domingo, 18 de fevereiro de 2018

Abraskadabra: Banda curitibana se apresenta no Fatboo Studios

Na sexta-feira (23),uma das casas mais HC de Lages, o Fatboo Studios, será palco de uma das maiores bandas de Ska nacional, a Abraskadabra. O grupo que já possui 15 anos de estrada estará lançando o seu novo álbum “Welcome”.



Os músicos já lançaram, duas demos, dois Eps e um single, além é claro do full length, “Grandma Nancy´s Old School Garden” o qual foi difundido no ano de 2012. Hoje a Abraskadabra é um grande expoente do Ska e HC, uma vez que já dividiram palco com bandas como Rise Against, Streetlight Manifesto, Bad Religion, Goldfinger, Satanic Surfers, entre outros nomes.





A noite ainda contará com o grupo Out In Style de Curitiba/Canadá. A banda formada em 2016 traz um Punk Rock/HC e possui um Ep denominado “Coffee, Beer and Movie” contendo seis canções, “Another Botlle”, “Won’t Say”, “Letter From You”, “Why So Angry”, “It’s Hard” e “Lazy Man”.




O ingresso custará somente 15 golpes! Venha conhecer o aconchego do Fatboo Studios e apoie a cena local!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Ponto Nulo No Céu - Horizontal (2017)


Em novembro de 2017 a banda gravataense Ponto Nulo No Céu lançou o videoclipe da faixa “Horizontal”, que faz parte do full length “Pintando Quadros do Invisível”, lançado em 2016 e divulgado através de um financiamento coletivo.
O clipe está disponível nas plataformas de vídeo, inclusive no YouTube onde já angaria 80 mil visualizações. As gravações foram realizadas na cidade de São Paulo, sendo produzido pela MB Filmes e dirigido por Marcelo Borelli e Ricardo Suzigan.




O título da canção já proporciona questionamentos, sendo uma menção àqueles que levam suas vidas de forma paralela. Incitando a dilatação da mente, e propondo a soma de novas experiências como parte essencial da evolução humana, a letra possui teor absorto e conteudista, o que é uma característica das composições da banda. Isso apenas se reafirma no clipe, o qual alterna entre cenas cotidianas e os músicos apresentando a faixa. O mesmo é recheado de críticas ao comodismo social, expondo uma realidade sem cor como forma de menção a inercia dos indivíduos.  



Tenebrario: Banda relança o clássico álbum 'Second Act: Pain'

Matéria cedida por Cristiano Borges da Cangaço Rock Comunicação



A lendária banda paulistana de Heavy/Doom Tenebrario, acaba de disponibilizar o relançamento de seu segundo álbum, o aclamado "Second Act: Pain" originalmente lançado em 2006 de forma independente e com uma tiragem limitadíssima em torno de 100 cópias promocionais. Dez anos após o lançamento, o disco ganha uma versão oficial graças à parceria com a gravadora Erinnys Productions.

O relançamento de "Second Act: Pain" dispõe de 12 faixas, sendo dez delas da prensagem original, mantendo a essência nos mínimos detalhes e como bônus conta com a clássica demo "Tenebrario" lançada no ano de 1997, com a produção de Cassio Martins no Pró Studio e Marcelo Pompeu (Korzus) no Mr. Som Studio, respectivamente.  Vale ressaltar que todas as faixas se mantem fiéis à gravação da época, tornando - se assim um item indispensável para todos os headbangers.




Tracklist:
1. Second Act : Pain
2. The Thousand Faces in the Mirror
3. There Are Somethings That Never
4. God Symphony
5. Twins Soul's
6. The Other Mountain Dweller
7. The Evil Heart of Stone
8. Sacred Mask
9. Again on the Road
10. O Meu Ser (Uma Imagem no Espelho)

Bonus:
11. Wickedness on Eyes My Dreams
12. Spirits Obscure Forest

Na época do lançamento deste material a banda realizou diversos shows chegando a abrir para o ex-vocalista do Rainbow, Joe Lynn Turner. A capa do disco foi desenvolvida pela Ordo Ab Chaos (ordoart.com). No período, a formação era composta por Alexdog (Baixo/vocal), Roberto Bressan (Guitarra), Claudio Screpetz (Bateria) e Eduardo Borrego (Guitarra).

O disco está disponível para aquisição por meio do Facebook da banda e da Erinnys Productions. Para as distribuidoras interessadas em trocas (www.facebook.com/erinnysprod/).

Contato: alexdog74@hotmail.com

Links relacionados:

Formação:
Alexdog (Baixo/vocal)
Eduardo Borrego (Guitarra)
Kaue Assis (Guitarra)
Waine Assis (Bateria)


Fonte: Cangaço Rock Comunicações

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Nekrós: A Candle In The Dark (2017)

A Nekrós é um dos grupos mais antigos de Criciúma. O grupo surgiu em 2001 com o intuito de resgatar a essência de bandas setentista e oitentista do Heavy Metal. Eles carregam em sua vasta trajetória, uma épica apresentação juntamente com Eric Martin em Pomerode - SC em 2008, além da classificação no ano de 2011 para o Wacken Metal Battle, o qual vencera a etapa catarinense.



Os músicos no ano passado concluíram um novo passo para a Nekrós, o lançamento do primeiro full length denominado “A Candle In The Dark”, produzido de maneira independente e que possui sete faixas, sendo elas, “The Candle”, “Brutal Corporation”, “Kind Of”, “Exodus”, “Blank Slate”, “Holocaust” e “The Base”.

A primeira faixa é “The Candle” e rapidamente pode-se observar um nítido instrumental técnico alternando dentre os primeiros minutos da canção. Com 01:02 min, os vocais sólidos de Pablo Cardozo complementam a sonoridade e acentua-se através do refrão “Asking for an answer, all knowledge rises high, wisdom made of lies, comes to surround our life...” E por falar na composição, a letra questiona a forma com que as pessoas lidam com seus respectivos problemas, ao enfatizarem “deuses” como catalisadores dos mesmos, enquanto ficam à espreita e se afastam do conhecimento e da indagação ao continuarem a viver essa mentira “divina”.

De forma cadenciada, inicia-se a segunda faixa, “Brutal Corporation”. Novamente é notória a agudez e afinação das técnicas vocais de Pablo que com os riffs agressivos de Rob Brigido entram num caos surreal. Como não lembrar da faixa antiga dos criciumense “O Lado Negro da Face Escura da Morbidez Humana” a qual possui uma similaridade com a segunda faixa, já que a mesma expõe no verso “Go back home, tired mind, your work’s come to an end, go back home, tired mind, make another plan...” toda a misantropia e ódio das mentes insanas da Corporação Brutal.

“Kind Of” possui uma atmosfera peculiar ao tratar metaforicamente a ascensão da tecnologia através do sistema de software com toda a população mundial e seus respectivos “vírus” (supracitada como a religião) que paralelamente aos do computador atravancam a evolução e o desenvolvimento científico e psicológico. A sonoridade é caracterizada por manter riffs explosivos e céleres.

A quarta faixa “Exodus” difere-se das demais, porque em sua intro angaria versos da música “Dezessete e setecentos” do cantor Luiz Gonzaga. O ritmo do baião dançante se configurou ao Metal, já que com a junção dos mesmos denotou-se a pluralidade rítmica, todavia ao decorrer da canção os riffs ríspidos e agressivos foram transparecendo. O que casa muito bem com a composição da música, uma vez que a letra personifica uma realidade social desfavorecida e desigual que motiva o indivíduos a procurar meios de sobrevivência alternativos.

Consequentemente uma das melhores do disco, “Blank Slate” tenta nos impulsionar a indagar sobre questões humanas, ou seja, ressaltar os problemas atuais pútridos da sociedade, a disparidade da evolução e do crescimento em demasiado lugares e o retrocesso sociocultural em outros, o que impede a evolução pessoal e coletiva. A música traz o Heavy Metal clássico e riffs constantes e técnicos que vai ganhando peso a cada nota.

Veloz, catastrófica e rápida, assim são caracterizados os riffs da canção “Holocaust” juntamente com um coro pujante no refrão. A canção de forma direta exibe as mazelas da intolerância, do ódio, do genocídio, do antissemitismo através de holocaustos simbolizados pelo cristianismo.

Encerrando o disco, “The Base” é uma das mais pesadas dos mesmos, não só pelo instrumental que expõe uma sonoridade atroz, técnica e violenta, também pela introdução que mostra trechos do cotidiano do cidadão comum que acompanha jornais policiais como instrumentos de opressão, futebol, cerveja e veículos de imprensa tendenciosos. No seu corpo, a canção exibe como “A Base”, a inércia do indivíduo acomodado com sua pacata vida.

A banda se apresentará sábado no Metal Open Air em Criciúma. O evento acontecerá no próximo sábado (17) e contará ainda com as participações das bandas Silent Empire, Skombrus, Khrophus, Captain Cornelius, Norium, entre outras bandas. 

A Nekrós é composta por:
Pablo Cardozo (Vocal)
Robson Brigido (Guitarra)
Leandro Camelo (Baixo)
Patrício Junior (Bateria)

Plataformas Virtuais:


sábado, 10 de fevereiro de 2018

Cena Mineira: A Fúria do Underground

Nessa semana concretizamos mais uma parceria, dessa vez com o vocalista e baixista da banda Cracked Skull, Clênio Skull. O músico é colunista da mídia independente cultural Horizonte Paralelo e frequentemente estará divulgando seus textos aqui na Urussanga Rock Music. Confiram abaixo o texto escrito por ele:



Sem serem idealistas, os produtores de eventos e programas de entrevista estão fazendo acontecer. Eles não estão esperando a data ideal, o momento econômico ideal, a aceitação ideal… e estão fazendo acontecer. Sem grandes empresas por trás, sem grande mídia por trás, sem grandes selos por trás.

Nós, da banda Cracked Skull, estivemos no programa Papo Pesado, na cidade de Divinópolis/MG, no dia 20 de Janeiro, para uma entrevista, onde foi falado sobre a musicalidade da banda, sobre as ideias das letras, sobre a crítica ao conservadorismo, sobre a construção do álbum e sobre cervejas artesanal. Matheus Mihavecz e Kenderson Tadeu, fazem uma produção muito profissional e sempre focam as bandas independentes, underground e cervejas de verdade.

No dia 26 de Janeiro, a banda Cracked Skull se deslocou até a capital mineira, pra compor o cast do Circuito Panela Lisérgica, idealizado por Pedro Cataldo, que faz na raça, pouca grana e muita vontade, eventos que reúnem vários estilos de bandas autorais. O evento foi realizado na casa de shows Saramandaia, na avenida do contorno, Sta Efigênia. Local próximo à estação de metrô, de vários pontos de ônibus e muito bem localizada.

O cast contou com as bandas: Volac, Last Conscious, Scalped e Cracked Skull. O evento foi uma mistura de vários estilos do gênero Metal. Volac mandou um Black Metal direto, com timbres de guitarras ligadas no distortion no talo, vocal estilo black metal finlandês e bateria na metranca.

Cracked Skull mandou um Death/Thrash cadenciado, com vários arranjos na guitarra, bateria em contra tempos, hora rápida, hora em levadas compassadas e rica em arranjos nos pratos. O baixo é na palhetada, no ritmo dos quiques dos bumbos. Vocal gutural, com timbre cavernoso e furioso. O público agitava nos compassos cadenciados de forma insana. A banda está na estrada divulgando o disco Social Disruption, disco que clama a ruptura social, que trata do materialismo histórico, da dialética, da tragédia humana resultante entre as relações de força, entre dominados e dominantes.

Scalped, mandou um Death brutal, bateria acelerada, em alto volume, com um timbre de caixa impecável, fez a galera bater cabeça freneticamente. Com uma guitarra falando alto, em rifes matadores, solos bem harmônicos, o ritmo era sempre acelerado. O baixo da banda, desenha escalas agressivas e segura o grave de forma magistral. O vocal é impressionante, muitas variações de gutural, com sons que saem das entranhas e expressa bem a fúria do Scalped. A banda está divulgando o recém lançado Álbum Synchronicity of Autophagic Hedonism. O álbum é a expressão do caos político- social vivido no Brasil, a capa e contra capa expressam muito bem a sonoridade do disco divulgado no Panela Lisérgica.

Last Conscious me fez lembrar as levadas Thrash do antigo Entombed. A banda fechou a noite do Saramandaia e fez a galera já bêbada, cansada, com dores pelo corpo dos Mosh anteriores, agitar ainda mais, pois a levada da bateria é contagiante, incita o bate cabeça e rodas de mosh. O vocal é cavernoso, denso, no velho estilo Death Metal Old School. Guitarras com um timbre muito agressivos, seco e drive no talo, o baixo ainda fez uma boa cobertura com graves por trás dessas duas metralhadoras. A banda está divulgando seu EP Damn thoughts de 2017.

A cena vive, ferve, e a noite está sendo pequena nesses eventos independentes. Muitos amigos se encontram ali nos eventos underground, pra curtir, beber e dar aquela relaxada. É uma luta constante pra resistir a todas as dificuldades que a música independente underground vive. O final de noite é uma mistura de realização, de dever cumprido, com embriaguez, felicidade e longos papos de novas e velhas amizades que se encontram pra fazer ou curtir música sincera.

Clênio Skull- vocalista e baixista da banda Cracked Skull.

Matéria publicada no site independente horizonte paralelo.



quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Otacílio Rock Festival 2018: Um dos maiores festivais do sul do Brasil chega a sua 12° edição

O Otacílio Rock Festival é de praxe o destino dos metalheads e headbangers brasileiros no mês de março. O evento já trouxe bandas como Ratos de Porão, Master (EUA), Violator, Attomica, Krisiun, Hibria, Nervochaos, Torture Squad, Nervosa, Vodoopriest, Claustrofobia, Khrophus, além de outros nomes consagrados do Rock/Metal nacional.



A cidade catarinense de 17 mil habitantes tem sua economia baseada principalmente no ramo madeireiro e há mais de uma década tornou-se casa do festival idealizado por Denilson Luiz Padilha, Elienai Souza e Nani Poluceno que angaria milhares de pessoas anualmente à Fazenda Cambará (onde foi promovido recentemente o SC Metal Fest de Nani Poluceno e Cleberson Oliveira).

O evento como de costume possuirá área para camping e contará com o apoio da Brutal Wear, Mundo Do Rock Otacílio, Makila Crowley, Over Music e Chronos Enternament, além das coberturas das mídias Urussanga Rock Music, Cultura Em Peso, O Subsolo, A Hora Hard, Esporro Sonoro, Over Metal TV e Heavy Metal Online.

Para essa edição do OTA, 20 bandas irão se apresentar, dentre elas, Taurus, Selvageria, Miasthenia, Justabeli, Horror Chamber, John Liar, Jailor, Válvera, Red Razor, Don Capone, Bad Bebop, Captain Cornelius, Gestos Grosseiros, AttracthA, Before Eden, Cerebral Cannibal, Atho, Warhell, Misanthrope (Death Tribute) e Legado Frontal.

Com 33 anos, uma das maiores bandas brasileiras de Metal se apresenta pela primeira vez no Planalto Catarinense. A carioca Taurus possui quatro álbuns de estúdio, “Signo de Taurus”, “Trapped In Lies”, “Pornography” e “Fissura”, além de demos e splits e carrega todo o conhecimento técnico de experientes músicos além do habitual Thrash/Heavy Metal.

“Eis o Som Infernal...” Uma das últimas confirmadas foi a paulistana Selvageria que carrega consigo todo Speed/Heavy Metal característico dos anos 80. O grupo foi formado em 2005 e já angariam dois full length, o destruidor homônimo “Selvageria” divulgado em 2009 e o trabalho mais recente “Ataque Selvagem” que foi difundido o ano passado.

A Miasthenia atualmente é uma das bandas de Metal Extremo mais antigas do país. Os brasilienses carregam em sua trajetória doze trabalhos, entre eles cinco álbuns de estúdio, o “XVI”, “Batalha Ritual”, “Supremacia Ancestral”, o expoente “Legados do Inframundo” e “Antípodas”. Uma das peculiaridades do grupo é manterem e exporem em suas respectivas composições temáticas relacionadas a culturas e povos latino-americanos.

Retornando à serra catarinense, a Justabeli traz em seus 17 anos de história toda a blasfêmia, anticristianismo e heresia através dos seus trabalhos, “Eternal War”, “Justabeli”, “Total Destruction”, “Hell War”, “Cause The War Never Ends” e o recente “Blast The Defector”. A banda do ABC paulista promete destruir e incendiar o palco do Otacílio Rock Festival.

Representante de Canoas – RS, a Horror Chamber exibirá o poderoso e árduo Death Metal. O grupo está na ativa desde 2004 e obtém um grande reconhecimento no cenário do Metal Extremo devido as duas demos lançadas e ao seu álbum “Eternal Torment” divulgado o ano passado. A banda é formada por Guilherme Lannig (Baixo/Vocal), Felipe Pujol (Guitarra), Paulo Hendler (Guitarra) e Rafael Machado Kniest (Bateria).

Uma das maiores bandas de Hardcore catarinense pisa pela primeira vez no palco do Otacílio Rock Festival. A John Liar exibe riffs rápidos e céleres através de letras do cotidiano e de experiências de vida. O grupo lageano lançou em 2015 o EP “John Liar” que possui quatro faixas, “Hard Work”, “A New World To Begin”, “Gangster Sunday Love” e “All The Things Right” (Com destaque para a faixa 01 e para a faixa 04 que possuem dois videoclipes no YouTube).

A paranaense Jailor irá enfatizar seu preciosíssimo Thrash Metal, o qual já exibem há quase 20 anos. Os músicos possuem influências musicais como Slayer, Death, Coroner, Exciter, Fuzilador, Rhestus, Carcass entre outras bandas e renomadas e personificam essas referências através de quatro trabalhos divulgados, sendo estes, o “Capital Punishment”, “Religious Unpourge”, “Evil Corruputs” e “Stats Of Tragedy”.

Um dos prodígios do Thrash Metal brasileiro novamente se apresenta em palcos catarinenses. A banda Válvera formada em 20 em Votuporanga – SP mescla canções em português e inglês com riffs rápidos e céleres. Os seus principais projetos lançados foram o “Cidade em Caos” de 2015 e o mais novo álbum “Back To Hell” divulgado em 2017.

A florianopolitana Red Razor surgiu em 2011 com o intuito de resgatar as raízes do Thrash Metal dos anos 80 e 90. Com influência de grandes nomes como Slayer, Exodus e Kreator, o grupo possui dois trabalhos lançados, o Ep “Shark Attack” (2013) e o full length “Beer Revolution” (2015).

 Proveniente do sul do estado, a banda orleanense Don Capone está na ativa desde 2004 mesclando em suas composições rock and roll clássico com blues. Os músicos lançaram em 2008 o seu primeiro trabalho, o EP "Oficina do Diabo" (2008), seguido pelo “Locomotiva” (2012) e o atual "Corpo Fechado" (2017).

A banda curitibana de Heavy Metal Bad BeBop foi formada em 2015 e lançou no início de 2017 seu primeiro trabalho, o álbum Prime Time Murder, sendo divulgado através de uma turnê entre o Brasil e Argentina.

Tradicionalíssima nos festivais catarinenses, a Captain Cornelius de Rio Do Sul – SC mostrará a todos o público músicas de Folk Metal com danças típicas irlandesas, bebidas ligadas a cultura celta e toda a diversão e agitação proveniente dos “marujos capitanélicos”. O grupo reproduz canções de bandas influentes do Folk como Korpiklaani, Alestorm, Dropick Morphys, Flogging Molly, entre outras bandas.

Há 20 anos na estrada, a Gestos Grosseiros também marcará presença nos palcos do OTA. A banda de Death Metal originária de Guarulhos possui duas demos, No Rest (2001) e First Pain (2003). Além dos álbuns Countdown to Kill (2007), Satanchandising (2011), World's Hypocrisy (2017) e a compilação On the Road Since 1998 (2014).

Influenciados por Black Sabbath, Ozzy Osbourne, Adrenaline Mob e Stone Sour, a banda paulistana AttracthA irá mostrar seu característico Heavy Metal. O grupo foi formado em 2007, porém no ano de 2011 entrou em hiato por dificuldades na formação, todavia dois anos depois divulgaram seu primeiro trabalho “Engraved” e mais tarde lançaram mais dois trabalhos, o “Unmasked Files” e “No Fear To Face What’s Buried Inside You”.

A clássica banda de Power Metal blumenauense Before Eden irá expor toda a sua trajetória de mais de 20 anos na cena. Os músicos obtêm cinco trabalhos lançados, dentre os quais, cabe destaque os discos de estúdio, o homônimo “Before Eden”, “The Legacy Of Gaia” e o “A Realm Reborn” difundido no ano de 2015.

Advindos do município de Benedito Novo- SC, a Cerebral Cannibal aos poucos está se consolidando nos festivais catarinenses. O grupo surgiu em 2010 com o intuito de propagar o Death Metal cru com letras em português. E influenciados por bandas do estilo como Krisiun, Terrorizer, Dying Fetus e Cannibal Corpse, os músicos lançaram a demo “Cerebral Cannibal” em 2016 contendo seis músicas, “Intro”, “Degolação”, “Insane Brutality”, “Devorando o Encéfalo Putrefado”, “Esquartejando Com o Cutelo” e “Necrose Facial”.

Atho, prata da casa, será a segunda atração do cast. A banda de Hard e Havy Metal foi formada a partir de remanescentes das bandas Angels Guardian e da Dr Fantasy e atualmente possui algumas músicas gravadas, como “Free & Wild”, “Lost My Voice” e “Greed”.

De Curitibanos – SC, a Warhell trará o seu peculiar Death Metal. O grupo foi formado em 2007 e já conta com quatro materiais divulgados, sendo estes, “Offer Your Blood To The Mosh”, “I, The Wolf”, “The Lawn Mower” e o full length “Upperguth”.

A Misanthrope, também originária de Curitibanos, será responsável por apresentar um tributo a banda Death, resgatando grandes clássicos do grupo.


A banda de Metalcore Legado Frontal é a única prata da casa, formada na cidade de Otacílio Costa. O grupo mescla cover e músicas autorais sendo estas provenientes do EP “A Guerra Não Tem Fim”. 

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Escombro lança videoclipe de ‘Maldita Herança’

Matéria cedida por Erick Tedesco da Artico Music

Reprodução/Imagem Facebook

O hardcore robusto e ácido do Escombro ataca novamente com um videoclipe que capta o comprometimento da banda paulistana com um Brasil mais digno. O registro audiovisual para ‘Maldita Herança’, faixa do álbum de estreia, traz cenas captadas do quarteto em ação nos palcos intercaladas com imagens de noticiários do país, sobre políticos e manifestações. Assista aqui: 



‘Maldita Herança’ é o quarto videoclipe produzido pelo Escombro em divulgação do disco homônimo, lançado ano passado em formato CD digipack e que impulsionou em definitivo a banda ao escalão do hardcore nacional com forte preocupação em fazer letras conscientes sobre o preocupante futuro político, social e econômico do Brasil.

A música, conta o vocalista Lucas ‘Jota’, é uma das faixas preferidas de toda a banda e por isso escolhida para encerrar um ciclo do Escombro, também marcado com o início de um novo com o selo Artico Music. A parceria renderá o lançamento de um EP de cinco músicas, previsto para sair nas principais plataformas online já nos próximos meses. “A música fala desta maldita herança do país, a subjugação do povo pela mídia e políticos”, conta Lucas. 

‘Maldita Herança’ tem direção de Edgar Ortiz Viduedo, que também produziu o videoclipe de ‘Lutar’, além de levar o crédito como diretor de ‘Continental’, da banda Bullet Bane.

Escombro:
S.O.P. (com Henrique Fogaça, do Oitão): 



No Veneno: 



Lutar: 



Doutrina do Terror: 






CONTATOS PARA A IMPRENSA

Erick Tedesco
Tedesco Comunicação & Mídia
Artico Music/Assessoria de imprensa
(19) 99616-2999


Fonte: Artico Music

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