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sexta-feira, 7 de abril de 2023

Disaster Cities: banda relembra temática anos 90 em novo videoclipe “Holes”

No dia 31 de março, a banda chapecoense Disaster Cities, difundiu seu novo videoclipe, trata-se da canção “Holes”. A faixa está presente no disco “Erasing Karma”, segundo trabalho do grupo pelo selo paulista Marã Música.

Foto/Divulgação

“Holes” salienta questões existenciais e conflitos internos. Além disso, a composição trata sobre a redenção e remissão e a forma de aceitação e superação das adversidades. Filmado em Chapecó, cidade do interior de Santa Catarina, em dois dias, o clipe foi produzido por Rodrigo Scandolara e o Everton Milani, e possui uma atmosfera que remete aos anos 90, por meio de uma mistura de Indie, Stoner e Rock Alternativo. 


O álbum já está disponível nas plataformas de streaming e digitais do grupo. “Esse disco é praticamente um mural de fotografias. É um resultado literal de como mudamos enquanto pessoas”, lembra a banda.


Sobre a banda:


A banda nasceu em Chapecó - SC e hoje é formada por integrantes de Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. O grupo tem diversos materiais difundidos, com destaque para o álbum “LOWA”, divulgado em 2018. 


Plataformas Virtuais:

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Instagram

Spotify

YouTube


quinta-feira, 24 de junho de 2021

John Filme: Banda chapecoense divulga “Garota do Tempo”, seu novo single

No dia 07 de junho, a banda chapecoense John Filme difundiu “Garota do Tempo”, seu novo videoclipe. A música está disponibilizada em todas as plataformas digitais e de streaming do grupo.

Depois do versátil álbum “Jhon Film” lançado há um ano, a banda decidiu reincorporar novos arranjos, manter o intenso e experimental shoegaze e perambular pelas vielas do Lo-Fi. “Garota do Tempo” é a imersão no mundo jhonfilmeano mesclando características melancólicas e irônicas, através de uma fotografia vintage com takes turvos, aos quais os músicos se apresentam.

Sobre a banda:

Formada em 2010, no oeste de Santa Catarina, a John Filme carrega em sua trajetória, diversos materiais, divididos, entre demos, eps, singles e discos. Seus trabalhos mais notáveis são o Ep “Selfie” e os álbuns “Fohn Jilm” (2017) e “Jhon Film” (2020), além de ter vários videoclipes divulgados.

Foto/Divulgação

Com um casamento do Indie com o Shoegaze, o grupo transforma o cotidiano do dia-a-dia em uma atmosfera experimental e introspectiva.

 

Formação Atual:

Akira (Guitarra e Vocal)

Fernando (Bateria)

Jivago (Baixo)

 

Plataformas Virtuais:

Facebook

Instagram

Site

Soundcloud

YouTube

 


terça-feira, 25 de abril de 2017

John Filme

Psicodelia experimental exteriorizada na música

Como você definiria o som da John Filme? Responda depois de ler a matéria abaixo:



O grupo chapecoense iniciou suas atividades em 2010 por músicos que eram amigos de infância, munidos pelo ideal de transpassar a nostalgia puerícia para uma atividade que pudessem mutuamente personificar as peculiaridades individuais. Inicialmente ensaiavam com um baixista Emanuel Perez “Gringo”, contudo com a saída do mesmo, modificaram para um projeto duo.

O som proposto pelo grupo é dificilmente caracterizado e rotulado uma vez que os mesmos não se prendem a estereótipos de estilos. Suas referências iniciais iam de Red Fang, Queens Of The Stone Age, Death From Above 1979, Kyuss, Red Hot Chilli Peppers até Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Black Sabbath, The Stooges, Nirvana, Pixies, etc.  Conquanto, os integrantes passaram por um processo de amadurecimento e esse período permitiu que alternasse as influências musicais, portanto ingressou no playlist sons fora do mainstream, como Kurt Vile, Warpaint, Gøggs, Helvetia, War on Drugs, Sun Kil Moon, Deru, Aphex Twin, Shlohmo, Sonic Youth, Off!, Ty Segall, Ween, Nine Inch Nails, DZ Deathrays, PWR BTTM, DIIV, Fugazi, PJ Harvey e grandes outros artistas.

A designação do nome é simples, porém há um contexto simbólico para os membros Akira e Fernando já que a cognominação fora baseada em uma brincadeira infantil com a junção dos dois nomes ao resultado John Filme.

O primeiro videoclipe foi divulgado antes do disco do grupo. “Dropadeira” tem 03:15 min e ressalta uma atmosfera psicodisléptica do início ao fim. O vídeo foi uma parceria entre o grupo e a turma do primeiro período de Produção Audiovisual de 2012 da Unochapecó. Essa união já rendeu mais de 3700 exibições no YouTube.



 No ano de 2014 a banda difundiu seu primeiro material, intitulado Jarontom, que contém 11 faixas, “Saveiro Ome De P.D”, “Evil Gattysbellow”, “Funky Jazzy Motherfucker”, “Xoyce”, “Pânke”, “Dói em Mim”, “Login Of Logout”, “Dropadeira”, “Batma”, “Mute Mode Stereo Rock” e “Abismo” todas instrumental com arranjos distintos. A gravação do álbum aconteceu no Estúdio KLR em Porto Alegre por Wagner Lagemann e Ricardo Panela.



Um ano depois movido pela visibilidade positiva perante a crítica ao Full Length, os chapecoenses lançaram seu novo clipe, dessa vez da canção “Dói Em Mim”. A mesma possui 04:50 min de sinestesia. A obra teve direção de Roberto Panarotto e já obtém 2600 visualizações.



Em 2016, “Selfie” chega para enraizar a banda no cenário musical catarinense. O álbum é composto por quatro músicas, “Be My Friend”, “Jenimer”, “Mr Socks” e “Sandwishes” já em formato duo. Vale ressaltar que a abordagem é expressa no EP inteiro através do conceito “bullying” onde há traços característicos em todas as faixas, mantendo capa em cada canção dando ênfase ao semblante da pessoa que o sofre. A Demo foi gravada no Estúdio Garagem 50 em Chapecó.



Nesse ano, a banda entrou novamente em estúdio e anunciou seu novo disco, “Black Bortolotto” obtendo quatro canções, “DSRT”, “UOO UOO”, “Castelo Diminutivo” e “GIF”, todas elas ensimesmadas e mais introspectivas. Sua gravação fora desenvolvida repetidamente no Estúdio Garagem 50 em Chapecó-SC.


A música “DSRT” foi congratulada a um videoclipe devido a carga esotérica e hermética naturalmente identificáveis. Vídeo este produzido de maneira independente pelo grupo. O mesmo já angaria mais de 685 acessos.



Em fevereiro deste ano, a banda originou seu quarto clipe, da primeira canção em português, “Castelo Diminutivo”, durante toda ela, é facilmente identificar alternâncias na sonoridade e uma sapiência contida na letra. A gravação se deu novamente de forma independente, todavia com a direção de André Patussi. O vídeo possui 496 visualizações.



A interessante abordagem sonora assertiva pelos músicos compreende contextos cotidianos vivenciado no dia-a-dia exemplificando ainda os aspectos culturais, comportamentais e existenciais.

A banda já participou de festivais como o Grito Rock Chapecó, Unocultural também em Chapecó, Infrasound Fuzztival (Florianópolis e Curitiba), Estúdio Costella em São Paulo e Locomotiva GIG em Piracicaba-SP.

Para o restante do ano, o grupo tem a ideia de desenvolver um LP (onde os integrantes trocarão os instrumentos), um EP que já está no processo de finalização e um filme média metragem produzido pelos integrantes no intuito de expor músicas inéditas e versões onde estarão atuando e tocando. Além desses materiais, eles lançarão um Split com parceria da banda Muñoz de Florianópolis prevista para o final do ano.

A John Filme é Akira Fukai (Guitarra) e Fernando Paludo (Bateria).


A banda tem um recado para os leitores do blog:
”Parabéns pelo empenho e iniciativa, não só do site, mas também dos leitores que estão atrás de saber sobre a cena underground. Com certeza estão sendo bem recompensados pela grande quantidade de música de qualidade que vem sendo produzida além do mainstream e divulgada aqui. Muito obrigado pela oportunidade de sermos vistos e ouvidos, esperamos poder estar cada vez mais próximos de todos o tempo todo o ano inteiro para o resto de suas vidas! Precisamos fazer vários shows e vender várias paradas que a gente vende, então se você quiser ser um apoiador ou colaborador dessa pantomima de banda, só marque uns shows para nós e compre umas paradas nossas e curta e compartilhe no Facebook. ”

Plataformas virtuais:


sábado, 25 de fevereiro de 2017

Maquinários - Intacto (Resenha)


Depois de lançar o Ep “Seis Milhas Para O Inferno” em 2013, o qual contou com quatro músicas, a banda chapecoense Maquinários divulgou em 2015 seu mais recente trabalho, um full length, denominado “Intacto”.

O mesmo possui nove músicas, sendo todas elas cantadas em português. A produção do álbum se deu pelos integrantes do Korzus, Marcelo Pompeu e Heros Trench, complementado à arte por Olivier DZO.

O álbum segue um estilo cru, mesclado a várias vertentes do Metal, sendo o Southern a mais influente. Abaixo está a resenha de cada música contida no disco:



A primeira já surge como um verdadeiro ícone da banda. “Um Grito Na Noite” segue uma abordagem clássica e obscura, mantendo riffs nervosos lineares. E em relação à composição, nota-se traços extremos entre o bem e o mal onde resultam em um intermúndio, sendo este uma consequência da adrenalina recorrida pelo eu lírico. A canção ganhou um videoclipe, e o mesmo obtém 42.000 visualizações no YouTube.



A segunda faixa “Desgovernado” traz consigo metáforas dos dois mundos expressadas por analogias sobre guerras intelectuais movidas pelo desespero. O sujeito apresentado pela música percorre caminhos árduos e se mostra disposto a enfrentar qualquer desafio sem medir as consequências. O instrumental tem variações, sendo ameno no início e gradativamente atinge uma sonoridade mais agressiva.


“Além Da Estrada” surge como uma canção destinada aos fiéis e amantes que vivem pelo Rock ‘n’ Roll. Ela busca assimilar sentimentos e realidades vivenciadas pelos roqueiros caracterizando assim esse estilo marcante e sem rótulos. Os riffs são mais intensos na introdução mas seguem uma linha firme em todo restante da canção.

A quarta música “Veneno, Sangue e Destroços”, ressalta questões psicológicas retratando demônios internos autodestrutivos que atuam na psique humana criando fagulhas e lutas pessoais. Novamente a presença de metáforas concomitantemente à letra. Referente ao instrumental, trata-se de uma mistura de Blues, Classic Rock e Rock ‘n’ Roll.

“Ignição” manifesta-se como uma canção tipicamente existencial, agregando a intensa significância da morte. Na mesma, pode-se compreender uma pessoa que se encontra em um cenário digladiador. A faixa é caracterizada por uma forte presença do vocal de Watson, e os riffs crus mesclando-se as baquetadas nervosas de Diego.  

A sexta música, intitulada “Vulto Negro” tornou-se carimbada nos shows da banda. Na faixa, há muitos resquícios herméticos relacionados a um possível inferno pessoal, descrito de forma metafórica a um espectro negro e a intensa forma das pessoas fingirem autocontrole. A sonoridade agressiva como sempre, evidencia ainda mais a peculiaridade dos solos e riffs trazidos pelo grupo.

A canção “Anjo ou Réu” é um pouco mais lenta, todavia tem um instrumental rico, podendo assim ter uma percepção mais pura sobre cada instrumento. A temática exibe o universo complexo existente na alma da mulher, que aqui é retratada como um ser que clama por vingança.

Uma das mais pesadas é “Seis Milhas Para O Inferno”, música esta que nomeou o Ep anterior.  Ela fala de uma realidade referente à distopia presente nos versos, “Cidade sangrenta, becos apertados, peito ofegante, bala encravada”.

A última faixa, a homônima “Intacto”, não poderia deixar de faltar. Uma vez que a mesma busca expor lados antagônicos de maneira que o ouvinte pode criar dois tipos de interpretações. A primeira opção seria de alguém resistente onde antepara todos os maus causados por um trauma, e o refrão traria consigo a firmeza da constatação, “Intacto, sôfrego e insano, intacto até morrer e vencer”. Contudo, a segunda visão seria um tanto incomum, tudo partiria de uma ironia, na qual os empecilhos apresentados se sobressairiam à força humana conforme citado no trecho, “Um confronto com o diabo, a disputa do poder, somos só olhos vendados, que julgam e não veem”. Em 2016, a música ganhou um Webclipe, gravado no Teatro Municipal de Chapecó.



Abaixo estão as mídias sociais:
Site: http://maquinariosoficial.com.br/





terça-feira, 22 de novembro de 2016

Sagrav

Hoje lhes apresentaremos os chapecoenses da Sagrav.




A banda fora formada nos meados de 2014 com o intuito de mostrar sua identidade singular expandindo o conhecimento dos seus ouvintes.

O nome do grupo surgiu de forma hílare e cômica. Os músicos buscando uma designação inédita e criativa decidiram escolher “VARGAS” ao contrário, uma vez que esse mesmo sobrenome era do baixista Protásio Vargas, criador e idealizador da banda.

No que se refere a inspiração, os músicos são mais cautelosos, pois cada um tem sua principal referência dentro do Metal e os mesmos optam sempre por mesclar diferentes ritmos através de suas composições. Por já participarem de outros grupos, os membros já obtêm experiência e levam o Metal a sério. A cada trabalho novo fica como uma incógnita, na qual o fã mesmo é quem há de personificar qual a verdadeira identidade do grupo.

Ainda no mesmo ano em que surgiu, a Sagrav divulgou seu primeiro trabalho. O Ep “The Lynching” foi lançado em julho contendo quatro faixas, “Intro”, “Dark Feelings”, “The Lynching” e “1310”. O trabalho é completamente independente e contou com a produção de Fernando Nicknich.  



A temática da demo possui um valor histórico-cultural simbólico para o município de Chapecó, porque faz alusão aos acontecimentos de 1950 donde por forte imposição e influência da igreja e do poder local resultou-se em uma grande tragédia com prisões, torturas e linchamento de quatro pessoas na cidade. Todavia, por muito tempo depois foi proibido de tocar no assunto, mas depois de ser publicada na revista Cruzeira (Grande expoente da comunicação e notícias da época) ganhou grande repercussão. E a banda trouxe à tona esse problema, devido ao livro de Monica Hass, “O Linchamento Que Muitos Querem Esquecer”, para relembrar e expor como o sistema local funcionava e infelizmente funciona de forma similar até hoje.


E para difundir isso, nada melhor que um lyric da homônima “The Lynching”, onde conta com imagens ilustrativas marcando um pouco o que havia ocorrido. E em breve os músicos estarão lançando um videoclipe da mesma com parceria da Produção Audiovisual da UnoChapecó.



Vale destacar que a Sagrav possui abordagens de fatos e histórias do Velho Oeste Catarinense, este mesmo que fora o local de nascimento e estadia do grupo, que aliás possui um grande carinho pela região.

Atualmente a banda está trabalhando em novas composições para um novo álbum que ainda não tem data de gravação e lançamento.  A princípio obterá quatro músicas e será um pouco diferente do anterior. De acordo com o vocalista Cristiano Zauza, “Vamos puxar para um som mais oitentista nesse trabalho, regatando um pouco os riffs mais intrincados e cadenciados”.

Agenda da Sagrav:
2017- Otacílio Rock Festival

O grupo é formado por Cristiano Zauza (Vocal e Guitarra), Protásio Vargas (Baixo) e José Paulo (Bateria).



O Power Trio tem um recado:
”Agradecemos a todos que já curtiram nosso trabalho, aqui é tudo feito de maneira bem underground mas com muita garra e dedicação. Estamos à disposição para fazer shows e fechar parcerias a fim de divulgar nosso trabalho e fazer a cena underground acontecer!
A quem não conhece ainda o nosso trabalho e fortalecer a cena underground, deixamos aqui nosso contato e esperamos ter a oportunidade de nos cruzamos pelos caminhos do metal.
Forte abraço a todos e vamos nos unir mais e fazer a cena acontecer!
Sagrav está aí para somar com a cena e com todos os metaleiros.
Saudações! ”

As plataformas virtuais estão abaixo:


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Maquinários

Metal de qualidade feito por quem entende muito sobre o estilo!



 A banda Maquinários fora formada no ano de 2009 na cidade de Palmas-TO mas migrou em 2012 para Chapecó. Ao longo do tempo o grupo foi modificando sua sonoridade que era uma pegada de Southern e adaptando para um Heavy Metal, Hard Rock e Stoner.

O intuito do grupo é fazer músicas relacionadas a questões humanas e existenciais, fugindo dos clichês e de letras com conteúdo superficiais, afim de apenas fazer a reflexão individual em relação ao mundo.

Em 2013 os músicos lançaram o Ep “Seis Milhas Para O Inferno”. Ele contou com quatro músicas, a homônima “Seis Milhas Para o Inferno”, “Além da Estrada”, “Sentido Contramão” e “Cinza Espúrio”.  Fora produzido por Marcelo Pompeu e Heros Trench no Mr Som. O álbum foi muito bem recebido pela mídia do Metal e contou com uma grande visibilidade perante ao público.



No ano de 2014 a banda tocou no Programa ShowLivre apresentado por Clemente Nascimento no YouTube. Foram agraciados por ser a primeira banda de Metal catarinense a se apresentar no programa.



Em 2015 os músicos lançaram “Intacto”, álbum este produzido novamente pelos integrantes do Korzus, Marcelo Pompeu e Heros Trench, tendo a arte gráfica assinada por Olivier DZO. O disco conta com nove músicas, “Um Grito Na Escuridão”, “Desgovernado”, “Além Da Estrada”, “Veneno, Sangue e Destroços”, “Ignição”, “Vulto Negro”, “Anjo Ou Réu”, “Seis Milhas Para O Inferno” e “Intacto”.



No mesmo ano o grupo lançou o videoclipe “Um Grito Na Noite”. Ele foi produzido por My Name Is Films, contou com a produção de Jessica Mendonça e edição de Victor Ponce. O clipe já conta com 36.000 exibições no YouTube, sendo divulgado pela MTV e no ShowLivre. A música tem uma sonoridade que remete a Rock n Roll e Stoner e tem sua temática baseada nos transtornos existenciais. Um destaque positivo dos músicos foi o fato de tocarem em português, possibilitou maior difusão do material em território nacional e críticas positivas.



A boa receptividade da mídia catarinense perante ao álbum e ao videoclipe, possibilitou a banda a concorrer em grandes premiações, com destaque para o da Música Catarinense. No final de 2015 foi considerada por voto popular como a melhor banda catarinense do ano.

As influências da banda são Black Sabbath, Motorhead, Project 46, Down, Black Label Society, JackDevil, Nervosa, Orchid, Hellyeah, Havok, Mastodon, Carro Bomba, Valvera, Desert Dance, Matillha e Sioux 66.

Em janeiro de 2016 a banda divulgou um webclipe da música “Intacto” onde fora gravado no Teatro Municipal de Chapecó. O clipe já alcançou mais de 2.500 visualizações no YouTube.





Atualmente o grupo está no processo de composição do novo álbum que soará um pouco diferente do “Intacto”, pois trará uma sonoridade mais pesada. Mas dessa vez o disco contará genuinamente com a produção da própria banda. Ele não tem data de lançamento ou divulgação.

Os integrantes são Watson Silva (Vocal e Guitarra), Mateus Andrighi (Baixo) e Diego Massola (Bateria).

A Maquinários já abriu para grandes bandas como Krisiun e Motorocker. E no final do ano estará tocando no Maniac Metal Meeting em Rio Negrinho, festival esse que contará com renomadas bandas brasileiras e internacionais. Dentre elas Violator, Vulcano, Krisiun, Hirax, Miasthenia, Anthares e Hibria.



As plataformas virtuais são as seguintes:





terça-feira, 9 de agosto de 2016

Duranggos

Você pode dizer que é Metal, Stoner Rock, Punk, Hard Rock ou Rock N Roll. Eles querem que você os definam como achar melhor.



Estou falando da banda Duranggos. O grupo surgiu em 2011 na cidade de Chapecó-SC com o intuito de “tocar para não morrer de tédio”, como cita o vocalista Rafael Panegalli. A ideia surgiu de uma Jam que Rafael fez com Ricardo Ravel.

A primeira música da Duranggos fora denominada “O Homem Do Cavalo Negro”.




Como a proposta inicial da banda era a de contar histórias através da música, munidos por este desejo gravaram em 2013 o primeiro EP denominado “Baleado Mas Atirando”.

 Já o segundo trabalho da banda, o EP “KABRA” lançado em 2015, trouxe uma proposta diferenciada focando no lado mais sentimental dos músicos, este trata de relações desastrosas e de conflitos internos.



 Sendo que os dois EPs foram gravados de forma caseira. Os dois novos singles lançados, "Ainda Não Tô Legal" e "Entidade" representam o visível amadurecimento musical da banda, isso fica representado tanto na sonoridade como na mensagem passada através das letras. As duas músicas foram gravadas no Estudio Garagem 50 da cidade de Chapecó, gravados e mixados por Lauri e Bruno Mattiello. Segundo o vocalista, “hoje em dia estamos mais focados em conseguir fazer a música que escutamos dentro de nós, traduzindo o nosso redor em riffs. Acho que atualmente nós estamos mais despreocupados com tudo isso e sem querer, acho que é melhor assim, mais natural, nada forçado...”

 As influências da banda são amplas, vai desde Hellacopters, Ramones, Kill Cherleader, Misfits, Garage Fuzz, Dead Fish, Every Time I Die, Street Bulldogs, Dead Kennedys à Black Sabbath, Motorhead, Led Zeppelin, King Crimson além do metal dos anos 80, HC californiano, Punk Rock e o rock clássico psicodélico.

Em 2014, o grupo lançou um videoclipe denominado “Ponto De Vista”. A música foi dirigida por Juliano Gaitaman, finalizado e editado pela Bit2dreams. O clipe foi o primeiro vídeo lançado pelo então criado curso de audiovisual em Chapecó. A canção possui 03:01min e tem sua temática ligada a questões existenciais. A mesma já alcançou mais de 3000 visualizações no Youtube.



Atualmente a banda está em processo de gravação de sua terceira demo, que poderá contar também com algumas músicas em inglês. Os músicos já possuem cinco faixas, e estão no processo de finalização das mesmas.

Os shows em que marcaram muito o grupo, são os que foram feitos ao lado da banda também chapecoense John Filme, onde tocavam em vários lugares undergrounds.


Os integrantes são Rafael Panegalli(Vocal e Baixo), Juliano Gaitaman(Guitarra e Vocal), Felipe Tomazini(Bateria).

Abaixo tem uma mensagem do power trio:
“Obrigado a todo mundo que curte e acompanha nosso trampo, obrigado também a todas as bandas catarinenses com quem já tocamos ou dividimos palco, obrigado a você Guigo pela iniciativa de fazer esse trabalho fudido de conhecer e entrevistar a galera, e se mantenham doidos, com sede, fazendo fumaça e celebrando o som autoral, que é uma das poucas coisas de verdade e palpáveis que temos perto da gente nos dias de hoje, valorizar o trabalho autoral alheio é valorizar o próprio material! ”


As mídias sociais do grupo:

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