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segunda-feira, 7 de março de 2022

Blumenau: 10 videoclipes que marcaram a cena (Parte III)

A terceira parte dos videoclipes, que de certa forma, tiveram/tem uma importância no cenário musical do município, traz o Horror Metal, o Thrash Metal, o Gothic, o Pop Rock, o Shoegaze, entre outros estilos. Cada banda ou projeto, trazendo sua identidade, seja pela criatividade do audiovisual ou pela qualidade das composições.



01- Gustavo Kaly - O Último Romântico da Rua Augusta

Lançado há quatro anos, o audiovisual desta canção é mais do que especial, pois ele traz a participação especial de Wander Wildner. Gravado de forma caseira, o clipe possui uma atmosfera única e íntima. A composição exibe a história de um Bon Vivant apaixonado e inebriado perambula pelos becos da Rua Augusta. É possível perceber algumas referências da antiga banda de Gustavo Kaly, a Stuart.

02- Juggernaut - Hollow Surface

O clipe de “Hollow Surface” da banda Juggernaut foi gravado durante a pandemia, e mostra take individual de cada integrante tocando. Nela, é possível identificar a sincronia entre os mesmos, seja pela violência nas baquetas executadas por Alefer, pelas linhas de baixo de Malária, os solos descomunais de Célio e a potencialidade vocal de Cícero. Em sua essência, a mesma trata de assuntos atuais, denunciando formas de terrorismo virtuais e os malefícios causados pela internet. 

03- Viletale - Hellish Blue

A banda Viletale mostra que o Horror Metal tem sua presença marcada no cenário dos audiovisuais blumenauenses. Os músicos possuem em sua discografia três Eps, dois singles e o precioso disco “Land of Thousand Pleasures”. O videoclipe “Hellish Blue”, é marcado pela banda se apresentando, contando com canto lírico de Michele Schade e caracterizado por uma sonoridade agressiva, evidenciada através de riffs potenciais.

04-  Khaos Legion - The Avenger

A Khaos Legion juntou músicos experientes para participarem do projeto. O resultado disso está personificado o videoclipe “The Avenger”, lançado há oito meses. Nele, há uma forte presença do Prog Metal juntamente com pinceladas do Metal Moderno.

05- AAV – Iron Heart

A banda Animus Ad Vindictam foi formada em 2011, principal característica da banda é compor músicas com temas intrigantes, técnica, sentimento e informações raivosas de caráter humano. “Down In Flames” e Symptom Of Frustration” são os carros-chefes dos músicos. Em 2016, a AAV difundiu seu videoclipe “Iron Heart”, gravado na Mansão Wayne com apresentação do grupo.

06- Elephantus – No Rastro da Serpente

Em 2020, a Elephantus inovou a trazer uma proposta audiovisual diferente, o grupo divulgou uma live-clip da canção “No Rastro da Serpente”. As imagens utilizadas, em sua maioria, são da flora brasileira que grdativamente vêm sofrendo ao longo de décadas de exploração e mais severamente ainda nos últimos dois anos.

07- FKN HLL – Consciência Viva

Influenciados por Pantera, Sepultura, Slayer, Helmet, Kyuss e pelo NY hardcore, o duo FKN HLL formado por Rafha Jorge (100 Dogmas e Hopeless Army) e Paulo Priess traz uma pegada agressiva e totalmente ríspida. O clipe “Consciência Viva” lançado em 2016, enfatiza as facetas covardes do nazismo e toda a destruição que a guerra traz.

08- Rocket Engine – Insane Machine

“Insane Machine” traz um Stoner Rock frenético com pinceladas do Rock n Roll. A Rocket Engine foi formada em 2014 e já tem como bagagem, uma turnê europeia, em cinco países. Seu EP “All In One”, difundido no mesmo ano de fundação do grupo, possui sete faixas.

09- Taunting Glaciers – Unhanded



Com uma pegada mais Shoegaze e de Indie Rock, a Taunting Glaciers atualmente é um dos nomes mais consolidados do cenário musical blumenauense. Os álbuns “Threshold” e “Bloom” são as obras-primas dos músicos que há seis anos, difundiram “Unhanded”, clipe que já alcançou a marca de 4 mil visualizações no YouTube.

10- Rômulo Carvalho – Uniforme Azul

No ano passado, o músico Rômulo Carvalho divulgou “Uniforme Azul”, O audiovisual que traz referências clássicas dos primórdios da internet e da cultura Pop dos anos 90, tais como MSN, Nintendo, filmadoras, Bamerindus, Windows 98, MTV, entre outros momentos gravado ora num quarto, ora em um bar, personificando nostalgias vivenciadas por um grupo de amigos da adolescência que se encontram depois de 25 anos.

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Juggernaut: O terrorismo virtual é tema de seu novo videoclipe, “Hollow Surface”

Na última quarta-feira (30), os blumenauenses da Juggernaut divulgaram o videoclipe da canção “Hollow Surface”. A música está inclusa no álbum “La Bestia”, disco lançado em janeiro pelo grupo de Thrash Metal.

O vídeo possui 04:34min e exibe takes dos quatro integrantes tocando.  É possível identificar a sincronia entre os mesmos, a agressividade e celeridade de cada riff e a potencialidade dos vocais de Cícero. Já a composição, trata de assuntos atuais, denunciando formas de terrorismo virtuais e os malefícios causados pela internet.


Sobre a banda

A Juggernaut foi formada em 2005, na cidade de Blumenau, em Santa Catarina. O grupo reuniu músicos experientes e logo de cara, lançou uma demo homônima. Com a aceitação no cenário do Thrash Metal regional, os músicos rapidamente se tornaram figurinhas carimbadas, nos principais festivais do estado.

Foto/Divulgação

Em sua discografia, os blumenauenses possuem três discos, “Lines Of The Edge” (2006), “Ground Zero Conflict” (2011) e o mais recente “La Bestia”.

 

Formação Atual:

Cícero (Vocal)

Célio (Guitarra)

Alefer (Bateria)

Fabrício Duwe (Baixo)

 

Plataformas Virtuais:

Facebook

Instagram

Metal Archives

Spotify

YouTube

 


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Juggernaut: A xenofobia e o momento sociopolítico atual são pautas do novo disco “La Bestia”

No dia 10 de janeiro, uma das bandas mais expoentes do Metal Catarinense, a Juggernaut, divulgou seu terceiro disco, “La Bestia”. O full length foi produzido de forma independente e possui oito faixas, sendo sete autorais e um cover da banda estadunidense, Starship.

Foto/Divulgação

Lançado como lyric vídeo no ano de 2016, “TerrorISIS Squad” introduz o disco. A música segue um instrumental cru, brutal e em sua composição aborda o contexto da guerra e terrorismo proposto pelo Estado Islâmico. A banda faz uma crítica à crueldade, desrespeito e violência causada por um esquadrão que não tem um objetivo definido e só praticam destruição em massa, propagando o ódio e ditando regras, segregacionismo e fanatismo religioso.

Com 04:46 min, “Puppets Of Society” é personificada pela celeridade e agressividade. A letra explicita a hipocrisia da sociedade e sua capacidade de criação de fantoches e pessoas com uma mente vazia, que só sabe reproduzir falácias.

A terceira faixa é “Hollow Surface” e particularmente, é uma das melhores do álbum. Nela, é possível identificar a sincronia entre os integrantes, seja pela violência nas baquetas executadas por Alefer, pelas linhas de baixo de Valda, os solos descomunais de Célio e a potencialidade vocal de Cícero. Em sua essência, a mesma trata de assuntos atuais, denunciando formas de terrorismo virtuais e os malefícios causados pela internet.

“Man Of A Thousand Faces” incorpora em sua composição uma similaridade com a situação política evidenciada no país. Um governo sem escrúpulos, baseados num discurso totalmente negligente, rodeado por corrupção, usando a mentira como fator principal de seu “sucesso” e concentrando o poder na mão de poucos. O “petardo nos ouvidos” é nítido e ao passo do desenrolar da canção, há a predominância de um instrumental constante, com riffs rápidos.

A quinta música é intitulada “Human Template” e exibe uma sonoridade ríspida, sem firulas, com vocais mais graves. A letra enfatiza a influência da religião no desenvolvimento da vida das pessoas. Todos estão programados e estabelecidos pela dogmática, a se casar, ter filhos, manter uma vida pacata e principalmente, a maneira como qualquer questionamento e indagação a respeito dessas pendências, torna a pessoa um indivíduo demonizado na sociedade.  

Com um jogo de palavras ímpares mesclados com a aliteração no início da faixa, “Useless Generation” toca na ferida ao mostrar as consequências da vida virtual. A forma como a internet encoraja as pessoas a praticar humilhações públicas, viver uma vida fútil com viés de atualizar o Instagram e angariar seguidores, interação com “fakes”, além da disseminação de notícias falsas com apenas um click. O instrumental é pesado e mantém o Thrash Metal, cada vez mais potencial.

A homônima “La Bestia” é a faixa mais longa do material. Com 05:32 min, ela dá continuidade nos riffs céleres e rápidos. Com a peculiaridade de ser cantada em espanhol e em português, ela expõe toda a xenofobia exercida pelos estadunidenses com os imigrantes ilegais vindos, através da “La Bestia” (o trem da morte), que era o meio que os latinos utilizavam para cruzar a fronteira e chegar aos Estados Unidos.

Encerrando o disco, os músicos fizeram uma bela versão da canção “We Built This City” da banda Starship. Mais cadenciada, porém com o acréscimo de sua identidade, a Juggernaut trouxe uma maneira ímpar de reproduzir a faixa.

O álbum num aspecto geral, salienta problemas enfrentados, sejam pela globalização desenfreada, pela desigualdade social ou pela dominação da internet, na atualidade distópica. O instrumental cerceia a velocidade, pelo peso e é marcado no fim, por trazer uma quebra de tensão, sejam com os assuntos abordados ou com a agressividade característica no desenrolar do disco.

Sobre a banda

A Juggernaut foi formada em 2005, na cidade de Blumenau, em Santa Catarina. O grupo reuniu músicos experientes e logo de cara, lançou uma demo homônima. Com a aceitação no cenário do Thrash Metal regional, os músicos rapidamente se tornaram figurinhas carimbadas, nos principais festivais do estado.

Foto/Divulgação

Em sua discografia, os blumenauenses possuem três discos, “Lines Of The Edge” (2006), “Ground Zero Conflict” (2011) e o mais recente “La Bestia”. 

Formação Atual:

Célio (Vocal)

Cícero (Guitarra)

Alefer (Bateria)

Valda (Baixo)

 

Plataformas Virtuais:

Facebook

Instagram

Metal Archives

Spotify

YouTube


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Juggernaut- TerrorISIS Squad (Lyric Video)

Em 20 de dezembro de 2016 a banda de Thrash Metal Juggernaut de Blumenau- SC, lançou um lyric vídeo da música “TerrorISIS Squad”.

A música segue um instrumental cru e brutal e em sua composição aborda o contexto da guerra e terrorismo proposto pelo Estado Islâmico. A banda faz uma crítica pela crueldade, desrespeito e violência causada por um esquadrão que não tem um objetivo definido e só praticam destruição em massa propagando o ódio e ditando regras se segregacionismo e fanatismo religioso.

A qualidade e técnica é notável, uma vez que a Juggernaut cada vez mais coloca seu nome nos clássicos catarinenses. E a faixa “TerrorISIS Squad” veio apenas para deixar claro que os ideias e os riffs do grupo estão cada vez melhores e agressivos. 


Confira abaixo a música, e tire suas próprias conclusões:




segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Juggernaut

A região do vale nos reserva excelentes atrativos turísticos e uma demanda grande de grupos de Metal. Hoje conheceremos o trabalho da Juggernaut de Blumenau.



O grupo fora formado em 2005 com o desejo de Célio Jr (ex guitarrista da Rhestus) montar seu novo trabalho que consistia em fazer um Thrash Metal com fortes influências de Sadus, Death e Destruction, mesclado com metal progressivo como Rush, Marillion e Dream Theater . Para o complemento da banda, ingressaram-se Daniel Justen (Baixo/Vocal), Edson Roberto (Bateria) ambos ex integrantes da banda In Nomine.

O significado do nome Juggernaut se deu a partir do que a palavra representa, grande massa de destruição. Isso casou muito bem com a banda que apresenta um som técnico, potencial, agressivo e rápido.



As temáticas das letras caminham entre questões existenciais, à descontentamentos em  questões sociais e de massa.

Em 2005 os músicos lançam o primeiro trabalho intitulado “Juggernaut”. A demo conta com três faixas, “Holy Lie”, “Anytime It Will Be Over” e “A Question To Be Answered. O ep foi produzido de maneira independente e fora agraciado perante a mídia e bem aceito pelo público.



Em maio de 2006 Edson deixa a banda e dá lugar a Carlos Lana (Bateria) e Fabrício Duwe(Segunda Guitarra). No mesmo ano o grupo entrou em processo de gravação de seu primeiro álbum full length. E em novembro foi divulgado sobre a denominação de “Lines Of The Edge”. O disco contou com 09 músicas, a homônima “Lines Of The Edge”, “Xenophobia”, “No More Selfishness”, “Holy Lie”, “Prejudice”, “A Question To Be Answered”, “Greed Is My Name”, “Anytime It Will Be Over” e “Own World”. O mesmo fora gravado de maneira independente. O álbum foi o pontapé inicial para a inclusão do grupo no cenário do Metal brasileiro, possibilitando aos mesmos uma turnê, Thrashing On The Edge Tour em vários estados brasileiros.




Devido a mais reformulações na Juggernaut, Célio e Carlos iniciaram o desenvolvimento do segundo disco sozinhos. Mas no ano de 2009, entra na banda o vocalista Cícero (Overtrash) e o baixista Valda(Rhestus). Antes da finalização do full length Carlos deixa o grupo, para dar lugar a Wilson.

O ano de 2011 trouxe bons ares à banda, pois divulgaram seu novo álbum que foi intitulado “Ground Zero Conflict”. O referido disco traz sete canções, “Taking Life To Save Life”, “Shadows Of Reality”, “Free Words For Fight”, “Lost In Collapse”, “The Last Awakening”, “Faces Of War” e “Undercurrents”. O novo disco traz uma sonoridade um pouco diferente aliado a um amadurecimento e a personificação do estilo dos novos integrantes. Um álbum enxuto que novamente foi produzido de maneira independente.



No final de 2012 Wilson saiu do grupo e ingressou Alefer(Ex Fuzilador e Damnation). O músico rapidamente se entrosa ao grupo e mostra toda sua técnica nas baquetas.

A banda está em processo de composição de um novo Ep donde a previsão de lançamento ainda não foi divulgada. Além disso os músicos estão no desenvolvimento de um videoclipe.

Atualmente os integrantes são Cícero (Vocal), Alefer (Bateria), Valda (Baixo) e Célio Jr (Guitarra).


As plataformas virtuais estão abaixo:

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