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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Araucária Metal Fest: A catástrofe se incendeia em terras paranaenses

Nos dias 08 e 09 de fevereiro de 2020, a cidade paranaense de Araucaria vai ser a capital do Metal nacional. Com a realização de Marcos Schneider, o evento que acontece no Clube de Campo reunirá headbangers e metalheads de todo o sul-brasileiro.

Cartaz
Com uma atmosfera regada aos festivais antigos, disponibilizando uma ampla estrutura, espaço para camping e piscina, o Araucaria Metal Fest vem para se fixar e deixar seu nome no tradicional circuito dos festivais brasileiros.


Ordem das bandas
Com uma mistura peculiar do Crust ao Folk, a Decadência abrirá os portões do fest com sua performance única e totalmente díspar, que faz um duo se utilizar de elementos experimentais para expor os podres do homem e da sociedade hipócrita.

Logo em seguida, a Chubasa também personifica seu diferencial, o fato de não haver guitarra no instrumental e apenas baixo. O primeiro disco “Obscenário Necrológico” está no processo de desenvolvimento e em breve será lançado pelos curitibanos.

De Campina Grande do Sul- PR, a Atrocitus mescla entre o DeathCore e o Thrash. Em 2018, a banda divulgou seu primeiro single “Epitaph” e mostra um pouco do peso de suas canções.

Com 20 anos de estrada, a Unholy Outlaw de Mogi das Cruzes- SP será a quarta banda a se apresentar. Os músicos têm em sua discografia dois materiais divulgados, “Dark Wings” de 2016 e o recente “Kingdom Of Lost Souls”, considerado um dos maiores discos de 2019.


A Lacrimae Tenebris se caracteriza por incluir uma pluralidade de elementos distintos na linguagem sonora, além de utilizarem um visual ímpar e artístico. O Doom Metal é explícito na canção, “Casa de Espelhos”, já que traz uma atmosfera totalmente arrastada e sombria.

Proveniente de Lages- SC, a The Torment Horde volta com dois de seus integrantes antigos, Diabolous Insanous e Lord Mayhem e mais ávidos do que nunca expondo aquele Black Metal Cru recheado de blasfêmia e heresia.

Uma lenda do Doom Metal brasileiro de 24 anos, a HellLight retorna ao Sul do país trazendo toda a melancolia e o ocultismo habitual. Detentor de seis discos, tais como os clássicos “In Memory Of Old Spirits” e “Funeral Doom”, o trio paulistano está cada vez mais sombrio e técnico, provado isso também no último álbum “As We Slowly Fade”.


Continuando a catástrofe e ingressando riffs crus, rapidez e vocais sólidos, a Great Vast Forest exibirá suas batalhas ancestrais e o paganismo através do seu habitual Black Metal. O último trabalho do grupo foi “From The Dark Times To The Black Metal Legions”, divulgado em 2017.



De Timbó- SC, a Volkmort é um dos ícones do Metal Catarinense. Com 16 anos de trajetória, o grupo se faz presente em casts nos grandes festivais do Sul, isso se dá pela solidez e coesão de riffs totalmente crus. A banda é caracterizada por um Death/Doom Metal e tem em sua discografia, dois eps, o “Supreme Evolution Of Fear”, e o “The Beginning Of Fear”, além de “Batlle Desolation”, disco lançado no ano passado.

Com um nome destacado no Black Metal paranaense, a Profane Souls vai encerrar as atividades da noite de sábado. A sua demo “Na Terra de Satã” é um dos carros chefes da horda, que preconiza suas canções em português, difundindo assim ainda mais sua misantropia.



No domingo, a prata da casa Damn Lies subirá aos palcos às 14:00h. O grupo de New Metal é recente, se formou em meados de 2019 mas pretende surpreender no evento.

O Heavy Metal ganhará corpo através da Hell Gun. O grupo de São José dos Pinhais- PR, explicita riffs céleres e solos rápidos, evidente na canção “Pride To The Nations”, presente no primeiro Ep “Southern Hell”.

Terceira a se exibir, a Tandra aposta no Folk Metal com presença de acordeom, flauta e guitarra de sete cordas. Essa peculiaridade se caracteriza nos seus singles já divulgados, “Open The Bar”, “Time to Eternity” e “Winter Days”. Todas as faixas estarão inclusas em seu primeiro full length “Time to Eternity”.

A banda caxiense de Infected Sphere explicita um caótico Death Metal. Os músicos em seu âmago, caminham entre as vertentes de Krisiun, Cannibal Corpse, Deicide, Dying Fetus, Disgorge, Carcass e outros sons na mesma linha. Em 2018, o grupo divulgou seu primeiro material, o álbum “Abbys Ov Flesh”.

Com quinze de estrada levando o Heavy Metal para os palcos, a Battalion será mais uma banda catarinense marcando presença no cast. Os itajaienses somam em sua discografia, o Ep “Empire of Dead” seguido pelo álbum de mesmo nome lançado um ano depois. O trabalho mais recente do grupo é o Ep “Tyrants of Evil”, divulgado em 2015.



A Axecuter possui uma trajetória extensa no underground. Os músicos montaram o projeto em 2010 e possuem oito trabalhos, divididos entre demos, eps, splits e discos. O precioso full length “Metal Is Invincible” é um clássico e o novo álbum “Surrounded By Decay” expõe a evolução musical dos curitibanos.  Então levantem seus machados e compareçam ao inferno qeu será feito por Daniel Danmented (Vocal), Victor Rascal (Baixo) e Jeff Verdani (Bateria).

Encerrando o Araucária Metal Fest e carregando uma bagagem de 35 anos, a Anthares é uma das pioneiras no estilo Thrash/Speed Metal, sua sonoridade agressiva e riffs céleres a colocaram como em um patamar de destaque. A obra-prima “No Limite da Força” mostrou o potencial dos paulistas e dali surgiram clássicos como a faixa homônima do disco, “Vingança” e “Batalhas Ocultas. Depois de um hiato, o grupo regressou e está na ativa há quase quinze anos.



Dia: 08 e 09 de fevereiro de 2020
Ingressos: 3°Lote (70 reais)
Local: Clube de Campo, Araucária- PR

sábado, 15 de setembro de 2018

Santana’s Sunday: A volta do que não se foi

Ávidos e sedentos por um festival, os lageanos lá se encontravam tristes, cabisbaixos e se contentando com “tribailes” realizados nos galpões pela cidade. E agora, quem poderá nos salvar? É claro que o eterno herói lageano Santana comovido pela inerente falta de fests, se mostrou solidário com esses cabeludos literários revoltosos jovens com espírito desbravador.



Sim o Santana’s Sunday voltou, e agora Thomas Michel Antunes, Osni Padilha e Cyro Wolf foram cirúrgicos na escolha das bandas. Os grupos que vão se apresentar chocam-se mutuamente pela pluralidade de estilos exibidos.

A Groove Haze, mais uma vez subindo aos palcos do Refúgio do Lago, se destaca pela sua sonoridade “groovada” com mesclas de soul, cabe destacar a canção “Erva Doce”, autoral dos lageanos. Outra integrante da cidade é a Acidemia de Stoner/Doom, os músicos expõem apenas músicas próprias e na composição das mesmas, caminham rumos como Kadavar, Radio Moscow, Corpo-Mente, entre outros artistas.

A Racoon Club é personificada através da versatilidade de suas músicas e referências. Como som apresentado, a música autoral “Flicker” segue como uma das mais lembradas pelos fãs do grupo.

A Balthazar irá se exibir pela segunda vez, os druidas criciumenses carregam consigo o misticismo, a magia e o esoterismo através de suas canções com temáticas herméticas. O álbum homônimo cria uma atmosfera entre banda-ouvinte e caminha por um instrumental coeso, de solos arrastados complementados a riffs céleres e a uma sinergia da voz de Raul Galli.

No ápice da divulgação da Tour “Abbys Of Flesh”, a caxiense de Death Metal Infected Sphere continua a sua saga. Os músicos em seu âmago caminham entre as vertentes de Krisiun, Cannibal Corpse, Deicide, Dying Fetus, Disgorge, Carcass e outros sons na mesma linha. Além do Full Length, eles detêm um clipe da música “Bizarre Mutilation” no YouTube.

Com duas demos lançadas e três full lengths, a Losna é um Power Trio com 21 anos de estrada. Em sua trajetória já se apresentou em inúmeros festivais, como o Otacílio Rock Festival e hoje é considerada uma das maiores bandas do Rio Grande do Sul. As suas principais canções são “Back To The Grotto”, “Room 55”, “Grotesque Life” e “Slowness”, além de outros sons muito aclamados pelos headbagers.

Então mais um evento, mais uma chance de comparecer e mais um pontapé para o apoio à cena da região. Então garanta já seu ingresso que está disponível por 15 reais no Embaixada Bar, Hill Billy Rockhouse e no Morrigan Tatoo.




sexta-feira, 14 de setembro de 2018

United Forces Fest: Evento incendiará Criciúma no próximo final de semana

Eis que um mero final de semana recebe um novo festival que surge através de ideias sobre coletividade, apoio e reciprocidade na cena sem estereótipo de estilo.



O United Forces Fest é um projeto elaborado por amigos que corroboram e de forma mútua frisaram a necessidade da construção de uma plataforma que pudesse agregar os estilos Metal, HC e Punk e demais referências das respectivas vertentes.

Em entrevista, um dos mentores, Ivan Fabio Agliati citou a importância da criação do fest para o cenário. “A ideia é muito simples, gerar discussão com pessoas dispostas a falar de música, sem vazios, e sim provocar o conhecimento e crescimento da forma como ver e viver o Metal, nada de radicalismo exacerbado e sem qualquer fundamento, chega de ver radicais jogando regras furadas e mantendo o amadorismo nas ações e ideias”, frisa o organizador.

Para a composição do cast, o mesmo foi escolhido a “dedo”. Bandas que prezam pelo coletivo e pelo crescimento do underground. A banda de Death Metal Silent Empire, única proveniente de Criciúma esboça mais profissionalismo a cada show que tocam. Os músicos em sete anos de trajetória já difundiram o EP “Hail The Legions” e o recente “Dethronement Of All Icons” que angaria uma resenha da Urussanga Rock Music.

A Plunder vem de Lages e em sua essência preza pelo autoral. O grupo formado em 2015 traz um Heavy Metal com influências vastas, desde Running Wild, Saxon e Iron Maiden e possuem em sua sonoridade riffs descomunais.

No ápice da divulgação da Tour “Abbys Of Flesh”, a caxiense Infected Sphere direciona o Death Metal à capital carvoeira. Os músicos em seu âmago caminham entre as vertentes de Krisiun, Cannibal Corpse, Deicide, Dying Fetus, Disgorge, Carcass e outros sons na mesma linha. Além do Full Length, eles detêm um clipe da música “Bizarre Mutilation” no YouTube.

A última banda a ser apresentada foi a Viletale de Blumenau- SC. Com o anúncio do grupo, personificou ainda mais a identidade do festival uma vez que os blumenauenses estão em constante atividades nos eventos e festivais no estado com o intuito de transpassar o seu trabalho. Inspirados em literatura de terror, horror e cinema, os músicos mantêm três Eps, “Initiation”, “From The Depths Ov Mind”, “The Suicide Of Dei” e um single denominado “A Giftless December”.

Vale ressaltar que o evento acontecerá na Good Point Chopperia em Criciúma- SC e possui o apoio de Rapture Records, Dragao Studio, Like.Me Fotografia e Bravado Estúdio. Para a cobertura do mesmo foram confirmados os veículos independentes A Hora Hard, Cultura em Peso e O Subsolo.

Os ingressos estão sendo disponibilizados antecipadamente a 15 reais. Então mova-se e compareça a mais um festival de Santa Catarina.


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

United Forces Fest: Festival que enaltece a força do coletivo

Sábado vai acontecer a primeira edição do United Forces Fest, um festival itinerante com moldes um tanto quanto diferente, focado na versatilidade do cast, na divulgação de bandas e no propósito de agregar ainda mais grupos sejam de Metal, Punk ou HC desprendendo-se da segregação de estilos.



Um dos idealizadores, Ivan Fabio Agliati nos concedeu uma breve entrevista sobre toda a elaboração, o surgimento e acerca dos obstáculos enfrentados no cenário underground catarinense.  

Agradeço a disponibilidade pela entrevista. Como primeira pergunta, eu queria questionar sobre o United Forces. O projeto se deu de qual maneira e quem está por traz disso?

Ivan: A ideia é muito simples, gerar discussão com pessoas dispostas a falar de musica, sem vazios, e sim provocar o conhecimento e crescimento da forma como ver e viver o Metal, nada de radicalismo exacerbado e sem qualquer fundamento, chega de ver radicais jogando regras furadas e mantando o amadorismo nas ações e ideias. O Metal é mais que isso, é música, é atitude, é revolta, é evolução, e não é amadorismo. Somos muitos que queremos isso, porém para isso precisamos sair dessa bolha de conformismo e conforto.

Você tem uma longa jornada com festivais tais como o Steel Festival e Great Steel Festival. Quais foram os principais obstáculos enfrentados nesses mesmos e oque pela sua experiência de agregar como um diferencial para este próximo evento seu?

Ivan: Foram muitos anos diretamente ligados aos shows, e o Steel Festival é algo quase único na America Latina, queiram ou não, seja em sequencia ou idealização, mas isso não vem ao fato aqui. As dificuldades não são novidades, apesar de que foram muitas, mas as realizações foram grandes também, então valeu a pena. A ideia de voltar sempre me martelou, pois parei por motivos pessoais, outros objetivos, como filhos pequenos, e que hoje, não me impedem de voltar, como já estou fazendo, porem sob outra perspectiva e proposta. A ideia do United Forces Fest é de gerar intercâmbios e movimentar as bandas que fazem algo realmente importante, além de só tocar.

O festival acontecera em diversas cidades e Criciúma será a primeira? Como serão estabelecidos os locais para a elaboração dos eventos?

Ivan: O UFF irá ser feito aqui em Criciúma primeiro, mas terá outras edições conforme citado anteriormente nas outras conversas. Planejamento esta sendo feito, aguardem por novidades.

Atualmente o Metal Catarinense vem gradativamente ganhando força, assim como no final dos anos 90. Qual sua visão acerca desses novos festivais e da cena Metal do nosso estado.

Ivan: Não acho que vem ganhando força.  Acho que quem movimenta tudo nunca parou na verdade, sempre estivemos por aí, de uma forma ou outra. Quem realmente faz acontecer, não é atraído por momentos ou ondas.  Vejo que nos últimos 15 anos, muitos festivais estão retomando espaço e outros muitos sendo idealizados, o que é ótimo na verdade. Santa Catarina sempre esteve atenta nos shows e festivais, a tradição aqui esta cravada, mas falta apoio, maturidade e em alguns falta olhar pra fora dessa bolha de sempre ter as mesmas bandas em todas as edições (não julgo a qualidade das bandas, mas sim que ser arroz de festa tira a credibilidade). Pois se todos dizem que temos as melhores bandas da cena? Porque sempre as mesmas bandas nos festivais? Por amizade? Interesses? Panelinhas?  United Forces Fest está na minha ideia de tentar ser o diferencial disso tudo, disse tentar.

Que critério é utilizado para a escolha das bandas para compor o cast do United Forces Fest?

Ivan: Critérios simples. Se a banda possui qualidade, atitude, faz algo importante além de só tocar e achar que já basta (não é uma crítica aqui, mas está fora dos nossos critérios), organiza shows e esta verdadeiramente engajada em fazer algo, então esta dentro dos critérios do UFF.  Muitos podem dizer que isso esta ligado aos interesses particulares da Silent Empire ou Meus. Está sim, quero fazer todos crescerem, todos que fazem e não possuem espaço, não só bandas de amigos ou quem me pedem Likes. E já adianto, não só de Metal, também de Punks e HC.

O que o motivou a novamente adentrar nesse mundo de organização de festivais?

Ivan: Estou sempre antenado nas coisas ao meu redor, no que me interessa claro, o restante ignoro veemente , prefiro gastar meu tempo, escasso tempo em boas opções. Assim sempre tive a vontade de fazer algo relacionado á organização de shows, Steel Festival não sai de dentro de mim rsrsrs. E assim surgiu a ideia de juntar isso na forma de United Forces Fest, pois irei conseguir unir diversas ideias, como shows, intercâmbios e movimentação. E tem mais coisas vindo em breve relacionado á tudo isso, AGUARDEM.

O festival será realizado em setembro. Essa data será fixa para outras edições? E com que frequência o UFF ira acontecer?

Ivan: Essa primeira edição ainda é um experimento para novas ideias, novas parcerias. A data poderá mudar, de acordo com a nossa disponibilidade, e poderá ser feita de acordo com a demanda ou necessidade. A ideia é fazer algo onde todos possam participar (bandas, público, mídias, todos). Para tudo isso acontecer de forma natural, preciso que todos estejam no mesmo ponto de visão, sabendo que isso é quase utópico, vejo que o trabalho está apenas no início mesmo. Não quero bairrismo, não quero círculos fechados de bandas, quero promover o caos e mudança de paradigmas nessa “cena” estagnada e radical, onde nada cresce se continuar assim. Assim temos muita coisa pela frente.

Em nome da Urussanga Rock Music, agradeço a disponibilidade pela entrevista. Se puder deixar um recado para os leitores que nos acompanham, fique à vontade.

Ivan: Gostaria de dizer algo bastante clichê aqui, mas que sempre deve ser dito. Apoie quem te apoia, divulgue quem te divulga, unir forças com fracassados não resulta em nada, devemos unir forças com as pessoas certas. Aqui no Urussanga Rock Music estou em casa, Silent Empire agradece Guigo Romagna, esse espaço é de fundamental necessidade. Te vejo nos shows.


terça-feira, 29 de agosto de 2017

Infected Sphere - Surgical Putrefaction” (2017)

Simplesmente destruidor, esse foi o novo lyric vídeo lançado pela banda gaúcha Infected Sphere. A música “Surgical Putrefaction” foi gravada no Soudstorm Studio em Novo Hamburgo – RS e obteve a produção de Ernani Savaris.



Durante os 03:31 min o instrumental adentra num caos e agressividade surreais, os vocais rasgados de Charles explicitam a rispidez e solidez da letra. E na mesma é abordado questões personificadas em carnificina e putrefação ligadas a um ambiente cirúrgico e sangrento.

Plataformas Virtuais:


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Infected Sphere

Brutalidade originária da Serra Gaúcha



No ano de 2016, na cidade de Caxias do Sul – RS, os experientes músicos Luís C. Tomazini (Ex Rotten Penetration e Sangria), Daniel Machado ( Ex Mindstab e Melancholic Art) e Felipe Rech ( Bomb Shelves e Syphilitic Abotion) colocaram em prática um projeto munidos pelo ideal mútuo do Metal Extremo. 

Desde o início da Infected Sphere, os integrantes visavam o crescimento musical através de riffs técnicos, uma sonoridade profissional, mas ao mesmo tempo visceral que fosse forte característica ao Brutal Death Metal que tocam, todavia, com uma forte referência de Splatter.

Em relação às influências musicais, o grupo permeia entre bandas renomadas como Dying Fetus, Suffocation, Cannibal Corpse, Krisiun, Sarcofago, Deicide, Beheaded, Disgorge, Gorgasm, Flesh Grinder, Carcass até Nervochaos.

A cognominação escolhida, Infected Sphere se deu perante ao ideal do contexto lírico, ou seja, representa uma dimensão infectada pelo caos. Tal peculiaridade é explícita nas letras e instrumental de cada canção.

Em fevereiro desse ano, a banda divulgou o primeiro single denominado “Bizarre Mutilation”. A música foi produzida de maneira independente e personifica a potencialidade e celeridade em cada riff.



Atualmente os músicos estão no desenvolvimento da agenda e da conclusão do primeiro full length que não possui data de lançamento. Além disso, os mesmos encontram-se na elaboração de um lyric vídeo e em breve do primeiro videoclipe, previsto a ser divulgado o ano que vem.

As composições abordadas pelo grupo ressaltam a desordem e o caos, e o que estes causam à nossa sociedade. As temáticas aproximam-se de forma patológica e infernal, caracterizando assim toda a revolta exposta pelos integrantes.

A banda já perambulou por grandes festivais e diferentes cidades. Entre os que mais marcaram, vale ressaltar DeathKult WarFestival em Guaramirim – SC, Storm Festival em São Leopoldo – RS, Damned Festival em Teutônia – RS e o Restos da Carne Metal Fest em Caxias do Sul – RS.

Agenda:
A Infected Sphere está confirmada a participar de festivais em Porto Alegre – RS, São Leopoldo – RS, Estância Velha – RS, Teutônia – RS, Campo Bom – RS, Esteio – RS, Caxias do Sul – RS, Gravataí – RS, Buenos Aires – ARG, Rosário – ARG e Santa Fé – ARG. Para 2018, os músicos preveem a agenda para RS, SC, PR, MG, SP e GO, além de uma turnê passando por México, Paraguai e Chile.

Formação Atual:
Luís C. Tomasini (Guitarra)
Charles Magnabosco (Vocal)
Daniel Machado (Bateria)
Dener Oliveira (Baixo)

A banda tem um recado:
“Gostaria de agradecer imensamente a todos que têm acompanhado e apoiado o trabalho da INFECTED SPHERE, muito obrigado mesmo, vocês são fodas!!! Esse reconhecimento da parte de vocês sempre nos motiva e nos impulsiona a realizar um trampo cada vez melhor e ainda mais brutal!!!

KEEP SPREADING THE ROTTENNESS!!! \m/ \m/ \m/”

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