixo), Gabriel Klein de Carvalho (Bateria) e Tiago A. Sestrem (Guitarra e Backing vocal).

Representada através de uma miscelânea, a Molitium vem gradativamente crescendo na cena catarinense. Formada em 2011 com o nome de Diemordinate, os músicos ingressaram no underground com o coeso Ep “Fight For Freedom” lançado dois anos após a criação do grupo. No entanto, houve um processo de transição, mudança de integrante e consequentemente firmado no primeiro full length “Progeny” recentemente difundido. A formação é Lucas Pavei (Baixo), João Kuntze (Bateria), Renato Campo (Guitarra) e Egvar Hermann (Vocal/Guitarra).



O encerramento das atividades do sábado fica pelo Especial The Doors que vai remeter clássicos da banda estadunidense.

A primeira banda a se apresentar no domingo é a Chicospell de Imbituba- SC, os músicos apresentam um Stoner Rock com letras contendo temáticas existenciais e comportamentais. Como música autoral destaca-se para “No One’s Happy”. A banda é formada por Rafael Freitas (Vocal e Guitarra), Andrei Garcia (Baixo) e Éder Freitas (Bateria).

Um dos melhores grupos criciumenses da atualidade, a Antítese destaca-se pela presença de Rock N Roll, Rock Clássico e Hard Rock através de composições que mantém um cunho sócio-político de descontentamento e revolta, isso é nítido no clipe de “Ser Igual” difundido em 2016 que traz em seu âmago o preconceito enfrentado por minorias. A banda já divulgou dois trabalhos, o full length “Ser Igual” e o recente “Despertar”. Os integrantes são Talita Oliveira (Voz), Leandro Oliveira (Guitarra), Fabrício Biava (Guitarra), Guilherme Oliveira (Teclado), Sandro Vidotto (Baixo) e Kevin Saviski (Bateria).

O projeto acústico Nós idealizado por Julia Maurício e Leandro Silveira fará sua apresentação na Praça de Alimentação. O duo exibe covers renomados de Nando Reis, The Beatles, Mallu Magalhães, Pitty, Nirvana, entre outros artistas.

Emergindo o Rock n Roll, a Muddy Boots de Florianópolis- SC visa o rock sessentista e setentista como Cream, Rush, Trapeze. Entretanto o grupo obtém duas canções próprias, são elas, “The Colour Out of Space” e “Empty Bottle”. O Power Trio é formado por Lucas Hilsendeger (Baixo e Vocal), Gabriel Fernandes (Guitarra) e Martin Vincent Bloedorn (Bateria e Backing Vocal).

A outra headliner do evento vem do Nordeste do país, mais precisamente São Luiz- MA, a Tanatron está realizando a turnê “The Machine Is On Tur” que passará por sete estados e também pela Argentina. Com 22 anos de trajetória, os maranhenses têm alguns trabalhos divulgados como as demos, “Primitive Behaviour” e “Trivial Chaos”, o single “Tanatron” e o full length homônimo. Tudo isso é somado a um Death Metal cru, agressivo e ríspido característico do quarteto que conta em sua formação com Nyelson Weber (Baixo e Vocal), Weeslem Lima (Bateria), Nynrod Weber (Guitarra) e Daniel Azevedo (Guitarra).

Representante de Canoas – RS, a Horror Chamber exibirá o poderoso e árduo Death Metal. O grupo está na ativa desde 2004 e obtém um grande reconhecimento no cenário do Metal Extremo devido as duas demos lançadas e ao seu álbum “Eternal Torment” divulgado o ano passado. A banda é formada por Guilherme Lannig (Baixo/Vocal), Felipe Pujol (Guitarra), Paulo Hendler (Guitarra) e Rafael Machado Kniest (Bateria).

Em seguida entrará em palco a banda Texas Blues, originária da cidade de Tubarão o grupo busca inspiração nos clássicos do Rock n' Roll e Blues. Com seus 12 anos de estrada e um nome reconhecido no cenário musical, possuem em sua discografia o EP “Harley Davidson” e Full Length “Hoje eu vou beber”, além da demo “Garota Rock n Roll”. A formação atual conta com Andboy (Guitarra), Paulista (Vocal), Ratão (Baixo) e Chubaca (Bateria).

Para os amantes de Heavy Metal, em especial Iron Maiden ficarão congratulados com a exibição da banda Children Of The Beast que trará grandes sucessos dos ingleses e encerrará os shows do Agosto Negro 2018.

Compareçam e apoiem o cenário de sua região, todos nós precisamos de você!


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