Mostrando postagens com marcador Frain Hell Rock Festival. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Frain Hell Rock Festival. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Conspiracy 666: Entrevista realizada no Frain Hell Rock Festival

Entrevista realizada com a banda de Black Metal Conspiracy de Lages – SC.



A matéria foi realizada na segunda edição do Frain Hell Rock Festival na capital do Planalto Serrano. Nela os músicos puderam compartilhar um pouco da respectiva trajetória, materiais lançados, a cena Black Metal brasileira, novos shows entre outras pautas.

Matéria realizada com os músicos em 2016:


Plataformas Virtuais:


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Frai'n Hell Rock Festival: Reacendendo a Chama dos Festivais Lageanos (Parte II)

Depois de um sábado bem agitado, com bandas de várias vertentes do Metal, com pirofagias, moshs, rodas punks e destruição, o Frain’ Hell Rock Festival despertou o seu púbico com a beleza exuberante da paisagem do Refúgio do Lago.



A primeira banda a se apresentar no domingo foi uma surpresa, já que a Jhonny Bus (grupo que estava no cast) cancelou a participação depois de um problema grave na coluna de um dos guitarristas, impossibilitando o mesmo de tocar. Então diretamente de Lages, a Curto Circuito trouxe o Hard Rock/Rock n Roll através de clássicos e da música “Cerveja Ou Gasolina”.

Também lageana, a Blood Eyes expôs o Metal autoral em português. Essa peculiaridade propiciou aos músicos grandes elogios vindos do público que começava a se movimentar ao entorno do palco. As canções próprias “Minha História”, “Olhos de Sangue” e “Seres da Mente” foram algumas das nove reproduzidas pelo grupo.

O Xakol propôs o Power Metal aos headbangers. Músicas como “Restless Hunter”, “Dawn Of Insanity” e “Rise Of A New Sun, Part 2: Sunrise” não deixaram de faltar no repertório dos florianopolitanos.

Com 24 anos de estrada, diversos álbuns, demos e splits lançadas, a Khrophus era um dos headliners do evento. O grupo era um dos três provenientes da primeira edição em Fraiburgo. Com a formação sólida e entrosada na entrada de Hugo Deigman nos vocais, a banda de Death Metal colocou o Refúgio do Lago abaixo com a ferocidade e técnica nos riifs céleres de Adriano Ribeiro. As músicas expostas foram “Smoke Screen”, “Master Of Shadows”, “Dead Face”, “Lost Iniciations”, “Testimony Of Illusions”, “Statues”, “Interposition”, entre outras.  

O Orquídea Negra fez um show grandioso, sendo uma das bandas mais reconhecidas do estado, trouxe à tona clássicos como “Surrender” e “Miss You” o que deixou o público extasiado.

Representando o cenário Crossover/Grindcore no evento, a AbomiNação de Lages praticamente acelerou os ânimos dos Metalheads. Munidos pelo som rápido e veloz intercalado com discursos revoltosos e de descontentamento sociopolítico exibiram a fúria musical. As canções “Tradicional Família Brasileira”, “Heróis Sem Capa”, “Deus Diligit Hominem” e “País de Tolos” (donde o vocalista Mateus Biazoto discursou contra o separatismo e a influência conservadora que isso tem na sociedade) estavam presentes no setlist.

A última de Black Metal a se apresentar foi a Somberland de Criciúma. Desde a entrada dos músicos ao palco foi notória a qualidade e técnica instrumentais presentes. O grupo que recém havia chegado de um show em Joinville incendiou o Refúgio do Lago. Com um som herege, blasfemo e antirreligioso, foram reproduzidas músicas do Ep “Dark Silence Of Death” como “Forever Dark Wood”, a homônima “Dark Silence Of Death” e “Into The Front” e também as novas canções, “Here As No Place For God”, “Fallen Angel”, “Pest’ oLogy”, “Sadistic Instinct Arise”, “Their Suffering, My Pleasure”, “When The Future No Matter” e “Wrath Of The Tyrant”.

Mesclada a Orleans e Criciúma, a They Come Crawling surpreendeu o Frai’n Hell Rock Festival com seu respectivo Death/Thrash Metal. Os músicos mantiveram a velocidade e rispidez constantes nas músicas tocadas, “Rapture”, “CBE”, “Live Fast, Die Faster”, “If It Kills You”, “David Lynch Sucks”, “Ignorance”, “Shape Of Things To Come” e “Guilty Conscience”.


A The Four Horsemen ficou responsável pelo encerramento do festival. O grupo paulistano tocou músicas bem conhecidas do Metallica e o público em meio ao cansaço ainda fez moshs e rodas personificando o sucesso do festival. 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Frai'n Hell Rock Festival: Reacendendo a Chama dos Festivais Lageanos (Parte 1)

A segunda edição do Frain Hell Rock festival aconteceu a todo vapor. O palco do grande espetáculo fora o Refúgio do Lago, tradicional pousada que já recebeu o Orquídea Rock Festival em suas edições.



O evento organizado por Bruna Búrigo angariou centenas de pessoas, 23 bandas de quatro estados sendo eles SC, RS, PR e SP além de culinária vegana, bancas de merchans, bangalôs, áreas para o camping, uma ampla estrutura de sonorização e tendas e uma paisagem exuberante da natureza.

O sábado começou destruidor com a Plunder subindo ao palco. O show dos lageanos foi marcado pela técnica sempre presente, pelos riffs rápidos e pelo repertório autoral já conhecido como “I Died”, “Poor Devil”, “Evil Daw”, “Ghazi” e “Plunder”. O pequeno atraso tampouco fora notado, porque a galera começou a regressar à frente do palco a cada música reproduzida.

Trazendo o Black Metal, a lageana Conspiracy 666 literalmente blasfemou. Os músicos mesclaram canções autorais como “The Blasphemy Guardian”, “Diabolical Revelation”, “The Last Tyrant”, “My Soul Dressed In Ice”, “The Legions Of The Profane Darkness”, a homônima “Conspiracy 666” e “The Age Of Golgota” além de covers de bandas referências para a musicalidade de cada um.

Originária de Caxias do Sul – RS, a Hon-Ra surpreendeu a todas as pessoas presentes. O Death Metal cru, a voz rouca e forte de Jener, os riffs de Wagner e a cada baqueada de Rodrigo foram fatores que influenciaram ser uma das potências sonoras do sábado. As músicas “Black Angel”, Lord Of War”, “God And The Cross”, “Somewhere In The Sun”, “From The Shadows In The Depths”, “Demons On The Run”, “Evil Shadows” e “Honor” representaram a identidade do grupo caxiense.

Renomada em todos os cantos do sul do Brasil, a Red Razor acabou de vir de uma turnê do Norte/Nordeste o qual foram muito bem recebidos. Para o Frai’n Hell o grupo apostou novamente em sua qualidade habitual desenvolvida através do Thrash Metal proporcionando intensos moshs, as clássicas “Wish You Were Beer”, “Napalm Pizza”, “Red Razor” e “Beer Revolution” não puderam deixar de faltar no line-up da banda.

Apresentada como quinta atração, a Vomitfication era uma das mais antigas. O grupo muito bem reconhecido no estado, donde pode tocar em Florianópolis, Joinville, São Miguel do Oeste e outras cidades subiu ao palco pela primeira vez na capital do Planalto Serrano. Os paranaenses exibiram “Brutal Fuck Through Black Necropsia”, “Fuck Off Bastards, The Real Face Of Creation”, “Bestial War Fuck”, “Sexual Demoniac Invocation”, a clássica “Astral Inferno” entre outras. Do início ao fim foi uma espécie de brutalidade sonora.

Uma mistura de Death Metal, Heavy Metal e Thrash Metal só podia dar em coisa boa. Assim foi o show da Skombrus de Florianópolis – SC, os também estreantes fizeram uma exibição destruidora com diversas músicas contidas no último álbum “Betrayal Of The Breed”, como “Aim The Head”, “Crack Massacre”, a homônima “Betrayal Of The Breed” entre outras canções.

A Silent Empire apresentou-se pela primeira vez na região serrana. Os músicos estão na fase do processo de desenvolvimento de seu novo álbum, “Dethronement Off Al Icons” e reproduziram alguns sons que farão parte do full length, todavia os criciumenses executaram canções conhecidas pelo respectivo público que os acompanha, como “Self Preservation Is The Key”, “Deadly Fuckin Assembly”, “Hail The Legions” e “Destroy Doctrine Divine”. O vocal árduo do Ivan complementado ao instrumental frenético levaram os amantes do metal a se destruírem literalmente em grandes rodas de mosh.

Personificada como um Rock Malandro, a Médicos de Cuba subiu ao palco para apresentar o seu respectivo trabalho, os curitibanos expuseram músicas como “Arquiteto”, “Vagabundo”, “Jesus de Fora” entre outras canções conhecida pelo seu público. O show foi marcado por agitações e mesclas de estilos e ritmos dentro das vertentes do rock.

E ao falar em mescla, a Krucipha praticamente encantou a todos com o Groove Metal, com os instrumentos peculiares e com a mescla do Metal com padrões rítmicos. As músicas exibidas foram “Indigenous Self”, “Reason Lost”, “Acceptance”, “FOMO”, “Victimia”, “Mass Catharsis”, “Affordiction” entre outras. Durante todo o espetáculo, o público ficou atônito e maravilhado com a performance do grupo.

As danças celtas, os trenzinhos, as bebedeiras, as brincadeiras e os moshs irlandeses tomaram conta de Lages – SC. A Captain Cornelius expôs toda a sua peculiaridade exibindo um show divertido, dançante, animado e regado a muita cerveja. Os riosulenses tocaram covers de muitas músicas famosas e adaptações.

Outro peso-pesado era a Horror Chamber de Death Metal, o grupo advindo de Canoas – RS deixou o palco pequeno com a apresentação recheada de riffs brutais, intensos, sólidos e ríspidos. Canções como “Eternal Torment”, “Work Slave”, “Rise Of The Dead”, “Clown Killer”, “Dawn Of Madness”, “Blood Obsession” e “Perverse Mind” foram as autorais que os gaúchos expuseram.

Na madruga houve espaço para o Doom Metal e a Lacrimae Tenebris não decepcionou. Timóteo, Max e Felipe chegaram de Curitiba e transformaram o Frain Hell Rock Festival num caos arrastado e cadenciado. “Estigma”, “Casa de Espelhos”, “In Solitude”, “Ubir Est Tristis” e “Lacrima” foram os sons executados pelos paranaenses.

Logo depois da entrevista conosco, a horda lageana The Torment se apresentou pela segunda vez no Frai’n Hell Rock Festival uma vez que já havia participado da primeira edição. Os músicos tiveram atitude e coragem para queimar uma camisa da banda de Black Metal Mork Visdom de São Paulo (Banda essa que o vocalista foi acusado de agressão a mulher) e realizar pirofagias com muita heresia. As músicas autorais tocadas foram “The Torment”, “Blood And Death”, “Killer Off Fire”, “Black Soldier Of War”, “Ritual”, “March Of The Black Goat Warriors”, “Strengthened By Darkness” e “Dead Warrior Of Darkness.


O encerramento contou com outra já conhecida do evento, a Misanthrope de Curitibanos que teve a difícil missão de segurar o público acordado e assim o fez tocando os melhores clássicos do Death com o sol nascendo. 

sábado, 7 de outubro de 2017

Frai'n Hell Rock Festival: Parte II

O segundo dia do evento também será grandioso, uma vez que contará com nove bandas, Blood Eyes, Jhonny Bus, Xakol, Khrophus, AbomiNação, Orquídea Negra, Somberland, They Come Crawling e The Four Horsemen.



Há 7 anos no cenário musical, os lageanos da Blood Eyesabrem o domingo trazendo o Metal ao Frain’ Hell. Em 2016 a banda lançou a sua primeira demo “Olhos de Sangue” e atualmente trabalham na produção de seu primeiro full length “Veneradores do Sol”. Os integrantes são Will Anjos (Vocal), William Rosseto (Guitarra), Henrique Soares (Baixo), Gustavo Becker (Guitarra) e Thomas Paes (Bateria).

Mais uma natural de Lages, a Jhonny Bus mostra que o Hard Rock e Heavy Metal ainda estão essencialmente ativos. O grupo traz músicas de bandas consagradas do cenário mundial como AC/DC, Gun’s Roses e Metallica. Cabe destacar a canção autoral “Shadow Walker”. A formação é Gabriel Giotti (Vocal), Eclair Lins (Guitarra), Fernando de Liz (Guitarra), Eduardo Tripoli (Baixo) e Antonio Pereira (Bateria).

Direto da capital do estado, a banda Xakol trará o seu tradicional Power Metal aos palcos.Os principais trabalhos das bandas são os singles “Rise of a New Sun” e “Metal for Demons”. Atualmente os músicos estão trabalhando na produção de um álbum, previsto para 2018. A formação atual é Saulo Castilho (Vocal), Rafael Azevedo (Guitarra), André Freitas (Guitarra), Gil Lima (Bateria), Daniel Schlemper (Teclado) e Thiago Moser (Baixo).

Uma das três bandas presentes na primeira edição do festival irá regressar a Lages. A Khrophus é um dos maiores nomes do Death Metal nacional com sua extensa bagagem musical e trajetória de 24 anos. Em 2017 o vocalista Hugo Deigman (Ex Atomic Fear) entrou no lugar de Alex Pazzetto e assumiu os berros do grupo. Os músicos possuem sete materiais lançados entre demos, splits, eps e full lengths, dentre os mais consagrados destacam-se o “God From The Dead Images” de 2003, e “Presages” de 2009 e “Eyes Of Madness” de 2013, trabalhos estes que renderam diversas turnês e shows em festivais por toda América do Sul. A formação atual é composta por Hugo Deigman (Vocal/Baixo), Adriano Ribeiro (Guitarra) e Carlos Fernandes (Bateria).

A banda lageana Abominação de Crossover é a quinta a se apresentar no domingo. O grupo iniciou suas atividades em 2014. Um ano depois de sua formação, os músicos lançaram o Ep “Ódio”, seguido pela demo “País de Tolos”, lançada em 2016. Em fevereiro desse ano lançaram o lyric vídeo da música “Homem Animal Irracional”. Os integrantes são Mateus Biazoto (Vocal e Baixo), Miro Wagner (Guitarra) e Ruan Rudieri (Bateria).
Há 31 anos no cenário musical, a banda lageana trará aos palcos seu Heavy Metal tradicional. Os músicos possuem quatro trabalhos lançados, “Who's Dead?” (1992), Orquídea Negra (1996), More Live Than Never (2005) e Blood of the Gods (2014). Os integrantes são André Graebin (Vocal), Vinícius Porto (Guitarra), Robson Anadon (Baixo) e Raphael Marini (Bateria).

A Somberland de Criciúma é uma das mais esperadas do festival uma vez que possui uma sonoridade referente ao Black Metal crú dos anos 90. Os músicos lançaram em 2016 a demo “Dark Silence Of Death” a qual proporcionou um grande reconhecimento na cena da música extrema catarinense, atualmente eles estão no desenvolvimento de seu novo trabalho. A banda é composta por E.Nargoth( Baixo e Vocal), Diavolous (Guitarra), DMortest (Guitarra) e W.A.G (Bateria).


Originária da cidade das colinas, Orleans, a They Come Crawling trará um Death/Thrash Metal feito por músicos experientes como Igor Pereira nos vocais, Geison Frasson no baixo, Wagner Barros na bateria e Douglas Matos na guitarra. Os integrantes têm passagem por renomados grupos como Methodic, Disgrace And Terror, Somberland, Rythual, Don Capone entre outras. O grupo está no processo de desenvolvimento de canções autorais e se apresentarão pela primeira vez em Lages.

Com 14 anos de trabalho, a banda The Four Horsemen encerrará a noite promete trazer ao evento uma excelente performance de sucessos do Metallica. Roberto Hetfield (Voz e Guitarra), Márcio Nakamura (Guitarra Solo), Marcelo Marques (Bateria) e Robson MacMed (Baixo).

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Frai'n Hell Rock Festival: Parte I

A cidade de Lages com quase 160 mil habitantes sempre fora destaque na cena dos festivais de Rock/Metal, o Orquídea Rock Festival atraía milhares de pessoas todos os anos na princesinha do Planalto Catarinense.  Bandas internacionais, nacionais e de todo o estado já puderam se apresentar nesses respectivos encontros.



Em 2017, a publicitária Bruna Búrigo e Rafael Klaiton idealizou o Frain Hell Rock Festival, evento que obteve sua primeira edição no município de Fraiburgo e atraiu mais de 200 pessoas com nove bandas no line-up. Contudo, devido à grande repercussão fomentou-se a ideia da criação de uma possível segunda edição, e esta ocorreria em Lages nos dias 07 e 08 de outubro.

A segunda edição do evento acontecerá no Refúgio do Lago e contará com mais de 24 bandas no seu cast, entre elas, a The Four Horsemen advinda de São Paulo – SP, as gaúchas Hon-Ra e Horror Chamber, as paranaenses Vomitfication, Krucipha, Lacrimae Tenebris e Médicos de Cuba, originárias de Criciúma, a Somberland e a Silent Empire. They Come Crawling de Orleans – SC,  Captain Cornelius de Rio do Sul – SC,  Misanthrope Death Tribute de Curitibanos – SC, as florianopolitanas Xakol, Red Razor, Khrophus e Skombrus e por fim as lageanas, Orquídea Negra, Infernal War 666, The Torment, Conspiracy 666, Abominação, Plunder, Blood Eyes e Jhonny Bus.

O festival abrangerá camping, chuveiros quentes, culinária vegana, cobertura de mídias independentes, excursões originárias de diversas cidades brasileiras e muita música de qualidade. O preço dos ingressos é simbólico, apenas 65 reais, esses poderão ser adquiridos através da Loja Dogma Submundo em Lages e em outras cidades via depósito bancário.

A Plunder será a primeira banda a se apresentar. A banda de Heavy Metal iniciou suas atividades em 2015, buscando trazer a sonoridade do Metal Tradicional. As abordagens sonoras são caracterizadas por violência, guerra, terror e temas históricos. O grupo possui diversas canções compostas e estão trabalhando em seu primeiro single. Os integrantes são Thomas Michel (Guitarra), Will Anjos (Vocal), Decão Braga (Bateria) e Max Mendes (Baixo).

Com 11 anos de carreira e sendo um dos maiores expoentes do Black Metal do estado, a Conspiracy 666 vai incendiar literalmente o palco do Frain Hell Rock Festival. Com uma demo lançada em 2011 e uma participação na coletânea True Extreme Brazilian Metal Attack em 2012, os músicos obtém um vasto reconhecimento, fato este que já proporcionou shows internacionais para o grupo. A banda é formada por Amduscious (Guitarra e Vocal), L. Wolff (Guitarra), Kraetos (Baixo) e E.Lord Wizard (Bateria).

A banda Hon-Ra é a terceira a se apresentar. Formada em 2012 em Caxias do Sul - RS, a banda de Death Metal possui 6 singles colecionáveis, disponibilizados por tempos limitados. Em 2014 lançaram o videoclipe “From The Shadows Of The Depths”, seguido de “Ronin” (2016) e “Evil Shadows”, lançado esse ano. Os integrantes são Jener Milani (Baixo, Guitarra e Vocal), Wagner De Moraes (Guitarra) e Rodrigo Zanella (Bateria).

A florianopolitana Red Razor surgiu em 2011 com o intuito de resgatar as raízes do Thrash Metal dos anos 80 e 90. Suas influencias são grandes nomes do cenário musical, como Slayer, Anthrax, Exodus e Kreator. Os músicos lançaram em 2013 o Ep ““Shark Attack” e no final de 2015 o full length “Beer Revolution”. Os integrantes são Fabrício Valle (Guitarra/Vocal), Felipe Ferreira (Guitarra), Gustavo Kretzer (Baixo) e Igor Thiesen (Bateria).

O grupo de Thrash Metal Skombrus é originário de São José – SC e surgiu em 2010, a banda era inicialmente apenas um passatempo, mas essa proposta acabou se modificando. Em 2012 lançaram o Ep “Soco Na Cara”, seguido pelo “Crack Massacre”, de 2014. O primeiro álbum da banda foi lançado no início deste ano, intitulado “Betrayal of The Breed". Os integrantes são Luis Henrique (Guitarra e Vocal), Robson Echeli (Guitarra e Backing Vocal), Ronaldo Pereira (Baixo e Backing Vocal) e Luis Maddrumer (Bateria).

A banda paranaense Vomitfication de Death/Grind trará toda sua brutalidade musical ao festival. Em 2007, a banda divulgou o demo “Regurgitate The Vomitfication”, três anos depois difundiram o material “Astral Inferno”, seguido pelo Ep “Sexual Demoniac Invocation” de 2013. Os integrantes são Tiago Simioni (Baixo/Vocal), Jamil (Bateria) e Cleiton Machado (Guitarra).

Formada por músicos experientes da região sul de Santa Catarina, a banda de Death Metal  Silent Empire foi criada em 2011, na cidade de Criciúma, influenciados por bandas como Napalm Death, Suffocation e Death. O grupo lançou seu primeiro trabalho em 2016, um Ep intitulado “Hail The Legions” e atualmente estão no desenvolvimento do álbum “Dethronement Off Al Icons”. Os integrantes são Ivan Fabio Agliati (Vocal e Guitarra), Aline Iladi (Guitarra), Israel Horstmann (Bateria) e Arthur (Baixo).

O Rock Malandro fica por conta da Médicos de Cuba. O grupo foi formado em Curitiba – PR e mescla em suas letras sátiras, sarcasmos e humor através do Rock 'n Roll. Eles já dividiram palco com grandes nomes da música brasileira como Supercombo, Far From Alaska, Scalene entre outras. Em 2016 os curitibanos lançaram o disco homônimo “Médicos de Cuba” e prometem fazer uma grande apresentação. A formação atual é Wagner Prochno (Vocal), Vinicius Hasselmann (Bateria), Vinicius Windmoller (Guitarra) e Saulo Panek (Baixo).

Os curitibanos da Krucipha iniciaram suas atividades em 2009, trazendo um Thrash Metal mesclado com Groove e Hardcore, além disso, possuem letras que abordam temas sociais e existenciais. A banda possui três trabalhos, o Ep “Preemptive Uproars” (2010) e os álbuns “Hindsight Square One” (2013) e o atual “Inhuman Nature”(2017). Os integrantes são Fabiano Guolo  (voz e guitarra), Luis Ferraz (Guitarra solo e Vocal), Khaoe Rocha (Baixo e Vocal), Felipe Nester (Bateria) e Nicholas Pedroso (Percussão).

Responsáveis por trazer um clima folclórico ao fest, a banda Captain Cornelius de Irish Punk e Folk Metal teve início em 2015 na cidade de Rio do Sul. Formada com o intuito de perpassar a essência da música folclórica europeia, através de canções com temáticas contagiantes, e bem-humoradas. Os integrantes são Douglas Sieves (Vocal, Bandolim e Banjo), Camila Varela Buttner (Teclado e Backing vocal), Fabrício Forechi (Flauta doce, Transversal e Tin Whistle além de Backing Vocal), Diogo Cezar Marconatto (Guitarra e Backing Vocals), Julio Halt (Contrabaixo) e Thomas Sebastian Adam (Bateria).

Representante de Canoas – RS, a Horror Chamber exibirá o poderoso e árduo Death Metal. O grupo está na ativa desde 2004 e obtém um grande reconhecimento no cenário do Metal Extremo devido as duas demos lançadas e ao seu álbum “Eternal Torment” divulgado o ano passado. A banda é formada por Guilherme Lannig (Baixo/Vocal), Felipe Pujol (Guitarra), Paulo Hendler (Guitarra) e Rafael Machado Kniest (Bateria).

Inspirados por Katatonia, Samael, Paradise Lost, Swallow The Sun entre outros grupos, os paranaenses da Lacrimae Tenebris exibirão o seu respectivo Doom no sábado/domingo. Com um som arrastado e carregado lembrando um Djent, o grupo traz letras personificadas por depressão, conflito com o ser humano e ódio. A banda é formada por Timóteo (Baixo e Vocal), Max (Bateria) e Felipe Franco (Baixo).

Há 13 anos no cenário musical lageano, a banda de Black Metal The Torment procura trazer a sonoridade da velha escolha, mantendo a verdadeira essência da música “livre de fascismos, morais judaico-cristãs e modismos”. Em 2007 o grupo lançou a demo “The True Spirit Of Evil” e atualmente trabalha na divulgação do single “The March Of The Black Goat Warriors”, que estará presente no álbum “Black Horizons”. Os integrantes são Imperius Nokturno (Vocal), Tormentor (Guitarra), Black Pest (Bateria) e Lord Mayhem Satanichaos, the prophet of Destruction and Death (Baixo).

A banda Misanthrope originária de Curitibanos é um tributo ao Death que lembrará os momentos marcantes da banda norte americana. Ela é composta por Luciano Magagnim (Vocal e Guitarra), Julia Goetten Wagner (Baixo), Douglas Veiga (Bateria) e Marcos Magagnim (Guitarra).

domingo, 20 de agosto de 2017

Xakol: Grupo florianopolitano nos concede uma grande entrevista

1   


0      01-    Histórico da banda. (ano de surgimento, intuito, cidade e primeira formação)
A história da banda se mistura com a minha história de vida. Nasci em 1985 na cidade de Caçador - SC. Aos 13 anos eu criei o pseudônimo “Xakol” para usar como nickname na internet e com o qual também assinava minhas composições musicais, feitas como forma de expressão artística pessoal. Em 2002 me mudei para Florianópolis e participei de algumas bandas daqui, mas acabei me desiludindo com a música e me afastando dela por um longo período. Em 2015, para comemorar meu aniversário de 30 anos, decidi convidar uns amigos para fazer um show tocando algumas das minhas músicas. Meus amigos de mais de uma década, o guitarrista Rafael Azevedo e o tecladista Daniel Schlemper foram os primeiros que recrutei e continuam no projeto até hoje. Completaram a formação do primeiro show o baterista Thiago Diniz, da banda Shadow of Sadness, e o baixista Vinicius Ferreira. Com o tempo a coisa foi ficando séria, entraram na banda o baterista Gil Lima, o baixista Thiago Moser e o guitarrista André Freitas, estabilizando a formação atual, que tem mantido uma rotina de shows regulares.

2      02-    O porquê do nome Xakol.
Eu quis fugir dos clichês de nomes em inglês e busquei criar uma identidade única com uma palavra que não existisse. A letra X veio da junção das letras S e C, minhas iniciais. A, O e L são letras que aparecem tanto no meu nome quanto no meu sobrenome. K foi escolhida por uma questão estética.

3      03-    Influências musicais.
Power Metal e Prog Metal do final da década de 90 e início dos anos 2000. As principais bandas de referência são Angra, Symphony X, Stratovarius, Dream Theater, Sonata Arctica, Pain of Salvation, DragonForce, entre outras, mas também há influências de outros estilos como Punk Rock, músicas de videogame e até músicas atonais compostas via algoritmos matemáticos.

4      04-    Temáticas das letras.
É possível dividir as letras das músicas em 3 conceitos:  experiências de vida e lutas pessoais; problemas do mundo e da sociedade; ou simplesmente zoeira mesmo, como é o caso da música “Metal for Demons”, que acabamos de lançar e que tem a participação do Detonator, vocalista da banda Massacration. Há também eventualmente uma mistura, de forma de que uma letra que pareça ser séria e dentro dos padrões comuns das temáticas do heavy metal, seja na verdade uma descrição caricata de eventos ordinários do cotidiano, ou mesmo uma zoeira codificada secretamente através de duplo sentido, falsas metáforas ou mesmo em elementos mais complexos do texto.

5      05-    Materiais lançados (número de faixas, nome das mesmas, gravação e intitulação dos álbuns)
                     Rise of a New Sun (single)
1.    Rise of a New Sun, Part 2: Sunrise
2.    Rise of a New Sun (full version)
3.    Rise of a New Sun Prelude
4.    Rise of a New Sun, Part 1: Sunset



                 Metal for Demons (single)
1.    Metal for Demons (feat. Detonator)

6      06-    Videoclipes.
Metal for Demons (lyric video):



7      07-    Novos Projetos.
Estamos com a gravação de material para dois álbuns em andamento. Um deles está sendo produzido pelo Edu Falaschi, ex-vocalista do Angra e tem previsão de lançamento para 2018. Além disso, nossa música "Rise of a New Sun, Part 2" estará em 3 coletâneas internacionais que serão distribuídas na Europa, EUA e Ásia nos próximos meses.

8      08-    Agenda.
·         23/08 - General Lee, Florianópolis - SC
·         07/10 - 2º Frai'n Hell Rock Festival, Lages - SC
      14/10 - XI Fear Fest, Nova Trento - SC

9      09-    Principais festivais e eventos que tocaram.
·         Organizamos e tocamos em 3 edições do evento Rocking Birthday em Florianópolis
·         Organizamos e tocamos no evento Prog Power Night, Porto Belo - SC
·         Festa do Município de Caçador - SC
·         Red River Metal Punk, Florianópolis - SC

1      10- Formação atual
Saulo Castilho – vocal
Rafael Azevedo - guitarra
André Freitas - guitarra
Gil Lima - bateria
Daniel Schlemper - teclado
Thiago Moser - baixo

1      11- Um recado para a galera.
Acreditem em vocês mesmos, lutem pelo que é importante para vocês, busquem fazer o que vocês realmente amam e vivam intensamente a felicidade de cada momento. E não se esqueçam de apoiar o cenário do Metal autoral que já sofre muito preconceito em um país dominado por funk, pagode e sertanejo, e ainda assim, dentro do pequeno grupo das pessoas que gostam de metal, ainda existe segregação. Precisamos nos unir para manter o metal vivo!

1     12- Plataformas virtuais.
Site Oficial: www.xakol.sc

Spotify: spotify.xakol.com

quarta-feira, 3 de maio de 2017

1° Moto Fest Frain Hell (Review)

Brutalidade, confusões, frio intenso e uma noite barulhenta



A cidade de Fraiburgo - SC possui mais de 35.000 habitantes e recebeu a primeira edição do Moto Fest Frain Hell, evento este que aconteceu no peculiar Parque da Maçã. Os organizadores do festival, Bruna e Rafael, conseguiram trazer nove bandas catarinenses para se apresentar no mesmo.



A primeira banda a se apresentar foi a prata da casa, Don Corleone, que trouxe o melhor do Classic Rock.



Contudo, a temperatura baixava cada vez mais, porém a Peabirus não ligou para isso e destruiu com seu repertório que mesclou autorais e covers. Houveram algumas falhas técnicas, todavia, isso não atrapalhou a apresentação dos músicos caçadorenses.



A Misanthrope fez uma grande exibição. Perto do aniversário de Chucky Schuldiner, os músicos colocaram Fraiburgo para baixo com os maiores clássicos do Death.



Uma das mais antigas hordas do estado, dava as caras. A Infernal War 666 trouxe todas as impurezas, blasfêmias e ideologias antifascistas, expondo de maneira obscura e técnica, as músicas do último álbum “Satanic Truth/Venomous Eternally”, além de um cover, “Freezing Moon” do Mayhem. A quarta faixa “Only Victory” teve a participação de Imperious Nokturno (The Torment), onde com seu vocal cru e rasgado trouxe ainda mais destaque para o show. A pirofagia ficou por conta de Pazuzu na penúltima música, possibilitando dar um tom ainda mais artístico ao espetáculo.



Advinda de São José, a Khrophus entronizou o Death Metal agressivo e célere ao festival. Clássicos como “Statues”, “Interposition”, “Smoke Screen” e “Lost Iniciations” não faltaram no setlist. A exibição marcou a quarta apresentação com o novo vocal Hugo Deigman (proveniente da banda Atomic Fear) que rapidamente se entrosou com a sonoridade da banda e visivelmente obteve uma ótima receptividade do público. Em conversa com o Hugo, o questionei sobre alguns tópicos, dentre eles estava a ingressão à banda e ele pode afirmar sobre sua rápida adaptação com os outros integrantes.



Entretanto, infelizmente aconteceu mais um episódio de racismo na cena. Um rapaz proferiu palavras pejorativas e preconceituosas para com o baterista Black Pest da horda The Torment. No entanto o autor do ato, foi logo imobilizado e amordaçado.

O Black Metal é atitude, ideologia e caráter, não tem espaço para racismo, machismo, homofobia, xenofobia ou qualquer outro tipo de preconceito. Todos nós sabemos o quanto isso prejudica e fere os direitos individuais de cada um. Respeito e educação são chaves essenciais e primordiais para todos, a falta dos mesmos ocasiona nesse tipo de atitude.

A The Torment subiu colérica e violenta no palco. Era notável a agressividade e potencialidade de riffs complementados pelo descontentamento com a situação fora do palco. Os músicos mostraram que a cada show se reinventam, músicas como “March Of The Black Goat Warrior”, “Black Soldiers War” e “Ritual” não faltaram no repertório. Imperious Nokturno também acabara fazendo pirofagias e incendiando o evento de gritos demoníacos e postergadores do Cristo imundo.



A Vultorn era uma das mais esperadas, uma vez que o material feito pelo grupo gradativamente a tornara uma das melhores bandas catarinenses de Thrash Metal da atualidade. A banda tocou a música “Hematophagus” pela primeira vez, e não ficaram de fora as já consagradas “Ripper (Is Closer Than You Thought) ” e “Call For War”. Mesmo com a temperatura baixíssima, os curitibanenses agitaram e mobilizaram a galera com suas canções recheadas de fúria e violência.



Subia ao palco, a Eternal Rise, a banda natural de Videira - SC demonstrou o preciosíssimo Heavy Metal.



Para o encerramento, novamente o metal extremo surgiria, a Pierced teve a difícil tarefa de segurar o público com o clima gelado, no entanto exibiram os melhores clássicos do Death Metal.




Ao total, quase 200 pessoas desfrutaram e bateram cabeça no festival. Inclusive marcaram presença no evento Falcãozinho e Tailana, os organizadores do Rock In Hell Do Campo (festival que acontecerá mês que vem e a Urussanga Rock Music também estará presente). Por conseguinte, aconteceram alguns problemas, mas estes em nada atrapalharam a apresentação dos grupos que souberam agir e evidenciar o som apresentado. Uma grande estrutura, parque de fácil acesso, preço flexível dos ingressos, grandes bandas, sonorização eficiente e acessibilidade dos organizadores, marcaram o primeiro de muitos fests.



segunda-feira, 24 de abril de 2017

1° Moto Fest Frain Hell

Dia 29 de abril ocorrerá um dos maiores festivais de Metal do oeste catarinense!



A cidade de Fraiburgo coloca o nome no mapa dos fests catarinenses. O 1° Moto Fest Frain Hell acontecerá no Parque da Maçã e terá a apresentação de nove bandas. Além dos espetáculos musicais, o evento disponibilizará área de camping durante toda a noite até às 09:00h do domingo.



A ordem das apresentações ainda não fora divulgada pela organização do evento. Porém, abaixo estão os grupos que farão parte do cast:

Natural do município, a banda Don Corleone, é altamente influenciada pelos clássicos do Rock n Roll, Rock Progressivo e Hard Rock. Os músicos atualmente estão apostando na música autoral e em sua performance que a cada show é extremamente elogiada pelo público. Os integrantes são Marcos Genuíno (Vocal e Baixo), Sérgio Dominguez (Guitarra), Vinnie Suzin (Guitarra/Vocal) e Ademir Miranda (Bateria).



A Pierced expõe seu Death Metal relembrando nomes clássicos do estilo como Massacre, Pestilence e Possessed. O grupo é de Videira, cidade distante apenas 25 km do evento. A banda é composta por Maurício (Guitarra e Vocal), Eduardo (Guitarra), Luighi (Baixo) e Felipe (Bateria).




O Heavy Metal tradicional também será bem representado. A banda Eternal Rise foi fundada no ano de 2016, na cidade de Joaçaba. Judas Priest, Helloween e Iron Maiden são grupos referenciados pelos músicos. A mesma é composta por Pierre Alexander (Vocal), Fabrício Casella (Guitarra), Well Carbone (Guitarra), Matheus Fernandes (Baixo) e Jeverson Rodrigues (Bateria).




A caçadorense Peabirus mostrará sua peculiaridade de estilos, indo de Sepultura a Dream Theater. O grupo possui muitas músicas autorais onde as mesmas são personificadas na temática da Guerra do Contestado. O grupo, trará essa bagagem histórica que agregará em sua apresentação, não obstante estão no processo de desenvolvimento do primeiro álbum, que ainda não possui data a ser lançado. Os membros são Nikolas Henrique (Vocal), Gabriel Pressanto (Baixo), Marcos Gaio (Guitarra), Wagner Petrykowski (Guitarra) e Fontaine Di Bastiani (Bateria).




O festival irá contar com uma banda tributo ao Death. A última a banda a ser apresentada fora uma surpresa para todo o público. A Misanthrope é um projeto de músicos de Curitibanos-SC, formada no ano de 2016 com o intuito de transpassar as principais canções da banda norte-americana. A banda é formada por Luciano Magagnim (Vocal e Guitarra), Marcos Magagnim (Guitarra), Julia Goetten Wagner (Baixo) e Douglas Veiga (Bateria). Vale ressaltar que o grupo se apresentará no Rock In Hell Do Campo em junho.




Coincidências à parte, a próxima banda vem de Curitibanos-SC também, todavia, ela é de dois dos integrantes da banda citada acima, Julia e Luciano. A Vultorn exibirá o Metal Extremo e suas canções que já se tornaram clássicos entre os fãs. A mais conhecida, “The Ripper(Is Closer Than You Though) foi baseada no filme de terror “The Texas Chainsaw Massacre”, de Tobe Hooper. Recentemente, a banda difundiu seu novo single, denominado "Hematophagus". O grupo já abriu para Ratos De Porão, Rhestus e Juggernaut. O power trio é formado por Julia Goetten Wagner (Baixo), Luciano Magagnim (Vocal e Guitarra) e Rubens Toscan (Bateria).




Das terras frígidas do Planalto Serrano surge o Black Metal da Infernal War 666, considerada uma das hordas mais antigas ativas do Black Metal catarinense. O grupo que já dividiu o palco com Besatt, Deasater, Nargaroth, Possessed, Marduk e Sadistic Intent, traz em sua bagagem dois full length, o “Hail To the Gods Of That World” de 2008 e o atual álbum “Venomous Eternally/Satanic Truth” lançado em 2014, um Ep intitulado “Under Wings Of Demon Hell” de 2004 e uma Split com o grupo Wargoatcult cognominada “Warmageddonic Alliance Of Doom” divulgada em 2009.  A banda é composta por Diabolous Insanus (Vocal e Guitarra), Pazuzu (Guitarra), Lord Mayhem Satanichaos, the Prophet of Destruction and Death (Bateria) e DemiGod (Guitarra). A blasfêmia e a heresia tomarão conta da noite profana e os postergadores do nazareno empalado, irão jubilar das impurezas da noite.





Também proveniente da serra catarinense, a horda The Torment é uma das atrações de peso do festival. A banda lageana de Raw Black Metal, que está em atividade há 12 anos, se caracteriza pelas apresentações artísticas que fazem do show um verdadeiro espetáculo. Influenciados por grandes nomes do Black Metal, como Venom, Hellhammer, Darkthrone e Bulldozer, o escopo da horda é disseminar o Black Metal da velha escola, alastrando as raízes do gênero, mantendo a verdadeira essência da música. A banda lançou em 2007 seu primeiro trabalho, a demo “The True Spirit Of Evil”, a qual possui 4 faixas. O último trabalho divulgado pela The Torment foi a faixa “The March Of The Black Goat Warriors”, a qual está disponível para audição no YouTube. Os atuais integrantes da banda são: Imperius Nokturno (Vocal), Lord Mayhem Satanichaos, The Prophet of Destruction and Death (Baixo), Tormentor (Guitarra) e Black Pest (Bateria).




 A banda Khrophus, originária da litorânea cidade de São José, é uma das atrações mais esperadas do festival. Caracterizada por executar um Death Metal cru e genuíno, a Khrophus se mantêm firme no cenário musical desde 1993. Durante esses 24 anos de carreira, a banda conta com 7 materiais lançados, entre estes estão a demo “Khrophus” (1993) e “Tribulations” (1998). Além disso, no ano de 2003, lançaram seu primeiro full lenght intitulado “God From The Dead Images”, cinco anos depois, divulgaram o EP “Symbols from Death”. Em 2009 foi lançado o álbum “Presages”, seguido de “Eyes of Madness” (2013). Atualmente a Khrophus trabalha na composição de um full length, cujo ainda não possui data de lançamento prevista. Recentemente a banda passou por uma reformulação de integrantes, sendo que Alex Pazetto (Baixo e Vocal) deu lugar a Hugo Deigman. A formação atual da Khrophus é Hugo Deigman (Baixo e Vocal), Adriano Ribeiro (Guitarra) e Carlos Fernandes (Bateria).




Então compareça e apoie a cena de sua região. Os músicos precisam de sua colaboração, o apoio do público é essencialmente necessário para a ascensão dos festivais!


DEIXE SEU LIKE

ESTATÍSTICAS