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sexta-feira, 7 de abril de 2023

Disaster Cities: banda relembra temática anos 90 em novo videoclipe “Holes”

No dia 31 de março, a banda chapecoense Disaster Cities, difundiu seu novo videoclipe, trata-se da canção “Holes”. A faixa está presente no disco “Erasing Karma”, segundo trabalho do grupo pelo selo paulista Marã Música.

Foto/Divulgação

“Holes” salienta questões existenciais e conflitos internos. Além disso, a composição trata sobre a redenção e remissão e a forma de aceitação e superação das adversidades. Filmado em Chapecó, cidade do interior de Santa Catarina, em dois dias, o clipe foi produzido por Rodrigo Scandolara e o Everton Milani, e possui uma atmosfera que remete aos anos 90, por meio de uma mistura de Indie, Stoner e Rock Alternativo. 


O álbum já está disponível nas plataformas de streaming e digitais do grupo. “Esse disco é praticamente um mural de fotografias. É um resultado literal de como mudamos enquanto pessoas”, lembra a banda.


Sobre a banda:


A banda nasceu em Chapecó - SC e hoje é formada por integrantes de Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. O grupo tem diversos materiais difundidos, com destaque para o álbum “LOWA”, divulgado em 2018. 


Plataformas Virtuais:

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segunda-feira, 21 de março de 2022

Fucking Project: videoclipe “Cherry Moon” enfatiza Grunge saudosista por meio da fotografia em tons pastéis

Há três meses, os criciumenses da Fucking Project divulgaram seu novo videoclipe “Cherry Moon”. A canção está presente no EP “Stop The World”, que contém cinco faixas e está disponível nas plataformas virtuais e de streaming do grupo.

Ah, os anos 90, período que o Grunge pulsava assim como o Rock Alternativo. E bebendo dessas influências, por meio de referências saudosistas em uma fotografia de tons pastéis e cores quentes, o audiovisual elaborado por Danilo Anastacio retratou vários takes da banda. 

Foto/Divulgação

Sobre a banda

A Fucking Project iniciou suas atividades no ano de 2018 inspirada por bandas Grunge, do cenário de Seatlle dos anos 90, pelo Rock Alternativo e pela fúria do Punk Rock. Rapidamente o grupo se entrosou e um ano depois do surgimento, os criciumenses difundiram o EP homônimo contendo três faixas.

Em 2021, os músicos lançaram o videoclipe “Sick This Way”, que está presente em seu novo material, a demo “Stop The World” que contém cinco faixas e está disponibilizada através das plataformas sociais e de streaming do grupo.

 

Formação Atual:

Miguel Nietto (Vocal/Guitarra)

Eduardo Ghisi (Guitarra/Vocal)

Rafael Toldo (Baixo)

Rafael Ortolan (Bateria)

 

Plataformas Virtuais:

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YouTube.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Carcamano: banda faz apresentação em celebração aos 10 anos do disco “Omertá”

No último sábado, o Queen’s House Pub, a tradicional Casa da Rainha de Criciúma recebeu a banda Carcamano. Os músicos estavam celebrando os 10 anos de lançamento do preciosíssimo disco “Omertá” e comemorando os 23 anos de atividades do grupo.

Em uma performance mais do que especial, a banda difundiu as dez faixas presentes no álbum, algumas músicas novas, clássicos como While My Guitar Gently Weeps, dos Beatles, Black e Jeremy, ambas do Pearl Jam, hits brasileiros de Cazuza, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Lenine e muito mais. Um dos destaques da noite foi proferido através das palavras do vocalista Bira Martins, no qual homenageava Seu Neri Milanez (pai do baixista Alexandre) que sempre foi um dos maiores incentivadores do grupo e que faleceu vítima da Covid-19. Com os versos de "Alma Fria", os criciumenses emocionaram todos os presentes na casa. "Proteja quem jamais lhe trouxe dor, proteja quem jamais negou, o amor". 

Músicos que foram amigos e incentivadores da Carcamano participaram do show, nomes como o guitarrista Robson Brígido e os bateristas, Wagner Barros e Daniel Miquelon. Além disso, pessoas ligadas de alguma forma com a trajetória belíssima do grupo estiveram no pub cantando as suas músicas e fazendo uma grande noite, regada pela nostalgia, pelas cantorias e consequentemente pelo apoio incondicional dos criciumenses a um dos grupos mais importantes do município.

A Urussanga Rock Music esteve presente, como de praxe, apoiando e incentivando às bandas locais. 


Formação atual:

Bira Martins (Vocal e violão)

Alexandre Milanez (Baixo)

Rafael Bacis (Guitarra)

José Ricardo Zanette (Guitarra)

Márcio May (Bateria)

 

Plataformas virtuais:

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terça-feira, 23 de novembro de 2021

Mosaico Adulto: banda nos recebe em casa no videoclipe de “Visita Nova”

Os joinvilenses da banda de Rock, Mosaico Adulto, lançaram no início de novembro (13) o clipe de “Visita Nova”. A faixa faz parte do primeiro EP, homônimo ao nome do grupo, lançado em 2015.


A Mosaico Adulto colocou sua melhor louça na mesa para nos receber com o videoclipe, que é ambientado durante um jantar. As mãos dos atores em meio aos pratos são protagonistas da cena, que também traz uma nova proposta ao integrar os músicos ao clipe através das telas do celular.

A visita que chega à casa, logo vira sinônimo de mudança, desordem e quebra de rotina. A narrativa construída em 2015 não poderia ser mais atual, já que essa visita que traz o caos, pode ser interpretada como um paralelo à situação pandêmica dos dois últimos anos. 

Apesar de ter sido lançado somente este mês, o clipe vem sendo planejado desde 2015, porém foi adiado devido à falta de recursos financeiros. A produção do vídeo pode ser financiada através do Prêmio Catarinense de Cinema 2020, mas devido as restrições da pandemia, as filmagens começaram em 2021.

 

Foto/Divulgação

Sobre a Banda:

Formada em 2013 em Joinville – SC, a Mosaico Adulto tem como referência estilos que vão da música oitentista ao Rock Alternativo. Entre os trabalhos lançados pelo grupo estão os EPs “Mosaico Adulto” (2015), “Novos Planos” (2016), além dos singles “Dez Mil Horas”, “Fernet” e “Longe”, todos lançados em 2019.

 

Formação Atual:

Tiago Luis Pereira (Guitarra e Vocal)

Jean Reeck (Baixo)

Paulo Cesar Nunes Júnior (Guitarra)

André Cidral (Bateria)

 

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segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Cicatrice: o inesperado é evidenciado em “Black to Gray”

Há aproximadamente um mês, a banda florianopolitana Cicatrice divulgou o single “Black to Gray”. A faixa sucede ao EP “Down With The Low End High”.

Foto/Divulgação

Com elementos que fazem menção ao rock pós-punk, a música eletrônica, ao nu metal e entre outras vertentes do underground, a música traz a convergência do experimental com o alternativo. “O inesperado, a surpresa e o afeto colocam esse som onde ele chegou, sem classificação que o impeça de se mover em todas as direções a qualquer tempo, em nome da liberdade que nos move”, destaca a banda.

"Cicatrice" se pensa como lugar de uma marca condicionada pela influência do que vem de todos os lados e do que amarra os tecidos, colado ao que vem de dentro, contando uma história e abrindo possibilidades ao inesperado.

O projeto foi criado no isolamento em meio a pandemia, com o intuito de reunir os gostos mútuos e a experiência dos músicos nas outras bandas e desenvolver uma iniciativa ímpar e que pudesse transpassar o descontentamento sócio-político dos envolvidos.

 

Formação Atual:

Asdra Martin (Vocal)

Bruno Barbi (Guitarra, Piano e Baixo)

Clive Mund (Bateria)

 

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quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Taunting Glaciers: single “Antifone” finca raízes no shoegaze

A banda blumenauense, Taunting Glaciers lançou no dia 27 de setembro, seu mais novo single, intitulado “Antifone”. Com referências do shoegaze, o grupo investe em uma sonoridade carregada e experimental.


“Essa é a primeira música desse álbum que tem a participação da Lola nos vocais e foi uma experiência diferente da primeira vez. Como as expectativas eram totalmente diferentes, ela se sentiu mais confortável e decidiu fazer isso até mais de uma vez, então nos próximos meses vai ter mais Lola nos vocais”, reforça o trio.

A banda finca raízes no hardcore e mantém influências melódicas, que perambulam o instrumental, desde Smashing Pumpkins ao post-hc moderno. A convergência de energia e peso nas composições, é evidenciada através de detalhes refinados que se referem a música ambiente.

Em 2013, os blumenauenses difundiram o EP homônimo contendo quatro faixas e presente entre os 100 melhores discos do ano no Bandcamp, na categoria, post-hc. Depois disso, o grupo divulgou 11 trabalhos, divididos entre EPs, discos, singles e uma Live Sessions. Atualmente, a Taunting Glaciers é considerada uma das maiores bandas catarinenses no que tange ao rock alternativo.

Foto: Murilo Amancio/Divulgação

Formação Atual:

Tony (Baixo)

Lola (Guitarra)

Swan (Vocal)

 

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quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Coletivo Tapera: identidade cultural itapemense é enfatizada em primeiro single “Nevoeiro”

Na última sexta-feira (24), o Coletivo Tapera lançou seu primeiro single, denominado “Nevoeiro”. A faixa é de autoria de Teteu Caetano, e foi gravada no estúdio ODZ Music em Itajaí.

Formada em 2020, a banda vem direto de Itapema - SC, cidade considerada "O Jardim de Santa Catarina", porém, nessa primavera quem rouba a cena é um dos cartões postais do município, o mar.

O grupo dedica a canção à estátua do Pescador, que fica localizada à beira-mar, na região do Canto da Praia em Itapema. O monumento ao ar livre resgata toda a história da cidade e as manifestações culturais são evidenciadas através das composições dos “peixeiros”.

“Nevoeiro”, introduz um depoimento emocionante de um pescador. O instrumental inova ao trazer elementos musicais díspares, tais como a presença do bombo leguero.

Foto/Divulgação

Formação Atual:

Teteu Caetano (Vocal)

Sérgio Negrão (Triângulo)

Tinho Santos (Guitarra e Violão de Nylon)

Ariel Jimenez (Bombos e Percussão)

Peter Allan (Violão de aço e Ukebass)

 

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quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Stella Folks: Banda lança videoclipe do novo single “Stella”

A banda de Indie Rock, Stella Folks, de São José – SC, estreou ontem (22) seu mais novo clipe denominado “Stella”.

O audiovisual foi protagonizado pela atriz Joana Carvalho e pelo vocalista Thiago Mates, com direção de Antonio Rossa. A canção flerta com o experimentalismo aliado à sonoridade noventista. A letra, composta por Jean Mafra, traz um jogo de palavras através de metáforas alusivas a um stalker.

 

Foto/Divulgação

Sobre a banda:

O grupo de Indie Rock Stella Folks surgiu em 2016, em São José – SC. Um ano depois, os músicos difundiram o single “Despertador”, seu primeiro trabalho. Em seguida, lançaram o disco homônimo gravado pelo grande produtor Alexei Leão. O sucesso do álbum, fez com que os joseenses se apresentassem na maior orquestra de bateria da América Latina, depois de uma votação popular que escolheu a canção autoral “Leal”.

Recentemente, a banda divulgou o single "Fundo do Poço". 

 

Formação Atual:

Thiago Mates (Vocal e Violão)

Rafael Pollmann (Vocal e Guitarra)

Raphael Faria (Baixo)

André Guesser (Bateria)

 

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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Hallten: Grupo lança seu segundo trabalho, “Inside Deep Oceans”

Hoje (22), a banda de Imbituba, Hallten divulgou seu segundo trabalho, trata-se do single "Inside Deep Oceans", música que foi lançada simultaneamente em todas as plataformas musicais.

A faixa personifica os arranjos do Stoner Rock, no entanto seu vocal remete as raízes do Pós Punk e New Wave. Além disso, o instrumental chama atenção pela riqueza de riffs, com pitadas psicodélicas. A letra ressalta o misticismo que envolve os segredos do mar.

O grupo foi formado no final de 2019, porém tiveram um breve hiato, retomando as atividades em meados de 2020. Meses depois, para celebrar o retorno dos músicos ao cenário, a banda difundiu o seu primeiro trabalho, denominado “Howling”, que também marca a estreia do seu primeiro videoclipe. 

Foto/Divulgação

Formação Atual:

Rafael Freitas (Vocals/Guitarra)

Felipe Madeira (Guitarra/Synths)

Eder Freitas (Bateria)

Andrei Garcia (Baixo)

 

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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Fucking Project: O Grunge e o Rock Noventista são a essência de uma banda F*%# de Criciúma

Recentemente, a banda criciumense Fucking Project divulgou “Sick This Way”, seu primeiro videoclipe. A canção está inclusa no Ep “Stop The World”, gravado entre novembro e dezembro de 2020, no Estúdio André Bresiani, em Tubarão e lançado nessa semana nas plataformas de streaming.

O clipe foi produzido de forma independente por Nelson Nascimento, que com maestria captou cada take da apresentação dos músicos. Com uma sonoridade, intercalada entre o Hardcore e o Grunge, o instrumental alterna ora entre riffs mais harmônicos, ora mais agressivos. Já, em relação a composição, há resquícios de uma mente transtornada, assustada e doentia.

Sobre a banda

A Fucking Project iniciou suas atividades no ano de 2018 inspirada por bandas Grunge, do cenário de Seatlle dos anos 90, pelo Rock Alternativo e pela fúria do Punk Rock. Rapidamente o grupo se entrosou e um ano depois do surgimento, os criciumenses difundiram o Ep homônimo contendo três faixas.

Foto/Divulgação

Em 2021, os músicos lançaram o videoclipe “Sick This Way”, que está presente em seu novo material, a demo “Stop The World” que contém cinco faixas e está disponibilizada através das plataformas sociais e de streaming do grupo.

Formação Atual:

Miguel Nietto (Vocal/Guitarra)

Eduardo Ghisi (Guitarra/Vocal)

Rafael Toldo (Baixo)

Rafael Ortolan (Bateria)


Plataformas Virtuais:

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terça-feira, 23 de julho de 2019

Raizá: Banda criciumense lança videoclipe de “O Amor é a Cura”


Com uma vibração sinestésica, positividade e ritmos dançantes, a banda criciumense Raizá divulga seu novo videoclipe, intitulado “O Amor é a Cura”.


O vídeo que foi lançado há um mês atrás obteve a direção de Guilherme Walter da Rocha e foi elaborado na beira de um lago, em uma empresa abandonada e em alguns takes numa residência. As bandeirinhas caracterizam-se o momento que fora difundido o trabalho, já que é um período marcado por festas juninas.

Com pessoas dançando próximo a banda, o clipe vai de encontro à sonoridade que remete ao Reggae e ao Pop contendo um instrumental leve e cadenciado. A música expõe a hipocrisia política, a corrupção, a alienação e a forma como o amor pode ser o catalisador para a resistência perante a esses problemas sociais.


Foto: Facebook da Banda

Sobre a Banda:
O grupo Raizá foi formado há quatro anos na cidade de Criciúma- SC e possui em sua bagagem oito trabalhos divulgados, sendo destes, o videoclipe “Olhos Verdes” que já angariou mais de sete mil visualizações no YouTube. Sempre com conteúdo recheado de críticas ao sistema, de questões existenciais e comportamentais, a banda aposta na versatilidade para a composição de suas canções.



Formação Atual:
Everton Carvalho (Vocal)
Henrique Araújo (Bateria)
Bruno Cechinel (Guitarra)
Mário Souza (Guitarra)
Bruno Scandolara (Baixo)
Jhosef (Teclado/Escaleta)
MG[Luiz Otavio] (Percussão/2ºVocal)

Agenda:
25/07/2019: Let’s Drop Pub em Criciúma/SC
27/07/2019: Monet Pub em Criciúma/SC
29/07/2019: Downhill PK em Praia Grande/SC

Plataformas Virtuais:


segunda-feira, 8 de abril de 2019

The Mönic: Banda paulistana divulga o videoclipe de “Mexico”

A banda paulistana The Mönic divulgou no último dia (22), o videoclipe da canção “Mexico”. O trabalho conta com a direção e edição de Mateus Brandão, assistência de direção de Dani Buarque e Gustavo Chaves.


O audiovisual é protagonizado por oito personagens que são divididos entre casais, família e amigos. O enredo do mesmo, explicita a essência de uma novela mexicana regada à família tradicional, traições, guerras de comida e hipocrisia. A crítica se embasa através de intrigas e do falso moralismo, todavia utiliza-se de sarcasmos e ironias para apresentar a trama.

A música “Mexico” estará no álbum “Deus Picio” e será lançada pela DeckDisc. Ela possui riffs cadenciados e bem trabalhados, expressos a uma sonoridade ímpar e coesa.


Foto 1: Facebook da banda
A banda The Mönic foi formada no final de 2017, com o propósito de mesclar estilos como Grunge, Alternativo, Garage Rock e Rock n Roll e transpassar através de suas músicas autorais. Suas composições se baseiam em uma pluralidade de temáticas, desde canções românticas, músicas para crushes, namoradas ou maridos e canções que remetem o cotidiano das mulheres na sociedade machista vigente.

O grupo tem várias músicas divulgadas e possuem dois videoclipes para difusão, da música "High" e de "Buda". A última, é caracterizada por abordar o narcisismo e egocentrismos de alguns budistas. 

Formação Atual:
Ale Labelle (Guitarrista e Vocalista)
Dani Buarque (Guitarrista e Vocalista)
Joan Bedin (Baixista e Vocalista)
Daniely Simões (Baterista e Backing Vocal)




sexta-feira, 5 de abril de 2019

XEI & Sons In Black: O âmago do seu trabalho expresso em “Believe What I Say”

O projeto XEI & Sons In Black gradativamente ganha espaço no cenário catarinense musical. A banda é formada por Alexei Leão (Stormental), Rodrigo Daca (Daca & os Faixa Preta), Hique d’Ávila (Stormental), Geraldo Borges (Blame), Yusanã Mignoni (MFCE) e PH Soares (Enfuga).

O grupo mescla experiência, aprendizado e referências díspares em seu brainstorming sonoro. De acordo com XEI, o Célula Showcase (Casa de shows na qual o músico é proprietário) foi o estopim para que o trabalho ganhasse forma, uma vez que, ele podia acompanhar a apresentação dos músicos e com isso convidar aquele que mais tivesse a ver com o projeto.

Recentemente, a banda divulgou o lyric vídeo de “Believe What I Say”. A música foi gravada no AML Estúdio de forma independente por Alexei Leão. Ela carrega consigo um instrumental cadenciado e bem trabalhado, riffs harmônicos, potenciais e uma pluralidade de referências quanto a sua sonoridade, já que tem traços de Groove, Pop, Experimental, traços Eletrônicos e de Rock Progressivo.



A composição dá uma sensação de sinestesia ao cantar seus versos, ela remete a nostalgias e de forma metafórica aborda os elementos naturais, fazendo um paralelo com o cotidiano simplista.

Os músicos apresentaram essa canção, assim como as outras faixas disponíveis do álbum “#320 On Hard Street” (Gravado em 2015 pelo produtor e compositor Alexei Leão) na Festa Catraca Livre em Florianópolis- SC. O show foi a primeira apresentação do grupo na capital catarinense e terceira no estado, já que os mesmos se exibiram em setembro do ano passado no River Rock Festival e recentemente no Otacílio Rock Festival.



Com dois vídeos divulgados da exibição no Célula Showcase, foi nítido que os músicos além de sua peculiaridade sonora, personificam um estilo característico de arte e de linguagem visual, o que torna a apresentação ainda mais completa.



A banda é composta por:
Alexei XEI Leão (Vocal)
Hique d'Ávila (Violões)
Rodrigo Daca (Guitarra/Vocal)
Geraldo Borges (Baixo)
Yusanã Mignoni (Teclados/ Sintetizadores)
PH Soares (Bateria)




quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Raccoon Club: Estreia “Flicker”, Seu Primeiro Videoclipe


A banda Raccoon Club de Lages- SC traz a irreverência e o experimentalismo através de releituras de clássicos e covers. No entanto, o grupo composto por Aline Dutra Amorim (Vocal), Lucas Reichert (Guitarra), Bruno Juarez Machado (Baixo) e Lucas Barroso (Bateria) gradativamente mesclou músicas autorais para poder esboçar a própria identidade.

A cada apresentação uma performance diferente com peculiaridades que vão além da música. Os shows no SESC e no Santana’s a colocaram no cenário independente lageano, que evolui ao passo dos músicos talentosos que compõe a região serrana.


Hoje, precisamente no dia 21 de novembro de 2018, é uma data que fica cravada para os integrantes e fãs da Raccoon Club. O grupo disponibilizou seu primeiro material, o clipe da canção “Flicker” que foi gravado e mixado por Steffan Duarte e contou com a participação de muitos amigos e colegas dos músicos. Essa parceria juntou várias caras, jeitos, auxílios e apoio, cada um com sua importância, seja na parte visual, estética, de atuação ou sonora.

E consequentemente para falar sobre o videoclipe, é necessário um parágrafo único. Com uma intro melancólica de um diálogo, exprimiram os primeiros acordes, de maneira lenta e cadenciada mas permanecendo numa linearidade síncrona. No vídeo, a sinestesia galgava por caminhos díspares até se unir a atmosfera íntima com traços de epifania.

A composição explicita o existencialismo, a questão comportamental e o que se revela através de taças de bebidas. Revela uma metáfora com Jim Morrison? Ou então com a intensidade do amor? Claro, a interpretação é uma dádiva, pois mistura elementos de uma insanidade sentimental.

Plataformas Virtuais:


terça-feira, 20 de novembro de 2018

The Mönic: O Prodígio do Cenário Independente Nacional


Rock n Roll, Hard Rock, Grunge ou Alternativo? A decisão é sua para tentar encaixar as pluralidades musicais existentes na sonoridade da banda paulistana The Mönic. Obviamente que essas referências são explícitas através das suas canções, que compreende a complexidade dos vocais sólidos e rasgados, da presença de palco e da coesão musical.


O grupo iniciou suas atividades em março desse ano. No entanto, o projeto se deu após o término da banda BBGG que continha em sua formação, Ale Labelle, Dani Buarque e Joan Bedin, consequentemente já sincronizadas procuraram alguém para assumir as baquetas depois da saída do baterista. Enfim, foi feito uma audição e Daniely Simões foi a congratulada a ingressar nas bateras da banda.

Evidentemente que aos poucos a ideia foi tomando corpo sendo que o intuito inicial era apenas reunir algumas amigas, mesclar gostos mútuos e aplica-los através de riffs céleres e rápidos. Porém, se viu a necessidade da criação de composições e rapidamente o entrosamento foi se destacando até que com o lançamento do primeiro show foi difundido a canção “High”. O videoclipe obteve a direção de Mariana Pugliesi e Carol Eugênio e fora gravado no Estúdio Aurora.



A designação do grupo se deu a um grande e criativo brainstorm. O nome “The Monias” surgia e ganhava o gosto das integrantes, no entanto o namorado de Dani Buarque sugeriu The Mönic que soava melhor e logo todos caíram no gosto.

As influências musicais existentes vão desde Hole, The Distillers, L7, Queens Of The Stone Age, entre muitos outros artistas.

Em julho, a The Mönic divulgou seu segundo trabalho, o clipe de “Buda”. O vídeo foi desenvolvido de maneira independente e em seu enredo mostra um sonho que as músicas acordam crianças e tem dificuldades para chegar ao local do evento. A canção ainda ressalta em sua letra o egocentrismo e o narcisismo, como em alguns casos de “budistas” que não dão oi nem para o porteiro.



As temáticas das composições são vastas, o grupo trata de assuntos românticos, músicas para crushes, namoradas e maridos. Todavia, na faixa “Just Mad” explicita o cotidiano das mulheres na sociedade machista vigente, em Reckless a depressão é esboçada, e contém outros sons que remetem ao fim do mundo, julgamentos precipitados e temas variados.

Atualmente a banda está no processo de criação de um disco, pois já possuem 15 músicas em uma demo prontas para a difusão.

Os locais e festivais que o grupo já se apresentou foram muitos, Virada Cultural, Festival Imáginário em Nova Friburgo – RJ, no Jokers em Curitiba- PR, no Escritório no Rio de Janiero – RJ, no Dia da Música, no Estúdio Costella, entre outros lugares.

Formação Atual:
Ale Labelle (Guitarrista e Vocalista)
Dani Buarque (Guitarrista e Vocalista)
Joan Bedin (Baixista e Vocalista)
Daniely Simões (Baterista e Backing Vocal)

A banda tem um recado:
#ELENAO

Plataformas Virtuais:


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Megaluce: Poesia na Casualidade


A banda Megaluce recentemente lançou em suas redes sociais o novo álbum “Cotidiano Abstrato”. O mesmo obteve captação por Steffan Duarte no Fatboo Studios e foi produzido de maneira independente.

O grupo lageano está na ativa desde 2012 e traz consigo o desprendimento de covers e valorização do autoral, o que é peculiar entre os integrantes. Eles mantém uma notável visibilidade na cena catarinense e já difundiram três materiais, sendo estes o EP homônimo “Megaluce”, “Tamborete Vanguarda” e “Desculpe Qualquer Coisa" (o qual recentemente obteve matéria pela URM).



O novo disco contém uma capa que remete a nostalgias e traços de objetos do dia-a-dia, como ouvir aquele disco clássico seja The Beatles ou Cícero, tomar uma bebida para se esquentar e desfrutar de fotos e ilustrações que nos impulsionam a adentrar em momentos singulares e ímpares vivido somente uma vez. O full length expõe oito faixas autorais:

A primeira faixa “Já é Tarde” exibe a introdução do material. O instrumental da mesma mostra um indie diferenciado, meio britânico meio abrasileirado contendo resquícios de MPB em seu contexto. A letra é caracterizada por crises existenciais viabilizadas através de opiniões incertas sobre os fatos que acontecem.

“Elefante” é mais arrastada e lenta, enfatiza solos harmônicos. Ela ressalta uma metáfora com o animal, já que enquanto o mamífero traz consigo sua inocência e liberdade, o humano se prende a monotonia da rotina.

A terceira “Ondas”, possui um instrumental técnico, coeso e cadenciado distribuído em riffs lentos e sólidos. Ela enfatiza devaneios sentimentais, fazendo alusão às sinuosidades do cotidiano.

Ah, o experimentalismo! Ele deixa música com uma sutileza elegante e assim “É Só Você” ingressa-se, com pitadas de romantismo na sonoridade. A sua composição apresenta a personificação de uma vida simples e bela através de relatos de uma pessoa apaixonada.

“Cabeça” possui uma potencialidade em seus takes sonoros, além da constante presença de seus riffs simétricos. A letra faz críticas às pessoas e a induzem a levantar pensamentos indagadores e questionamentos acerca do que as envolvem, ou seja, a “Cabeça Não É Só Para Usar Chapéu”.

“Retrato” exibe uma sonoridade constante com elementos harmônicos, rítmicos e bem trabalhados. A faixa proporciona ao ouvinte um gostinho de domingo à tarde, sendo sua composição marcada pela rotina e o constante ócio.

A sétima canção é um clássico do grupo, “Breu” foi a escolhida para ganhar um vídeo no Lages Garden Shopping para o projeto Palco Aberto.  Ela revela uma sintonia e calma além da bela sincronia entre os integrantes, com o passo do desenrolar da faixa, abre um diálogo a tornando a mais expressiva do álbum. Sua letra ativa análises comportamentais, mostrando o breu como catalisador da tristeza que insistentemente causa pensamentos autodestrutivos e suicidas.



Depois da música mais longa do disco, o encerramento fica por conta de “Azul”. Violões lentos e uma atmosfera vagarosa devidamente contribuem para a finalização do CD. A composição é marcada pela delicadeza, melancolia e pela sinestesia ao trazer o azul, do “veneno” mas também remete o mesmo tom do céu do Sul.

A banda é:
Alyson Medeiros (Guitarra e Voz)
Guilherme Duarte (Guitarra e Voz)
Gustavo Duarte (Bateria)
Marcus Outemane (Baixo)

Plataformas virtuais:



quinta-feira, 26 de julho de 2018

Overdrive Saravá: Música, Arte e Brasilidades

Em 2012 munidos pelo interesse em fazer algo diferente, três amigos, Thiago Renud (Guitarra), Lucas Botti (Guitarra) e Gregory Combat (Vocal) se reuniram em uma mesa de bar em Niterói - RJ e juntos desenvolveram o projeto Overdrive Saravá. O escopo primordial era uma discussão sobre qual temática ou ideia a colocar em prática, algo para sair do clichê. A partir disso foram ressaltadas questões como linguagem artística dando enfoque à artes visuais, teatro e dança.



As influências musicais do grupo são vastas e um tanto quanto distintas, indo de artistas como Metá Metá, Bixiga 70, Cordel do Fogo Encantado, Elza Soares, Nação Zumbi, Jorge Bem Jor, Gilberto Gil, Lenine, Caetano Veloso, Chico César, Tom Zé, Mutantes até Queens Of The Stone Age, Radiohead e Nine Inch Nails.

A cognominação da banda se deu da união e da tentativa de criar algo que fosse identitário para os músicos. Os membros traziam fortes características do Rock n’ Roll e isso fomentou a ideia de estudar mais sobre a música popular brasileira. Como cita o vocalista Gregory, “Veio a ideia de somatizar 'Overdrive' de distorção com 'Saravá', uma saudação como poderia ser interpretado principalmente dentro de religiões de matriz africana. ”

As composições do grupo exibem muito dos pensamentos sociais entre os integrantes, ou seja, essa característica ganha cada vez mais força através de letras que manifestam a indagação, o questionamento e o interesse.

Em 2016, a banda divulgou o álbum homônimo “Overdrive Saravá” contendo oito faixas, “Anunciação”, “Guerreiro do Cerrado”, “Atabaques e D’jembes”, “666 Noite”, “De Repente”, “Mandacaru”, “Ressuscita Pataxó” e “A Vista do Vidigal”. No material destacam-se a pluralidade rítmica de estilos como o Baião, Xote, Funk e consequentemente Rock n' Roll. 




No quesito audiovisual a banda se destaca pela originalidade, o que fica evidente nos dois clipes lançados pelos músicos. O primeiro trabalho foi o vídeo do single “Atabaques e D'jembes” divulgado em 2016, o qual trata de temas como os papeis de gênero, bem como desigualdade social.




No ano passado o grupo difundiu o clipe de “Ressuscita Pataxó”, que compila uma série de performances que chocam e provocam curiosidade no telespectador.




A banda já marcou presença em festivais cariocas, como Tollosa, Rio Novo Rock e Grito Rock. Também estão agendados shows no Festival #LULALIVRE (28 de julho, Lapa – RJ), e no pub Rock’n’Beer (05 de agosto, São Gonçalo – RJ)

Atualmente os músicos estão em processo de composição, visando a elaboração de um futuro material novo que possui lançamento previsto ainda para esse ano.

Os músicos deixaram um recado para os leitores da URM: 
“A cidade de vocês tem bandas e artistas incríveis, permitam-se conhecê-los. Valorizem sua cena local, valorizem os meios de comunicação independente por onde circulam também. É muito penoso em tempos tão avessos continuar acreditando e fazendo o que acreditamos, tem muita verdade nisso tudo. Juntos somos mais fortes que qualquer contravento e ainda mais capazes de transformar meios e com toda ambição possível, a forma de pensar e consumir o que entendemos como arte e suas possíveis linguagens. “

A Overdrive Saravá é:
Gregory Combat (Voz/Percussão)
Thiago Henud (Guitarra)
Matheus Freire (Baixo)
Caio Campos (Bateria)

Plataformas virtuais:
Instagram: @overdrivesaravá

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