No dia 31 de março, a banda chapecoense Disaster Cities, difundiu seu novo videoclipe, trata-se da canção “Holes”. A faixa está presente no disco “Erasing Karma”, segundo trabalho do grupo pelo selo paulista Marã Música.
Foto/Divulgação
“Holes” salienta questões existenciais e conflitos internos. Além disso, a composição trata sobre a redenção e remissão e a forma de aceitação e superação das adversidades. Filmado em Chapecó, cidade do interior de Santa Catarina, em dois dias, o clipe foi produzido por Rodrigo Scandolara e o Everton Milani, e possui uma atmosfera que remete aos anos 90, por meio de uma mistura de Indie, Stoner e Rock Alternativo.
O álbum já está disponível nas plataformas de streaming e digitais do grupo. “Esse disco é praticamente um mural de fotografias. É um resultado literal de como mudamos enquanto pessoas”, lembra a banda.
Sobre a banda:
A banda nasceu em Chapecó - SC e hoje é formada por integrantes de Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. O grupo tem diversos materiais difundidos, com destaque para o álbum “LOWA”, divulgado em 2018.
No dia 07 de junho, a banda chapecoense John Filme difundiu
“Garota do Tempo”, seu novo videoclipe. A música está disponibilizada em todas
as plataformas digitais e de streaming do grupo.
Depois do versátil álbum “Jhon Film” lançado há um ano, a
banda decidiu reincorporar novos arranjos, manter o intenso e experimental
shoegaze e perambular pelas vielas do Lo-Fi. “Garota do Tempo” é a imersão no
mundo jhonfilmeano mesclando características melancólicas e irônicas, através
de uma fotografia vintage com takes turvos, aos quais os músicos se apresentam.
Sobre a banda:
Formada em 2010, no oeste de Santa Catarina, a John Filme carrega
em sua trajetória, diversos materiais, divididos, entre demos, eps, singles e
discos. Seus trabalhos mais notáveis são o Ep “Selfie” e os álbuns “Fohn Jilm”
(2017) e “Jhon Film” (2020), além de ter vários videoclipes divulgados.
Foto/Divulgação
Com um casamento do Indie com o Shoegaze, o grupo
transforma o cotidiano do dia-a-dia em uma atmosfera experimental e introspectiva.
Como você
definiria o som da John Filme? Responda depois de ler a matéria abaixo:
O grupo
chapecoense iniciou suas atividades em 2010 por músicos que eram amigos de infância,
munidos pelo ideal de transpassar a nostalgia puerícia para uma atividade que
pudessem mutuamente personificar as peculiaridades individuais. Inicialmente ensaiavam
com um baixista Emanuel Perez “Gringo”, contudo com a saída do mesmo,
modificaram para um projeto duo.
O som proposto
pelo grupo é dificilmente caracterizado e rotulado uma vez que os mesmos não se
prendem a estereótipos de estilos. Suas referências iniciais iam de Red Fang,
Queens Of The Stone Age, Death From Above 1979, Kyuss, Red Hot Chilli Peppers
até Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Black Sabbath, The Stooges, Nirvana, Pixies,
etc. Conquanto, os integrantes passaram
por um processo de amadurecimento e esse período permitiu que alternasse as
influências musicais, portanto ingressou no playlist sons fora do mainstream,
como Kurt Vile, Warpaint, Gøggs,
Helvetia, War on Drugs, Sun Kil Moon, Deru, Aphex Twin, Shlohmo, Sonic Youth,
Off!, Ty Segall, Ween, Nine Inch Nails, DZ Deathrays, PWR BTTM, DIIV, Fugazi,
PJ Harvey e grandes outros artistas.
A designação do
nome é simples, porém há um contexto simbólico para os membros Akira e Fernando
já que a cognominação fora baseada em uma brincadeira infantil com a junção dos
dois nomes ao resultado John Filme.
O primeiro
videoclipe foi divulgado antes do disco do grupo. “Dropadeira” tem 03:15 min e
ressalta uma atmosfera psicodisléptica do início ao fim. O vídeo foi uma
parceria entre o grupo e a turma do primeiro período de Produção Audiovisual de
2012 da Unochapecó. Essa união já rendeu mais de 3700 exibições no YouTube.
No ano de 2014 a banda difundiu seu primeiro
material, intitulado Jarontom, que contém 11 faixas, “Saveiro Ome De P.D”, “Evil
Gattysbellow”, “Funky Jazzy Motherfucker”, “Xoyce”, “Pânke”, “Dói em Mim”, “Login
Of Logout”, “Dropadeira”, “Batma”, “Mute Mode Stereo Rock” e “Abismo” todas instrumental
com arranjos distintos. A gravação do álbum aconteceu no Estúdio KLR em Porto
Alegre por Wagner Lagemann e Ricardo Panela.
Um ano depois
movido pela visibilidade positiva perante a crítica ao Full Length, os
chapecoenses lançaram seu novo clipe, dessa vez da canção “Dói Em Mim”. A mesma
possui 04:50 min de sinestesia. A obra teve direção de Roberto Panarotto e já
obtém 2600 visualizações.
Em 2016, “Selfie”
chega para enraizar a banda no cenário musical catarinense. O álbum é composto
por quatro músicas, “Be My Friend”, “Jenimer”, “Mr Socks” e “Sandwishes” já em
formato duo. Vale ressaltar que a abordagem é expressa no EP inteiro através do
conceito “bullying” onde há traços característicos em todas as faixas, mantendo
capa em cada canção dando ênfase ao semblante da pessoa que o sofre. A Demo foi
gravada no Estúdio Garagem 50 em Chapecó.
Nesse ano, a
banda entrou novamente em estúdio e anunciou seu novo disco, “Black Bortolotto”
obtendo quatro canções, “DSRT”, “UOO UOO”, “Castelo Diminutivo” e “GIF”, todas
elas ensimesmadas e mais introspectivas. Sua gravação fora desenvolvida repetidamente
no Estúdio Garagem 50 em Chapecó-SC.
A música “DSRT”
foi congratulada a um videoclipe devido a carga esotérica e hermética
naturalmente identificáveis. Vídeo este produzido de maneira independente pelo grupo.
O mesmo já angaria mais de 685 acessos.
Em fevereiro
deste ano, a banda originou seu quarto clipe, da primeira canção em português, “Castelo
Diminutivo”, durante toda ela, é facilmente identificar alternâncias na
sonoridade e uma sapiência contida na letra. A gravação se deu novamente de
forma independente, todavia com a direção de André Patussi. O vídeo possui 496
visualizações.
A interessante
abordagem sonora assertiva pelos músicos compreende contextos cotidianos vivenciado
no dia-a-dia exemplificando ainda os aspectos culturais, comportamentais e
existenciais.
A banda já
participou de festivais como o Grito Rock Chapecó, Unocultural também em
Chapecó, Infrasound Fuzztival (Florianópolis e Curitiba), Estúdio Costella em
São Paulo e Locomotiva GIG em Piracicaba-SP.
Para o restante
do ano, o grupo tem a ideia de desenvolver um LP (onde os integrantes trocarão
os instrumentos), um EP que já está no processo de finalização e um filme média
metragem produzido pelos integrantes no intuito de expor músicas inéditas e
versões onde estarão atuando e tocando. Além desses materiais, eles lançarão um
Split com parceria da banda Muñoz de Florianópolis prevista para o final do
ano.
A John Filme é
Akira Fukai (Guitarra) e Fernando Paludo (Bateria).
A banda tem um
recado para os leitores do blog:
”Parabéns pelo
empenho e iniciativa, não só do site, mas também dos leitores que estão atrás
de saber sobre a cena underground. Com certeza estão sendo bem recompensados
pela grande quantidade de música de qualidade que vem sendo produzida além do
mainstream e divulgada aqui. Muito obrigado pela oportunidade de sermos vistos
e ouvidos, esperamos poder estar cada vez mais próximos de todos o tempo todo o
ano inteiro para o resto de suas vidas! Precisamos fazer vários shows e vender
várias paradas que a gente vende, então se você quiser ser um apoiador ou
colaborador dessa pantomima de banda, só marque uns shows para nós e compre
umas paradas nossas e curta e compartilhe no Facebook. ”
Depois de
lançar o Ep “Seis Milhas Para O Inferno” em 2013, o qual contou com quatro
músicas, a banda chapecoense Maquinários divulgou em 2015 seu mais recente
trabalho, um full length, denominado “Intacto”.
O mesmo possui
nove músicas, sendo todas elas cantadas em português. A produção do álbum se
deu pelos integrantes do Korzus, Marcelo Pompeu e Heros Trench, complementado à
arte por Olivier DZO.
O álbum segue
um estilo cru, mesclado a várias vertentes do Metal, sendo o Southern a mais
influente. Abaixo está a resenha de cada música contida no disco:
A primeira já surge
como um verdadeiro ícone da banda. “Um Grito Na Noite” segue uma abordagem
clássica e obscura, mantendo riffs nervosos lineares. E em relação à
composição, nota-se traços extremos entre o bem e o mal onde resultam em um
intermúndio, sendo este uma consequência da adrenalina recorrida pelo eu
lírico. A canção ganhou um videoclipe, e o mesmo obtém 42.000 visualizações no
YouTube.
A segunda faixa
“Desgovernado” traz consigo metáforas dos dois mundos expressadas por analogias
sobre guerras intelectuais movidas pelo desespero. O sujeito apresentado pela
música percorre caminhos árduos e se mostra disposto a enfrentar qualquer
desafio sem medir as consequências. O instrumental tem variações, sendo ameno
no início e gradativamente atinge uma sonoridade mais agressiva.
“Além Da
Estrada” surge como uma canção destinada aos fiéis e amantes que vivem pelo
Rock ‘n’ Roll. Ela busca assimilar sentimentos e realidades vivenciadas pelos
roqueiros caracterizando assim esse estilo marcante e sem rótulos. Os riffs são
mais intensos na introdução mas seguem uma linha firme em todo restante da
canção.
A quarta música
“Veneno, Sangue e Destroços”, ressalta questões psicológicas retratando
demônios internos autodestrutivos que atuam na psique humana criando fagulhas e
lutas pessoais. Novamente a presença de metáforas concomitantemente à letra.
Referente ao instrumental, trata-se de uma mistura de Blues, Classic Rock e
Rock ‘n’ Roll.
“Ignição” manifesta-se
como uma canção tipicamente existencial, agregando a intensa significância da
morte. Na mesma, pode-se compreender uma pessoa que se encontra em um cenário
digladiador. A faixa é caracterizada por uma forte presença do vocal de Watson,
e os riffs crus mesclando-se as baquetadas nervosas de Diego.
A sexta música,
intitulada “Vulto Negro” tornou-se carimbada nos shows da banda. Na faixa, há
muitos resquícios herméticos relacionados a um possível inferno pessoal,
descrito de forma metafórica a um espectro negro e a intensa forma das pessoas
fingirem autocontrole. A sonoridade agressiva como sempre, evidencia ainda mais
a peculiaridade dos solos e riffs trazidos pelo grupo.
A canção “Anjo
ou Réu” é um pouco mais lenta, todavia tem um instrumental rico, podendo assim
ter uma percepção mais pura sobre cada instrumento. A temática exibe o universo
complexo existente na alma da mulher, que aqui é retratada como um ser que
clama por vingança.
Uma das mais
pesadas é “Seis Milhas Para O Inferno”, música esta que nomeou o Ep
anterior. Ela fala de uma realidade
referente à distopia presente nos versos, “Cidade sangrenta, becos apertados,
peito ofegante, bala encravada”.
A última faixa,
a homônima “Intacto”, não poderia deixar de faltar. Uma vez que a mesma busca
expor lados antagônicos de maneira que o ouvinte pode criar dois tipos de
interpretações. A primeira opção seria de alguém resistente onde antepara todos
os maus causados por um trauma, e o refrão traria consigo a firmeza da
constatação, “Intacto, sôfrego e insano, intacto até morrer e vencer”. Contudo,
a segunda visão seria um tanto incomum, tudo partiria de uma ironia, na qual os
empecilhos apresentados se sobressairiam à força humana conforme citado no
trecho, “Um confronto com o diabo, a disputa do poder, somos só olhos vendados,
que julgam e não veem”. Em 2016, a música ganhou um Webclipe, gravado no Teatro
Municipal de Chapecó.
Hoje lhes
apresentaremos os chapecoenses da Sagrav.
A banda fora
formada nos meados de 2014 com o intuito de mostrar sua identidade singular
expandindo o conhecimento dos seus ouvintes.
O nome do grupo
surgiu de forma hílare e cômica. Os músicos buscando uma designação inédita e
criativa decidiram escolher “VARGAS” ao contrário, uma vez que esse mesmo
sobrenome era do baixista Protásio Vargas, criador e idealizador da banda.
No que se
refere a inspiração, os músicos são mais cautelosos, pois cada um tem sua
principal referência dentro do Metal e os mesmos optam sempre por mesclar diferentes ritmos
através de suas composições. Por já participarem de outros grupos, os membros
já obtêm experiência e levam o Metal a sério. A cada trabalho novo fica como
uma incógnita, na qual o fã mesmo é quem há de personificar qual a verdadeira
identidade do grupo.
Ainda no mesmo
ano em que surgiu, a Sagrav divulgou seu primeiro trabalho. O Ep “The Lynching”
foi lançado em julho contendo quatro faixas, “Intro”, “Dark Feelings”, “The
Lynching” e “1310”. O trabalho é completamente independente e contou com a
produção de Fernando Nicknich.
A temática da
demo possui um valor histórico-cultural simbólico para o município de Chapecó,
porque faz alusão aos acontecimentos de 1950 donde por forte imposição e influência
da igreja e do poder local resultou-se em uma grande tragédia com prisões,
torturas e linchamento de quatro pessoas na cidade. Todavia, por muito tempo
depois foi proibido de tocar no assunto, mas depois de ser publicada na revista
Cruzeira (Grande expoente da comunicação e notícias da época) ganhou grande
repercussão. E a banda trouxe à tona esse problema, devido ao livro de Monica
Hass, “O Linchamento Que Muitos Querem Esquecer”, para relembrar e expor como o
sistema local funcionava e infelizmente funciona de forma similar até hoje.
E para difundir
isso, nada melhor que um lyric da homônima “The Lynching”, onde conta com
imagens ilustrativas marcando um pouco o que havia ocorrido. E em breve os
músicos estarão lançando um videoclipe da mesma com parceria da Produção
Audiovisual da UnoChapecó.
Vale destacar
que a Sagrav possui abordagens de fatos e histórias do Velho Oeste Catarinense,
este mesmo que fora o local de nascimento e estadia do grupo, que aliás possui
um grande carinho pela região.
Atualmente a
banda está trabalhando em novas composições para um novo álbum que ainda não
tem data de gravação e lançamento. A princípio
obterá quatro músicas e será um pouco diferente do anterior. De acordo com o
vocalista Cristiano Zauza, “Vamos puxar para um som mais oitentista nesse
trabalho, regatando um pouco os riffs mais intrincados e cadenciados”.
Agenda da
Sagrav:
2017- Otacílio
Rock Festival
O grupo é
formado por Cristiano Zauza (Vocal e Guitarra), Protásio Vargas (Baixo) e José
Paulo (Bateria).
O Power Trio
tem um recado:
”Agradecemos
a todos que já curtiram nosso trabalho, aqui é tudo feito de maneira bem
underground mas com muita garra e dedicação. Estamos à disposição para fazer
shows e fechar parcerias a fim de divulgar nosso trabalho e fazer a cena
underground acontecer!
A quem não
conhece ainda o nosso trabalho e fortalecer a cena underground, deixamos aqui
nosso contato e esperamos ter a oportunidade de nos cruzamos pelos caminhos do
metal.
Forte abraço a
todos e vamos nos unir mais e fazer a cena acontecer!
Sagrav está aí
para somar com a cena e com todos os metaleiros.
Metal de
qualidade feito por quem entende muito sobre o estilo!
A banda Maquinários fora formada no ano de
2009 na cidade de Palmas-TO mas migrou em 2012 para Chapecó. Ao longo do tempo
o grupo foi modificando sua sonoridade que era uma pegada de Southern e
adaptando para um Heavy Metal, Hard Rock e Stoner.
O intuito do
grupo é fazer músicas relacionadas a questões humanas e existenciais, fugindo
dos clichês e de letras com conteúdo superficiais, afim de apenas fazer a
reflexão individual em relação ao mundo.
Em 2013 os
músicos lançaram o Ep “Seis Milhas Para O Inferno”. Ele contou com quatro
músicas, a homônima “Seis Milhas Para o Inferno”, “Além da Estrada”, “Sentido
Contramão” e “Cinza Espúrio”. Fora
produzido por Marcelo Pompeu e Heros Trench no Mr Som. O álbum foi muito bem
recebido pela mídia do Metal e contou com uma grande visibilidade perante ao
público.
No ano de 2014
a banda tocou no Programa ShowLivre apresentado por Clemente Nascimento no
YouTube. Foram agraciados por ser a primeira banda de Metal catarinense a se
apresentar no programa.
Em 2015 os
músicos lançaram “Intacto”, álbum este produzido novamente pelos integrantes do
Korzus, Marcelo Pompeu e Heros Trench, tendo a arte gráfica assinada por
Olivier DZO. O disco conta com nove músicas, “Um Grito Na Escuridão”, “Desgovernado”,
“Além Da Estrada”, “Veneno, Sangue e Destroços”, “Ignição”, “Vulto Negro”,
“Anjo Ou Réu”, “Seis Milhas Para O Inferno” e “Intacto”.
No mesmo ano o
grupo lançou o videoclipe “Um Grito Na Noite”. Ele foi produzido por My Name Is
Films, contou com a produção de Jessica Mendonça e edição de Victor Ponce. O
clipe já conta com 36.000 exibições no YouTube, sendo divulgado pela MTV e no
ShowLivre. A música tem uma sonoridade que remete a Rock n Roll e Stoner e tem
sua temática baseada nos transtornos existenciais. Um destaque positivo dos
músicos foi o fato de tocarem em português, possibilitou maior difusão do
material em território nacional e críticas positivas.
A boa
receptividade da mídia catarinense perante ao álbum e ao videoclipe,
possibilitou a banda a concorrer em grandes premiações, com destaque para o da Música
Catarinense. No final de 2015 foi considerada por voto popular como a melhor
banda catarinense do ano.
As influências
da banda são Black Sabbath, Motorhead, Project 46, Down, Black Label Society, JackDevil,
Nervosa, Orchid, Hellyeah, Havok, Mastodon, Carro Bomba, Valvera, Desert Dance,
Matillha e Sioux 66.
Em janeiro de
2016 a banda divulgou um webclipe da música “Intacto” onde fora gravado no
Teatro Municipal de Chapecó. O clipe já alcançou mais de 2.500 visualizações no YouTube.
Atualmente o
grupo está no processo de composição do novo álbum que soará um pouco diferente
do “Intacto”, pois trará uma sonoridade mais pesada. Mas dessa vez o disco
contará genuinamente com a produção da própria banda. Ele não tem data de
lançamento ou divulgação.
Os integrantes
são Watson Silva (Vocal e Guitarra), Mateus Andrighi (Baixo) e Diego Massola (Bateria).
A Maquinários
já abriu para grandes bandas como Krisiun e Motorocker. E no final do ano
estará tocando no Maniac Metal Meeting em Rio Negrinho, festival esse que contará
com renomadas bandas brasileiras e internacionais. Dentre elas Violator,
Vulcano, Krisiun, Hirax, Miasthenia, Anthares e Hibria.
Você pode dizer
que é Metal, Stoner Rock, Punk, Hard Rock ou Rock N Roll. Eles querem que você os definam
como achar melhor.
Estou falando
da banda Duranggos. O grupo surgiu em 2011 na cidade de Chapecó-SC com o
intuito de “tocar para não morrer de tédio”, como cita o vocalista Rafael
Panegalli. A ideia surgiu de uma Jam que Rafael fez com Ricardo Ravel.
A primeira
música da Duranggos fora denominada “O Homem Do Cavalo Negro”.
Como a proposta
inicial da banda era a de contar histórias através da música, munidos por este
desejo gravaram em 2013 o primeiro EP denominado “Baleado Mas Atirando”.
Já o
segundo trabalho da banda, o EP “KABRA” lançado em 2015, trouxe uma proposta
diferenciada focando no lado mais sentimental dos músicos, este trata de
relações desastrosas e de conflitos internos.
Sendo que os dois EPs foram gravados
de forma caseira. Os dois novos singles lançados, "Ainda Não Tô
Legal" e "Entidade" representam o visível amadurecimento musical
da banda, isso fica representado tanto na sonoridade como na mensagem passada
através das letras. As duas músicas foram gravadas no Estudio Garagem 50 da
cidade de Chapecó, gravados e mixados por Lauri e Bruno Mattiello. Segundo o
vocalista, “hoje em dia estamos mais focados em conseguir fazer a música que
escutamos dentro de nós, traduzindo o nosso redor em riffs. Acho que atualmente
nós estamos mais despreocupados com tudo isso e sem querer, acho que é melhor
assim, mais natural, nada forçado...”
As influências
da banda são amplas, vai desde Hellacopters, Ramones, Kill Cherleader, Misfits,
Garage Fuzz, Dead Fish, Every Time I Die, Street Bulldogs, Dead Kennedys à
Black Sabbath, Motorhead, Led Zeppelin, King Crimson além do metal dos anos 80,
HC californiano, Punk Rock e o rock clássico psicodélico.
Em 2014, o
grupo lançou um videoclipe denominado “Ponto De Vista”. A música foi dirigida
por Juliano Gaitaman, finalizado e editado pela Bit2dreams. O clipe foi o
primeiro vídeo lançado pelo então criado curso de audiovisual em Chapecó. A
canção possui 03:01min e tem sua temática ligada a questões existenciais. A mesma
já alcançou mais de 3000 visualizações no Youtube.
Atualmente a banda
está em processo de gravação de sua terceira demo, que poderá contar também com
algumas músicas em inglês. Os músicos já possuem cinco faixas, e estão no
processo de finalização das mesmas.
Os shows em que
marcaram muito o grupo, são os que foram feitos ao lado da banda também
chapecoense John Filme, onde tocavam em vários lugares undergrounds.
Os integrantes
são Rafael Panegalli(Vocal e Baixo), Juliano Gaitaman(Guitarra e Vocal), Felipe
Tomazini(Bateria).
Abaixo tem uma
mensagem do power trio:
“Obrigado a
todo mundo que curte e acompanha nosso trampo, obrigado também a todas as
bandas catarinenses com quem já tocamos ou dividimos palco, obrigado a você
Guigo pela iniciativa de fazer esse trabalho fudido de conhecer e entrevistar a
galera, e se mantenham doidos, com sede, fazendo fumaça e celebrando o som
autoral, que é uma das poucas coisas de verdade e palpáveis que temos perto da
gente nos dias de hoje, valorizar o trabalho autoral alheio é valorizar o
próprio material! ”