No dia 31 de março, a banda chapecoense Disaster Cities, difundiu seu novo videoclipe, trata-se da canção “Holes”. A faixa está presente no disco “Erasing Karma”, segundo trabalho do grupo pelo selo paulista Marã Música.
Foto/Divulgação
“Holes” salienta questões existenciais e conflitos internos. Além disso, a composição trata sobre a redenção e remissão e a forma de aceitação e superação das adversidades. Filmado em Chapecó, cidade do interior de Santa Catarina, em dois dias, o clipe foi produzido por Rodrigo Scandolara e o Everton Milani, e possui uma atmosfera que remete aos anos 90, por meio de uma mistura de Indie, Stoner e Rock Alternativo.
O álbum já está disponível nas plataformas de streaming e digitais do grupo. “Esse disco é praticamente um mural de fotografias. É um resultado literal de como mudamos enquanto pessoas”, lembra a banda.
Sobre a banda:
A banda nasceu em Chapecó - SC e hoje é formada por integrantes de Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. O grupo tem diversos materiais difundidos, com destaque para o álbum “LOWA”, divulgado em 2018.
Há três meses, os criciumenses da Fucking Project
divulgaram seu novo videoclipe “Cherry Moon”. A canção está presente no EP
“Stop The World”, que contém cinco faixas e está disponível nas plataformas
virtuais e de streaming do grupo.
Ah, os anos 90, período que o Grunge pulsava assim como o
Rock Alternativo. E bebendo dessas influências, por meio de referências
saudosistas em uma fotografia de tons pastéis e cores quentes, o audiovisual
elaborado por Danilo Anastacio retratou vários takes da banda.
Foto/Divulgação
Sobre a banda
A Fucking Project iniciou suas atividades no ano de 2018
inspirada por bandas Grunge, do cenário de Seatlle dos anos 90, pelo Rock
Alternativo e pela fúria do Punk Rock. Rapidamente o grupo se entrosou e um ano
depois do surgimento, os criciumenses difundiram o EP homônimo contendo três
faixas.
Em 2021, os músicos lançaram o videoclipe “Sick This Way”,
que está presente em seu novo material, a demo “Stop The World” que contém
cinco faixas e está disponibilizada através das plataformas sociais e de
streaming do grupo.
No último sábado, o Queen’s House Pub, a tradicional Casa
da Rainha de Criciúma recebeu a banda Carcamano. Os músicos estavam celebrando
os 10 anos de lançamento do preciosíssimo disco “Omertá” e comemorando os 23
anos de atividades do grupo.
Em uma performance mais do que especial, a banda difundiu
as dez faixas presentes no álbum, algumas músicas novas, clássicos como While
My Guitar Gently Weeps, dos Beatles, Black e Jeremy, ambas do Pearl Jam, hits
brasileiros de Cazuza, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Lenine e muito
mais. Um dos destaques da noite foi proferido através das palavras do vocalista
Bira Martins, no qual homenageava Seu Neri Milanez (pai do baixista Alexandre)
que sempre foi um dos maiores incentivadores do grupo e que faleceu vítima da
Covid-19. Com os versos de "Alma Fria", os criciumenses emocionaram todos os presentes na casa. "Proteja quem jamais lhe trouxe dor, proteja quem jamais negou, o amor".
Músicos que foram amigos e incentivadores da Carcamano
participaram do show, nomes como o guitarrista Robson Brígido e os bateristas,
Wagner Barros e Daniel Miquelon. Além disso, pessoas ligadas de alguma forma com
a trajetória belíssima do grupo estiveram no pub cantando as suas músicas e
fazendo uma grande noite, regada pela nostalgia, pelas cantorias e
consequentemente pelo apoio incondicional dos criciumenses a um dos grupos mais
importantes do município.
A Urussanga Rock Music esteve presente, como de praxe,
apoiando e incentivando às bandas locais.
Os joinvilenses da banda de Rock, Mosaico Adulto, lançaram
no início de novembro (13) o clipe de “Visita Nova”. A faixa faz parte do
primeiro EP, homônimo ao nome do grupo, lançado em 2015.
A Mosaico Adulto colocou sua melhor louça na mesa para nos
receber com o videoclipe, que é ambientado durante um jantar. As mãos dos
atores em meio aos pratos são protagonistas da cena, que também traz uma nova
proposta ao integrar os músicos ao clipe através das telas do celular.
A visita que chega à casa, logo vira sinônimo de mudança,
desordem e quebra de rotina. A narrativa construída em 2015 não poderia ser
mais atual, já que essa visita que traz o caos, pode ser interpretada como um
paralelo à situação pandêmica dos dois últimos anos.
Apesar de ter sido lançado somente este mês, o clipe vem
sendo planejado desde 2015, porém foi adiado devido à falta de recursos
financeiros. A produção do vídeo pode ser financiada através do Prêmio
Catarinense de Cinema 2020, mas devido as restrições da pandemia, as filmagens
começaram em 2021.
Foto/Divulgação
Sobre a Banda:
Formada em 2013 em Joinville – SC, a Mosaico Adulto tem
como referência estilos que vão da música oitentista ao Rock Alternativo. Entre
os trabalhos lançados pelo grupo estão os EPs “Mosaico Adulto” (2015), “Novos
Planos” (2016), além dos singles “Dez Mil Horas”, “Fernet” e “Longe”, todos
lançados em 2019.
Há aproximadamente um mês, a banda florianopolitana
Cicatrice divulgou o single “Black to Gray”. A faixa sucede ao EP “Down With
The Low End High”.
Foto/Divulgação
Com elementos que fazem menção ao rock pós-punk, a música
eletrônica, ao nu metal e entre outras vertentes do underground, a música traz
a convergência do experimental com o alternativo. “O inesperado, a surpresa e o
afeto colocam esse som onde ele chegou, sem classificação que o impeça de se
mover em todas as direções a qualquer tempo, em nome da liberdade que nos
move”, destaca a banda.
"Cicatrice" se pensa como lugar de uma marca condicionada
pela influência do que vem de todos os lados e do que amarra os tecidos, colado
ao que vem de dentro, contando uma história e abrindo possibilidades ao
inesperado.
O projeto foi criado no isolamento em meio a pandemia, com
o intuito de reunir os gostos mútuos e a experiência dos músicos nas outras
bandas e desenvolver uma iniciativa ímpar e que pudesse transpassar o
descontentamento sócio-político dos envolvidos.
A banda blumenauense, Taunting Glaciers lançou no dia 27 de
setembro, seu mais novo single, intitulado “Antifone”. Com referências do shoegaze, o grupo investe em uma sonoridade carregada e experimental.
“Essa é a primeira música desse álbum que tem a participação
da Lola nos vocais e foi uma experiência diferente da primeira vez. Como as
expectativas eram totalmente diferentes, ela se sentiu mais confortável e
decidiu fazer isso até mais de uma vez, então nos próximos meses vai ter mais
Lola nos vocais”, reforça o trio.
A banda finca
raízes no hardcore e mantém influências melódicas, que perambulam o
instrumental, desde Smashing Pumpkins ao post-hc moderno. A convergência de
energia e peso nas composições, é evidenciada através de detalhes refinados que
se referem a música ambiente.
Em 2013, os blumenauenses difundiram o EP homônimo contendo
quatro faixas e presente entre os 100 melhores discos do ano no Bandcamp, na
categoria, post-hc. Depois disso, o grupo divulgou 11 trabalhos, divididos
entre EPs, discos, singles e uma Live Sessions. Atualmente, a Taunting Glaciers
é considerada uma das maiores bandas catarinenses no que tange ao rock alternativo.
Na última sexta-feira (24), o Coletivo Tapera lançou seu
primeiro single, denominado “Nevoeiro”. A faixa é de autoria de Teteu Caetano,
e foi gravada no estúdio ODZ Music em Itajaí.
Formada em 2020, a banda vem direto de Itapema - SC, cidade
considerada "O Jardim de Santa Catarina", porém, nessa primavera quem
rouba a cena é um dos cartões postais do município, o mar.
O grupo dedica a canção à estátua do Pescador, que fica
localizada à beira-mar, na região do Canto da Praia em Itapema. O monumento ao
ar livre resgata toda a história da cidade e as manifestações culturais são
evidenciadas através das composições dos “peixeiros”.
“Nevoeiro”, introduz um depoimento emocionante de um
pescador. O instrumental inova ao trazer elementos musicais díspares, tais como
a presença do bombo leguero.
A banda de Indie Rock, Stella Folks, de São José – SC, estreou
ontem (22) seu mais novo clipe denominado “Stella”.
O audiovisual foi protagonizado pela atriz Joana Carvalho e
pelo vocalista Thiago Mates, com direção de Antonio Rossa. A canção flerta com
o experimentalismo aliado à sonoridade noventista. A letra, composta por Jean
Mafra, traz um jogo de palavras através de metáforas alusivas a um stalker.
Foto/Divulgação
Sobre a banda:
O grupo de Indie Rock Stella Folks surgiu em 2016, em São
José – SC. Um ano depois, os músicos difundiram o single “Despertador”, seu
primeiro trabalho. Em seguida, lançaram o disco homônimo gravado pelo grande
produtor Alexei Leão. O sucesso do álbum, fez com que os joseenses se apresentassem
na maior orquestra de bateria da América Latina, depois de uma votação popular
que escolheu a canção autoral “Leal”.
Recentemente, a banda divulgou o single "Fundo do Poço".
Hoje (22), a banda de Imbituba, Hallten divulgou seu
segundo trabalho, trata-se do single "Inside Deep Oceans", música
que foi lançada simultaneamente em todas as plataformas musicais.
A faixa personifica os arranjos do Stoner Rock, no entanto
seu vocal remete as raízes do Pós Punk e New Wave. Além disso, o instrumental
chama atenção pela riqueza de riffs, com pitadas psicodélicas. A letra ressalta
o misticismo que envolve os segredos do mar.
O grupo foi formado no final de 2019, porém tiveram um
breve hiato, retomando as atividades em meados de 2020. Meses depois, para
celebrar o retorno dos músicos ao cenário, a banda difundiu o seu primeiro
trabalho, denominado “Howling”, que também marca a estreia do seu primeiro
videoclipe.
Recentemente, a banda criciumense Fucking Project divulgou “Sick
This Way”, seu primeiro videoclipe. A canção está inclusa no Ep “Stop The World”,
gravado entre novembro e dezembro de 2020, no Estúdio André Bresiani, em
Tubarão e lançado nessa semana nas plataformas de streaming.
O clipe foi produzido de forma independente por Nelson
Nascimento, que com maestria captou cada take da apresentação dos músicos. Com uma
sonoridade, intercalada entre o Hardcore e o Grunge, o instrumental alterna ora
entre riffs mais harmônicos, ora mais agressivos. Já, em relação a composição,
há resquícios de uma mente transtornada, assustada e doentia.
Sobre a banda
A Fucking Project iniciou suas atividades no ano de 2018
inspirada por bandas Grunge, do cenário de Seatlle dos anos 90, pelo Rock
Alternativo e pela fúria do Punk Rock. Rapidamente o grupo se entrosou e um ano
depois do surgimento, os criciumenses difundiram o Ep homônimo contendo três faixas.
Foto/Divulgação
Em 2021, os músicos lançaram o videoclipe “Sick This Way”,
que está presente em seu novo material, a demo “Stop The World” que contém
cinco faixas e está disponibilizada através das plataformas sociais e de
streaming do grupo.
Com uma vibração sinestésica, positividade e ritmos
dançantes, a banda criciumense Raizá divulga seu novo videoclipe, intitulado “O
Amor é a Cura”.
O vídeo que foi lançado há um mês atrás obteve a direção de
Guilherme Walter da Rocha e foi elaborado na beira de um lago, em uma empresa
abandonada e em alguns takes numa residência. As bandeirinhas caracterizam-se o
momento que fora difundido o trabalho, já que é um período marcado por festas
juninas.
Com pessoas dançando próximo a banda, o clipe vai de
encontro à sonoridade que remete ao Reggae e ao Pop contendo um instrumental
leve e cadenciado. A música expõe a hipocrisia política, a corrupção, a
alienação e a forma como o amor pode ser o catalisador para a resistência
perante a esses problemas sociais.
Foto: Facebook da Banda
Sobre a Banda:
O grupo Raizá foi formado há quatro anos na cidade de
Criciúma- SC e possui em sua bagagem oito trabalhos divulgados, sendo destes, o
videoclipe “Olhos Verdes” que já angariou mais de sete mil visualizações no
YouTube. Sempre com conteúdo recheado de críticas ao sistema, de questões
existenciais e comportamentais, a banda aposta na versatilidade para a
composição de suas canções.
A banda paulistana The Mönic divulgou no último dia (22), o
videoclipe da canção “Mexico”. O trabalho conta com a direção e edição de
Mateus Brandão, assistência de direção de Dani Buarque e Gustavo Chaves.
O audiovisual é protagonizado por oito personagens que são
divididos entre casais, família e amigos. O enredo do mesmo, explicita a
essência de uma novela mexicana regada à família tradicional, traições, guerras
de comida e hipocrisia. A crítica se embasa através de intrigas e do falso
moralismo, todavia utiliza-se de sarcasmos e ironias para apresentar a trama.
A música “Mexico” estará no álbum “Deus Picio” e será
lançada pela DeckDisc. Ela possui riffs cadenciados e bem trabalhados, expressos
a uma sonoridade ímpar e coesa.
Foto 1: Facebook da banda
A banda The Mönic foi formada no final de 2017, com o
propósito de mesclar estilos como Grunge, Alternativo, Garage Rock e Rock n
Roll e transpassar através de suas músicas autorais. Suas composições se
baseiam em uma pluralidade de temáticas, desde canções românticas, músicas para
crushes, namoradas ou maridos e canções que remetem o cotidiano das mulheres na
sociedade machista vigente.
O grupo tem várias músicas divulgadas e possuem dois videoclipes para difusão, da música "High" e de "Buda". A última, é caracterizada por abordar o narcisismo e egocentrismos de alguns budistas.
O projeto XEI & Sons In Black gradativamente ganha
espaço no cenário catarinense musical. A banda é formada por Alexei Leão (Stormental),
Rodrigo Daca (Daca & os Faixa Preta), Hique d’Ávila (Stormental), Geraldo
Borges (Blame), Yusanã Mignoni (MFCE) e PH Soares (Enfuga).
O grupo mescla experiência, aprendizado e referências
díspares em seu brainstorming sonoro. De acordo com XEI, o Célula Showcase (Casa
de shows na qual o músico é proprietário) foi o estopim para que o trabalho
ganhasse forma, uma vez que, ele podia acompanhar a apresentação dos músicos e
com isso convidar aquele que mais tivesse a ver com o projeto.
Recentemente, a banda divulgou o lyric vídeo de “Believe
What I Say”. A música foi gravada no AML Estúdio de forma independente por
Alexei Leão. Ela carrega consigo um instrumental cadenciado e bem trabalhado,
riffs harmônicos, potenciais e uma pluralidade de referências quanto a sua
sonoridade, já que tem traços de Groove, Pop, Experimental, traços Eletrônicos
e de Rock Progressivo.
A composição dá uma sensação de sinestesia ao cantar seus versos,
ela remete a nostalgias e de forma metafórica aborda os elementos naturais,
fazendo um paralelo com o cotidiano simplista.
Os músicos apresentaram essa canção, assim como as outras
faixas disponíveis do álbum “#320 On Hard Street” (Gravado em 2015 pelo
produtor e compositor Alexei Leão) na Festa Catraca Livre em Florianópolis- SC.
O show foi a primeira apresentação do grupo na capital catarinense e terceira
no estado, já que os mesmos se exibiram em setembro do ano passado no River
Rock Festival e recentemente no Otacílio Rock Festival.
Com dois vídeos divulgados da exibição no Célula Showcase,
foi nítido que os músicos além de sua peculiaridade sonora, personificam um
estilo característico de arte e de linguagem visual, o que torna a apresentação
ainda mais completa.
A banda Raccoon Club de Lages-
SC traz a irreverência e o experimentalismo através de releituras de clássicos
e covers. No entanto, o grupo composto por Aline Dutra Amorim (Vocal), Lucas
Reichert (Guitarra), Bruno Juarez Machado (Baixo) e Lucas Barroso (Bateria)
gradativamente mesclou músicas autorais para poder esboçar a própria
identidade.
A cada apresentação uma performance
diferente com peculiaridades que vão além da música. Os shows no SESC e no
Santana’s a colocaram no cenário independente lageano, que evolui ao passo dos
músicos talentosos que compõe a região serrana.
Hoje, precisamente no dia 21
de novembro de 2018, é uma data que fica cravada para os integrantes e fãs da
Raccoon Club. O grupo disponibilizou seu primeiro material, o clipe da canção “Flicker”
que foi gravado e mixado por Steffan Duarte e contou com a participação de
muitos amigos e colegas dos músicos. Essa parceria juntou várias caras, jeitos,
auxílios e apoio, cada um com sua importância, seja na parte visual, estética,
de atuação ou sonora.
E consequentemente para falar
sobre o videoclipe, é necessário um parágrafo único. Com uma intro melancólica
de um diálogo, exprimiram os primeiros acordes, de maneira lenta e cadenciada
mas permanecendo numa linearidade síncrona. No vídeo, a sinestesia galgava por
caminhos díspares até se unir a atmosfera íntima com traços de epifania.
A composição explicita o
existencialismo, a questão comportamental e o que se revela através de taças de
bebidas. Revela uma metáfora com Jim Morrison? Ou então com a intensidade do
amor? Claro, a interpretação é uma dádiva, pois mistura elementos de uma
insanidade sentimental.
Rock n Roll, Hard Rock, Grunge
ou Alternativo? A decisão é sua para tentar encaixar as pluralidades musicais
existentes na sonoridade da banda paulistana The Mönic. Obviamente que essas
referências são explícitas através das suas canções, que compreende a
complexidade dos vocais sólidos e rasgados, da presença de palco e da coesão
musical.
O grupo iniciou suas
atividades em março desse ano. No entanto, o projeto se deu após o término da
banda BBGG que continha em sua formação, Ale Labelle, Dani Buarque e Joan
Bedin, consequentemente já sincronizadas procuraram alguém para assumir as
baquetas depois da saída do baterista. Enfim, foi feito uma audição e Daniely
Simões foi a congratulada a ingressar nas bateras da banda.
Evidentemente que aos poucos a
ideia foi tomando corpo sendo que o intuito inicial era apenas reunir algumas
amigas, mesclar gostos mútuos e aplica-los através de riffs céleres e rápidos.
Porém, se viu a necessidade da criação de composições e rapidamente o
entrosamento foi se destacando até que com o lançamento do primeiro show foi
difundido a canção “High”. O videoclipe obteve a direção de Mariana Pugliesi e
Carol Eugênio e fora gravado no Estúdio Aurora.
A designação do grupo se deu a
um grande e criativo brainstorm. O nome “The Monias” surgia e ganhava o gosto
das integrantes, no entanto o namorado de Dani Buarque sugeriu The Mönic que
soava melhor e logo todos caíram no gosto.
As influências musicais
existentes vão desde Hole, The Distillers, L7, Queens Of The Stone Age, entre
muitos outros artistas.
Em julho, a The Mönic divulgou
seu segundo trabalho, o clipe de “Buda”. O vídeo foi desenvolvido de maneira
independente e em seu enredo mostra um sonho que as músicas acordam crianças e
tem dificuldades para chegar ao local do evento. A canção ainda ressalta em sua
letra o egocentrismo e o narcisismo, como em alguns casos de “budistas” que não
dão oi nem para o porteiro.
As temáticas das composições
são vastas, o grupo trata de assuntos românticos, músicas para crushes,
namoradas e maridos. Todavia, na faixa “Just Mad” explicita o cotidiano das
mulheres na sociedade machista vigente, em Reckless a depressão é esboçada, e
contém outros sons que remetem ao fim do mundo, julgamentos precipitados e
temas variados.
Atualmente a banda está no
processo de criação de um disco, pois já possuem 15 músicas em uma demo prontas
para a difusão.
Os locais e festivais que o
grupo já se apresentou foram muitos, Virada Cultural, Festival Imáginário em
Nova Friburgo – RJ, no Jokers em Curitiba- PR, no Escritório no Rio de Janiero –
RJ, no Dia da Música, no Estúdio Costella, entre outros lugares.
A banda Megaluce recentemente
lançou em suas redes sociais o novo álbum “Cotidiano Abstrato”. O mesmo obteve
captação por Steffan Duarte no Fatboo Studios e foi produzido de maneira
independente.
O grupo lageano está na ativa
desde 2012 e traz consigo o desprendimento de covers e valorização do autoral,
o que é peculiar entre os integrantes. Eles mantém uma notável visibilidade na
cena catarinense e já difundiram três materiais, sendo estes o EP homônimo “Megaluce”,
“Tamborete Vanguarda” e “Desculpe Qualquer Coisa" (o qual recentemente obteve
matéria pela URM).
O novo disco contém uma capa que
remete a nostalgias e traços de objetos do dia-a-dia, como ouvir aquele disco
clássico seja The Beatles ou Cícero, tomar uma bebida para se esquentar e
desfrutar de fotos e ilustrações que nos impulsionam a adentrar em momentos singulares
e ímpares vivido somente uma vez. O full length expõe oito faixas autorais:
A primeira faixa “Já é Tarde” exibe
a introdução do material. O instrumental da mesma mostra um indie diferenciado,
meio britânico meio abrasileirado contendo resquícios de MPB em seu contexto. A
letra é caracterizada por crises existenciais viabilizadas através de opiniões
incertas sobre os fatos que acontecem.
“Elefante” é mais arrastada e
lenta, enfatiza solos harmônicos. Ela ressalta uma metáfora com o animal, já que enquanto o mamífero traz consigo sua inocência e liberdade, o humano se prende
a monotonia da rotina.
A terceira “Ondas”, possui um
instrumental técnico, coeso e cadenciado distribuído em riffs lentos e sólidos.
Ela enfatiza devaneios sentimentais, fazendo alusão às sinuosidades do
cotidiano.
Ah, o experimentalismo! Ele
deixa música com uma sutileza elegante e assim “É Só Você” ingressa-se, com
pitadas de romantismo na sonoridade. A sua composição apresenta a
personificação de uma vida simples e bela através de relatos de uma pessoa
apaixonada.
“Cabeça” possui uma
potencialidade em seus takes sonoros, além da constante presença de seus riffs
simétricos. A letra faz críticas às pessoas e a induzem a levantar pensamentos
indagadores e questionamentos acerca do que as envolvem, ou seja, a “Cabeça Não
É Só Para Usar Chapéu”.
“Retrato” exibe uma sonoridade
constante com elementos harmônicos, rítmicos e bem trabalhados. A faixa
proporciona ao ouvinte um gostinho de domingo à tarde, sendo sua composição
marcada pela rotina e o constante ócio.
A sétima canção é um clássico
do grupo, “Breu” foi a escolhida para ganhar um vídeo no Lages Garden Shopping
para o projeto Palco Aberto.Ela revela
uma sintonia e calma além da bela sincronia entre os integrantes, com o passo
do desenrolar da faixa, abre um diálogo a tornando a mais expressiva do álbum. Sua
letra ativa análises comportamentais, mostrando o breu como catalisador da tristeza
que insistentemente causa pensamentos autodestrutivos e suicidas.
Depois da música mais longa do
disco, o encerramento fica por conta de “Azul”. Violões lentos e uma atmosfera
vagarosa devidamente contribuem para a finalização do CD. A composição é
marcada pela delicadeza, melancolia e pela sinestesia ao trazer o azul, do “veneno”
mas também remete o mesmo tom do céu do Sul.
Em 2012 munidos pelo interesse em fazer algo diferente,
três amigos, Thiago Renud (Guitarra), Lucas Botti (Guitarra) e Gregory Combat
(Vocal) se reuniram em uma mesa de bar em Niterói - RJ e juntos desenvolveram o projeto
Overdrive Saravá. O escopo primordial era uma discussão sobre qual temática ou
ideia a colocar em prática, algo para sair do clichê. A partir disso foram ressaltadas
questões como linguagem artística dando enfoque à artes visuais, teatro e
dança.
As influências musicais do grupo são vastas e um tanto
quanto distintas, indo de artistas como Metá Metá, Bixiga 70, Cordel do Fogo
Encantado, Elza Soares, Nação Zumbi, Jorge Bem Jor, Gilberto Gil, Lenine,
Caetano Veloso, Chico César, Tom Zé, Mutantes até Queens Of The Stone Age,
Radiohead e Nine Inch Nails.
A cognominação da banda se deu da união e da tentativa de
criar algo que fosse identitário para os músicos. Os membros traziam fortes características
do Rock n’ Roll e isso fomentou a ideia de estudar mais sobre a música popular
brasileira. Como cita o vocalista Gregory, “Veio a ideia de somatizar 'Overdrive' de distorção com 'Saravá', uma saudação como poderia
ser interpretado principalmente dentro de religiões de matriz africana. ”
As composições do grupo exibem muito dos pensamentos
sociais entre os integrantes, ou seja, essa característica ganha cada vez mais
força através de letras que manifestam a indagação, o questionamento e o
interesse.
Em 2016, a banda divulgou o álbum homônimo “Overdrive
Saravá” contendo oito faixas, “Anunciação”, “Guerreiro do Cerrado”, “Atabaques
e D’jembes”, “666 Noite”, “De Repente”, “Mandacaru”, “Ressuscita Pataxó” e “A
Vista do Vidigal”. No material destacam-se a pluralidade rítmica de estilos
como o Baião, Xote, Funk e consequentemente Rock n' Roll.
No quesito audiovisual a banda
se destaca pela originalidade, o que fica evidente nos dois clipes lançados
pelos músicos. O primeiro trabalho foi o vídeo do single “Atabaques e D'jembes”
divulgado em 2016, o qual trata de temas como os papeis de gênero, bem como
desigualdade social.
No ano passado o grupo difundiu o clipe de “Ressuscita
Pataxó”, que compila uma série de performances que chocam e provocam curiosidade no telespectador.
A banda já marcou presença em
festivais cariocas, como Tollosa, Rio Novo Rock e Grito Rock. Também estão
agendados shows no Festival #LULALIVRE (28 de julho, Lapa – RJ), e no pub
Rock’n’Beer (05 de agosto, São Gonçalo – RJ)
Atualmente os músicos estão em
processo de composição, visando a elaboração de um futuro material novo que
possui lançamento previsto ainda para esse ano.
Os músicos deixaram um recado
para os leitores da URM:
“A cidade de vocês tem bandas e artistas incríveis,
permitam-se conhecê-los. Valorizem sua cena local, valorizem os meios de
comunicação independente por onde circulam também. É muito penoso em tempos tão
avessos continuar acreditando e fazendo o que acreditamos, tem muita verdade
nisso tudo. Juntos somos mais fortes que qualquer contravento e ainda mais
capazes de transformar meios e com toda ambição possível, a forma de pensar e
consumir o que entendemos como arte e suas possíveis linguagens. “