Mostrando postagens com marcador Don Capone. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Don Capone. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Hard Bloco Festival: evento mostra que roqueiros também pulam carnaval

Na próxima sexta-feira (24), ocorre no Garden GastroPub, em Içara, o Hard Bloco Festival, evento que juntará bandas autorais e covers em uma noite especial aos “farofeiros” do Rock e amantes do Metal. O festival que aconteceria na última segunda-feira (20) foi adiado devido às fortes chuvas e diversas áreas alagadas na região de Criciúma.

Foto/Divulgação

Para relembrar clássicos da icônica banda canadense Rush, o projeto Karol & The Snow Dogs montou um repertório especial e que irá rememorar hits do Rock Progressivo. O Grunge também se mostrou representado por meio da Black Stone Grinder, que trará o melhor do Pearl Jam. Conhecida por executar canções consagradas do Rock n Roll, a Lady Die irá trazer consigo a energia única e plural, que transcende a cada evento tocado. 


Diretamente de Florianópolis, a Starshok se apresenta pela primeira vez na região. A banda aposta nos melhores clássicos do Hard Rock dos anos 80 e 90. Desde Skid Row, Bon Jovi, Guns N' Roses, Whitesnake, Def Leppard, Billy Idol, Scorpions, Kiss, entre outros. Oriunda da cidade de Urussanga, a Redneck traz um combo perfeito para a sintonia do evento, o Country Rock e o preciosíssimo Southern Rock, com canções animadas e embaladas por danças típicas. 


Proveniente do “Sertão dos Bugres Brabos” ou mais conhecida como Orleans, a banda Don Capone está na ativa desde 2004 mesclando em suas composições Rock and Roll Clássico com Blues. Os músicos que lançaram em 2008 o seu primeiro trabalho, o EP "Oficina do Diabo" (2008), obtêm outros dois materiais, “Locomotiva” (2012) e “Corpo Fechado” (2017). O grupo atualmente é um dos mais consolidados do cenário musical regional.


quinta-feira, 22 de março de 2018

Otacílio Rock Festival: 12ª Edição do Monstro dos Fests Brasileiros


No último final de semana emergiu o caos na Fazenda Cambará. A 12° edição do OTA personificou o tamanho que o fest tem no cenário brasileiro. O evento inclusive, explicitou toda a força do underground catarinense e suas respectivas crias. O ar estava cheio, o público enfurecido e as excursões a todo vapor surgindo de várias regiões do Brasil.



Aproximadamente 1000 pessoas compareceram ao festival. Dentre elas, três mídias independentes, a Cultura Em Peso, o Underground Extremo e nós da Urussanga Rock Music, além de organizadores influentes de festivais como Lu Oliveira e Marcos Valério (Iceberg Rock), Thiago Correa (Winter Knights), Danniel Bala (Agosto Negro, Laguna Metal Fest e Tubarão Metal Fest), Adriano Ribeiro e Ariel Frenzel (River Rock Festival), Tailana e Falcãozinho (Rock In Hell Do Campo), Dorneles Pereira (Um Dia Livre Rock Festival) e Thomas Michel Antunes (Santana’s Sunday).

Outro ponto a destacar foi a presença de integrantes de várias bandas que não tocaram, porém prestigiaram, como a Somberland, Blood Eyes, Spiritus Diaboli, Dark New Farm, Brokken, Spiritual Devastion, Silent Empire, Lacrimae Tenebris, Infernal War 666, entre outros.

Todo o público presente pode desfrutar de vários moshes, rodas punks e reencontro com velhos amigos. Tudo isso somado a uma ampla estrutura, um vasto camping, gastronomia vegana, lojas de merchs, camisetas, cervejas artesanais e a apresentação de 19 bandas de cinco estados no pavilhão.



Infelizmente por conta de um pequeno atraso com nossa excursão, não foi possível acompanhar a John Liar, primeira banda que subiu ao palco pontualmente e trouxe o hardcore para o Otacílio Rock Festival.

A Legado Frontal, prata da casa, ressurgiu para esse show trazendo o seu característico Metalcore. O setlist do grupo mesclou músicas do EP “A Guerra Não Tem Fim”, além de alguns covers, incluindo dois da banda Glória.

De Curitibanos – SC, a Warhell trouxe um Death/Thrash Metal sem firulas. Diversas rodas brutais no show dos músicos apenas caracterizaram a qualidade técnica dos curitibanenses. Clássicos como “Dawn Of The Dead”, “Die For Thrash” e “The Lawn Mower” marcaram a exibição deles no OTA.

Benedito Novo – SC também tem Metal e a Cerebral Canibal que aos poucos figura-se ainda mais na cena underground fez por merecer. Outro quesito a destacar é o fato dos músicos exporem majoritariamente letras em português e difundir a catástrofe brutal dos riffs. Novamente os bangers bateram cabeça e “devoraram o putrefato” ambiente do evento.

A Misanthrope (Death Tribute) mostrou a preciosidade de um tributo a uma das maiores bandas de Death Metal. Muitas músicas do lado b foram executadas e a desgraceira rolou solta.

Pela primeira vez na serra catarinense, os orleanenses da Don Capone trouxeram o rock ‘n’ roll com pitadas de stoner, alternativo e blues aos ouvidos do público. Os músicos tocaram canções conhecidas como “Enquanto Tudo Acontece”, “Que Seja No Bar” e “Bastardo” além das novas canções do novo álbum, “Corpo Fechado” e “Não Vou Me Entregar”. Os ritmos se anestesiaram e os riffs rápidos deram lugar aos solos cadenciados.

O primeiro grupo de fora do estado a se apresentar na noite foi o pessoal do AttracthA de São Paulo que estabeleceu uma grande conexão com os metalheads presentes. O show foi marcado por celeridade no instrumental nos clássicos “Unmasked Files” e “Payback Times” e toda a potencialidade advinda de um dos prodígios do Hard Rock/Heavy Metal nacional.

Uma das mais aguardadas foi o grupo Justabeli que regressa novamente a serra catarinense depois de um show realizado juntamente do NervoChaos no Macaco Astronauta em Lages. Os paulistas mostraram que o Metal Extremo ainda exibe as raízes da heresia e do ocultismo. As canções executadas expuseram a qualidade musical e a destruição sonora. É claro que as músicas “Cause The War Never Ends”, “Soldiers Of Satan” e a polêmica “Satan’s Whore” estiveram no setlist.

“Bangers Veneram o Puro Metal” e assim se sucedeu no show do Selvageria. Realmente a exibição do grupo foi memorável, mas é claro juntando qualidade, técnica, entrosamento e conhecimento de Heavy Metal, o resultado não poderia ser diferente de um verdadeiro estrondo. Os headbangers mostraram toda a fúria contida em sua essência a cada canção tocada pelos músicos. Aos poucos surgiam mais moshes avassaladores e músicas clássicas como “Hino do Mal”, “Selvageria” e “Trovão de Aço” foram algumas apresentadas. 

A canoense Horror Chamber gradativamente se destaca na cena do sul do Brasil e aos poucos seu trabalho torna-se mais conhecido no underground de SC. Com seus 14 anos de trajetória, a banda personifica experiência e evolução. Quando os músicos subiram ao palco, veio a certeza que o show também seria inesquecível, não só pela brutalidade advinda dos riffs rápidos de Felipe Pujol, mas também pelo vocal encorpado de Guilherme Lannig. Várias músicas do full length “Eternal Torment” foram executadas.

Considerada uma das headliners do festival, o fenômeno do metal brasilense Miasthenia provou que um Power Trio com teclado consegue alçar uma sonoridade surreal e singular. Mesmo com alguns problemas técnicos, os músicos mantiveram seu profissionalismo ao exibir canções clássicas do Metal Extremo brasileiro, como “Entronizados Na Morte” e “13 Ahaú Katun”, as faixas do novo álbum, “Antípodas” e “Coniupuyaras” e toda sua energia advinda da herege ancestralidade latino-americana.

A Gestos Grosseiros tocou pela primeira vez no Otacílio Rock Festival e logo já conquistou seu espaço entre os presentes. Novamente um Power Trio um pouco diferente, com um vocalista e baterista com vocais mórbidos e sólidos mantendo uma conexão com as guitarras de Kleber Hora e o baixo de Eduardo Ossuko. Os músicos possuem 20 anos de estradas e vários discos lançados, para a sua apresentação mesclaram algumas músicas dos mesmos e difundiram toda a sordidez de um Metal sem escrúpulos. A cada canção reproduzida, a interação tomava mais conta dos metalheads, tal como “The Antichrist”, “Slaves Of Imagination” entre outros.

Obviamente que algumas pessoas já caiam de bêbadas nos cantos do camping, porém alguns bangers tiveram a oportunidade de presenciar a banda de Thrash Metal catarinense Red Razor que desencadeou um colapso no evento. Mesmo com o cansaço e com a manhã quase surgindo, os florianopolitanos mantiveram rodas e cabeças batendo durante toda a sua exibição. “Revolution Beer”, “Wish You Were Beer”, “Napalm Pizza”, a homônima “Red Razor” e a canção “Born South America” (essa presente no novo disco) foram algumas das músicas difundidas pelos mesmos. Em alguns momentos do show, o vocalista Fabrício fez discursos contra a onda separatista presente no Sul do Brasil e também relembrando a execução da ativista Mariele Franco.

Depois de um intenso sábado, o domingo deu suas caras com uma reunião da Up Rock (Organização dos Festivais de Rock/Metal catarinense) onde os organizadores compartilharam várias opiniões, expuseram sugestões e ideias acerca do futuro dos festivais catarinenses e sobre essa nova união que tem o intuito de fortalecer a cena, tornando Santa Catarina o estado do Rock/Metal.

Com alguns minutos de atraso, a Atho iniciou as atividades do segundo dia. O grupo otaciliense de Prog/Heavy Metal executou 100% do repertório autoral e tocou músicas como “Free & Wild”, “Lost In My Voices” e “Lazyness”.

A Captain Cornelius de Rio Do Sul – SC marcou presença em mais um festival. A partir de releituras de clássicos e de músicas celtas e irlandesas, os músicos levaram o público presente a dançar e se divertir regado a muita cerveja.

Um dos melhores shows do evento ficou por conta da banda Bad Bebop de Curitiba – PR. Os músicos advindos de grupos como Necropsya e Semblant se apresentaram pela primeira vez com o novo projeto no OTA. O seu estilo peculiar ao mesclar Stoner, Grunge e Metal Alternativo configurou-os a difundir um som encorpado, coeso e técnico com pitadas de New Metal, cabendo aqui um destaque para a canção “Trouble” bem trabalhada e célere. Em uma parte da apresentação o guitarrista desceu e foi de encontro ao público e deixou-os extasiados com a performance.

Outro grupo proveniente do estado de SP, a Válvera deu rapidez e agressividade aos tons de Heavy Metal ao evento. Com a mudança de canções antes em português para em inglês, os músicos expuseram hits como “Extinção”, “Pra Baixo dos Pneus”, “Cidade em Caos” e a recente “Demons Of War”.

Logo em seguida, os paranaenses da Jailor assumiram os olhares para si e com um repertório mesclado aos dois últimos full lengths exemplificaram todos os seus 20 anos de bagagem, sendo elas “Jesus Crisis”, “Human Unbeing”, “Stats Of Tragedy”, a clássica “Jailor”, “Six Six Sinners” entre outros sons conhecidos. A apresentação contou com vários fatores relevantes, como a presença de palco diferenciada do vocal Flavio, das baquetadas rápidas de Jeff Verdani e da potencialidade das guitarras de Marcos Araújo.

No encerramento do festival, nada mais justo que uma grande headliner, a Taurus advinda do RJ com seus 33 anos de estrada ainda mantém viva a chama do Heavy Metal Tradicional. Com headbangers eufóricos e ansiosos, a banda fez um show extenso e enérgico divulgando suas principais músicas “Massacre”, “Batalha Final”, “Mundo em Alerta” e a nova canção “Desordem e Regresso” presente no novo disco. Com grandes elogios tecidos pelo vocalista Otavio Augusto sobre a organização do fest, o referido encerrou-se de forma brutal e destruidora.

Com um feedback positivo, essa edição do Otacílio Rock Festival cravou ainda mais seu nome na cena do Metal brasileiro. A nós da Urussanga Rock Music, o agradecimento especial ao Denilson Luis Padilha, Eienai Souza e Nani Poluceno por toda a confiança em nosso trabalho, receptividade e hospitalidade. Também um adendo ao Luiz Harley Caires e a Carina Langa do Underground Extremo que dividiram conosco algumas entrevistas e parcerias, além é claro de todo o público, dos amigos, organizadores, nossos leitores, seguidores e a todos que acompanham nosso trabalho. Vocês fazem a cena acontecer, o Metal precisa de nós para a chama nunca se apagar. Valorize o Underground e compareça aos eventos!


sexta-feira, 28 de julho de 2017

Decolle - Nós Estamos Aqui (2017)

No dia 25/07 a banda Decolle divulgou seu novo single, denominado “Nós Estamos Aqui” que obteve a participação do vocalista da Don Capone, Guilherme Farias.



A canção traz uma influência de Engenheiros do Hawaii, em especial das canções “Crônica” e “O Papa é Pop”, a similaridade se dá ao fato do instrumental cadenciado, bem trabalhado e mais intenso no refrão.

Em relação a letra, a mesma traz à tona assuntos referentes ao consumismo e ao capitalismo, utilizando-se figuras icônicas para representar melhor a situação atual cotidiana. Ela explicita todos os problemas que isso geralmente vem causando junto a tecnologia.

Em relação ao código de barras utilizado na arte do vídeo, cabe ressaltar que quando este é exposto a um leitor infravermelho é possível ler o nome do grupo no mesmo.

Plataformas Virtuais:


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Don Capone: "Corpo Fechado" é o novo disco dos catarinenses

Matéria cedida por Maykon Kjellin do O Subsolo



 Após conquistarem o Sul do país com os discos "Oficina do Diabo" lançado em 2008 e o "Locomotiva" lançado em 2012, a Don Capone tinha anunciado que um novo trabalho chegaria em 2017 e foi nessa segunda-feira (17) que então o tão esperado "Corpo Fechado" tomou forma e foi divulgado em todas as redes sociais, sendo disponibilizado em Spotify, Youtube e Facebook.

O novo disco marca uma nova era que se inicia, com a nova formação, a Don Capone anunciava que "Corpo Fechado" seria talvez o disco mais pesado do grupo, com pitadas de outras vertentes do Rock e que mesmo sem desconfigurar a característica principal da banda, viria a ser algo mais moderno, ágil e com mais ferocidade.

Para a comemoração do lançamento, foi divulgado também o lançamento ao vivo do mesmo, no próximo sábado (22) a banda tocará junto das bandas Elton Jones e Balthazar em um das mais tradicionais casas catarinenses de Rock, no Ventuno Pub em Urussanga/SC, cidade que fica a poucos quilômetros da terra natal da Don Capone (Orleans/SC).




Link do evento para maiores informações;


Sobre a Don Capone
"O caldeirão é mesmo quente, mas o tinhoso não mora aqui. Infernais são as guitarras em carne viva, o vocal potente e o ritmo acelerado das canções, ganchudas e ardidas como um bom bourbon."

Foi assim que o jornalista catarinense Rubens Herbst definiu a sonoridade da Don Capone, o quinteto de Orleans, pequena cidade situada ao sul de Santa Catarina, encantou a imprensa especializada em Rock/Metal com o lançamento dos seus primeiros discos. A batalha não é de hoje, vem desde 2004 com a própria banda autogerindo a carreira, carregando dentro do seu isopor canções de flerte com o Rock, mesclando com o Blues e junto dessa mescla, mistura histórias que só uma madrugada ébria habitual nos trás.

Links Relacionados;


Fonte: O Subsolo

terça-feira, 18 de julho de 2017

Don Capone - "Corpo Fechado" (Resenha)

Na última segunda (17) os orleanenses da Don Capone divulgaram o novo disco intitulado “Corpo Fechado”. O mesmo foi gravado e mixado por Javerson “Kiko” Exterckotter em parceria com os estúdios NK e Metralha e para o desenvolvimento da capa, obteve a elaboração de Leandro Benincá.



O álbum possui cinco faixas, “Ressurgir”, “Não Vou Me Entregar”, “Forasteiro”, “Epifania” e “Corpo Fechado” e possui diferentes influências referentes aos outros já lançados. Com a modificação na formação, agora com Robson Brigido nas Guitarras e Leandro Silveira nas baquetas, o grupo pode dar uma nova cara ao som tornando-o mais encorpado e consistente.

A primeira canção “Ressurgir”, realmente personifica uma nova fase da banda, as referências de Stoner apenas concentram mais a sonoridade, os riffs alternam durante a canção e a mesma expõe a nova peculiaridade do grupo, a letra aborda confusões essenciais de maneira a abrange-las em situações fatídicas do cotidiano.

A faixa “Não Vou Me entregar” foi o último videoclipe dos músicos e estabilizou um estilo cru agregando riffs potenciais. A canção remete a questões comportamentais mesclada com a rispidez dos tons da composição.

Com 04:20 min de oscilação da sonoridade, “Forasteiro” surge com um peso incomum. Os vocais fortes e densos de Guilherme se intensificam no refrão e a música finaliza com um solo surreal. Em relação as letras, a abordagem é evidenciada com elementos do faroeste metaforizando o fato da pessoa não se identificar mais com seu local originário devido a seus constantes pandemônios.

A quarta canção é denominada “Epifania”, e manifesta questões existenciais sinestésicas que exibem lampejos costumeiros de repetição com atitudes cotidianas como nos versos, “Continuar esmurrando o muro é burrice”, “Não adianta querer arranhar a superfície”. O instrumental se mostra viçoso, sólido e célere desde o início da faixa.

Encerrando o disco, a música “Corpo Fechado”, faixa esta que foi transformada em clipe, lançado em 2016 e expôs a mudança peculiar da banda. A canção possui riffs bem trabalhados e coesos dando o tom experimental mesclado a celeridade. Já a composição explana conflitos internos e intrínsecos que bloqueiam e impedem, caracterizando assim o “corpo fechado”.

Vale ressaltar que no próximo sábado (22), o grupo estará fazendo o show de lançamento do álbum. Na mesma noite, dividirão o palco, as bandas Balthazar de Criciúma e Elton Jones de Araranguá.




Abaixo estão as plataformas virtuais para a audição de “Corpo Fechado”:
YouTube: https://www.youtube.com/user/doncaponerock 

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Don Capone - Não Vou Me Entregar (Videoclipe)

No último domingo, os orleanenses da Don Capone divulgaram seu novo videoclipe, trata-se da canção “Não Vou Me Entregar” que estará presente no novo álbum do grupo onde será lançado dia 17/04/17 nas plataformas virtuais da banda.



A música é bem diferente dos trabalhos habituais dos músicos, a nova formação estabilizou um novo estilo, mais cru e pesado, agregando riffs potenciais. A letra expõe questões comportamentais mescladas com a rispidez nos tons da composição.

A produção do clipe ficou por conta da Sette Filmes com a direção de Henrique Cardoso Corrêa

No ano passado, a Don Capone lançou “Corpo Fechado” que agrega uma pegada mais encorpada, caracterizando um Stoner/Alternativo e já possui mais de 5500 acessos no YouTube. 




Plataformas Virtuais:

sábado, 15 de abril de 2017

Redneck e Don Capone no Stone Pub

Sábado de bobeira pós feriadão?



Nada disso, o preciosíssimo Stone Pub de Urussanga te convida para acompanhar o melhor do Rock n Roll com Don Capone e com os caipiras do sul do mundo, da Redneck.

A Don Capone vem trazendo suas músicas novas complementada aos clássicos do ep “Oficina Do Diabo” e do álbum “ Locomotiva”. Os músicos em 2016 lançaram o videoclipe do novo single “Corpo Fechado”, que remete a pegada mais stoner. A canção já está na boca da galera, que a cada show da banda fica enfurecida quando toca a mesma.



De Urussanga, vem a banda “Redneck” trazendo seus clássicos de Country e Southern Rock. A banda fora formada em 2013 por Henrique Chá (Guitarra e Vocal), Ricardo Spilere (Baixo e Vocal) e Fernando Jesus (Bateria). O grupo é considerado um dos precursores do estilo no sul catarinense e se denominaram pelo pseudônimo Redneck – A Pior Banda Do Sul Do Mundo. Vale ressaltar que os músicos possuem algumas músicas autorais como “Bad Day” e a homônima “Redneck”.


Então venha e compareça, você só vai pagar o preço de 5 pila para o couvert artístico. 

terça-feira, 12 de julho de 2016

Nova música da Don Capone

Os orleanenses da Don Capone acabaram de divulgar um videoclipe da sua nova música “Corpo Fechado”. A canção estará em seu próximo álbum que será lançado em outubro e contará com 14 músicas.

O clipe foi gravado por NK Estúdio e Estúdio Metralha e conta com direção, imagens e edição de Henrique C. Correa. O cenário é composto por um visual minimalista enfatizando a performance do grupo.  A banda aparece em primeiro plano durante o vídeo, intercalando com ‘takes’ dos próprios integrantes tocando seus respectivos instrumentos. Os quadros são feitos apenas dentro do cenário de gravação, que foi montado em uma empresa na localidade de Criciúma, que atualmente se encontra abandonada.

O novo som seguiu uma pegada um pouco diferente, mais pesado e alternativo, mas claro ainda mantendo algumas características antigas.

Você pode conferir o videoclipe abaixo: 



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Sexta.SIM>>Blame + Don Capone


Dia 14/02, em uma linda sexta-feira em Florianópolis no Célula Showcase, duas grandes bandas do cenário catarinense reunirão-se a tocar muito blues e rock.

De Santo Amaro da Imperatriz, 30km da ilha,  vem a Blame, que está ativa desde 2002 tocando os clássicos do grunge, e que em 2011, lançaram seu Ep "Não repare a bagunça", que foi muito elogiado pela imprensa local. Vale ressaltar que a banda já fez um Especial Pearl Jam no Ventuno.

Representando o Sul de Santa Catarina, estão o pessoal da Don Capone, que está a todo vapor, com dois discos lançados, 4 clipes lançados e um DVD gravado em 2013 que será lançado em 2014. Desde 2006 arranhando as guitarras, (abrindo para grandes bandas,como Marcelo Nova e Casa das Máquinas), e hoje é justamente reconhecida como uma das maiores bandas catarinenses. Sendo convidadas a tocarem em grandes eventos no estado inteiro e alguns fora. Guilherme e Cia pretendem não deixar ninguém parado.

Essa noite será ainda mais especial, porque a entrada é FREE, e qualquer pessoa pode ir curtir a noite. Uma oportunidade dessas, é poucas vezes que se tem. Então Grande Florianópolis, aproveitem e muito essa sexta.

DEIXE SEU LIKE

ESTATÍSTICAS